
Postado originalmente por
Ace of Manaus
Isso é cômico cara.Sério.Primeiro porque vocês tentam validar um argumento contra o aborto como opção, defendendo o conceito de vida humana através de uma pré-existência e com indices percentuais que demonstram a chance de ocorrer.Segundo porque não está sendo levado em conta os motivos e condições no qual uma pessoa está quando decide abortar.Terceiro, você põe a adoção como se fosse a mais brilhante solução para os casos em que os pais não queiram a criança, mas você não leva também em conta as consequências disso para as crianças ou pais.
Está na cara de que esse é um tipo de pensamento retrógrado, e como todos eles alguma hora vai atrapalhar no progresso de futuras pesquisas.É incrivel ver como certas coisas ainda andam impregnadas de pensamentos arcaicos.Meio paradoxal defender algo que ainda não é vida e ainda pode virar, aliás toda essa explicação do que é ou não vida humana sua não me apresenta nada de científico, como você mesmo diz é somente moral e quando você não delimita isto há espaço para o absurdo e para ignorâncias.Você considera ter refutado tudo que eu disse, e você continuará refutando, porque você se apoia sobre um conceito sem fundamento, uma mera convenção, e contra isso, como posso argumentar?
Aaaaah mas é através de índices e percentuais que se chega a uma marca. A ciência usa muito desse artifício. E sinceramente, isso é uma questão puramente moral. Já disse.
Pra você a vida começa depois que nasce, a pessoa só existe depois que nasce.
Se eu pergunta da onde você tirou isso, você irá dar questões valoradas, como agente.
Estamos apenas mostrando a nossa visão moral. E isso faz lembrar, responde ae:
Se você sendo tetraplégico e o medico dizendo que você ira voltar a andar em uma semana, com toda certeza. E eu atiro em sua coluna, rompendo de vez a ligação e zerando suas chances de andar.
Eu devo ser punido por isso? Deixar um tetraplégico... tetraplégico?
Adoção não é a única solução. Dou por ser a menos agressiva. Ira ajudar o responsáveis que querem adotar – que são avaliados - e a criança. Existe também uma discussão, muito boa no mundo jurídico, que debate a obrigatoriedade de amar. Mas fica complicado explicar isso, vocês vão dar um ataque achando que “querem obrigar amar alguém”. E eu não saberia explicar com excelência.
Como disse, debater um conveito moral é complicado. Diga-me por que não devemos dar esse direito aos nascituros? Por que eles não existem? E quando se define a existência deles? Como você chegou a essa conclusão? Por que somos retrógrados?
Tem algum dado cientifico nisso?
Palhaçada de criança. Por isso mesmo que o argumento, DE VOCES, que o ser nascituro não é vida não pode ser considerado. Argumentos puramente morais são a ultima instancia.
E está delimitado. A partir do momento da certeza. A ciência usa muito disso. Meios naturais versos artificiais.
E você quer fundamentos para valor moral... Sei lá pega os argumentos de, Ives Gandra ou o código Civil.
Ah... Mas vamos fazer o contrario. Nosso sistema esta de acordo com o que eu defendo. Para ele mudar você pró abortista tem que mostrar fundamentos, e eu destruí-los conforme houver falha.
Argumento moral. = Fail. Veja que temos nossas divergências morais. Logo o argumento onde nasce à vida não serve. Independente se você achar que começa com o nascimento ou com os 18 anos completos.
Vai, ponha seus argumentos, não arcaicos e que demonstram progresso.
Você já tem -1.
Edit: Existe uma frase exelente no livro de Montesquieu, “O Espírito das Leis”:
“Tal é o efeito das más leis, que é preciso fazer leis ainda piores para conter o mal das primeiras”
Em referencia as leis dos homens que ferem a alma da sociedade. Os fundamentos universais, como o direito a vida, independente de onde ele comece.