Não tem nada haver, mas to vendo que estou falando do aborto.


Aborto pra mim é um método paliativo e covarde. Sinônimo de irresponsabilidade.
Somente os já previstos no código brasileiro são relevantes.


A sociedade defende a vida. Temos em nossa cultura essa defesa a vida. Se esta em suspiro de direito, pra mim já devemos defender. Suspiro de direito é quando não se tem mais vai ter o direito a menos que haja intervenção do homem.

A defesa do direito do corpo da mulher é ridícula. Primeiramente por ela te engravidado de uma irresponsabilidade. O que já tira a credibilidade, segundo porque entre o suspiro do direito a vida (direito supremo em um estado de direito) tem muito maior Valencia que o direito ao corpo.

Os dois únicos argumentos do pro abortistas são. Ainda não é um ser vivo e o que será da criança indesejada.

Para o primeiro: Isso é uma questão moral. Por mim o suspiro de direito já deve ser defendido. Segundo essa especulação de quando começa a vida pode ser levada ao absurdo. Deixe-me ilustrar.

Uma criança de quatro anos ainda é dependente dos pais, não conhece quase nada da vida e por fim tem um raciocínio muito parco. Eu acredito que se o pai matar de modo indolor a criança não tem problema. Ela ainda não começou a vida de fato. Ela não tem vida é um parasita para os pais.

Quem sabe agente não faz o assassinato ser permitido até pagar suas próprias contas.

=D


Para o segundo: Acho que o método correto é o governo fazer um sistema de proteção a criança até ela completar maioridade. Os pais pagaram o sustento dela, isso é o mínimo e o inicio.
O Estado ultimamente esta pensado muito na obrigatoriedade de afetividade (forçar encontros e conversas com pessoas para que a pessoa crie um laço com a criança). Se funcionar, que seja valido. Mas se não funcionar, foda-se. O Estado pode ajudar e dar estes valores as crianças através de psicólogos e pedagogos que façam a ralação entre as crianças e os agentes se torne uma família.
O Estado pode criar dispositivos que ajudem a criança até sua maioridade e depois dela. (nesse caso, ajudar a todos nós)

Porem uma coisa que o Estado não pode é legalizar o aborto, seria um método paliativo e que serviria com alicerce para irresponsabilidade, uma banalização do aborto, alem de claro ser algo obviamente usufruído por mimados de classes medias e altas capazes de dar sustento a criança.
Pobre não tem dinheiro para pagar aborto e nem ira se arriscar em hospital publico.


Pra mim pró-abortistas pra mim são covardes imorais travestidos de intelectuais, no mínimo levados pela demagogia.

fuiz