Dá-lhe Edge. Agradeço pela sua presença constante, o post ficou vazio por dois dias e achei que ninguém mais se interessava por essa história.paranoic intensifies
Você deu suas impressões até o momento dos personagens que tem sido mais importantes até agora na trama. Nightcrawler terá seu passado revelado ainda e talvez você consiga gostar mais dele; Alayen ainda terá mais utilidades na história; E Aika está servindo para dar dicas sobre a Irmandade e sobre o pulsante, como você disse. acertou miseravi
Bem, obrigado pelos elogios e espero que goste desse capítulo. Tentarei manter a frequência o máximo possível.
Diga aí Botas, obrigado pelo comentário e pelos elogios.
O futuro da história está planejado, então só me resta escrevê-lo. Dessa forma, terminarei ela mais rápido, conseguindo atingir meu objetivo de ser uma história rápida, de uns 30 capítulos.(30 capitulos é rapido sim não fode)
O passado de Dartaul será tratado em um ou dois capítulos futuros, creio que dará tempo de mostrar o passado dos personagens mais importantes em diversos cortes, dependendo das situações. Parecido com o que eu fiz com o Nightcrawler.
Alayen falou um termo pouco colocado mesmo, mas a intenção é que ele seja parecido com o Borges, um cara mais descolado, malandro e tal. Por isso me dei a liberdade de colocar algo assim nessa linha.
Espero que goste desse capítulo!
Grande Manteiga, obrigado pelo comentário e pelos elogios.
Eu fico feliz mesmo que não tenha um quote enorme falando de todos os meus erroseu estou tentando melhorar a escrita e me livrar desses errinhos.
Fico feliz também que você esteja gostando tanto do Dartaul quanto do Alayen, são personagens que terão sua importância futuramente. A profecia de Aika também está indicando que muita merda vai acontecer nos próximos capítulos, e esses capítulos mornos estão apenas preparando os leitores pro que está por vir. Então, recomendo ficar pronto!
Quanto a Zoe, ela também terá sua importância, pois tenho coisas planejadas pra ela e até pra filha dela. Então, aguarde e verá.
Espero que goste do capítulo
Iri! Agradeço pelo comentário e pelos elogios.
Acho bom que você não curta torcer por casalzinho. Não que eu não goste, mas vai que um deles morre. Não será bom, né? Então, recomendo não fazer isso, pois eu não tenho piedade.(E sim, fujoshis são perturbadoras e estranhas)
Muito legal que você realmente goste do Nightcrawler e que tenha gostado dessa pequena discussão de pontos de vista. A propósito, você idealizou muito bem o detetive e Borges, não tinha pensado neles dessa forma. E o Borges, bem, ele é um cara mais "terceiro mundo" por assim dizer, faz piada das situações, adora beber e tira sarro de muitas coisas. Esse ponto dele ser a visão mais escrachada da realidade é realmente bem colocado, curti isso.
Bem, os outros personagens também ganharão destaque, então espero que você goste deles também. Um deles é o Dartaul, que o pessoal já está curtindo e pensando no que ele fará no futuro.
Bem, espero que você goste desse capítulo
(Eu tenho te chamado de Iri por causa do modo que o Kiritsugu chama a Irisviel em Fate/Zero. Ele fala "Airi" e soa muito bem. O dublador dele é foda, mas não lembro o nome)
Bem galera, vamos ao próximo capítulo! E lembre-se: A tempestade ainda não começou!
No capítulo anterior:
Aika rouba a atenção de todos com sua discussão com Nightcrawler e as frases que falou anteriormente. Enquanto isso, Alayen propõe que o pulsante não funciona em magos. Além disso, mais informações são descobertas sobre a maga, e mais uma coisa relacionada ao pulsante ocorre.
Capítulo 14 – Manchas
Baía da Liberdade. A noite é silenciosa e calma, mas o calor assola seus habitantes como as chibatas dos escravocratas da região.
Próximo das extremidades da colônia thaiana, ao oeste, leste e norte, há vastos campos de cana-de-açúcar que tem sustentado a colônia, a vida das muitas pessoas do local, mas não sendo de bom beneficio para os escravos. Em sua maioria, homens, morenos e sem opções. Moram nos estábulos das casas espalhadas por aquela região, tendo como propriedade somente as calças surradas dos seus corpos.
Próximo do litoral, no leste, jaz um destes supostos trabalhadores, com seu patrão de pé a sua frente. Ele ainda está vivo, porém, severamente machucado. Suas costas estão cheias de marcas de chibata, longas e profundas. O homem que o oprime veste-se de uma camisa branca e colete cinzento, ambos sociais, uma calça de boca de sino de tecido cor de salmão e um olhar de desprezo no rosto. Porta barba e bigode de moda entre os mais abastados da cidade, além de um cabelo bem penteado. O chapéu que costuma usar está em sua outra mão, e ele está suado o suficiente ter largado seu casaco que tem a mesma cor da calça no chão.
— Que sirva-lhe de lição pelo seu trabalho porco. — Disse o homem, colocando o chapéu de volta na cabeça e enrolando o chicote — Se isso se repetir, farei pior, seu lixo. Tenha certeza disso.
Ele vira o olhar para o mar. Subitamente nota um barco de madeira, um pouco podre, se aproximando do local. A neblina na área impede que ele veja quem está ali, mas quando o barco chega até a areia, ele se assusta, pois não há ninguém nele.
Com certo medo, ele olha os arredores. Olhando para a sua cara logo atrás e o pequeno estábulo ao lado, nota-se algo estranho também: As luzes das tochas estão tremendo e estão um pouco vermelhas. Um vulto passa dentro da construção e depois nos estábulos, e após sua passagem, as tochas voltam ao normal.
O dono de escravo suspira, aliviado, pensando que o pior pode ter passado. Ao olhar de volta para o escravo, a sensação vai embora, pois ele desapareceu. Logo ao virar para trás, ele dá de cara com o homem socando-o no rosto, em seguida tentando mordê-lo. Ele o afasta com toda a força que tem, sem entender o que o escravo está fazendo e de onde tirou tamanha força. Então, ele olha nos seus olhos, apenas para notar que eles estão com as veias pulando de tanto sangue passando por eles, além das pupilas terem sumido. A raiva está estampada em seu rosto como um cão que não come há dias.
O patrão usa ao máximo sua chibata para puni-lo, chegando a fazê-lo cair no chão. Ele nota que há outros escravos saindo dos estábulos, armados com as armas que possuía dentro de um alçapão atrás do edifício, entretanto, sua movimentação é estranha. O homem ofegante começa a ficar desesperado e tira uma faca de dentro de seu colete para tentar matar o escravo caído.
— Você! Você e sua laia conduziram uma rebelião contra mim! Mas mesmo que eu morra, Mão de Prata irá puni-los em nom-
Abruptamente, o patrão para de falar. Isso porque ele foi atingido por um tiro praticamente a queima-roupa de um bacamarte*, de outro escravo, a sua direita, do qual ele não notou a aproximação. Toda a região acima de seu nariz foi explodida, jorrando sangue e miolos para todos os lados. Os escravos, antes parecidos com zumbis, agora entram num estado de pura fúria. Eles começam a se atacar, sem saber o que estão fazendo, usando de uma força inumana e habilidade altíssima.
O escravo que caiu no chão se levanta e começa a berrar enquanto avançando sobre outro logo atrás dele. Este revida com uma garrucha, dando um tiro certeiro na sua cabeça. Entretanto, ele não cai, apenas dá alguns passos pra trás e continua avançando, tomando outro tiro no peito, mas conseguindo pular sobre o homem mesmo assim, socando seu rosto sem parar.
Perto do estábulo, um escravo surge e atira uma faca sobre outro. Este em questão está próximo do que porta a bacamarte, e o mesmo tenta recarregá-la a todo custo, colocando a pólvora e socando-a com os dedos. Ao terminar, ele atira contra o que atirou a faca, que saia com um machete em mãos; O tiro dispara múltiplas balas e acerta outros dois homens no caminho, mas o dano maior foi no seu alvo.
Outro em fúria, com um olho pra fora de seu rosto e inúmeros cortes de faca pelo corpo, além de muito ensanguentado, avança sobre o rapaz de bacamarte. Vendo que não tem tempo para recarregar, ele usa a parte de trás da arma para golpeá-lo, jogando-o no chão. Uma vez caído, ele recebe inúmeros golpes sobre a cabeça, estourando seu olho restante, abrindo mais a ferida no rosto e espalhando mais sangue, que, certamente, é o que menos falta naquele lugar.
De cima da grande montanha ao lado da cidade, eles observam. Os responsáveis, vestidos de vermelho, com um capuz sobre o rosto e o corpo protegido por uma cobertura inteiramente feita para um manequim, veem o teatro de horrores no quintal daquela casa. Eles estão em dupla e olham com os braços cruzados a cena.
— Certamente isso não é uma rebelião. — Comenta um deles. — Entretanto, devo intervir?
— É claro que não, Redchain. — Responde o outro. Ele possui um símbolo de alma tribal na região do olho direito, brilhando em uma cor azulada, e o mesmo símbolo maior ainda no peito. Soulslayer. — Deve apenas observar. Observe, Redchain. Veja a natureza humana, nua e crua, sob o luar, em cores vivas. Veja o sangue deles jorrarem por culpa de seus próprios companheiros. Veja seus planos de se libertarem ir por água abaixo, pois eles não conhecem aliados além de si mesmos.
Redchain possui um visual diferente dos outros. O tecido de seus braços é negro, assim como nas pernas. Ela usa uma saia longa e negra, além de seus pés parecem não existir de tão negros. Sua saia possui um visual peculiar, parecendo feita de papel dobrado. Suas mãos também parecem feitas de papel, com muitas pontas soltas, mas aquilo é uma manifestação de seu poder que ela própria faz. Seu capuz é mais longo e é vermelho, assim como toda a região do tronco.
Ela olha para a cena logo abaixo dela e percebe que nenhum deles está morrendo – Ao menos, não ainda. Há, pelo menos, oito escravos se matando, tingindo o gramado de sangue. Percebendo que é inútil fazer alguma coisa, ela faz sua mão voltar ao normal.
— Você fez um ótimo trabalho. Sua dominação está perfeita. Você pode, facilmente, conduzir viagens.
— Obrigada, meu senhor.
— Seu senhor é o seu sangue. Me chame de Souslayer.
— Perdão.
— Vamos indo. Há mais coisas para fazer.
Os dois desapareceram em sangue.
A mansão do norte da cidade é uma das mais características do lugar. Isso porque é a mansão do governante, o regente Percy Silverhand, a mais característica dos edifícios abastados da região, composta por paredes de mármore branco e limpo e ornamentos constituídos por joias nas entradas. Em seu interior, o governador já se encontra dormindo em sua cama, e sua filha, Eleonore, se encontra conversando com uma serviçal e uma guarda-costas particular antes de ir dormir.
Eleonore possui cabelos negros e presos num coque, é magra, branca, tem olhos castanhos e nariz e boca finos e bem cuidados. No momento, está usando um vestido simples, de um rosa muito leve, quase branco, e pantufas brancas. A serviçal é morena e magra, alta, um tanto forte para seu porte, usa um vestido cinzento com um cinto de couro, seus cabelos negros são presos num rabo de cavalo. Já a guarda-costas é loira, alta, forte, branca, tem olhos castanhos e sérios e usa uma armadura de cavaleiro roxa com ombreiras e botas púrpuras. Usa uma espada de aço negro, no momento, embainhada. Ela é Isolda, a líder da guilda dos paladinos da cidade.
O assunto que tratam parece descontraído, sem imaginar o que está acontecendo fora daquela harmoniosa mansão branca.
— E então, ele escorregou e caiu! — Disse Eleonore, rindo junto das duas moças — Aquele cachorrinho é tão engraçado...
— Eu queria um cachorro, sabe... Gostaria de viver em Svargrond com ele. — Comenta a cavaleira, distante.
— Com Tristan, você diz?
Isolda cora fortemente as faces, virando o rosto para o lado.
— N-Não! Com o c-cachorro! Um h-h-husky! Não entendeu, E-Eleonore?
A moça gargalha alegremente, divertindo-se com a situação.
— Sei, sei. Um husky. Não precisa negar, Isolda. Só lhe falta uma oportunidade. Mas você é muito dura...
— Preciso ser! É minha postura como paladina e foi o que me trouxe até aqui, para proteger a senhorita. Inclusive, creio que já seja hora de dormir, não é?
— É verdade... — Disse a serviçal, também um pouco distante — Melhor ir dormir, senhorita. As responsabilidades de seu pai aumentaram desde aquele caso em Carlin por causa dos refugiados e isso o tornou mais irritado do que ele já é. Ele não irá gostar de vê-la aqui...
— Concordo. Irei partir, se me derem licença, senhoritas. Até amanhã.
As duas se despediram e partiram. Eleonore vai para seu quarto e fecha a porta com um pequeno sorriso no rosto. Quando ela se vira, ele desaparece para dar lugar a uma feição de horror. Mas antes que ela pudesse fazer algo, sua boca é tapada por um papiro em formato retangular. E atrás de sua cama, no escuro, ao lado de uma janela com a luz da lua iluminando levemente o recinto, está Redchain.
O quarto possui um largo guarda-roupa a esquerda da porta de entrada, além de possuir outra porta próxima da mobília. O lugar é grande, possui uma cama de solteiro de ótima qualidade visualmente, um criado-mudo ao lado e uma cômoda próxima do quarto e outra da janela, ambas feitas de mármore, exceto o guarda-roupa, de madeira maciça. Frutos de uma vida próspera como a que Eleonore levava.
— Preciso falar um pouco com você... Senhora. — Disse a membro. Sua última palavra fora sarcástica, chegando até mesmo a fazê-la dobrar o pescoço.
O papiro se parte em múltiplos pedacinhos e vão para baixo até seu pescoço, na região da garganta, entrando dentro dela sem feri-la e inibindo algumas atividades de suas linhas vocais.
— Não pode mais gritar, tampouco escapar. Agora, vamos ao diálogo.
Redchain levanta um pouco seu capuz e acende a luz de um abajur próximo da cama de Eleonore, mostrando um rosto naquela cobertura de manequim; Entretanto, ele é desenhado e se move como um desenho. No momento, retrata um sorriso, com olhos grandes e assustadores.
— Me responda, Eleonore Silverhand, filha de Percy Silverhand. Por que fecha os olhos para a realidade de sua cidade?
— O qu... O que você quer dizer? Q-Quem é você?
— Os cortadores de cana, quero dizer. Nunca notou que de um dia para o outro eles passaram a ser homens negros que vivem em estábulos, cheios de marcas nas costas e rostos depressivos? Nunca notou porque eles fogem? Por que eles se rebelam? Ou será que aqui, no norte da cidade, não é possível ver a situação deles?
Eleonore fica chocada, sem responder. O rosto de Redchain agora é sério.
— Deixe-me pensar... Não imaginava que isso acontecia aqui, não é?
— N-Não... Q-Quer dizer... Eu raramente vou para o distrito do sul... Não sei o que acontece nos campos de cana... Mas eu já s-sabia disso. — Balbucia Eleonore, cabisbaixa.
— Entendo. Seu povo está sofrendo, Eleonore. Você é como uma princesa, e nos tempos atuais, princesas não podem ficar paradas tomando chá sobre um guarda-sol e conversando sobre cachorrinhos.
— Mas... Meu pai é só um regente... Não posso fazer nada quanto a isso.
— Então você prefere que aqueles homens e mulheres continuem sofrendo, cortando cana sobre um sol escaldante, sendo tratados como animais, recebendo apenas um teto e comida para continuarem trabalhando em troca?
— Não! Não me entenda errado, por favor. Você é daquela Irmandade que desolou Carlin, não é?
Redchain não responde.
— Se sim, por favor, entenda. Não sou uma princesa. Não tenho poder político. Mas tenho tentado ajudá-los com a ajuda de uma amiga, o nome dela é Charlotta. Eu sei da situação do meu povo e estou tentando ajudá-los! Mas... Não posso fazer nada demais sendo filha de um regente.
Novamente, Redchain fica em silencio. Ela abaixa o capuz, ocultando seu rosto desenhado.
— Quando foi a última vez que viajou, Eleonore?
— Hã? É... Bem... Creio que na semana passada, para Porto Esperança. Por quê?
— Considere aquela sua última viagem. Você não é digna de ser morta assim.
Eleonore arregala os olhos. De ambos os lados do corpo, duas correntes vermelhas de sangue se prendem em cada parede. Outras duas correntes saem de dentro de seus olhos e se prendem no teto, levantando-a e deixando-a suspensa. Entretanto, ela ainda está viva, contorcendo-se fortemente, como se estivesse sofrendo chibatadas nas costas.
— Isso é uma demonstração do que eu originalmente ia fazer. Você não vai morrer até que todo o seu sangue saia de seu corpo. Talvez possa ser salva, talvez não. Quanto ao povo que você pouco é capaz de ajudar por ser fraca demais, eu lhes darei uma nova luz, uma nova esperança. A esperança da Irmandade.
A janela se abre e Redchain desaparece em centenas de papéis, indo diretamente pra fora. Ela volta a sua forma perto do fim do monte onde a mansão foi construída. Lá, Soulslayer está sentado, esperando sua aprendiza.
— Excelente, Redchain. Vamos voltar.
— Para Nargor?
— Sim. Eleonore provou-se ineficiente. O sistema provou-se ineficiente. Vamos dar uma nova luz para eles.
Os dois explodem em sangue, sumindo na noite.
~*~
No Arsenal dos Ratos, a madrugada avança. Tem uma semana e dois dias desde que Aika foi capturada e presa, apesar dela não demonstrar nenhuma mudança relevante.
A maga encontra-se sentada no chão, cabisbaixa. Dartaul está num banco de madeira, comendo macarrão num pote de vidro, usando um garfo. Há um pote parecido do lado dela, mas ela pouco se importa. Os dois se olham como se fossem conectados de alguma forma, apesar de seus pensamentos e opiniões sobre o outro não serem iguais.
— Sente algo, Aika? — Disse Dartaul, quebrando o silêncio do lugar. Ele reuniu muita coragem para fazer isso, a julgar pelo seu rosto.
— É a quinta vez que você pergunta isso. — Responde a moça, com uma voz suave e baixa.
— Eu quero te tirar logo daqui. Quanto antes Nightcrawler se convencer de que você está bem, melhor.
Aika não responde. Eles seguem quietos por alguns minutos até o próprio Nightcrawler aparecer da porta da sala dos documentos, com as mãos nos bolsos de sua roupa, aproximando-se dos dois.
— Aika Danguian. — Sibila duramente o detetive, fitando fixamente a garota, cuja está sem expressão no rosto — Nestes dias, você tem se mostrado mais calada e menos direta que antes, quando me enfrentou num duelo de palavras ágil. Algo te perturba?
A garota fita o mascarado, com um semblante peculiar. Parece em dúvida.
— Eu... Não me lembro disso. Tem certeza que eu fiz isso... Detetive?
Nightcrawler cerra as mãos dentro do bolso.
— Está se fazendo de sonsa ou está me fazendo de idiota? Como você não se lembra de algo que você fez tem só alguns dias?
— Me desculpa... — Balbucia a moça, abaixando a cabeça — Não sei o que dizer. Na verdade, não faço ideia de como conseguiria enfrentá-lo dessa forma... Minha cabeça está uma bagunça.
Nightcrawler tira as mãos do bolso e fica parado por algum tempo. Dartaul olha para ele, temendo que ele faça algo e se preparando de imediato para se levantar. Ele, então, levanta a mão e estala os dedos, com um semblante eufórico.
— Ah...! Finalmente eu entendi.
Próximo: Capítulo 15 - Sentido
Notas:
* Bacamarte é uma arma do século 17-18 que seria semelhante a uma garrucha, mas maior e mais comparada as espingardas atuais. Ela dispara múltiplos tiros e serve até mesmo na luta contra navios inimigos. Ela era usada em embarcações piratas para alvejar marinheiros inimigos. A que aparece naquela cena foi inspirada numa das que são usadas por Adewalé em Assassin's Creed IV: Freedom Cry.
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