Resultados da Enquete: Que Facção deveria Ireas Escolher?

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Enquete de Múltipla Escolha.
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Tópico: A Voz do Vento

  1. #361
    Cavaleiro do Word Avatar de CarlosLendario
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    Grande Iririri. Mais um excelente capítulo trazido para nós.

    Ireas parece sério e determinado a botar pra fuder e destroçar a Irmandade dos Ossos. Gostei disso, sério mesmo. Creio que Ireas ficará mais MAD agora que viu que até mesmo sua mãe estava sofrendo enquanto esteve na Irmandade e quando matou aquelas pessoas. Foi um vilão memorável, que pode, talvez, criar outro vilão; No caso, Ireas. Veremos até quando ele se controlará em sua busca pela destruição dos ossudinhos e o que resultará a reconstrução do culto a Nurnor.

    Notei dois erros: Nornur e "aquele veio dele" quando Seline fala do seu ventre perfurado.

    Creio que este foi o último capítulo, então, aguardo a continuação dessa história fabulosa que é A Voz do Vento.

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  2. #362
    Avatar de Edge Fencer
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    Dei uma segurada no capítulo passado porque Esquecimento ainda poderia ter uma carta na manga, mas agora sim, finalmente, essa danada foi derrotada... Deu até uma certa empatia por ela nesses momentos finais, mas as merdas que ela já fez superam largamente isso; achei foi pouco

    Foi um capítulo ótimo, como era de se esperar. Apesar do Ireas ter passado a impressão de que vai pra cima da irmandade com 40 mil pedras na mão, fico curioso pra ver de que outras maneiras a morte da Esquecimento vai influenciar a personalidade do rapaz. Não dá pra descartar a chance dele se tornar extremamente rancoroso e vingativo (apesar de eu torcer pra que isso não aconteça). Acho que nesse momento ele precisará bastante do apoio dos amigos para não surtar.

    Tá muito bacana ver os capítulos saindo rapidamente assim, continue nessa animação xD

    Abraço!
    Son of a submariner!

  3. #363
    Avatar de Shirion
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    Iridium,

    Li muito viu? Li coisa pra caramba mas consegui colocar a sua fic em dia. Eu só tinha lido até o ponto que o Ireas deixa Rook, ai pulei o miolo e só fiquei lendo os capítulos finais, da reta final das tretas no meio dos lagartos.

    Mas agora to com tudo lido (gente eu não tinha percebido mas o Ireas é gay por isso que geral pede nos comentários pra ele namorar uma paladina coxuda)


    Mas como o coitado sofre, Iridium. Que destino horrível, ser obrigado a matar a própria mãe.


    Eu achava que a Esquecimento ia perder a luta final mas ia conseguir escapar sei lá e depois tentar mudar de mentalidade. Que tragédia.


    Mas pelo visto a aventura continua né, o Ireas agora vai tentar acabar com a irmandade. E isso me leva a pensar em um lugar: Drrrrrrrrrrefia

  4. #364
    desespero full Avatar de Iridium
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    Padrão Segundo Pergaminho, Capítulo 60

    Saudações!

    Com o capítulo de hoje, o Segundo Pergaminho terá acabado oficialmente; antes de iniciar o Terceiro (e último) Pergaminho para fechar a história com chave de ouro, farei dois posts de retrospectiva do Primeiro e Segundo Pergaminho respectivamente, para tirar dúvidas de quaisquer leitores e contar algumas coisas que eu pretendia (ou não) com cada saga do Ireas.

    A II Justas Tibianas ainda está no ar! Leia os tópicos dos escritores e VOTEM!!!

    Vamos aos comentários:


    Spoiler: Respostas aos Comentários



    Sem mais delongas, o Capítulo de Hoje!

    ----

    Spoiler: Bônus Musical


    Capítulo 60 — Enterrem Meu Coração… Onde Ele Possa Sobreviver

    O fim de uma Era… É o início de outra?

    (Narrado por Ireas Keras)



    Foi a primeira vez que pisei em Yalahar.

    Mesmo sem estar em débito comigo, mesmo sem a necessidade alguma de fazer tal gentileza, Kinahked nos abarcou no Caçador de Almas, que ficara intacto na costa de Zao por algum milagre. A tripulação nos recebeu bem, mediante os padrões deles. Enquanto todos foram realocados para suas cabines embaixo do convés, eu quis ficar um tempo sozinho.

    Sentei-me perto da proa e deixei no chão de madeira recém-esfregado. Olhando para cima, o céu parecia mais brilhante que o usual. Fiquei olhando as estrelas com o único olho que eu tinha agora, sentindo um vazio imenso tomar conta de meu coração e mente. Eu via o brilho nas estrelas, mas não enxergava beleza… Tudo que eu conseguia ver era as almas dos que já tinham partido daquela vida para outra… E o quão sozinho eu estava me sentindo.

    — Keras?

    A voz grave soava distante; demorei um tempo para olhar em sua direção e perceber que se tratava de Yami; com o céu bem escuro e pouca iluminação no convés, apenas conseguia ver parte de sua silhueta e o distinto brilho de seus olhos dourados. Ele me olhava, pela primeira vez, com uma expressão que eu nunca havia visto nele.
    Preocupação.

    — Você ainda não foi dormir? — Indaguei, melancólico e estranhamente indiferente.

    — Não. — Replicou o Efreet estranhamente sem jeito. — Você… Ficou com a minha Lâmpada.

    — Oh! — Eu me sentei e abri minha mochila, procurando pelo objeto. — Aqui está. — Entreguei a ele a Lâmpada, voltando a me deitar.

    Olhei para o lado e ele continuava lá a me fitar; soltei um suspiro ressabiado, piscando devagar.

    — Eu lamento por…

    — Eu sei. — Repliquei, ríspido, não querendo ter aquela conversa. Não naquele momento.

    — Eu lamento por tudo, Keras. — Completou o Efreet, a despeito da minha cortada anterior. — Wind era uma boa pessoa. Para você e todo mundo ao redor dele. Não há como negar isso.

    Eu assenti levemente com a cabeça; o Efreet parecia querer falar algo mas apenas retribuiu o cumprimento e saiu de cena com a lâmpada na mão. Fiquei, novamente, sozinho, olhando as estrelas.

    Eu me sentia… Sem vontade alguma; não queria fazer nada. Estava com sono e não queria dormir, estava com fome e não queria comer… Sentia dores em meu corpo e em meu olho mas não tinha a menor vontade de resolver a situação. Estava triste… Mas não conseguiu chorar. Não naquele momento. Me sentia oco, seco e vazio.

    — Não se culpe, criança…

    A voz de Nornur era plenamente audível pelo vento frio que soprava ao meu redor.

    — Vento do Norte… Meu filho mais tempestuoso… — Falava o Deus, sereno. —Você fez o que podia… E curar as feridas de Esquecimento Eterno… Permitir que o Outono e Inverno a levassem em uma forma menos decrépita… Foi nobre e honroso da sua parte.

    — Mas… Perdi Liive… e Wind… Nesse meio tempo. — Sussurrei de volta, magoado. — Não estou certo… De que fiz as escolhas certas. Eu não deixo de pensar e sentir… Que sou indigno de tudo. Mesmo.

    — Você só será indigno, Vento do Norte… Se você se mostrar assim. Se você permitir que te vejam e te julguem dessa forma. — Ele parecia mais forte, assim como o sermão que estava me passando. — Só você pode mudar esse sentimento. Lembre-se de que o Vento do Sul… Seu irmão, ainda vive. Ele pode… Ajudar você. Assim como seus amigos...

    Dito isso, sua voz desapareceu no ar e eu fechei o meu olho são, sentindo-me muito melancólico e vazio.

    — Espero que esteja certo, Nornur… Espero mesmo.


    *****


    (Narrado por Rei Jack Spider)


    Ao final de três semanas de navegações, dada a habilidade especial do navio de Kinahked, chegamos em Nibelor; passamos apenas para recolher o corpo de Wind e continuar viagem a Yalahar. Ireas estava ainda monossilábico, mas parecia ficar mais feliz ao ver a pequena Skadi balbuciar perto dele. A visão da menina parecia dar-lhe um pouco mais de propósito.

    Entretanto, quando saímos de Nibelor, seu humor estava pior; ele parecia ter se desentendido com a cunhada, mas não quis falar a respeito. A bem da verdade, seguimos viagem sem que ele dissesse uma palavra sequer.

    Chegamos a Yalahar uma semana depois, quando o Inverno estava já em seu ápice: era o aniversário de Ireas. Chegamos à cidade-ilha de Yalahar e atracamos assim que obtivemos autorização. O porto era mais detonado do que achei que fosse. Ireas desceu junto com Morzan, Sírio, Maximus, Kinahked, Yami e Emulov, cada um deles segurando uma extremidade da maca que levava o corpo de Wind.

    Um homem de cerca de quarenta anos, com cabelos castanhos em roupas e penteado similares aos de Wind, veio até nós; eu e Brand logo fomos à frente falar com ele, a fim de evitar que Ireas tivesse um surto e irrompesse em lágrimas ali mesmo. Seu nome era Palimuth, e ele dizia responder pela vasta maioria dos que habitavam a Cidade Interna* de Yalahar.

    Explicamos rapidamente nossa situação e ele logo nos permitiu fazer o funeral. Entretanto, havia um pequeno empecilho.

    — Rapazes… Nós não fazemos mais enterros em Yalahar. — Falou Palimuth, triste. — Desde nossos incidentes com… Um ser… Terrível, nós não ousamos mais enterrar nossos mortos, os quais tem retornado para noss aterrorizar no Quartel do Cemitério. Por isso, para fazer o funeral desse rapaz, o corpo dele terá que ser cremado. Eu lamento. Ele é um Yalahari e, se não fizermos assim, sua alma não descansará.

    Engoli em seco. Eu e Brand olhamos para Ireas, cujo olhar melancólico me encheu de tristeza. Ele respirou fundo e falou:

    — Que assim seja. Sei que fala de Variphor, Palimuth. Sei em primeira mão o que ele pode fazer… Se assim Wind obterá o descanso que tanto merece… Faça isso. Creme seu corpo. Mas… Gostaria que suas cinzas fossem colocadas em uma urna funerária. Ele merece isso.

    O homem concordou com nossos termos e pediu para que levássemos o corpo a Roxanne, a mulher responsável pelo Templo local. Lá, começaram a preparar o corpo para se despedir do mundo terreno.


    ****


    (Narrado por Ireas Keras)

    Foi a última vez que eu pisei em Yalahar.

    A pira fúnebre fora colocada dentro da Catedral de Yalahar, no Quartel do Cemitério. Alguns magos Yalahari se responsabilizaram por fechar os acessos que poderiam ser invadidos por criaturas indesejadas. A pira era uma estrutura de bétula de dois pisos, distantes dois metros cada um. O primeiro era um forro para o chão, a fim de poder colocar palha, óleo e o que mais fosse inflamável. No segundo piso ficava o corpo de Wind, devidamente limpo, embalsamado e coberto de óleo para queimar mais rapidamente. Apesar do trabalho milagroso feito por Yami e retocado por Roxanne, ainda era muito doloroso olhar para Wind. Ele estava totalmente diferente do homem que era… Do amigo que conheci, do confidente que tive e daquele que amei um dia.

    Na medida em que se aproximavam alguns Sacerdotes para fazer as preces finais, não conseguia parar de pensar em quão estúpida sua morte havia sido; ele havia ido para a expedição responsável por matar Morgaroth! Por aniquilar um dos membros do poderoso e infame Triângulo do Terror! Era um Cavaleiro forte, destemido, explorador, gentil e notável em quase tudo que havia feito em sua vida. Aquela morte… Era indigna dele. Não havia sido gloriosa o suficiente.

    Morrer para me proteger… Estava abaixo dele. E eu sabia disso. Eu sempre soube disso.

    Em um dado ponto, Palimuth me chamou para acender a pira. Eu relutantemente aceitei, sabendo que aquele ato seria, talvez, meu adeus final ao homem que, por um ano e alguns meses, virara meu mundo de ponta-cabeça. Meu vigésimo aniversário passaria desapercebido em meio àquele funeral… E eu parecia estar em outro mundo. Eu soltei a tocha em meio aos materiais inflamáveis na esperança de que aquela dor passasse… Mas não passaria.

    Não passaria a não ser que eu gritasse; eu via o corpo do ruivo Yalahari queimar… Via a fumaça subir… E tudo que eu queria era ter poder de voltar no tempo e nunca ter ido atrás de minha mãe… De ter ouvido o conselho de todos ao meu redor e ter largado essa missão fútil por respostas a perguntas que não tinham nexo ou razão. No entanto, era tarde: Hjaern, meu irmão, estava morto; Liive também, assim como Wind. Não havia mais nada a se fazer.

    Levou cerca de três horas para o corpo de Wind ser reduzido a cinzas; Palimuth as colocou em uma urna funerária, como eu havia pedido, e entregou-a a mim. Depois disso, me lembro de quase nada do que ocorrera naquele dia.


    ****

    (Narrado por Yami, o Primeiro)


    Mas eu, leitor, lembro. Oh se lembro.

    Depois que saímos de Yalahar, Keras rumou para Svargrond, e os demais nos seguiram, com medo de que ele fizesse besteira. Achei que o druida quereria ao menos se esconder do mundo e chorar as mágoas por suas perdas e tudo aquilo que humanos fazem diante da morte.

    Bem, ele fez isso… Com outra abordagem.

    — Ireas, que você está fazendo?! — Brand gritou sem entender.

    — Ireas, pára! Isso não vai trazer o Wind de volta! — Jack tentou protestar e levou uma bola de gelo no rosto e caiu para trás, boquiaberto.

    Assim que chegamos em Svargrond, ele correu para a Arena de Combate com fúria; ele fez um machado de seu Cajado da Tempestade de Granizo e começou a acertar tudo em seu caminho; bonecos de treino, grades e gradis, paredes, tudo. Ele arrancou tabardas e bandeiras dos mastros em seu caminho de destruição, gritando palavras em sua língua natal que eu não consegui entender.

    — Ireas, me escuta, por favor! — Jack protestava, desesperado.

    — NÃO! — Ireas rugiu tal qual um animal ferido — NÃO QUERO CONVERSAR! NÃO TENHO O QUE CONVERSAR!

    — Puta merda Ireas! — Maximus falou, irritado. — Para de fazer cena e tenta raciocinar ou eu te forço a fazer isso!

    Por fim, quando ele chegou em uma sala que era um beco sem saída, ele congelou os próprios punhos e começou a socar a parede de pedra em uma tentativa, talvez, de quebrá-la e de se soterrar. Ao ver isso, diante da situação toda, tomei uma decisão drástica.

    — Eu resolvo isso. — Falei, conjurando uma barreira de mana sólida, impedindo a entrada dos demais.

    — Qual é, Yami?! — Protestou Jack — Abre isso! Abre já!

    Fiz-me surdo aos apelos de Jack e fui até Keras, que continuava a espancar a parede sem muito sucesso. Tive uma ideia que talvez fosse acalmá-lo.

    — Me ataque. — Falei calmamente, apesar da minha experiência de quase-morte nas mãos do rapaz.

    — Quê?! — Keras falou, alterado. — Ficou louco?! Eu vou acabar...

    Me matando? — Indaguei, colocando as mãos para trás de meu corpo. — Vá em frente. Você parece estar precisando.

    — Por que?! — Rugiu o rapaz, ainda ferido por dentro, com os punhos cerrados pronto para atacar. — Por que fica em meu caminho?! Você não me deve nada! Não precisa fingir que se importa!

    — Eu não estou fingindo. — Falei, levemente ofendido, começando a, vagarosamente, caminhar em sua direção. — Depois de tudo que passei com você e seu grupo… Depois de aprender o Caminho dos Sonhos e ser salvo mais de uma vez por você, apesar de ter quase me matado… — Eu já estava a dois pés de distância dele. — Eu genuinamente me importo. Você me fez escolher entre a vida e a morte…

    Antes que ele pudesse reagir, eu o abracei; senti as forças do druida falharem e ele cair de joelhos. Simplesmente acompanhei o movimento.

    — Agora, é sua vez de escolher entre a vida e a morte, Keras.

    Ele berrou e chorou como um animal ferido, eventualmente retribuindo meu abraço. Ele chorou todas as lágrimas que podia. Eu genuinamente me importava; eu mudei naquela jornada. Optei por fazer algo melhor de minha vida do que ser apenas um estorvo e um servo. Fiquei incontáveis minutos com o druida chorando suas dores e perdas em meu abraço, na esperança de que todos nós, e não somente ele, saíssemos mais fortes dessa grande fossa em que Esquecimento Eterno nos metera.

    Por Wind, Liive, Hjaern e incontáveis outros… Nós devíamos isso a todos eles. Era o mínimo que podíamos fazer.


    Fim do Segundo Pergaminho.

    -----

    Glossário:

    (*): Tradução livre de Inner City, a parte interna e segura de Yalahar.

    ----

    E é isso aí, galera! Acabou o Segundo Pergaminho! A retrospectiva do Primeiro e Segundo vem aí pro Terceiro chegar com tudo! A história do Ireas tá acabando, geeeeente!

    Até o próximo!



    Abraço,
    Iridium.

  5. #365
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    Quando eu penso em comentar, um novo capítulo é postado; não só um, mas DOIS capítulos. Enfim, acho que devo comentar brevemente um dos (vários) capítulos que perdi, e então partir para os dois últimos.

    Que ótimo capítulo da luta do Ireas e do Yami contra Esquecimento. Mas o que mais marcou o capítulo 58 foi a visão que Ireas teve do outro mundo; foi tudo muito bem descrito. Todas as pessoas que morreram para que Ireas pudesse chegar onde chegou... E essa parte:


    Em meio à luz e às cores, um vulto permeado por sombras apareceu e tomou forma; meus olhos se encheram de água ao ver que se tratava de Wind Walker, o Andarilho do Vento.
    Não vou comentar mais nada deste capítulo. Apenas venho deixar meus parabéns pelo capítulo escrito, pela batalha... E enfim, vamos ao próximo capítulo.


    Antes de mais nada, QUE MÚSICA BEM ESCOLHIDA. Sério, encaixou certinho com o clima do capítulo, com o capítulo... TUDO! Se foi o @Gabriellk~ que escolheu a música, vá agradece-lo novamente, pois engrandeceu muito! Não tenho o costume de ler e ouvir ao mesmo tempo, as vezes eu me foco muito na música( devo ser o único doente que tenta adivinhar a progressão das músicas, lol), mas neste capítulo em específico eu li e ouvi a música... E não me arrependi. TUDO COMBINOU, a música, a escrita, a letra da música, TUDO!

    Eu CHOREI na conversa entre Ireas e sua mãe. Ler o seguinte trecho:

    — Por que, Seline? — Por algum motivo, minha voz soava distante e eu era incapaz de chamar de “mãe” a mulher à minha frente. — Por que fez tudo isso?

    — Liberdade...
    Ouvindo um "I Will travel through the gate, to be the finder of my fate"... Eu me arrepiei aqui nesse trecho. Não sei o que comentar deste capítulo, mas acho que você superou o capítulo da morte do Norsir; a carga emocional, a escrita, A MÚSICA, tudo! Mesmo tendo sido um capítulo curto, cada palavra teve um peso diferente... Não sei mais o que comentar; acredito que consegui passer e escrever tudo o que eu queria.

    Finalizo o post com o seguinte trecho da música:

    Deep abysses I sink into
    And behind the light I go
    My long journey never ends,
    But I will receive what I send
    De começo, relacionei este trecho com Esquecimento Eterno... Mas, curiosamente, acabei relacionando este trecho mais com o próprio Ireas, o que leva para o gran finale do Segundo Pergaminho.


    Foi um bom capítulo final, colocando as coisas "em seu lugar"; conseguiu retratar muito bem a psique do Ireas, e achei um final adequado para o Segundo Pergaminho, porém...
















































































































    NÃO TENTE RETRATAR O YAMI COMO UM SER BONDOSO. NINGUÉM NA HISTÓRIA GOSTA DO YAMI, ENTÃO NÃO TENTE FORÇAR ISSO MAIS. SE NÃO DEU CERTO NO FINAL DO SEGUNDO PERGAMINHO, NÃO VAI FUNCIONAR NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS...

    Mentira, vai sim. Você sabe que eu amo o Yami <3





    Spoiler: O que vai acontecer no Terceiro Pergaminho




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    Não espere algo bem elaborado e feito. De resto...

  6. #366
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    Excelente trabalho, Iridium. Fechou um pergaminho e eu ainda com O Mundo Perdido parado. Foda.


    O final não foi mais do que triste. Imaginei que algo assim ocorreria, dado a situação em que Ireas se encontra, e com tudo que passou. A jornada dele certamente não seria fácil e eu imaginei isso desde o começo, láá em 2012. Meus parabéns por ter terminado mais uma parte da sua história e por ter criado algo tão bom assim, que nenhuma das minhas obras chega perto.

    Eu já chuto que Ireas vai virar um vilão no próximo pergaminho e será derrotado por seus amigos. Seria épico, além de triste.

    Aguardo a continuação da história e, mais uma vez, excelente trabalho.



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  7. #367
    Avatar de Edge Fencer
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    Pesadíssimo esse capítulo...

    Primeiramente, parabéns por conseguir terminar mais um pergaminho; pensando agora em tudo que aconteceu desde seu início, foi nada menos do que espetacular. E o final, como esperado, foi com chave de ouro.

    Em termos de escrita, quase impecável, como de costume. Aquele pequeno diálogo com o leitor no começo da narração do Yami (like a Dom Casmurro) me fez dar um sorriso enquanto lia, muito bom.

    A história tá daquele jeito, sensação de melancolia e desesperança em todas as ações do Ireas. O preço pra derrotar a vilã da história foi alto demais, e deu um clima bem peculiar pra esse capítulo. Se eu gostei? Muito! Consegui sentir uma empatia imensa pelo Ireas, vou demorar pra pegar no sono hoje lembrando de todas as merdas que aconteceram pra ele chegar até aqui e a coisa só piorar. Como sofre o rapaz, foi judiado a história inteira

    Vejo, a príncipio, poucas maneiras do menino Keras não pirar de vez e chutar o pau da barraca. Primeiro, a sobrinha; ele ainda tem a promessa de ajudar na criação do bebê. Segundo, Jack e Nornur; quem sabe eles, que conhecem a alma do garoto tão bem, consigam recolocá-lo nos trilhos. Terceiro, e mais importante, Yami; eu já achava que o djinn seria importantíssimo pro Ireas há algum tempo, depois desse capítulo então... Quase certeza. Só sei que sou do team #IreasficacomYami, desprezo a ideia da paladina coxuda fortemente

    Enfim, é isso. Tem muita água pra rolar na história ainda, então estou bastante ansioso pelo pergaminho derradeiro. Até aqui, a Voz do Vento já foi inesquecível em todos os aspectos; tenho certeza que você a imortalizará com os últimos capítulos xD

    Abraço!
    Última edição por Edge Fencer; 12-01-2017 às 04:24.
    Son of a submariner!

  8. #368
    desespero full Avatar de Iridium
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    Saudações!

    Como prometido, antes de começar a postar os capítulos do Terceiro Pergaminho, trarei a vocês a Retrospectiva dos dois Pergaminhos, começando pela retrospectiva do Primeiro Pergaminho. Esse post contém SPOILERS, portanto, se você, novo leitor, não chegou até aqui e deseja ler tudo na íntegra, ignore esse post e se oriente pelo índice do post inicial. Do contrário, continue por sua conta e risco.

    Esse post serve para refrescar a memória de leitores antigos e tirar as dúvidas dos leitores mais presentes, bem como, talvez, suscitar debates sobre algumas questões que levantei na história. Vamos aos comentários:

    Spoiler: Respostas aos Comentários



    Primeiro Pergaminho - Quem Sou, De Onde Venho, e Tu, Quem És?

    A Retrospectiva

    Spoiler: Aviso: Pode Conter SPOILERS


    Spoiler: Considerações Finais



    -----

    E é isso aí, galera! Até a próxima retrospectiva!

    Não esqueçam, por favor, de deixar seu feedback aí embaixo!

    Feedback é importante: Feedback Quae Seras Tamem!!!

  9. #369
    Avatar de Edge Fencer
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    Bom, comecei a acompanhar a história já no fim do Segundo Pergaminho, mas acho que dá pra eu deixar algumas considerações sobre o primeiro aqui.

    O Primeiro Pergaminho, pricipalmente o início, quando o Ireas nem conhecia o nome Esquecimento Eterno, é minha parte favorita da história até aqui. Não sei se já disse isso, mas eu li os 10 primeiros capítulos de uma vez, e me encantei. Nunca tinha visitado a seção de Roleplaying até ali, apesar de olhar a seção Tibia Geral de vez em quando, muito menos havia pensado em escrever algo. Foi depois de ler o início de A Voz do Vento que eu me animei a criar uma conta e escrever alguma coisa aqui; se não fosse o Primeiro Pergaminho, não estaria por aqui hoje, por isso sou muito grato a você!

    Deixando de sentimentalismo agora, vamos ao que achei da história nessa primeira parte. O comecinho do Pergaminho foi, de certa forma, um pouco morno. Aquele começo de aventura em Rookgaard, com o Cipfried como guru e o protagonista com um passado misterioso... Como não gostar?

    A partir da expedição ao Mino Hell, onde perdeu seus amigos, Ireas começou a se tornar bem único. Depois de encontrar Jack, Brand e, principalmente, Wind, ele já era bem diferente. No começo não gostei muito de nenhum dos três, admito Mas isso não durou muito, pois quando o Ireas descobriu seus sentimentos pelo Wind eu já estava torcendo muito por eles.

    Durante a luta contra o Morgaroth, foi bem angustiante ver a indecisão do Ireas quanto ao Wind, e aquelas cartas falsas... Custei a gostar do Liive depois disso kkkk.

    Ainda aconteceu tanta coisa... As primeiras peripécias de Esquecimento, a morte de Hjaern, a reconstrução de Ankrahmun... Logo na primeira parte da história o Ireas já havia sido testado de várias maneiras.

    É claro que a qualidade da história e da escrita melhoraram bastante com o passar do tempo, mas esse comecinho ainda não foi superado na minha preferência

    É isso aí, Iridium. Boa ideia trazer essa retrospectiva; imagino que pra quem acompanhou o início da história deve ser muito nostálgico (já foi um pouco pra mim, que li há poucos meses haha).

    Aguardo pela próxima, e mais ainda pelo Terceiro Pergaminho, que promete!

    Grande abraço!
    Son of a submariner!

  10. #370
    desespero full Avatar de Iridium
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    Padrão Segundo Pergaminho, A Retrospectiva Completa!

    Saudações!

    Venho agora com a retrospectiva do Segundo Pergaminho, finalizado semana passada. Depois desse post, aguardem o início do fim, que está próximo

    Vamos, antes de mais nada, aos Comentários do post anterior

    Spoiler: Respostas aos Comentários


    Agora, sem mais delongas: a Retrospectiva!

    -----



    Segundo Pergaminho - Sagrada Mãe Natureza
    A Retrospectiva

    Spoiler: AVISO: pode conter SPOILERS!


    Spoiler: Considerações Finais



    ----

    E é isso, galera! Acabaram as Retrospectivas! O Terceiro e último Pergaminho começa em breve! Até mais!

    O Terceiro Pergaminho, eu adianto, terá apenas 15 (quinze) Capítulos. Haja coração!




    Abraço,
    Iridium.

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    Última edição por Iridium; 18-01-2017 às 19:40.



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