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Tópico: Bloodtrip

Visão do Encadeamento

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    Cavaleiro do Word Avatar de CarlosLendario
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    Padrão Capítulo 10 - A Reação do Coração

    Citação Postado originalmente por Iridium Ver Post
    Saudações!

    Primeiramente, lamento a demora em retornar aqui. Sobre o capítulo 08: Sunken Quarter intacto e imune à ação caótica de Variphor... Acho que as ruas que Nightcrawler usou e a origem delas podem ser um indicativo disso.armas antigas com patronos antigos e fortes podem proteger uma grande área. Gostei do capítulo, foi bem mais imersivo e calmo do que os anteriores, mas já dando prenúncio de treta. Sdds Lea peituda. Tecnicamente o Female Mage outfit tem uma comissão de frente bem generosa

    Enfim, quanto ao capítulo 09: o sangue e a porrada voltaram conforme pedido! A dose de ação veio de forma progressiva, com o final exatamente no clímax, deixando presa a respiração do leitor em aguardo da continuação. Muito bom!

    Agora, o puxão de orelha: conjugações de verbo. Não só você está pecando nos tempos verbais (a velha história de narrativa em presente ou pretérito --- voz passiva é um saco) como também estruturas de verbos compostos (gerúndio+INFINITIVO; em uma delas, você trabalhou com pronome oblíquo+verbo transitivo indireto no gerúndio+verbo na terceira pessoa do plural do pretérito perfeito. Tá errado.). Revisar é chato e cansa, eu sei, mas vai por mim: em se tratando de português, se tá soando feio, é quase certo que tá errado.

    No mais, foram bons capítulos. Aguardo o próximo. Qualquer coisa estou às ordens.


    Abraço,
    Iridium.
    Opa Iri, obrigado pelo comentário e pelos elogios.

    Sinto que o pessoal gostou mesmo da Lea, eu sempre olhei pra aquela NPC em Carlin e pensei que ela poderia dar uma personagem interessante se bem usada em uma história, como o @Ramon PC fez com o Muriel em Character's History. Eu planejo fazer todos os líderes de guildas de vocações terem utilidade em todas as minhas fics, sempre aparecendo um ou outro. Enfim, talvez a Lea apareça mais vezes na história, darei um esforço pra fazer isso acontecer.

    Quanto ao Sunken Quarter, eu escondi uma dica no capítulo 9 que com uma releitura e conhecimento de uma das minhas fics, você consegue entender mais ou menos porque ele ainda tá ali de pé. Entretanto, não é fácil achar essa dica.

    Capítulo 9 foi replanejado na minha mente várias vezes até dar esse resultado aí, então fico feliz que tenha ficado bom.


    E estou sempre tentando ver meus erros, por mais que seja um pouco difícil. Espero que tenha menos coisas do tipo neste capítulo, pois gostei de escrevê-lo.

    Citação Postado originalmente por Nedless Ver Post
    Só uma coisinha sobre o final do último capítulo. Por favor, faça algo relativo ao flash com esse malandro velocista. Nunca te pedi nada.
    Ih Ned, sinto que suas expectativas não vão poder ser respondidas... Leia o capítulo pra entender.

    E obrigado pelo comentário, espero que continue acompanhando a história







    O capítulo veio mais rápido do que de costume! Agradeço a quem está lendo e gostaria que comentassem sempre que lessem, eu gosto de ler seus comentários e suas avaliações sobre o que eu estou fazendo. Não hesitem em apontar algo errado também.


    E vamos ao próximo.



    No capítulo anterior:
    O mago espadachim revela-se um antigo aprendiz de Lea, Alayen. Ele aponta um membro da Irmandade presente em Yalahar e agindo, e que ele possui um alvo, este chamado de Aika. Outra pessoa entra no grupo, confirmando sua localização. Quando chegam lá, percebem que era tarde demais e que estavam atrapalhando a fuga dela de Canino, que veio logo depois para atingi-la com o objeto muito usado pelos membros: Um coração.




    Capítulo 10 – A Reação do Coração




    Aika está no chão e o mundo fica cada vez mais lento. O membro da Irmandade, Canino, é muito mais rápido do que eles imaginaram.

    Canino tem o mesmo visual que os outros membros, com algumas caracteristicas interessantes. Ele possui dois grandes caninos saindo pela sua máscara de manequim, mas adaptados a ela. Há garras em suas mãos, seus pés são animalescos e sua estrutura corporal estranha, mais parecida com a de um cão, contorcida. Tem pelagem cinza de lobo pelos ombros e uma cauda negra.

    Aika possui um cabelo curto e negro, pele pálida, olhos azuis e é magra e baixa. Usa um casaco azul-escuro e grosso sem aberturas e um capuz, além de calças azuis. Quando ela fica de pé, Canino fica ao lado dela, pronto para atacar.

    Uma faca corta o ar e atinge o peito do membro da Irmandade. Possui runas de Bola de Fogo nela.

    Tumultuantem! — Urra Dartaul, juntando as mãos em fúria.

    O peito de Canino explode. Ele fica atordoado com tamanha ousadia e velocidade de ação, ainda mais vindo de um simples investigador que não tinha afinidade com a magia. Ou será que tinha? A dúvida o cerca, enquanto seu peito ostenta um enorme buraco chamuscado, com brasas saindo dali.

    Ainda atordoado, nota outra faca igual a anterior no ombro esquerdo.

    Tumultuantem! — Urra mais uma vez Dartaul, com as mãos juntas.

    Uma nova explosão ocorre e o alvo cambaleia para trás, com um buraco no ombro e o braço esquerdo por um fio de não cair. O sangue não saia, pois o local já está cauterizado; Mas, por pior que sejam os ferimentos, ele não solta um único som sequer. Tudo parece lento, até mesmo para Nightcrawler, que não acredita na cena: O jovem investigador está enfrentando e derrotando um membro da Irmandade, sozinho.

    Os pelos nos seus ombros começam a pegar fogo e Canino rapidamente volta a realidade, correndo com suas pernas ágeis de cão até Dartaul. O rapaz está a frente de todos, com outra faca em mãos e um olhar de puro ódio. Ele lança a faca a sua frente e ela acerta o chão, próximo de onde o quase lobisomem está.

    Tumultuantem! — Urra novamente Dartaul, explodindo o chão a sua frente e criando uma cortina de fumaça para ganhar tempo pro seu novo ataque.

    Canino salta por cima da fumaça, mas Dartaul age com velocidade surpreendente e lança pra cima sua faca, de forma adiantada, que consegue atingir a barriga do monstro.

    Tumultuantem! — E mais uma vez Dartaul berra o pronunciamento, com a explosão lançando o inimigo mais pra cima e o fazendo cair um pouco mais longe, mas ainda dentro dos muros daquele lugar.

    Dartaul se aproxima a passos largos do mesmo, dessa vez com uma faca ainda maior; É uma faca de prata, que ele achou um pouco escondida no armário de Nightcrawler. Ele reconhece o símbolo nela: Significa Grande Bola de Fogo.

    Canino tenta se levantar, mas está muito debilitado para conseguir fazer isso, pois caiu de barriga e os ferimentos estão dificultando sua locomoção. A faca de prata acerta sua cabeça, e ele vira para seu ceifador. Apesar de seu rosto não ser visível, ele parece desesperado.

    Com um olhar sombrio, Dartaul junta as mãos e respira fundo.

    CONSUMMATIONEM!

    A faca de prata fica vermelha e os símbolos vermelhos da runa de Grande Bola de Fogo se espalham por todo o corpo do membro da Irmandade. Ele uiva antes da grandiosa explosão vinda em seguida cobrir tudo ao seu redor, alcançando também Dartaul. No entanto, ele não se fere.

    O som do fogo queimando tudo, o forte som da explosão e o uivo do homem preenchem a quietude daquela noite relativamente nublada de Yalahar. A Irmandade do Caminho de Sangue perdeu domínio sobre a cidade dourada – Pelo menos por enquanto.

    Quando a fumaça baixou, apenas se via a carcaça do que um dia foi um veloz membro da Irmandade. Toda a parte de trás de seu corpo estava aberta, como se a carne tivesse sido violentamente retirada, além de todo o resto estar queimado; Nenhuma gota de sangue saiu do corpo do homem, pois nada do tipo é visível na grama ao redor, já que ela está toda queimada. Dartaul olha com desdém para aquilo; Aparentemente, mesmo que por pouco tempo, ele criou ódio pela Irmandade.

    Enquanto Borges, Zoe e Alayen observam atônitos o que o rapaz fizera, Nightcrawler põe os olhos sobre Aika. A suposta druidesa parece estranhamente normal, olhando para as suas mãos e examinando as outras áreas de seu corpo, mas ainda assim, ela não é confiável para ele. Com isso, ele lança um disco com bordas afiadas abaixo de suas pernas, acertando o local perfeitamente.

    Aetheriis Custodiae! — Pronuncia o detetive, criando um grande retângulo etéreo e dourado ao redor da maga.

    O disco voa de volta para a mão do homem, enquanto ela tenta entender sua própria situação, tentando, em vão, tocar as paredes daquela prisão, mas sendo eletrocutada no processo.

    Alayen se aproxima do grupo enquanto a prisão de Aika se move até Nightcrawler.

    — Espera aí, isso é mesmo necessário? — Indaga Alayen, colocando sua espada de volta na bainha.
    — Claro que é. Ela foi atingida por um pulsante. Ela está normal agora, mas não sabemos o que ela pode fazer.
    — Pulsante? — Questiona Borges, sem saber direito do que ele falava.
    — O coração que ele usou. Iremos chamar dessa forma, por enquanto.

    Aika está estranhamente quieta. Mas, a julgar pela sua feição, ela parece aceitar sua condição. Nightcrawler vê isso e decide agir.

    — Olá, senhorita Aika. Meu nome é Nightcrawler, ou, se preferir, o Conde Mascarado de Yalahar. Perdoe-me pelo incômodo, mas temos que levá-la sob custódia para a guarnição yalahari, uma vez que você foi atingida por uma arma desconhecida pertencente a um membro de uma seita obscura e perigosa. Sinto muito por isso, mas ga-

    Uma faca atinge a parede da prisão e se encaixa nela. Possui a runa Bola de Fogo.

    Tumultuantem!
    Dissolviat! — Pronuncia Nightcrawler, inibindo o efeito do comando de Dartaul com uma mão espalmada em direção da arma — Qual é o seu problema, Dartaul Aurecino?
    — O que você está fazendo com ela? Por que ela está presa? Não vê que ela está normal?
    — Normal? Ela foi atingida por uma arma que tem forte potencial pra ser a responsável pelos múltiplos assassinatos em massa da Irmandade e você me diz que ela está normal?
    — Mas ela não está reagindo! Não vê?
    — E daí? Isso é argumento suficiente desde quando? Tenho que examiná-la pra saber se ela está bem ou não, portanto, aja como um investigador de verdade, cale a boca e me siga.

    Dartaul se enche de fúria.

    — Você não tem direito de privar a liberdade de uma pessoa por causa do que você acredita! Ela nem mesmo concordou com seus termos! Não ouvi ela soltar uma palavra sequer!

    Nightcrawler caminha até Dartaul, joga o disco no chão e retira a máscara. Sua raiva é visível.

    — Olha aqui, moleque. Irei dizer em alto e bom som, e quero que você preste atenção.

    Dartaul reage e tenta golpeá-lo com uma faca, mas ele defende facilmente com sua mão. Ele aperta o braço do rapaz, que geme de dor, e em seguida junta seus dedos e bate na arma, jogando-a no chão e desarmando-o. Em seguida, ele pega o rapaz pelo colarinho, colocando-o face a face.

    — Me mostre uma prova ou um documento de que os pulsantes não são os responsáveis pelas pessoas ficarem ocas por dentro, tamanha a perca de sangue delas após a passagem da Irmandade pelo lugar em que estavam, que não são responsáveis pelas pessoas enlouquecerem e começarem a matar umas as outras como se todos ao seu redor fossem monstros. Quando você me mostrar isso, e então eu pegar a merda desse documento e examinar, vulgo usar de papel higiênico pra limpar a merda na minha bunda pra que depois eu vá atrás de um vermelho e veja com os meus próprios olhos o que esses filhos da puta fazem com os pulsantes pra saber se você fala a verdade, daí sim eu irei soltar ela e você faz A MERDA QUE QUISER COM ELA, POIS ELA NÃO VAI SER MAIS PROBLEMA MEU! Entendido?

    Dartaul não responde. Apenas fita os olhos sinistros e sem vida de Nightcrawler, para notar que ele é cego de um olho e que há uma grande cicatriz com tons avermelhados escuros nele.

    — Espero que sim.

    O detetive larga o rapaz, coloca a máscara de volta e caminha até o disco, tomando-o para si e guardando dentro de seu sobretudo. A prisão etérea passa a segui-lo como um familiar.

    — Voltarei para o Arsenal de Ratos usando outra rota presente aqui. Estejam lá antes de Suon alcançar o meio do céu ou não vão mais entrar.

    O homem sobe a escadaria e desce rumando para o norte, sem olhar para trás e sem soltar um som sequer, com a prisão etérea logo atrás carregando a moça, que mesmo vendo tudo aquilo, não falou absolutamente nada.

    Todos ficaram em silêncio por um tempo, tentando absorver a situação. O primeiro a reagir é Borges, que pigarreia.

    — Bem... Acho que vou voltar pra lá também. Não tenho lugar pra ficar em Yalahar, afinal, e essa cidade é de riquinhos e magnatas, não possui estalagens. E vocês?
    — Ah... Eu vou resolver uns assuntos no Quarteirão de Comércio e depois no 04. A noite começou há pouco tempo, então tenho horas de sobra. — Disse Alayen, despreocupado, coçando a cabeça.
    — Bem, acho que vou voltar pra casa... Eu não esperava ver isso hoje... — Balbucia Zoe, olhando para o céu. — Tenho que ver minha filha também.
    — Bem, façam isso. — Disse Borges, por fim. Ele então vê Dartaul, olhando com ódio para o chão. — Que falta de profissionalismo, hein, Dartaul. Mas não tenho mais nada a falar pra você. Harkath não precisa ficar sabendo disso, então, deixa quieto. No máximo Trevor ficará sabendo disso, se ele ainda estiver respirando.

    Dartaul permanece quieto, olhando para a faca no chão.

    — Se você pegar essa faca e atirar em um de nós, você tá fudido.

    Borges ajeita a blusa preta e um som metálico surge, devido as três machadinhas que trouxe. Por fim, ele olha seu relógio no pulso.

    — Bem, meia-noite vai demorar ainda, pelo menos o detetive foi gentil conosco dando-nos todo esse tempo. Vou no bar que tem perto do porto da cidade normal, me falaram que lá tem ótimas bebidas. Depois de tudo isso, vou botar minha conta bancária de quatro e mandar ver, heheh. Até mais, caras.

    Alayen olha com um sorriso zombeteiro e despreocupado para Borges. Parece gostar da ideia.

    — Vou passar lá depois pra te acompanhar nessa diversão.

    Borges sobe as escadarias e segue normalmente até o caminho de volta para a cidade, que é fácil de ser usado. Já Alayen segue na frente pelo mesmo caminho, ao lado de Zoe. Dartaul fica para trás.

    Ele toma a faca do chão e caminha a passos lentos para fora do local. Não tem um lugar certo para ir, mas não planeja deixar a garota sob custódia do detetive, não depois do que viu em seu rosto.


    ~*~


    Papéis de papiro são lançados com força contra um boneco para treino, que lembra um manequim, porém, mais resistente. Os papéis retangulares acertam os braços e a cabeça, uma mira perfeita, usada por um membro da Irmandade.

    É a sala de treino da suposta base da Irmandade do Caminho de Sangue. Ela é escura, possui pisos negros e cinzas, sendo que a maioria é de cor negra e aqueles que são cinza levam até os bonecos de treino. Há uma janela de estilo gótico à esquerda, que traz uma iluminação fraca de um céu nublado para o recinto.

    O membro possui muitos daqueles papéis de cor amarelo-escuro ao redor de seu corpo, além de ter partes do corpo formadas por eles. Do fundo, Soulslayer e Stanni’al observam o indivíduo em ação.

    — Cara, que insano. Ela entrou aqui tem uma semana e já domina a natureza do sangue quase que com perfeição. E ainda tem um tipo peculiar que ninguém nunca viu. Caralho.
    — Seus olhos eram vazios quando a encontrei. Imaginei algo parecido.
    — Bem, eu achei que você faria ela ser sua puta ou algo do tipo, já que você não faz nada senão ficar perambulando pela catedral e lendo livros.
    — Relações carnais estão fora da minha psique atual. — Disse Soulslayer, caminhando para a escuridão.
    — Bem, de qualquer maneira, você tem algum tipo de radarzinho na bunda pra achar prodígios. Tipo o Canino, que está dando conta de tudo lá em Yalahar pra nós. Ele é incrível.
    — E que está morto no momento.

    Uma voz obscura, pesada e firme corta a escuridão e arrepia a espinha de Stanni’al.

    — Vosso Conhecedor... Tem certeza do que diz? — Indaga Stanni’al.
    Com Tibiasula eu me deito, com Tibiasula eu me levanto. Yalahar não está mais vulnerável as viagens. Prepararei o grupo que recuperará ela das mãos de seja lá quem tenha feito isso.
    E com os viajantes, dominaremos.. Aguardo seus comandos, meu senhor. — Sibila a moça dos papéis. Ela não está encapuzada, e revela cabelos curtos e olhos vermelhos, além de uma pele pálida. Não veste o uniforme dos membros, apenas um casaco e uma saia longa, ambos vermelhos.

    Stanni’al parece impressionado com a mulher falando, mas a escuridão parece gostar do que ela fala.

    — Redchain. Seu progresso é belíssimo e sua arte, divina. Espero vê-la em ação quando agirmos em Yalahar.
    — Eu senti a última pessoa que Canino atingiu. Mas... Eu não me lembro quem é.

    A sala fica em silêncio por algum tempo.

    — Quando você chegar lá, lide com essa pessoa. Todos que se opõem a vontade dos nossos irmãos merecem um fim... Adequado.

    A presença abandona a sala. Soulslayer fita Redchain, aproxima-se dela e coloca uma mão sobre seu ombro.

    — Ainda há o que aprender antes de partir para sua jornada. Venha.

    A mulher levanta o rosto, deixando a luz da janela mostrar um pouco mais os detalhes de seu rosto. Sua aparência jovial é impressionante, mas não é o mais interessante em seu rosto sorridente.

    Sua semelhança com Aika é surreal.




    Próximo: Capítulo 11 - Quem é você, Rastreador da Noite?

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    Última edição por CarlosLendario; 14-01-2017 às 18:10.



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