Ah então pode ser que o Hoppus não seja tão maléfico afinal, ou seja, ele pode tentar trair o comerciante. Espero que a Jasmine se livre da infuencia do comerciante também. Assim os quatro personagens principais acabam formando um grupo de verdade, que era o que eu pensava que ia acontecer desde o começo.
Ja viu se a gente pudesse resolver as quests do jeito que o Marlon resolveu a do carteiro? Kkkkkkkkkkkk
E aí, Shirion!
Então, cara, as intenções do Hoppus e da Jasmine ainda estão um pouco nebulosas na história. Eu mesmo ainda não decidi 100% o rumo que vou dar pra eles, tudo vai depender do desenrolar dos capítulos xD.
Hahaha, realmente o Marlon deu um jeito de burlar a quest ali, com ctz já foi reportado -q
Espero que goste desse capítulo, abraço!
Postado originalmente por Wixsxx DjaDje
Mano esse Marlon é mais piro** que eu pudesse imaginar, nunca que eu imaginaria que ele fizesse aquilo. Algumas informações interessantes foram anexadas, como que Hoppus não é o fdp que parecia ser, ou pelo menos não tanto.
A história está boa, e com os toques de humor que suavizam o drama então...
Continue assim que vai longe!
E aí, cara!
Pois é, o Marlon mostrou uma outra face ali hahaha, mas ele é assim mesmo, bem "prático".
Quanto ao Hoppus, como eu disse ali pro Shirion, ele ainda é uma incógnita: tanto pode ser vilão, quanto aliado do Leon. Resta esperar os próximos capítulos.
Espero que vc continue acompanhando a história, mesmo que não comente. Também tenho esperança de ainda ver O Morte Súbita continuar aqui na seção xD. Abraço!
Postado originalmente por CarlosLendario
Grande capítulo, Edge. Marlon foi mais porra louca agora do que eu podia imaginar. Também fico imaginando se pudéssemos resolver as quests do jeito que ele resolveu, seria uma mão na roda. Não consigo imaginar muito bem o que Hoppus fará a serviço do Legítimo, mas estou mais curioso para o que a dupla fará agora que possuem acesso para Mintwallin.
Bem, nada a criticar, então, apenas aguardo o próximo capítulo.
E aí, Carlos!
Bom, fico feliz que a ação do Marlon tenha causado um impacto legal; essa cena dele com o carteiro eu já havia pensado lá nos primeiros capítulos, que bom que consegui inserir agora haha. Como disse acima, as intenções do Hoppus só ficarão mais claras daqui pra frente, e a relação dele com o Legítimo será abordada também, com certeza.
Agradeço o elogio, espero que goste desse também xD. Abraço!
Postado originalmente por Larius
HAHA
Muito bom!
A Polícia Tibiana vai estar atrás dos dois agora kkkkkk
Que dó da mulecada, suas cartinhas não chegarão mais até o Papai Noel.
Abraço guri! Continua muito boa a sua história.
E aí, Larius!
Hahaha, pois é, quem vai entregar parcel pra galera agora? E o papai noel? Marlon prejudicou muita gente ali
Valeu pelo elogio e pela presença fiel xD, Abraço!
Postado originalmente por Iridium
Saudações!
Tem um tempo q n passo aqui, mas passando pra dizer que estou gostando MUITO! Estou um pouco sem tempo, mas farei avaliações mais profundas quando acabarem as aulas =)
Continue o bom trabalho, e eu aguardo novos capítulos!
E aí, Iridium!
Agradeço muito o elogio xD. Como sempre, aguardo seus comentários por aqui, mas não tenha pressa: eu entendo perfeitamente como é ficar sem tempo pra nada :s
Pode deixar que tentarei manter o nível haha, abraço!
Olá a todos!
Mais um capítulo chegando, a história tá começando a esquentar
Adianto aqui que precisei escrever esse capítulo meio na pressa, então podem ter passado mais erros do que de costume no texto. Vou corrigindo na medida que for notando (e tendo tempo pra isso :'( )
Boa leitura!
Capítulo XIV – Revolução!
LEON
A lua cheia figurava imponente e iluminada no céu quando chegamos até a suposta entrada para a cidadela dos minotauros, Mintwallin. Todas as pessoas as quais perguntamos informaram que esse era o local que deveríamos entrar, porém, nada ali parecia indicar o caminho para uma vila. O lugar — que estava localizado a poucos passos da saída norte de Thais — lembrava uma espécie de templo antigo, uma grande estrutura subterrânea com arquitetura bem similar àquela observada nas ruas da cidade, e aparentando estar deserta. Seguimos para o norte, conforme fomos instruídos a fazer, e, após descermos um lance de escadas, finalmente notamos sinais de vida no local: um grande pátio se localizava ali, com apenas uma saída (além da que usamos para entrar), e esta era guardada por dois soldados thaianos; foi o primeiro sinal de que estávamos no caminho correto.
— Então, Marlon, acha que é por ali que devemos passar? — Perguntei, quebrando o silêncio.
— Provavelmente — Respondeu o rapaz, coçando o queixo. — Aqueles devem ser os guardas dos quais Gregor se referiu... Coloque o chapéu de carteiro, vamos fazer isso logo.
Dizendo isso, Marlon nem esperou pela minha resposta, e foi ao encontro dos guardas. Eles pareciam duas estátuas de pedra, cada um guardando um dos lados do caminho, mas ergueram suas espadas assim que notaram nossa presença.
— Alto! Essa passagem está fechada, por ordem do Rei! — Bradou um dos guardas, com a voz firme.
— Com licença, senhores — Comecei, antes que Marlon desse um jeito de irritá-los. — Somos da Guilda dos Carteiros, e solicitamos que confiram nossos chapéus, e permitam-nos passar.
— Nunca vi carteiros que não carregam correspondências consigo — Respondeu o outro soldado, enquanto analisava o distintivo em nossos chapéus. — O que pretendem fazer por aqui?
— É... Nós... — Gaguejei, tentando encontrar uma desculpa, mas sem sucesso.
— Isso é um assunto de interesse do Rei, portanto, precisamos manter sigilo — Disse Marlon, para minha surpresa. Se os guardas não caíssem nessa...
— Assunto do Rei, é!? Ora, não fomos informados de nada assim! — Disse o soldado, ainda desconfiado.
— Problemas urgentes surgem inesperadamente, vocês deveriam saber disso — Retrucou Marlon, com uma frieza impressionante.
Os guardas se entreolharam durante alguns instantes, até que, relutantemente, permitiram que nós passássemos por eles. Após alguns metros, quando saímos da vista deles, finalmente pude respirar aliviado.
— Como você conseguiu ser tão convincente, Marlon? — Perguntei, ainda impressionado por termos passado tão facilmente.
— Simples. Eu estava sendo sincero — Disse o garoto, com seu sorriso característico de volta ao rosto. — Tenho certeza que defender seus súditos de um bando de touros é um assunto prioritário para nosso bondoso Rei; e é exatamente isso que estamos indo fazer.
...
MARKWIN
Mais um dia chegava ao fim em Mintwallin, e a esperança do nosso povo ia embora junto com ele. A ajuda insignificante que o “Legítimo” nos forneceu não teve efeito algum, já que nosso maior problema no momento não são os humanos, e sim o grupo rebelde de nossa própria espécie. Palkar, um ex-comandante do exército de Mintwallin, e seus seguidores demonstram cada vez mais força; conseguiram até mesmo assassinar meu querido filho Ian... Enquanto isso, eu fico cada dia mais fraco... Não consigo defender minha própria cidade... Será esse o destino que os Deuses reservaram para os minotauros?
— Com licença, Vossa Majestade — Disse um soldado, entrando pelos fundos da sala do trono. Ele arrastava o humano que veio de Rookgaard junto com Al Dee, e estava servindo no nosso exército; se minha memória não falha, seu nome é Kyos. — O escravo humano se envolveu em uma briga, e feriu seriamente um dos nossos irmãos.
— Sua vaca “dus” inferno! — Gritou Kyos, enquanto tentava se soltar das correntes. Eu já achava a selvageria dos humanos irritante, mas esse aí se superou...
— Morda a língua antes de dizer alguma coisa de nós, seu verme — Respondi, tentando manter a calma. Por mais que minha vontade fosse de esmagar a cabeça desse idiota com minhas próprias mãos, não podia desperdiçar ninguém apto a lutar nesse momento, mesmo que fosse um humano. — Levem-no para uma cela e deixem que ele passe alguns dias lá sem comida. Vamos ver se esse desrespeito voltará a acontecer depois disso.
O humano se debatia e gritava, mas, por fim, os guardas conseguiram imobilizá-lo e o tiraram da minha frente. Já tinha muitos problemas para resolver, não queria ter que lidar com esse animal novamente.
— Ei, você — Disse, chamando um dos irmãos que viera até a sala após o escândalo do humano. — Como está indo a produção de poções daquela mulher de Rookgaard?
— Dentro do planejado, senhor — Respondeu-me o minotauro, demonstrando calma. — Como nos foi recomendado, estamos garantindo que ela beba uma dose de cada poção que fabrica, para provar que não estão envenenadas. Nosso problema é com a matéria-prima das poções... Os estoques já estão no fim, e vai ser difícil conseguir mais com essa ameaça do Palkar nos rondando...
— Não se preocupe, irmão. Vamos dar um fim nisso antes que seja necessário buscar mais — Disse, com a voz mais serena que consegui. Pelo menos na frente do meu povo eu precisava demonstrar tranquilidade, mesmo que eles já soubessem da gravidade da situação.
Antes que o minotauro pudesse dizer mais alguma coisa, um dos guardas entrou correndo na sala, parecendo bastante assustado.
— Majestade, urgente! — Disse ele, com os olhos arregalados, — Os rebeldes! Eles estão se movimentando próximo à cidade! Podem nos atacar a qualquer momento!!!
Então é isso, o tempo acabou. Esperava um ataque das tropas de Palkar em breve, mas não tanto assim... Parece que tudo estava ainda pior do que eu pensei.
— Convoquem todos os irmãos capazes de segurar um machado! Vamos defender a cidade desses traidores!!! — Gritei com todas as minhas forças, esperando que minhas palavras também atingissem os Deuses. Nosso futuro seria decidido ali, e, talvez, só mesmo um milagre nos salvaria.
...
LEON
Seguimos por vários minutos pelas galerias subterrâneas sem encontrar nenhum sinal de vida. A essa altura, a estrutura do templo já ficara para trás, e agora andávamos literalmente em uma caverna. Devido à má iluminação, foi também a primeira chance de usar uma das magias que aprendi.
— Utevo Lux! — Disse, enquanto uma fonte de luz me envolvia, e tornava mais claro o nosso caminho.
Continuamos a caminhada, agora conseguindo enxergar melhor os detalhes. Notamos ao longo do caminho que uma grande quantidade de criaturas — semelhantes a enormes minhocas — estavam mortas e misturadas em meio a terra. Isso mostrava que alguém, ou alguma coisa, passou por ali recentemente, já que não encontramos nenhuma das criaturas vivas.
— Isso não é um bom sinal, Marlon — Disse ao garoto, demonstrando minha preocupação. — A estrada está bloqueada, não era pra alguém ter entrado aqui e matado essas minhocas...
— Não se preocupe, Leon — Respondeu ele, sorrindo. — Os guardas devem fazer uma ronda por aqui de vez em quando, provavelmente foram eles que fizeram isso.
Não me convenci muito com essa hipótese, mas resolvi seguir em silêncio. Como estava escrito no livro de feitiços, a magia de iluminação realmente não durava muito, e eu precisava refazê-la em alguns minutos. Por sorte essa era uma magia simples e que não consumia muito do meu poder mágico, já que não trouxemos tochas conosco; porém, se demorássemos demais, uma hora ou outra minha energia acabaria... Tentei não pensar nisso, e continuamos seguindo em frente.
Depois de mais algum tempo — poderiam ter se passado até mesmo horas, já que não dá pra ter uma boa noção de tempo no subsolo —, continuamos a encontrar criaturas mortas pelo caminho; não só minhocas, como também orcs e aranhas (imagino se tivéssemos que lutar contra todos eles... Dificilmente estaríamos vivos até agora). Porém, um pouco mais a frente, finalmente vimos alguém vivo: uma garota, de altura média e longos cabelos negros, estava agachada atrás de uma pilha de pedras, ao lado de uma bifurcação na caverna; ela parecia observar alguma coisa do outro lado. Ao chegarmos um pouco mais perto, não havia dúvida: a garota era Jasmine.
— Jasmine!? O que faz aqui? Como passou pelos guardas? — Perguntou Marlon, se aproximando dela.
— Silêncio! — Sussurrou ela, curiosamente sem demonstrar surpresa. — Se escondam por aqui!
A garota apontou para o espaço atrás das pedras, ao lado de onde ela estava. Dali era possível observar o que acontecia logo à frente e, ao mesmo tempo, se esconder. Assim que nos agachamos ao lado dela, pudemos notar uma movimentação no espaço a nossa frente. Foi difícil não demonstrar nenhuma reação de surpresa ao ver aquilo: dezenas de minotauros estavam reunidos a poucos metros de onde estávamos, e pareciam estar em uma espécie de reunião.
— Fiquem quietos e escutem! — Disse Jasmine, ainda sussurrando. — Não querem ser pegos por esses touros, não é mesmo?!
Antes que pudéssemos responder, um dos minotauros tomou a frente da multidão, e os outros imediatamente fizeram silêncio.
— Irmãos e irmãs! — Começou o minotauro, de forma efusiva. — Hoje é o grande dia de tomarmos a nossa cidade das mãos daquele tolo do Markwin! Ele, que, de forma covarde, fez com que nossos domínios se restringissem basicamente a Mintwallin, que se negou a lutar para reconquistar nossa liberdade de viver na superfície, que se aliou a humanos corruptos para seu benefício individual, além de tantos outros erros graves... Hoje é o dia de tirarmos essa vergonha do poder! Um governo do povo, para o povo! É disso que Mintwallin precisa agora! Quem está comigo???
—KAPLAR! — Berraram os minotauros, em uníssono.
— Ótimo! Agora é chegada a hora; vamos marchar até Mintwallin, e recuperar nossa dignidade! — Completou o líder, enquanto os outros continuavam gritando e o saudando.
— Vamos aproveitar a confusão e fugir daqui — Disse Jasmine, olhando firme para nós. — Eu sei que vocês têm motivos para invadirem a cidade deles também, mas precisamos de um plano para isso!
Antes que pudéssemos respondê-la, um forte estrondo aconteceu de repente na nossa frente: era um dos minotauros, que destruiu a barreira de pedras que nos ocultava, revelando nossa presença para as criaturas.
___
Última edição por Edge Fencer; 27-11-2016 às 01:06.
Razão: Revisão.