
Postado originalmente por
Luis Marques
Ainda to desacreditado que, em média, de 2018 pra cá ele só perdeu 6~milhões de crentes. Btw, foi a eleição mais bipolarizada da história do Brasil, não? O terceiro colocado tem menos de 5%, e só o 4º conseguiu >1%. Tebet tirou uns votos legais do Bolsa, mas Cirista não tem jeito, avemaria. Nunca sei se é idealismo político ou o quê.
Preocupado real com o resultado do segundo turno. Várias cadeiras já foram ocupadas por gente duvidosa, tipo Damares, Pontes, Moro e Sales, pra dizer os mais duvidosos e conhecidos. Acharia mais difícil o Bolsonaro fazer escândalo perdendo no primeiro do que se perder no segundo turno; a própria base dele acharia difícil apoiar ele num chilique de 1º turno.
Pelo menos, por mais amarga que seja, eu acertei minha previsão contra o meu pai: Lula 48.5%. Ele chutou 61% Bolso (KKKKKKKK?), e o amigo dele 51% Bolso com o Lula atrás do Ciro (KKKK²?). 48.42% parece uma acurácia muito boa hahah.

Cirista é burro, e o Ciro é um merda; fiquei com mais raiva dele e de quem votou nele do que de quem se absteve KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Postado originalmente por
Xinshon
Permita-me discordar, a parcela sem memória ou que finge que não aconteceu é enorme, em números exatos 87% da população. E esse número é o exato segundo a aprovação de Lula em 2010, que não acompanhou, fingiu que não viu ou exatamente age canalhamente como hoje, quando a época do mensalão. Naquele momento falar mal do governo era motivo de rechaça igualmente recebem hoje aqueles hoje que são contra o petismo. A diferença que vejo daqueles tempos para hoje é que aqueles apoiadores a qualquer custo de quaisqueres dos lados não conseguem esconder por baixo do discurso raso a vantagem pessoal pela qual a escolha propicia ou o simples clubismo ideológico.
Nem vou comentar sobre a eleição, segue o palpite. Mas, querida Iridium, não ache estranho a Tebet apoiar o Bolsa é só política em seu suprassumo.
Relaxa, ela é MDB, eu to preparada pra essa possibilidade. Mas, que ela foi MVP, ela foi. E teria sido uma oponente digna para um segundo turno, ou pelo menos o personagem que ela montou para si seria digno de fato.