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Tópico: Bloodtrip

Visão do Encadeamento

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    Cavaleiro do Word Avatar de CarlosLendario
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    Padrão Capítulo 8 - Arsenal de Ratos

    Citação Postado originalmente por Edge Fencer Ver Post
    Deu pena do Ian ali, o cara morre de forma brutal e os outros nem ligam pro corpo do pobre coitado kkkk

    Muito bom o capítulo, Carlos. Como de costume, Nightcrawler demonstrou sua genialidade (apesar de ter sido surpreendido ali pelo Soulslayer, não adianta disfarçar, Crawler), e o Dartaul mostrou que também não é um zero à esquerda. Vamos ver agora o que o pessoal vai arrumar lá em Yalahar, junto com esse mago que carrega uma espada.

    Aguardo pelo próximo!

    Ah, também gostei da tradução que você usou para o fire devil (era um fire devil mesmo? Enfim, o nome continua legal, mesmo se não for).
    Agradeço pelos elogios, Edge. Ian era conhecido, por isso ninguém ligou pra ele. Fora que o Nightcrawler rouba atenção sempre que abre a boca pra falar, então...

    E sim, a tradução pra fire devil é diabrete de fogo. Você pode usar diabo de fogo também, mas fica esquisito e não combina. Além disso, um fire devil é baixinho, então diabrete cai bem pra ele.

    Citação Postado originalmente por Thomazml Ver Post
    Só passando aqui para dizer que vou acompanhar a história. Como acabei de ler 8 capítulos, não posso fazer comentários muito específicos. No início eu pensei que você apostaria em uma série de contos policiais fantásticos (a la Edgar Allan Poe) para sua história, mas depois voltou a um escopo mais Tibiano. Há alguns erros de concordância espalhados pelo texto, talvez dar uma relida agora, depois de semanas de escrever o capítulo, torne mais claro. Para mim, sempre torna.

    Quanto... sangue. Hahahahaha

    Acompanhando,

    Abraços e respeito,
    É uma honra tê-lo aqui, thomaz. Agradeço pelo comentário e por ter lido.

    Eu também pensei em me inspirar em algo parecido com Poe, mas achei que desvaria demais do assunto tibiano e não ficaria tão bom. Então, fui adaptando, pouco a pouco, ao mundo tibiano. E vou dar uma olhada nos antigos capítulos pra ver sobre os erros.

    E sim, muito sangue. Aproveite, vai ter mais ainda.

    Citação Postado originalmente por Iridium Ver Post
    Saudações!

    Toda vez que eu vejo o nome Lea só lembro disso: PEITOS.

    Os rapazes que chegaram antes de mim já me contemplaram em alguns aspectos, então vou falar de um ponto que você geralmente não explora: drama. Gostei da trama romântica da Lea com o Nightcrawler. Me divirto pacas com isso; ficou bem "bobinho", no sentido romântico e platônico da coisa, mas ficou bom. Gostei, ficou massa. xD

    Estou gostando dos rumos dessa história, bem como das descrições de combate. Ao que me parece, você se encontra mais "livre" nessa história, colocando coreografias mais sangrentas, hehehe. Você já achou sua zona de conforto: agora basta se aprimorar. E vê se para de errar tanta concordância verbal, caçamba! (Puxãozinho de orelha necessário :3)

    Aguardo o próximo!



    Abraço,
    Iridium.
    O objetivo é você ver a Lea no Tibia e se perguntar porque ela não tem peitões também.

    Grande Iridium, obrigado pelo comentário. O romance dos dois foi pensado um pouco rápido demais, mas olhando depois de feito, combina.

    E sim, estou gostando de escrever essa história e de me aprofundar dela. Infelizmente, ela não vai se alongar tanto quanto O Mundo Perdido, mas garanto que será uma ótima leitura do começo ao fim.

    Citação Postado originalmente por Skirt Underdome Ver Post
    Quer dizer que o Nighhtcrawler e a Lea já tiveram um casinho. Bom, afinal os brutos também amam


    Mas não adianta, por mais que você queira renegar isso, o fato é que suas lutas e os vilões da história lembram o estilo ninja naruteiro o que é ótimo, eu adoro lutas no estilo ninja, com gente pulando dos telhados, explosões inesperadas e inimigos que desaparecem num piscar de olhos.
    O Nightcrawler não é do tipo bruto, mas sim, até alguém como ele pode amar.

    Agradeço pelo comentário, Skirt. Devo dizer que não tive planos de colocar algo "narutesco" na trama, mas se você vê dessa forma, fazer o que, né. Mas lembrando que não tem nada a ver um com o outro.

    Inclusive, quando terminei de ler seu comentário, apareceu esse anúncio:



    Só pode ser coincidência.








    Bem pessoal, peço desculpas por não ter postado capítulo novo na semana passada. Algumas coisas aconteceram, inclusive busquei meu PC novo, mas não estou escrevendo dele pois, infelizmente, deu um problema nele e terei que levá-lo num técnico. Espero que tudo se solucione, mas que eu não largue essa história também, hehe.

    Bem, é o meu último texto de 2016. Obrigado por todos que leram meus trabalhos nesse ano, avaliaram e falaram sobre. Espero melhoras da minha parte no próximo ano e que eu continue mantendo o nível também.

    E Feliz Ano Novo!




    No capítulo anterior:

    Enquanto tentam entender o que aconteceu na loja de magias de Lea, o membro da Irmandade mais temido de todos, Soulslayer, aparece do nada, matando uma das pessoas presentes ali e intimidando as demais. Mas Nightcrawler tinha uma carta na manga e coloca o assassino em xeque, mas deixando ele fugir depois. Após isso, o trio de investigadores parte para Yalahar, com o objetivo de chegar ao novo esconderijo e de encontrar um mago para o grupo.




    Capítulo 8 – Arsenal de Ratos




    O navio do Capitão Bluebear finalmente chega a Yalahar após pelo menos quatro dias de viagem. O navio do elfo Elvith já tinha zarpado, então o capitão decidiu ancorar ali.

    Passaram-se alguns minutos com o trio observando a paisagem da cidade-estado a partir do porto, próximo de uma escadaria que os levaria à terra firme. E, de fato, Yalahar é admirável; Há edificios bonitos e bem feitos por todos os lados, feitos de mármore branco com adornos e ornamentos dourados. Há casas e torres espalhadas por vários cantos, enquanto a construção mais impressionante, o palácio do governador, se situa no centro da grande ilha. A segunda construção mais bela é, certamente, as grandiosas muralhas que cercam a cidade e separam os quarteirões ao redor dela.

    Somente Nightcrawler acorda do transe e percebe os dois investigadores ainda calados, observando. Então, decide agir.

    — Você ficou o tempo inteiro no navio falando sobre mandar uma carta pra guarnição, Borges. E aí? Tá esperando o quê?

    Borges acorda do transe com a fala alta e a menção a ele. Por pouco não escuta pelos muitos sons do local misturados com a pergunta do detetive.

    — Hã... O quê? Carta? Ah! Me leve até o carteiro mais próximo, é de suma importância!
    — É... Tão importante que você quase esqueceu só de ficar olhando pra cidade.
    — Cala a boca e anda logo!

    Os dois descem a escadaria e pegam um atalho pela direita, seguindo até onde se acredita estar o carteiro da cidade. Dartaul continua no mesmo lugar, sem reparar que os dois já estão agindo.

    — DARTAUL!

    Ele acorda do transe com tudo, até desequilibrando-se levemente. Então, o rapaz apressa-se para segui-los até seu destino.

    Ao chegar no edifício onde se encontraria o que procuram, eles veem um goblin de elmo metálico atrás de um balcão, e atrás dele há vários cofres, bem como muitas moedas de ouro, platina e cristal cuidadosamente empilhadas dentro de caixas de vidro, nos cantos dos cofres, inalcançável para alguém do outro lado. Os investigadores se surpreendem, mas o mascarado não parece surpreso. Ele os cumprimenta de longe, mas apenas Nightcrawler retribui de volta.

    No primeiro andar, eles encontram o carteiro, que é mais estranho ainda: Uma criatura gorda, vermelha, com dois caninos enormes saindo da boca, dois chifres na testa e um tridente nas costas administra várias cartas e encomendas atrás de um balcão. Apesar de estar cheio delas ao seu redor, ele se vira bem, jogando as que termina de endereçar em duas caixas de correio, uma de cada lado. O trio se aproxima devagar, mas Nightcrawler acaba tomando a frente e chegando primeiro ao balcão, tomando a atenção do monstro.

    — Olá, olá! Sou Redward, o carteiro da cidade. Precisam mandar uma carta ou uma encomenda? Deixem tudo comigo.
    — Ele que precisa. — Aponta para Borges, que se aproxima um pouco mais rápido.
    — Er... Preciso mandar uma carta.

    Redward pega um envelope e coloca sobre o balcão, sorrindo. Borges retribui com um sorriso seco e abre-o, pegando a folha dentro e procurando algo para escrever nela, mas quando percebe, já há um pequeno pote de tinta com uma pena em cima ao seu lado. Ele a pega e começa a escrever.

    Em um minuto ele termina. Ele sopra levemente o papel, dobra e coloca dentro do envelope, entregando para o carteiro.

    — Envie para o chefe da guarnição thaiana, Harald Bloodblade.
    — Seu nome é...?
    — Borges. Borges Suzano.

    Redward escreve o remetente, endereço e joga a carta até a caixa de correio da esquerda.

    — Mais alguma coisa, senhor?

    Borges mexe a cabeça negativamente e se despede, assim como Nightcrawler. Redward se despede e pede para voltarem sempre, como normalmente.

    O trio toma o caminho para o norte, ao lado da muralha. Planejam seguir para o distrito que fica mais acima.

    — Você não agiu muito bem com o carteiro, Borges. Foi até grosso, ao meu ver.
    — Grosso? Você viu o que era aquele carteiro? Um Imp! Um demônio gordo! Parece até o meu pai! Como eu poderia ser gentil com ele?
    — Bem, talvez você não saiba, mas ele sempre foi tratado com certo preconceito pelo o que ele é. Mas ele aprendeu a não ligar mais para isso tem trinta e cinco anos, sendo que ele trabalha tem quarenta e cinco anos nesse banco.
    — Ele é tão velho assim? — Indaga Dartaul, um tanto impressionado.
    — Pois é. Antes de você sequer começar a existir dentro do saco do seu pai, ele já não dava uma gota de importância pra como o tratavam. Não conheço direito a história dele, dizem que ele foi derrotado por um herói da cidade, mas ele o ajudou depois pelo carisma do mesmo e ganhou uma segunda chance dada pelo herói trabalhando na cidade. É um Imp, mas é bastante sábio.

    Dartaul assentiu, cruzando os braços e pensando sobre.

    — Aliás... Você tem vinte e cinco anos, não é?
    — Sim, por quê?
    — Interessante. Na sua idade, eu já era um investigador conhecido. Bons tempos.
    — E quantos anos você tem?
    — Não é da sua conta, intrometido.

    Dartaul levanta a sobrancelha direita. Eles seguem andando até uma escadaria levando ao meio da muralha, onde há uma grade de cobre. Devagar, o trio sobe as escadas, chegando ao topo após meio minuto. Lá, encontram um guarda, trajando uma armadura semelhante a de Trevor, o que faz os investigadores ficarem levemente avoados, pensando se o cavaleiro está vivo.

    — Boa tarde. Gostaria de passar e dar autorização para estes dois que me acompanham para entrar no distrito.
    — Hm...? — Murmura o guarda, que estava distraído com alguma coisa. — Ora, ora, se não é o Conde Mascarado de Yalahar, que sempre quer fazer alguma coisa nesse distrito mesmo não sendo alguém da patente. Mas dessa vez, está acompanhado.
    — Sim. Gostaria de usar minha autoridade dada por direito para que nós três entremos no distrito.
    — Ei, calma, sem problemas, não é preciso tanta seriedade. Podem entrar.

    O guarda abre as grades puxando uma alavanca ao seu lado, levando elas para cima. Nightcrawler agradece e a dupla segue até as escadarias logo abaixo, mas antes, pararam para observar a vista do distrito.

    — Bem vindos... Ao distrito 04.

    O vasto quarteirão, próximo do quarteirão dos mágicos, é um grande centro militar. Há muitos quartéis formados a partir de tendas ou construções feitas de pedras comuns, todas ao redor de um monte que fica no centro e termina próximo do mar. Em cima dele, há o caminho branco com paralelepípedos dourados comuns da cidade, mas muitas construções também feitas de pedras ou tendas de tecidos comuns ou peles de animais. Há feirantes e vendedores, além de casas comuns logo atrás pertencendo a pessoas comuns relacionadas aos militares. É uma parte de Yalahar que ainda não caiu, graças a mão de ferro da elite militar da cidade, que age sem precisar do aval do governador.

    O trio desce as escadarias e segue cautelosamente até as escadarias que levam ao topo do monte, que é impressionantemente planificado e reto, sem deformações. Militares, vestindo armaduras yalahari, que eram amarelas e brancas, além de calças brancas e armas diversas na cintura, caminham juntos em grupos ou em duplas pelo local. Os habitantes são limitados ao morro, onde há muitas pessoas que se diferem até mesmo na cor da pele, fazendo os mais variados sons e uma confusão vasta na região.

    — Estou impressionado que o seu esconderijo seja por aqui. — Comenta Borges, tentando falar de forma um pouco mais alta para o mascarado ouvir.
    — São uma daquelas torres ali, na verdade.

    Com a face, ele aponta para três torres logo depois do monte, conectadas a ele por pontes de pedra. São brancas e douradas e possuem um topo esférico e metálico, com círculos de vidro ao redor da estrutura. Borges parece mais impressionado ainda.

    — Porra, bem escondido, hein?
    — Claro. Existem dezenas de rotas que levam até essa torre. Estou pegando essa normal pois vocês quase nunca foram vistos em Yalahar, não tem problema eu os acompanhar até lá. Além disso, são torres militares, ninguém chega perto delas, pois são alguns dos arsenais do exército.
    — Seu esconderijo é um arsenal?
    — Estiloso, né?

    O trio segue o caminho, evitando vendedores e pessoas observando os produtos a venda. Frutos, vegetais, legumes, carnes, assim como roupas, armas, armaduras e joias eram vendidas a céu aberto sobre o canto forte dos vendedores que se esforçam em atrair a atenção de todos, sejam os que moram lá, sejam os que vêm de fora para o distrito.

    Um indivíduo estranho e encapuzado olha para o trio se aproximando das torres e decide se dirigir até elas. Entretanto, este possuía duas espadas na cintura e uma nas costas, e não usa capa, pois seu capuz está em seu colete e é bege.

    Após alguns minutos, eles chegam até as torres, chegando a ponte de pedra, que não tinha nenhum movimento, apenas dois guardas de armaduras comuns como as do portão estavam ali. Há duas pontes, a da direita leva a outra que dá acesso ao esconderijo de Nightcrawler. Ele passa por um dos guardas e o cumprimenta, os investigadores fazem o mesmo. Às portas da torre, o mascarado abre a porta de ferro da entrada, entrando seguido dos outros dois.

    — É isso aí. Bem vindos ao Arsenal de Ratos. — Disse Nightcrawler, fechando a porta e apertando pelo menos cinco botões, que iluminam o andar em que se encontram.

    O andar que estão é um circulo cheio de celas, com portas de ferro e feitas com paredes de metal. No centro, há um buraco enorme com muretas de ferro ao redor, onde é possível não só ver o que tem lá embaixo, como acima. Há círculos de vidro por todos os lados, alguns dos maiores têm uma fonte de luz dentro que ajuda a iluminar o lugar.

    — Uma prisão? — Questiona Dartaul, olhando para as celas e notando a grande altura que o andar possui olhando para o teto.
    — Mais ou menos. Esse lugar costumava ser uma prisão, eu o adaptei para minhas necessidades. Os quartos ficam lá em cima, os locais de trabalho lá embaixo.
    — Entendo... Assim o barulho do distrito não o atinge.
    — Sim, isso graças as torres na minha frente. Ainda há o barulho do porto logo atrás, mas é o de menos. É um lugar bom. Agora, sigam-me.

    Após passarem pelo buraco, eles seguem até uma câmara no final da sala e entram. Ao redor dela, há grades de ferro um pouco enferrujadas e paredes dos lados. Há um painel com seis botões, Nightcrawler aperta o primeiro, indicando que quer ir para baixo.

    — Então... O que é isso?

    Nightcrawler puxa duas grades, uma de cada lado, fechando o lugar. Outras duas aparecem automaticamente do outro lado, e após todas ficarem juntas, a câmara começa a descer.

    — Que porra é essa, Nightcrawler?
    — Um elevador, gordo. E ainda se diz alguém da perícia thaiana. Tsc.
    — Não temos esses artigos esquisitos tecnológicos em Thais! É um mundo totalmente diferente, pra sua informação.

    Após alguns minutos, eles chegam ao andar desejado, aparentemente no subsolo. A sala parece ter muitas coisas, mas não está iluminada. Ao invés disso, quando o elevador se fecha, o mascarado manda os dois atrás dele pararem, após notar algo ali dentro.

    — Você... Certamente não conheço você, mas sua aura parece familiar. Deve ser alguém importante. — Disse Nightcrawler para a escuridão.
    — Talvez sim, talvez não. — Disse a voz no escuro, cuja forma não podia ser vista — Mas eu conheço você, Nightcrawler. Sei o que você faz.
    — Isso todo mundo sabe. Afinal, eu sou um detetive, seu idiota.
    — Sei do seu passado também. E que passado...

    O homem fica quieto por algum instante. Aquilo parece tocá-lo.

    — Sem xingamentos? Pois bem. Reconheceu a situação. Então, deixe-me apresentar...

    Nightcrawler bate o pé no chão e as luzes se acendem. Atrás de uma mesa de escritório, está de pé um rapaz um pouco mais velho que Dartaul, com cabelos ruivo-escuros e descabelados, um colete bege e uma camisa e calças pretas. Tem duas espadas na cintura e um livro de magias preso numa cinta ligada a bainha; Ele tem uma cor vermelha, com ornamentos alaranjados. Seu capuz está abaixado e seu semblante é de surpresa.

    — Opa... Não esperava por isso. Mais uma obra que só podia ser sua, tio.
    — Então você é o mago da espada... Alayen.






    Próximo: Capítulo 9 - Observadores na Escuridão

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    Última edição por CarlosLendario; 01-01-2017 às 13:26.



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