Edit: Desculpem por certos erros, é minha primeira estória escrita, espero que gostem =D...
CAPÍTULO 1 - PRÓLOGO - (02/11/2012)
CAPÍTULO 2 – A CRIAÇÃO - (03/11/2012)Spoiler: CAPÍTULO 1 - PRÓLOGOA criação... Contestamo-nos sempre sobre como o universo surgiu... Se algo explodiu, ou se somente o toque de Deus foi capaz de moldá-lo a sua maneira.
Apenas sabemos que nosso universo é algo enigmático e misteriosamente gigantesco, mas em uma dimensão totalmente paralela, algo diferente sobre a criação de um sistema vivo diferente do nosso acontece de forma inesperada.
Os Titãs simplesmente existiam, ninguém nunca soube como (talvez Deus os tivesse criados e incumbidos de dar origem a novas formas), eles eram responsáveis pela criação. Desde formas de vida minúsculas a gigantescos colossos, de montanhas que arranhavam os céus a abismos que rasgavam a terra, tudo era originado por suas mãos.
Eram sete Titãs, dos quais Ergothius, Mercurius, Zethiroth, Marnithius, Lacrouns e Zenthis eram criadores e o denominado Sang’Thalus era incumbido de destruir as formas que fossem falhas e fracas que sucumbiam para o lado das trevas, dotando-se de pura maldade.
A maldade original, responsável pela corrupção do coração das criaturas era algo intocável, assim como os sentimentos que brotam no coração dos seres vivos, ela simplesmente nascia e dominava a mente de muitos dos seres criados pelos Titãs.
Por muitas eras os criadores desbravaram os multiversos criando e concertando erros, até descobrir um universo paralelo, onde já se encontravam mundos criados. A vida rústica e mal cativada reinava, e a maldade primitiva domava o coração das feras e bestiais ali residentes. Os Seis responsáveis pela criação se depararam com algo que jamais haviam visto em suas vastas experiências, algo já existente e vivo sem sua permissão.
Decidiram então tomar parte desse mundo, chegando à conclusão que talvez a vida recém-descoberta pudesse progredir melhor que suas criações corruptas e primitivas, mas acabaram por confrontar seres vivos feitos de pura energia, os quais se denominavam Deuses Imortais da Velha Guarda. Os Seis construtores travaram uma batalha milenar, onde a devastação e a morte reinaram durante dezenas de milhares de anos, até que finalmente, os Seis conseguiram triunfar e banir os Deuses Imortais da Velha Guarda a uma dimensão paralela ao mundo atual.
A Paz reinava finalmente, e a criação poderia seguir em frente.
Spoiler: CAPÍTULO 2 -A CRIAÇÃODurante muito tempo os Seis adotaram o novo mundo como sua mais nova criação e se incumbiram de fazê-lo progredir. Ergothius ficou responsável pela terra, dando origens a arranha-céus imensos e desfiladeiros tão profundos capazes de cair por dias.
Lacrouns tornou-se responsável pelas águas, erguendo as marés e abaixando os rios, os quais corriam finamente dos mais altos desfiladeiros a grandes cachoeiras e quedas d’águas gigantescas, cercando montes e cerrando das mais estrondosas geleiras e cânions.
Mercurius e Marnithius ficaram responsáveis pelos subsolos, dando origem a diversas espécies de solos capazes de gerar vida orgânica e disseminar diferentes tipos de magias na terra, as quais se encontravam presentes na areia, na terra e até mesmo em rochas e rochedos, mas escavaram tão profundo que se depararam com um mal tão aterrorizador que não mais se atreveram a continuar com sua exploração de criação.
Uma energia negativa tão infecciosa que encheu seus corações de medo fazendo-os recuar por milhares de anos. E assuntos que deveriam ser resolvidos acabaram por serem esquecidos.
Zethiroth tornou-se criador e guardião dos céus, criando as luas e os planetas responsáveis pela complexidade gravitacional e influente nas marés de seu novo mundo.
Zenthis, o último dos Seis, foi incumbido da criação dos seres vivos, de toda a vida terrena, todos os tipos de criaturas, desde os rastejantes aos aéreos. Inúmeros seres tornaram-se vivos e dotados de grande energia vital, quando sua criação atinge o pico e surgem as primeiras raças anciãs residentes deste novo mundo.
A primeira raça anciã fora denominada Elfos. Seres de cor viva, cabelos radiantes e olhos tão brilhantes que se podia enxergar o próprio céu, quando encarados com atenção. Essas criaturas se alimentavam de magia e energia vital das florestas de Ergothius, tornando-se imortais e as mais sábias da face da terra. Sua grandiosa sabedoria os levou a criar a Fonte da Eternidade, capaz de canalizar a energia deixada pelos e pelos Deuses Imortais da Velha Guarda titãs, as quais restavam em toda a criação.
Como consequência de sobras de energia, além da criação da Fonte da Eternidade, surgiram as primeiras Raças Anciãs residentes das montanhas e subsolos. Os Anões.
Na maioria mineradora, sempre escavando em busca de metais, na grande parte preciosos para a construção de suas fortalezas e proteção contra as criaturas primitivas habitantes desse mundo.
A criação pela primeira vez era perfeita e livre.
CAPÍTULO 3 – SANG’THALUS - (04/11/2012)Spoiler: CAPÍTULO 3 -SANG'THALUSSang’Thalus, incumbido de destruir a criação decadente da Ordem dos Seis, depara-se com seres vivos a base de energia, assim como os Deuses Imortais da Velha Guarda, criaturas mágicas dotadas de habilidades jamais vistas pelos Titãs, em especial, Sang’Thalus.
Uma sangrenta batalha inicia-se então.
As criaturas malévolas derivadas de energia pura se autodenominavam Exército Flamejante, os quais consumiam tudo o que tocavam, corrompendo os corações de outros seres vivos, transmutando-os ao exército da Legião Flamejante, tornando as batalhas de Sang’Thalus cada vez mais difíceis.
O Titã não seria capaz de destruir tais aberrações, mas por algum motivo, os Semideuses residentes desta mesma dimensão, tomam partido ao lado de Sang’Thalus, derrotando assim a tão tenebrosa Legião Flamejante.
A hora de destruir os inimigos da criação estava cada vez mais próxima.
Com muita ira em vista, o Titã começa a massacrar o Exército Flamejante. Um a um seus generais vão sucumbindo perante sua força. A destruição reinara milenarmente, e como previsto, um único ser sobrevive até o Final. Esse chamado de Amin’Thull.
Imune aos encantos e magias dos Semideuses, era um problema para Sang’Thalus, mas Amin’Thull sabia que nunca seria capaz de destruir o poderoso Titã sozinho, colocando então, um plano astuto e maléfico em ação, tramando uma destrutível batalha que perdura por mais de um ano. A mente do Titã dotava-se de muita ira conforme as batalhas se desenrolavam, e o Semideus consegue infringir uma grande corrupção no coração de Sang’Thalus.
O que Amin’Thull não esperava era que, com isso, os poderes das trevas se uniriam aos poderes do Titã, tornando-o a criatura mais poderosa já residente nesse universo paralelo.
Sang’Thalus alimenta seu ódio cada vez mais e passa a não suportar estar ao lado de Semideuses alheios as criações da Ordem dos Seis, e acaba por destruí-los.
Amin’Thull estava sozinho contra o Titã, encontrando enfim a tão esperada chance de vencer a milenar batalha a seu favor. Porém, o Semideus percebe que Sang’Thalus seria um aliado esplêndido a favor do extinto Exército Flamejante, corrompendo ainda mais a mente do Titã.
Sang’Thalus começa a se questionar sobre as criações da Ordem dos Seis e sobre a decadência das mesmas, e decide que toda a criação seria corrupta e impura e não merecia existir em nenhum universo, dando início a uma caçada de destruição imensa a tudo o que fosse criado por seus irmãos com a ajuda de Amin’Thull, dando origem a uma nova legião de criaturas que combatiam com destruição a comando do Titã, a Legião das Chamas.
Nascia ali um mal cujo universo jamais desejara enfrentar.
CAPÍTULO 4 - OS ELFOS (05/11/2012)CAPÍTULO 5 – MERCURIUS E MARNITHIUS (06/11/2012)Spoiler: CAPÍTULO 4 - OS ELFOSA criação era perfeita e as primeiras raças se desenvolviam com grande rapidez.
Os primeiros seres inteligentes a aparecer na face desse novo mundo foram os Elfos, dando origem a Primeira Raça Anciã da terra. Dotados de grande inteligência, os Elfos eram capazes de movimentar a magia existente na natureza criada pelos Titãs e em variadas formas de vidas orgânicas e inorgânicas deixadas pelos Deuses Imortais da Velha Guarda.
Sua sabedoria era imensa, e o controle sobre a magia os tornava seres magníficos, o que os levaram a construção de uma fonte que os proveria com magia mística, pura e natural, a Fonte da Eternidade, tornando-os imortais.
A Fonte da Eternidade reunia dentro de si, vestígios de magias restantes de toda a criação, algo tão incrível que acumulava poderes restados em todo o universo. O poder e a sabedoria dos Elfos eram dignos de deuses, mas a bondade reinava em seus corações, não chamando então a atenção dos Seis.
A civilização élfica começa a crescer e seu reinado torna-se milenar. Alguns conflitos civis tomam iniciativa e uma pequena guerra civil tem início. Os elfos, mesmo em sua grande sabedoria começam a se enfrentar, embora com poucas mortes e pouco ódio em seus corações, eles elegem uma rainha, quem coloca um fim nas guerras e a prosperidade torna a reinar. Seu nome era Suzanas.
Seu conhecimento por magia era grande e sua sede por conhecimento e sabedoria ainda maior.
Suzanas decide reunir um concelho de Elfos capazes de manipular a magia, os quais começam a buscar o conhecimento em feitiços deixados gravados em pedras pelos Deuses Imortais da Velha Guarda.
A grandeza de suas habilidades a torna a criatura mais poderosa da face da terra. Imortal e dotada de feitiços dos antigos Semideuses, Suzanas começava a controlar com mãos de ferro sua civilização e aquilo o que deveria ter sido destruído outrora, acaba por renascer nas mãos dos Elfos.
Os fiéis seguidores de seu concelho começam a impor o uso da magia Anciã a todas as criaturas élficas residentes do novo mundo, matando ou exilando todos os que se opuseram a eles.
Os usuários da magia Anciã deixavam sua beleza ao leu.
Suas cores já não mais eram vivas e seus olhos eram tão negros tais quais as frutas mais cálidas já criadas pelas mãos de Deus. Sua pele perde o brilho e a grandiosidade, dotando-se de uma cor fortemente opaco-esbranquiçada, seus cabelos começam também a se esbranquiçar, e sua sede por magia os tornam criaturas vis e cruéis, fazendo-os ampliar os poderes da Fonte da Eternidade.
Outra vez a criação torna-se decadente e a Fonte da Eternidade torna-se um perigo para todo o universo.
Uma nova classe de Elfos nasce, nomeando-se Arcanos, e uma nova e sangrenta guerra civil entre Elfos e Arcanos toma parte na primeira civilização anciã.
E mais uma vez, a criação torna-se impura, corrupta e decadente.
Spoiler: CAPÍTULO 5 - MERCURIUS E MARNITHIUS
Com o passar do tempo, após o surgimento da primeira Raça Anciã, durante a primeira guerra civil, Mercurius e Marnithius começam a desenvolver formas de energias inorgânicas capazes de conceder vida aos solos do novo mundo. A terra então seria capaz de manter e evoluir a vida. A magia e energia vital emanadas do subsolo fluíam para fora através de toda forma orgânica que brotava dos solos, rochas, rochedos e até mesmo das águas.
Os dois Titãs após garantir a prosperidade da superfície através dos solos partem para a parte mais interior dos subsolos, dando origem a minérios e minerais, emanando magia e formulando ecossistemas vivos a um nível mais profundo da terra.
Porém, sua vontade e ânsia em criar um planeta próspero os fizeram avançar ainda mais adentro das profundezas terrenas, levando-lhes a atingir uma forma de energia altamente corruptível, fazendo-os tremer perante tanta maldade fluida de um único local.
O medo desesperador invade o coração de Marnithius, levando-o ao delírio de tentar destruir tamanho horror. Mas tentativas em vão apenas enchem de medo o coração aterrorizado de Mercurius, que não consegue reagir perante a situação.
Sem pensar, Marnithius ataca com todo seu poder e abre uma rachadura na espessa camada de energia maléfica, a qual é refletida em seu próprio peito, rasgando o tórax do Titã. Mercurius grita de forma aterradora e foge ao ver seu irmão Marnithius agonizando.
O Titã se encontrava gemendo e gritando, de joelhos ao chão abraçando fortemente seu próprio peito, que emitia uma luz escurecida. Seu rosto se volta para o alto e implora por ajuda enquanto uma luz rocha e extremamente forte reluzia de seus olhos, ouvidos e boca. Um grito desesperado de dor ecoa por todo o subsolo da terra.
Muito tarde para Mercurius. Uma enorme explosão inunda a crosta terrestre, separando alguns pedaços de terra do grande continente criado por Ergothius, a terra começa a se erguer e abrir, dando origem aos desfiladeiros, cânions imensos e enormes cadeias de montanhas.
Grande parte da energia dos dois Titãs fora infectada pela energia maléfica encontrada nos submundos e espalharam-se por todo o universo devido a grande explosão. Essa energia acabou se misturando com pequenas formas de vida, as quais evoluíram gradativamente até formarem a segunda raça anciã do novo mundo. Os Anões.
Agora, toda e qualquer forma de vida não seria pura como outrora.
CAPÍTULO 6 - OS ANÕES (09/11/2012)
Spoiler: CAPÍTULO 6 - OS ANÕESCAPÍTULO 6 – OS ANÕES
A evolução mostrava-se encantadora perante os Titãs restantes, fazendo-lhes não perceber o desaparecimento dos irmãos Mercurius e Marnithius. Ergothius estava tão fascinado com o desenvolver das formas de vida, pura a seus olhos, que não mais reparou na condição dos Elfos, os quais se encontravam em guerras e tirania.
Nas montanhas geladas do grande continente começam a aparecer pequenas criaturas residentes de cavernas.
Criaturas incríveis, muito parecidas em género, com cabelos longos e esparramados, uma barba tão longa, mal feita e bagunçada quanto suas madeixas. De tamanho consideravelmente pequeno, sua força era relativamente assustadora.
Assim como as formigas, essas pequenas criaturas eram dotadas de uma capacidade física extrema, capazes de suportar o frio congelante das montanhas, ao calor infernal de vulcões. Surge então a segunda grande raça anciã. Esta então, diferente dos Elfos, não era muito hábil com magia, mas descobriram um meio de sobreviver e se defender do mundo a fora escavando os vulcões em busca de Tungstênio, um metal tão duro quanto o próprio diamante.
Ao topo da grande montanha de Geldacna’Thall, foi construída a primeira grande fortaleza do continente. Criada pelos anões, puramente de aço fundido e Tungstênio, a grande Fortaleza de Tungnenfield, a qual cercava a imponente Cidade da Forja de Aço.
Os anões eram muito bem organizados, mas sua mente era voltada somente para si, tornando-os inimigos do restante do mundo.
Esses pequenos guerreiros forjadores de aço eram guerreiros implacáveis. Ainda que suas armaduras fossem de aço e não tungstênio, sua resistência era gigantesca e sua força aterradora. Com o uso de armas de metal, armaduras e escudos feitos na Forja, viviam travando batalhas contra monstros habitantes das montanhas.
Empunhando, na maioria deles, machados eles rasgavam a pele dessas criaturas como se fossem meros pedaços de carne cozida. Tudo o que fosse alheio a Forja era considerado inimigo, até que surge algo inexplicável.
Um Elfo Arcano usuário de magia anciã surge em sua fortaleza. Algo jamais previsto na história da criação.
Muito curiosos por natureza, os anões não ousam destruir tal criatura jamais vista antes. Magro, alto com vestes apertadas na cintura e largas nos ombros e braços, um grande cajado em mãos, calças vermelhas que combinavam com o robe superior, botas de couro de lagarto, pele opaco-esbranquiçada e sem vida, com um ar demoníaco e cabelos tão longos quanto seu tronco, um ser de altura tão diferenciada dos pequenos anões foi capaz de aquietar o instinto de sobrevivência dos mesmos.
Como algo ainda mais inesperado, o Arcano impõe-lhes o uso da magia anciã visando conseguir ajuda na guerra contra os Elfos Puros, mas os anões possuem pouquíssima capacidade de manipulação magica, o que o deixa decepcionado.
Com tom de superioridade o Elfo os julga como sendo criaturas medíocres e impuras, atiçando a ira dos anões, que partem ferozmente para cima do Arcano. Mas a magia era algo poderoso demais até mesmo para o aço altamente bem forjado dos pequeninos e, balbuciando linguagens estranhas, o Elfo cruza os braços diante do seu peito, ergue seu cajado acima de sua cabeça, levando a mão livre para a lateral de seu tórax, fazendo com que uma enorme chama de cor vermelha alaranjada comece a girar como um tornado no chão em volta de si, assustando os pequenos anões.
Um forte redemoinho incandescente de fogo é criado e começa a ganhar dimensões inimagináveis, capaz de tocar o próprio céu. Os pequenos guerreiros procuram se abrigar das labaredas que escapavam do grande tornado de fogo, entrando em suas casas ou refugiando-se para dentro das cavernas internas da Forja, quando de repente, uma forte explosão fervilhante ecoa por toda cidade, incinerando inúmeros habitantes.
O Elfo Arcano desaparece, mas sua destruição aterradora permaneceria nas mentes de todos os sobreviventes.
Os Anões então decidem eleger um líder para seu povo, chamando-o de Grindeon Barba de Bronze. O qual se incumbiu de reconstruir a Grande Forja, refinar o tungstênio facilmente encontrado em suas montanhas e criar uma legião de guerreiros Anões preparados para a batalha.
Agora, os arcanos acabaram por encontrar mais um grande inimigo. Os Anões da Grande Forja.
CAPÍTULO 7 - OS ORCS (13/11/2012)
Spoiler: CAPÍTULO 7 - OS ORCSPassando por inúmeras batalhas, vendo sua espécie sendo massacrados nas mãos dos Arcanos, os Elfos Puros começam a procurar por novos tipos de magia e feitiçaria, encontrando-as também cravadas nas rochas. As magias dos Deuses Imortais da Velha Guarda.
Ao vê-las, percebem que tal magia era muito poderosa, talvez poderosa demais para serem utilizadas sem risco de corrupção.
Alguns Elfos, domados por grande raiva, ignoram a possibilidade, usando-as em prol de sua causa, tentando mudar a situação da grande guerra Élfica.
Esse poder arcaico dos Deuses Imortais da Velha Guarda os proveu grande força e capacidade de combate, aumentando densamente sua massa muscular e sua força corpórea, tornando-os exímios guerreiros, porém o ódio dominava seus corações e sua capacidade intelectual fora reduzida consideravelmente, alterando suas habilidades com feitiços e magias.
Porém a guerra começara a mudar.
A força dos novos Elfos era grande demais para alguns Arcanos, os quais começam a ser destruídos e o fim da grande guerra parecia aproximar-se cada vez mais.
Mas essa nova classe guerreira de Elfos já não mais era tão pura quanto fora outrora.
Não distinguiam amigo de inimigo, aceitando como aliados somente seus semelhantes modificados pela magia. Seres poderosos tão forte quanto os Anões da Grande Forja, com pouca capacidade de manuseio mágico, porém com grandes habilidades em combates corpo-a-corpo, seu ódio pelas outras raças existentes no grande continente era tremendamente grande, fazendo-os rejeitar os próprios irmãos de puro sangue.
Sua pela torna-se esverdeada às vezes escurecida, suas características físicas assemelhavam-se com as de um animal, com dentes pontiagudos e duas presas de tamanhos consideráveis escapando de suas bocas. Seus olhos tomaram por uma coloração avermelhada comum ar demoníaco em seu olhar, e seus cabelos os quais um dia foram tão longos, belos e cheios de vida se tornam crespos, sujos e em alguns casos caiam de suas cabeças.
Com o passar do tempo às forças Arcanas começaram a recuar, pois o poder da união entre duas raças era grande demais até mesmo para os grandes usuários da magia arcana.
Mas o ódio dessa nova raça era tanta que começaram a agredir seus semelhantes de puro sangue.
Uma media de segurança então deveria ser tomada, antes que outra guerra civil entre raças começasse.
Eis que surge um grande Feiticeiro Élfico chamado Tamn Thallas. Com grande sabedoria ele se encarrega de destruir todas as fontes de poder arcaico e, durante 10 anos, lança-se a uma odisseia em busca da extinção das Magias dos Deuses Imortais da Velha Guarda, retornando após conseguir destruir todas possíveis fontes de poder corrupto.
Quando todas as magias dos antigos Semideuses são supostamente destruídas, os Elfos modificados por elas, tanto os arcanos quanto os novos elfos são enfraquecidos.
Ao retornar a sua terra natal, Tamn Thallas é reconhecido como herói, mas os novos Elfos não admitem ter sua força reduzida e começam a travar uma batalha, domados por ódio residente em seus corações e pela raiva de terem perdido grande parte de suas forças.
Mas a força dos Elfos Puros encontrava-se ilesa e os novos elfos não eram páreos para esses grandes usuários da magia.
Tamn Thallas decide então banir todos os novos elfos de suas terras, exilando-os para fora de seus territórios. Além das montanhas de Zel´thuzad e dos domínios das florestas de Kimon Zaath, para as terras mais baixas a serem encontradas, e profanou-os ORCs, que no idioma élfico, significa Ódio.
Mas ninguém seria capaz de dizes por quanto tempo esses ORCs continuariam com suas forças reduzidas, e se começariam ou não uma nova guerra.[/QUOTE][/b]
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