Muito obrigado aos leitores, e aos comentários. Acabamos de bater 2000 views, pode não parecer muito, mas para mim é de imensa felicidade. Então novamente deixo meu agradecimento a todos vocês!
Spoiler: RespostasObrigado pela força, e o pior já passou, agora já tem um mês meio que ele está em casa, e uma melhora significativa vem acontecendo. Para quem chegou a uma situação crítica, e fez uma descompressão de emergência, passamos pelo pior há muito tempo. Graças ao excelente acompanhamento que ele teve da equipe que o tratou.Saudações!
Primeiramente, força, rapaz. Muita força pra vc e pro teu pai. Espero que ele se recupere do AVC e volte às atividades normais. Leve o tempo que precisar para retomar com sua história: lide com as prioridades da RL.
Em segundo, gostei muito do capítulo! Terei que reler a história para poder compreender o contexto um pouco melhor, mas gostei muito das correções que você já fez na escrita desse capítulo e espero pelo próximo!
Ah, caso tenha coragem e vontade, inscreva-se no concurso Melhor História Roleplaying - Edição 2016! Vai ser bacana e as inscrições foram estendidas até dia 10 de Novembro!
Abraço,
Iridium.
Agora da história, eu não esperava um elogio quanto a escrita, já que estou muito tempo sem escrever, e sem dúvidas era muito certo ter diversos erros a mais que os anteriores. Mesmo assim agradeço o elogio, e lhe espero para os próximos capítulos, assim como pelos novos de "A voz do vento", que relerei algumas partes para fazer um comentário!
Aí está o próximo!Olá!
Bom, cheguei agora na história, mas já li ela inteira. Achei muito interessante o enredo que você propôs; esse ponto de explorar o submundo do governo de Thais e de outros lugares é realmente ótimo, já que tira aquela ideia de um poder muito centralizado em um rei -- sendo ele benevolente ou cruel --, tendo em vista que até mesmo uma monarquia possui todo tipo de subdivisão e serviços secretos (muitas vezes mais atuantes que o próprio monarca). Esse fator foi o que mais me atraiu na leitura, e é um ponto que pretendo também abordar na história que estou desenvolvendo na seção.
Quanto à escrita, notei alguns equívocos gramaticais e de pontuação (vírgulas, principalmente), mas não foi nada que atrapalhasse a fluência da leitura, já que o andar da narração desvia quase que completamente a atenção dos erros. O seu estilo de descrever as conversas em meio a narração me soou estranho no começo, mas fui me adaptando conforme avançava nos capítulos, então não é algo a se preocupar.
Enfim, desejo que você consiga superar os problemas pessoais e continue escrevendo, fiquei realmente ansioso para os próximos xD
Abraço!
No entanto venho me desculpar pelos erros, e que eu sei dos impactos deles na depreciação da minha história. Só que eu tento os concertar sempre que possível, e também peço aos leitores que me digam aonde errei, para que assim deixe mais fluída a leitura.
Quanto ao enredo, eu gostaria de dizer que sempre gostei de história com mais de um núcleo, aonde que tivesse algo paralelo só que não secundário. Por isso faço essa divisão, e que sim será muito bem explorado esse ponto do poder centralizado, mas que não é na prática. Agradeço muitíssimo seu interesse, e também por continuar acompanhando.
Assim deixo já aqui meu recado: Já já estarei "invadindo" sua história!!
Spoiler: Capítulo 10 – Clarividente.Capítulo 10 – Clarividente.
Narrado por Stutch Queen.
(Horas antes em Thais)
“Seis combatentes fortificados, uma arma de destruição única, e o retorno ao tempo no qual éramos temidos... Agora me diz como em um dia o primeiro recurso cai para um terço, e em questão de tempo todo o esforço feito para a volta aos tempos áureos desaparece?”
Seco tive de escutar essas afirmações, já que a incompetência e o descontrole de Leon nos levou ao desastre. Então após alguns segundos o Clarividente prosseguiu: “Antes de vocês saírem do submundo da cidade, eu olhava vocês como os raios de esperança de Thais. Vocês construíram grandes feitos para nós, entretanto Stutch você optou por não mais ser uma sombra, você desejou ter seu reconhecimento e teve sem duvida. Mas acontece que nós temos de pagar nossas contas, você continua sendo muito útil e nós o pouparemos. Só que de hoje em diante as decisões não mais competem a você, eu estarei à frente do projeto no ponto estratégico, você se juntará ao seu companheiro Leon nos trabalhos de desenvolvimento.”.
Levantei-me da cadeira na qual estava sentado, colocando minhas razões na mesa e todo o progresso que foi feito, porém a decisão dele foi implacável. Todo o meu trabalho desmanchou em minhas mãos, graças à decisão de confiar no Leon, graças a colocar atribuições àquele que não tem competência. Nesse momento a sala em que eu estava se apequenava, nem mais de minha poderia chama – lá, agora eu sou um mero membro daquilo que fundei, mas isso não irá ficar assim... Leon ainda me pagará e caro.
Fiquei estático por minutos enquanto tentava absorver a noticia, e durante todo esse tempo o novo líder do projeto me observava, dentro de seu capuz fitando minha reação de indignação e negação. É então que ele me faz uma proposta: “Seu cargo não poderá ter tão cedo, mas se conseguir provar sua eficiência quem sabe você não volte para seu lugar de origem? Mas não é disso que vim falar... E sim do seu fracasso, que na verdade não foi seu e mesmo assim em você caiu à punição por tal feito.”
No mesmo instante questiono o porquê de toda essa história, se eu não terei de volta o lugar que me pertence. E uma tímida risada antecede a resposta: “Um líder tem de ser implacável em suas decisões, e não as transferir a subalternos mesmo sendo eles de confiança, pois se eles falharem também estarão falhando com ela. E nós dois sabemos bem como temos de lidar com quem traem a nossa confiança...”
Logo depois de proferir essas palavras o Clarividente me despensa, e assim abandono a sala que até o inicio do dia era minha. No entanto uma duvida paira na minha cabeça, porque ele desejaria a morte de Leon, e até aonde posso confiar na palavra do Clarividente. Porque mesmo Leon sendo um grande amigo, e uma pessoa de confiança, ele foi também aquele que selou o fim do meu projeto.
(Tempo atual)
Narrado por Wilson Harth.
Corri o máximo que pude quando os vi, eram muitos urros juntos, contagiando-se para um ataque. Suas armas estavam afiadas, e suas bandeiras erguidas ao máximo, impondo respeito a quem de longe pudesse observar. Pobres goblins e também de nós caso os encontre, a última coisa que podemos fazer agora é lutar.
Assim que dei a notícia todos pareciam desacreditar, o medo presente na Natália era real, e o descontentamento de Elizander perceptível. Megan não entendeu o porquê das reações, mas ela julgou o clima e logo entendeu do que se tratava. Foi quando de longe observamos as chamas das grandes tochas que os orcs traziam, o instinto de correr falou mais algo e abandonamos toda a farta comida, e adentramos a floresta noite adentro.
A capitã mesmo estando desconfortável aceitou ser levada pelo seu assistente, o que o ultimo por sua vez mostrava um sentimento contrário, e que irritava Megan mais ainda. Os dois não mudavam a natureza mesmo com o perigo eminente, diferente de Natália ainda abalada com a chance de poder ser encontrada pelo Ceifador.
Eu por minha vez mantive a calma, talvez por não ter nada a perder, ou por estar ainda perdido nas mesmas perguntas que me rodeiam. Mas os gritos de guerra, que mesmo que aos poucos eram abafados pela distância, me relembravam de que eu não podia me dar ao luxo de ficar na inércia apenas.
Narrado por Leon Kevin.
“Hoje foi um dia estranho Frodo, então me traz a melhor que estiver nessa merda!” Fiz minha entrada de “gala” na taverna, e chutando a porta como de costume. E logo me veio o cheiro de álcool, e claro a visão maldita de alguns elementos caídos, junto à mobília velha que muitos diriam ser o charme do lugar. O desgraçado pediu respeito pelo recinto depois da minha entrada, e foi então que fiz o mesmo relembrar o que aquele negrito fez com ele. Alguns guerreiros de elite se levantaram em defesa do pobrezinho, mas o próprio protegido pediu que se fizesse por menos, e me separou uma dose, que era bem forte por sinal.
Depois de terminar minha bebida, deixei o valor na mesa e segui meu caminho, a noite já dava lugar a madrugada, e nas ruas apenas eu e os poucos postes acesos, e claro a minha companhia de todas as noites. Melanie como se chamava ou pelo foi o nome que me deu, sempre na mesma hora e no mesmo local, me esperando para trocar uma noite por algumas moedas de platina. Dessa vez ela tinha um recado de Stutch, esse por sua vez foi quem a indicou para mim, já que a última acabou sabendo demais.
Enquanto Melanie me recepcionava com um longo beijo, mesmo que apenas por interesse, mas quem se importa? Eu abria a carta na qual ele pedia, para que eu o encontrasse amanhã depois do expediente na organização. Apenas o amassei joguei na lixeira, e segui até minha casa, porque tinha coisas muito mais interessantes, do que pensar em como vai ser a birra que Stutch vai fazer.
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