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Tópico: Por trás das Linhas Inimigas

  1. #71
    Avatar de Neal Caffrey
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    CAPÍTULO 4 – RECONHECIMENTO DE TERRENO


    O Führer falava sozinho, dentro do seu jato particular. Ele mesmo o pilotava. Sentado numa das cadeiras da aeronave, estava Johnson, o agente moreno que ajudou a capturar George. Algo estava errado. O agente estava amordaçado, preso a cordas, e desacordado. O Führer deu-lhe uma rápida olhada pelo retrovisor, amaldiçoando cada minuto que perdeu com aquele homem. Eu não acredito que confiei nessa peste. Negro maldito.

    Johnson pensou rápido. Havia uma mochila na parte traseira do avião. Por sorte, o Führer não ativara o piloto automático e ele mesmo não o matara. O plano nazista tinha diversas falhas. Johnson sabia que o Führer não era tão inteligente assim. Era apenas mais um louco. Arrependeu-se drasticamente de ter assassinado George.

    Ágil, Johnson atirou-se ao chão e fingiu ainda estar em transe. O Führer o vigiou novamente através do retrovisor. O maldito do negro ainda está sob efeitos do clorofórmio. Preciso decidir logo o que eu vou fazer com esse desgraçado! Deitado de barriga para cima, com as mãos presas atrás das costas, Johnson vagarosamente conseguiu soltar uma delas. Alcançou o rádio que pertencera a George, e mandou uma mensagem criptografada para o walkie-talkie do outro lado, provavelmente de algum membro da Analítica. Mas era tarde. O piloto automático estava ativado, e o Führer estava parado ao lado dele.

    - Ah, negro miserável. Eu deveria saber. Você é um desgraçado, seu maldito – Johnson começou a debater-se, na tentativa de falar algo, amordaçado. O Führer aliviou a mordaça.
    - Vá se foder, filho de prostituta.

    Os olhos do Führer se encheram de fúria, o que culminou num forte golpe com o pé direito contra o estômago dele.

    - Qual é o seu problema, desgraçado?
    - O meu problema – falou, tossindo rispidamente -, é que você não é o Führer de verdade. É apenas um fantoche, assim como eu fui. O verdadeiro Führer jamais se exporia como você se expõe. Não passa de um idiota.
    - Do que é que você está falando, seu macaco? – estava visivelmente nervoso, o suficiente para causar-lhe pânico dependendo do próximo movimento.
    - Macaco costumava ser a sua mãe, aquela piranha.

    O Führer não perdoou, e abriu a porta do pequeno jato. Chutou Johnson na direção da porta. O ex-agente nazista só teve tempo de puxar a mochila que vira antes, antes de desaparecer no mar de nuvens abaixo do jato.

    - Coitado. Mal sabe ele que vai ser comida de tubarão.

    Piscando instintivamente, Johnson mal pode ler o que estava gravado no braço do Führer. Parecia as letras NFC.

    * * *

    Jack Nicholas olhava para os cinco homens à sua frente. Cada um com uma característica diferente. Não saberia, com certeza, distinguir qual era especialidade de cada um.

    - Deixe que eu os apresente, Jack – Dudley Clark caminhou alguns passos e postou-se em formação militar à frente do seu pelotão. – Esses são os Commandos. Green Beret, por favor, dê um passo à frente.

    O primeiro homem era alto. Sua pele, ligeiramente queimada pelo sol. Extremamente musculoso, a face firme e um olhar assustador feito a morte, deu um passo à frente. Visivelmente, era o soldado mais forte do grupo. O cinto trazia uma pistola desert eagle, um punhal e um pequeno rádio junto de um controle.

    - Jack, este é Green Beret. É o líder dos Commandos. Saiba que é um prazer ter um soldado como este em meu batalhão. Sua inteligência excede alguns padrões – Dudley divertia-se com as descrições. – Recue, Green – o soldado voltou à sua posição original. – Driver, um passo à frente, meu querido.

    O segundo homem, alto, porém magro, de musculatura visivelmente fraca, tinha um rosto determinado. No peito, uma pequena plaquinha de metal cintilava, dizendo CIA. Tinha uma arma como a de Green, uma escopeta de cano serrado e um punhal, também.

    - Este é Driver. Inteligente, demais até, diga-se de passagem. Arrisco-me a dizer que é o mais pensante do grupo. Não há ninguém que dirija como ele. Suas habilidades manuais com qualquer tipo de armas e bombas são notáveis. É uma grande adição ao grupo. Por favor, Driver, volte ao seu posto – Driver obedeceu, voltando à posição. – Sniper, um passo à frente.

    O terceiro soldado era forte, mas baixo. Bem mais baixo que os dois primeiros. Mal lidava com o peso do rifle de precisão nas costas. Lembrava um guerreiro da Segunda Guerra, com duas linhas de balas cruzando-lhe o peito. O mesmo punhal e a desert eagle conhecidos brilhavam no cinto.

    - Este é Sniper. Atirador de elite, não existe nenhum outro que atire como ele. É um dom nato. Também é muito rápido, principalmente ao sacar uma arma. Sniper, volte ao seu posto – o Commando obedeceu. – Por favor, Marine, um passo à frente.

    O quarto homem, abarrotado de acessórios, deu um passo à frente. Usava uma toca camuflada, própria para mergulhadores. Era realmente um mergulhador. Seu traje era igual ao dos outros, mas a bomba de oxigênio ao lado da mochila não deixava dúvidas. Havia um arpão no cinto, junto do punhal e da desert eagle.

    - Apresento-lhe Marine. Ele trata de coisas como vocês, mexe com bombas – o tenente sorriu. – Suas habilidades com o arpão e seus treinamentos de pesca são formidáveis. Mergulha muito bem. Não há nada que o detenha dentro d’água. Fugiu de um tubarão, certa vez. Volte, Marine – o Commando, assim como todos os outros, obedeceu à ordem. – Um passo à frente, Spy.

    O último homem era o mais estranho de todos. Alto e corpulento, aparentemente antipático, diferente dos outros, destacava-se primeiramente pela vestimenta. Não era nenhum uniforme camuflado, ou qualquer coisa do tipo. Pelo contrário. Era uma camisa de linho impecável, sob um paletó marrom. A calça era jeans comum, claramente inapta para a ocasião. Usava sapatos comuns também, bem vagabundos, diga-se de passagem, pretos.

    - Este é Spy. É auto-explicativo, imagino. A inteligência dele só não excede a de Driver, mas sabe agir bem nos momentos de crise. Tem calma para pensar. Não existe no mundo servidor melhor que este determinado homem.

    Jack observou o batalhão, estupefato. Cada soldado tinha uma peculiaridade. O que mais lhe chamou a atenção foi Green Beret. Parecia um monstro emergido das sombras, pelos seus enormes bíceps.

    - Onde está o sexto soldado?
    - Aqui, tenente Dudley Clark.

    Uma mulher entrou pela porta. Todos os homens ficaram embaraçados, com exceção dos Commandos. Michael mal acreditava no que via.

    * * *

    Johnson caía a uma velocidade impressionante. Nunca fora tão difícil colocar uma mochila nas costas. Descendo cada vez mais, Johnson entendeu as últimas palavras do Führer. Mal sabe ele que vai ser comida de tubarão. Ia cair em alto mar. Maldição. Maldito Führer, maldita organização!

    Johnson achou que era a hora. Puxou a corda da mochila, mas nada aconteceu. O pára-quedas falhou. Desesperadamente, buscou pela corda de emergência. Quando a achou, ao puxar, seu corpo deu um tranco no ar e uma força puxou-o para cima. Olhou para o céu, mas o que viu foi um pedaço de pano acinzentado com a suástica bem no meio. Como se eu já não imaginasse...

    Lentamente, caiu na água. Soltou-se da mochila e retirou o paletó nazista o mais rápido quanto foi possível. Inutilmente, nadou contra a maré. Seu corpo sucumbiu diante da força da água que apertava-lhe o mesmo. Cada vez mais, perdia os sentidos, e a água entrava pelo nariz e boca. No fim, escuridão. O corpo de Johnson jazia boiando no mar.

    * * *

    - Algum problema, Michael Jeric?

    Michael estava paralisado. A visão em sua frente era estonteante. Ousada, visivelmente. A mulher de aproximadamente 1,80m, ruiva, dos seios fartos e um estilo de se vestir provocante, entrou lentamente na sala. O quadril e a bunda eram perfeitos. Nenhuma celulite sequer, Jesus amado, pensava Michael, em seus devaneios. A mulher repetiu a pergunta, quando, enfim, ganhou um olhar intimidador.

    - Algum problema?
    - Todos os possíveis. Você perturba a ala dos Commandos – Michael respondeu, boquiaberto.
    - Não estou perturbado – Green Beret abrira a boca pela primeira vez. – A presença da senhorita Turner nos tranqüiliza bem mais.

    Michael olhou confuso para o líder Commando.

    - Permissão para explicar, senhor.
    - Concedida, sargento – o tenente se divertiu ao dar essa resposta a Green.
    - Senhor Michael, Natasha Turner é a nossa melhor guerreira. Digamos que uma junção de todos nós numa só mulher. Nunca ficamos intimidados pelo fato da mulher ser a mais cabeça do grupo, e ter N formas de se mostrar valorosa. É uma adição e tanto, senhor.

    Michael observou as palavras de Green, estarrecido. A mulher é o ponto forte do grupo. Lutou contra o próprio machismo, naquele momento.

    * * *

    - Está tudo completo, mestre. Johnson está eliminado. Só há o problema: Michael e Leonardo, inacreditavelmente, fugiram do nosso campo de concentração.

    O outro homem observou silenciosamente a silhueta desenhada à sua frente. Não posso confiar em ninguém. Que merda.

    - E quanto aos soldados eliminados – a voz era fria, firme -, Capitão?
    - Eu não sei dizer, mestre – o homem estava abalado visivelmente -, não sei dizer. Minha teoria é a de que Michael os assassinou para fugir.

    O outro homem virou de costas. Encarou freneticamente a rua mal-iluminada pela janela, de dentro da sala, que tinha suas luzes apagadas. Remexeu numa gaveta por alguns segundos, e em seguida virou-se para o Capitão.

    - Well done, Capitão. Obrigado por sua serventia. Foi, com certeza, uma mais-valia na nossa equipe.
    - Ah, obrigado, mestre – a preocupação do homem, de repente, foi-se embora -, obrigado mesmo. Tudo pelo nosso ideal.
    - Mas... – o outro homem virou de costas novamente. – Você é um risco. Assumo. Digo mais, até, você quase pôs todo nosso plano a perder.

    O sorriso desapareceu dos lábios do Capitão instantaneamente.

    - Não posso confiar em você, Capitão. Seu modo de resolver as coisas tem diversas falhas. É um risco para mim. Sua participação com nosso ideal termina aqui.

    Rapidamente, sacou a pistola 9 mm com silenciador e estourou a cabeça do Capitão com um tiro. Enquanto guardava novamente a pistola, pôde jurar ter visto uma inscrição “NFC” no braço do defunto, antes de atirá-lo pela janela do outro lado da sala, que ficava de frente para o mar.
    --------------------------------------------------------------------------
    Obrigado a todos que leram. Se quiserem, há uma foto dos Commandos.

    Da esquerda para a direita: Marine, Driver, Green Beret e Natasha em pé, Sniper no chão. O outro soldado, eu retirei da foto porque não faz parte do roleplay. Este é Spy.


    Abraços!

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    Última edição por Neal Caffrey; 02-12-2008 às 19:36.
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  2. #72
    Avatar de AmyStar
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    Começei a ler os capítulos, no principio eu estava gostando bastante, os capítulos estavam otimos, bem detalhados e redigidos, já o 3º capítulo não me chamou muita atenção - não sei porque - e mesmo assim continuei lendo, quando cheguei no 4º eu não parei nem para respirar, eu tava sentindo tudo que estava se passando lá dentro da história, um ponto muito bom que você tem é esse, de deixar o leitor imaginar o que está se passando, com muitos detalhes que são nescessários nas histórias daqui do Roleplay. esperando o 5º capítulo, :wscared:

    na casa de espelhos, espalho os meus rostos.
    e finjo que finjo que finjo que não sei

    http://img413.imageshack.us/img413/3...cc674517fa.jpg

  3. #73
    Avatar de Meltoh
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    Bom... Capítulo bem interessante esse, não imaginaria que você usaria os comandos, apesar do titulo do roleplay xD
    Leia minha roleplay :Terras Distantes

  4. #74
    Avatar de Neal Caffrey
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    @Amystar
    Obrigado pelos elogios! ;]

    @~
    Nem eu sabia que usaria os Commandos. EAUHEAUhea

    @Topic
    BUMP!~
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  5. #75
    Banido Avatar de Hovelst
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    Leonardo avaliou as opções. Ele era alto, aproximadamente o tamanho de Michael, quase um e oitenta de altura. Os longos cabelos grisalhos caíam levemente sobre a face impecável. Era hippie. Era forte e tinha os ombros largos. Havia uma marca com a letra S em seu pulso, semi-escondida sob o uniforme.
    Eu vi aqui um problema meio que comum entre os escritores daqui. Por mais que eles tentem descrever, muitas vezes eles simplesmente acham que é só colocar em qualquer canto quando não é bem assim.
    Fazer uma descrição é colocar ela em um ponto que caia bem, e aqui não era esse ponto. Se você ver, você está falando sobre "Leonardo estar avaliando as opções", e depois simplesmente, muda de assunto, para poder descrever. Ou seja, nada haver com a primeira frase.
    As frases tem que ter ligação, rapaz. Insira a descrição em um momento que é para descrever e não em algo totalmente fora dela. Coloque-a de uma maneira natural.

    Leonardo e Samantha corriam intensamente pelo campo coberto de neve em Nova York, depois de terem fugido do Japão clandestinamente por um navio, quando foram pegos por oficiais norte-americanos, durante a Segunda Guerra.

    O Padre Merrin estava de pé, ao lado de quatro oficiais. À sua frente estendia-se uma fila de quinze pessoas. Um dos oficiais dirigiu-se a ele.

    - Padre, quais deles deverão morrer?

    O Padre passou a rezar. Então, o oficial puxou Samantha para si.

    - Rezando, padre?
    - É só o que me resta. Que Deus esteja conosco.

    O oficial riu.

    - Deus? Sinto muito, padre Merrin, o seu Deus não está aqui hoje - e deu um tiro na cabeça da garota, que caiu dura em seguida. Depois, em estado de choque, Leonardo fugiu.
    Desculpe mas não existem um número considerável de padres nos Estados Unidos, pelo fato de eles serem protestantes. Protestantes tem como representante de Deus um pastor e não padres. Apenas isso, mas se quer manter um padre, por mim, tudo bem. Apenas para te mostrar que não é comum.

    Eu não tenho muito o que comentar sobre o capítulo, mas apenas ressalto o que já falei aqui. As coisas acontecem rápido demais e concordo sobre este comentário do Pernalonga.

    Citação Postado originalmente por Pernalonga
    Sobre o enredo. Bom, achei muito forçado e mal explicado a traição do japa contra o führer. Não sei se você não falou direito por querer, para dar ênfase em outro capítulo, mas ficou ruim do jeito que está. E mesmo se você for explicar melhor essa traição, acho que ficaria muito melhor uma explicação mais aprofundada nesse capítulo.
    Outra coisa. O führer fala a Jack que ele não tem muito tempo para sair do prédio, aliás, que ele só tem tempo para SAIR do prédio, nada mais. Mas em contradição, nesse tempo, Michael e Leonardo se juntaram, conversaram, fugiram e conseguiram chegar ao prédio da analítica! O que é um absurdo também, porque se eles sairam do lugar onde está o Míssil de Alcance (de míssil) Nuclear para o alvo desse míssil, acho que era melhor mudar o nome de Míssil de Alcance para Missil de Potência Nuclear, entende?
    E para juntar à isso, eu achei meio estranho o fato dos soldados acatarem a ordem dele facilmente. Por que diabos eles acatariam a ordem de uma pessoa que eles nem diabos conhecem? Seria no mínimo burrice, até porque você pode dizer que era por causa das roupas, mas eu duvido que eles dariam alguma roupa com patente nelas (ou seja, a marca que fica sobre os ombros).

    Mas, quero ver o desenrolar dos fatos. Próximo?

    Ps: Cara, tu poderia não deixar essa imagem do capítulo 4 desse tamanho. Primeiro porque ela está fora do padrão e outra, porque alguns tem internet discada, como eu...
    Eu não lembro como "prender" a imagem, senão eu te falava, mas tem uma maneira de fazer isso.
    Eu ficaria grato.

    Hovelst




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  6. #76
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    @Hovelst
    Eu concordo com o seu post inteiro. Eu apenas fiz questão de citar uma parte dele.

    Citação Postado originalmente por Hovelst
    E para juntar à isso, eu achei meio estranho o fato dos soldados acatarem a ordem dele facilmente. Por que diabos eles acatariam a ordem de uma pessoa que eles nem diabos conhecem? Seria no mínimo burrice, até porque você pode dizer que era por causa das roupas, mas eu duvido que eles dariam alguma roupa com patente nelas (ou seja, a marca que fica sobre os ombros).
    Existe uma passagem do texto em que ele menciona "ordens do Führer" aos soldados. Na Segunda Guerra, a hierarquia pouco importava. Quando um soldado determinava que o capitão havia dado-lhe uma incumbência, todos os outros remanescentes eram obrigados a acatar, principalmente quando tratava-se de formação militar dos contingentes. Portanto, eu não vejo a passagem como uma falha, mas sim como uma presença histórica. Eu precisei de um professor historiador pra me explicar isso, porque qualquer livro de história não traz informações detalhadas sobre os campos de concentração da Segunda Guerra.

    Quando tiver tempo, leia o quarto capítulo. (: Eu reajustei as imagens, pode clicar no link, se quiser.

    Abraços.

    @Topic
    Eu tô com o capítulo 5 quase pronto, eu estou apenas esperando mais postagens pra esse. O povo tá visitando bem pouco a minha história, em especial alguns dos membros do fórum que eu mais prezo. Espero a presença deles aqui.

    Obrigado a todos,
    Abraços.
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  7. #77
    Avatar de zack746
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    Bom Cristiano...

    Eu não tava gostando muito do seu texto mais este capitulo foi simplesmente... Agradável.
    Nada me tirou a atenção, a não ser as imagens que vc colocou que sinceramente me deixaram a desejar (minha imaginação tinha pensado em coisas melhores), seus personagens tem caracteristicas interessantes. Gostei muito do Sniper, gosto de caras precisos e rápidos.

    A imagem que vc colocou destruiu meu coração, aonde está a natasha, a mulher semi-perfeita e pronta pra me "servir" de N formas, na imagem eu só toh vendo uma puta velha hahahhaha.

    Brincadeiras a parte seu texto tá otimo.
    Espero que continue escrevendo desta forma

  8. #78
    Avatar de Neal Caffrey
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    Citação Postado originalmente por zack746 Ver Post
    Bom Cristiano...

    Eu não tava gostando muito do seu texto mais este capitulo foi simplesmente... Agradável.
    Nada me tirou a atenção, a não ser as imagens que vc colocou que sinceramente me deixaram a desejar (minha imaginação tinha pensado em coisas melhores), seus personagens tem caracteristicas interessantes. Gostei muito do Sniper, gosto de caras precisos e rápidos.

    A imagem que vc colocou destruiu meu coração, aonde está a natasha, a mulher semi-perfeita e pronta pra me "servir" de N formas, na imagem eu só toh vendo uma puta velha hahahhaha.

    Brincadeiras a parte seu texto tá otimo.
    Espero que continue escrevendo desta forma
    Ah, tá bom então, esta é Natasha:


    Quanto ao restante do comentário, obrigado! =) Eu estou esperando o Claudio vir aqui, mas acho que ele está um pouco ocupado esta semana. Talvez eu espere um pouco mais para lançar o próximo capítulo.

    Abraços.
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  9. #79
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    Este capítulo ficou um tanto quanto forçado. Eu me inspirei no final de Fortaleza Digital para construir o algoritmo enviado pelos Nazistas. Já estou avisando, porque não quero ser hostilizado. Está, realmente, inspirado no livro. Eu já tinha visto O Enigma, quando pesquisei sobre a Segunda Guerra para construir o roleplay, mas não pretendia usá-lo até que o vi no Fortaleza Digital. Acredito ter ficado apropriado. Obrigado a todos.
    CAPÍTULO 5 – FANÁTICO, RELIGIOSO, SEJA O QUE FOR


    Abriu os olhos lentamente. Não sabia onde estava. Levantou-se, deitado em uma rede feita de grandes folhas de bananeira. Que diabo é isso? Tentou lembrar-se do que aconteceu. Uma luta no ar. Fora jogado para fora do jatinho. A suástica brilhava. Afogamento. Escuridão. Fim.

    Levantou-se assustada e vagarosamente. O domo onde estava era completamente antiquado, lembrava muito as cidades da América Central. Mas era totalmente branco. Incolor. Salvo pela rede em que estava deitado, que era selvagem. Havia uma porta. Locomoveu-se até ela, e então a abriu. Um clarão invadiu os seus olhos. Estou no céu?

    A voz de Deus era clara ao coração do homem. Estou no céu. Pensou se teria feito tudo que podia. Pensou se os hostis atos cometidos devido ao nazismo o tirariam a vaga no céu. Pensou. Sonhou. Clarão novamente, e novamente a escuridão. Apagou.

    * * *

    As florestas nos arredores de Frankfurt estavam calmas como sempre. A Alemanha vivia um grande momento, em breve tomaria o lugar dos EUA na Primeira Colocação em Economia Mundial. O avanço do país era espantoso. A formação nuclear de suas empresas era assustadora, o avanço tecnológico, incomparável. Há tempos, o Japão havia se convencido de que a Alemanha tomara seu posto. Um turbilhão de idéias do tipo passava pela cabeça de Dudley Clark, quando avançou com seus Commandos em meio à floresta. Michael estava no grupo. Leonardo Yami ficara na Analítica, desenvolvendo sistemas junto de empreendedores. Jack fora para casa, precisava descansar. Havia 57 horas para agir. Pouco menos de três dias.

    A fila indiana era perfeita, apesar de a formação ser condenada pelo próprio tenente. Não tem cara de esquadrão especial, por Deus! Michael era o cabeça do grupo. Caminharam por exaustivas centenas de metros, quando o tenente ordenou a parada.

    - Meus Commandos – trazia uma emoção desconhecida na voz. – A operação está em suas mãos. Confio em vocês. Eu voltarei até a base da EAI e vou tentar quebrar o código que chegou da organização deles.

    Green Beret olhou para o horizonte. Os primeiros raios do amanhecer pairavam sobre Frankfurt. Quem quer que olhasse para Green no momento não reconheceria o soldado. Estava compenetrado. Mas a emoção era visível nos olhos do contingente. Pensou que talvez fosse sua última missão à frente dos Commandos.

    - Boa sorte, amigos.

    A forma de tratamento do tenente chamou a atenção de todos, especialmente de Driver. Amigos? Nunca foram chamados assim. Driver entendeu. O tenente não acreditou que os Commandos voltariam do campo de batalha.

    - Sentido.

    Todos os Commandos bateram continência. O comandante, então, sumiu às costas dos comandados.

    - Grande homem – Green Beret surpreendera pelo comentário. Michael, à frente do pelotão, avaliou todas as opções. Segundo o relógio rolex de pulso, eram seis da manhã, em ponto. Observou o céu, calmamente. Em seguida, postou-se de frente aos Commandos.

    - Senhores – sua voz trazia determinação, o que tranqüilizou seus soldados -, temos um cerco em mãos e temos que fechá-lo. Nenhum de nós morrerá. Eu garanto. E não hesitem em sacar a pistola e abrir fogo. Tentem ser o mais discretos quanto possível. Infiltraremos-nos vagarosa e pacientemente.

    Todos os Commandos tinham olhares determinados. Nenhum estava disposto a sair derrotado. Michael entendeu porque o tenente dissera que era o melhor pelotão que detinha na sua base.

    - Senhores... caminhando.

    * * *

    O tenente Dudley Clark entrou na sala do banco de dados da EAI. A balbúrdia era incrível. Homens com jalecos brancos desfilavam para lá e para cá, operando computadores e tentando quebrar a mensagem codificada que chegara da base nazista. Jack Nicholas estava ausente. Apenas um rosto conhecido: Leonardo Yami estava sentado na cadeira de honra da sala, em frente a um enorme painel de nove metros de altura por quatorze de largura. O painel lembrou ao tenente o filme Matrix, onde os computadores exibiam letras verticalmente dispostas em cor verde num painel preto. Yami estava compenetradíssimo, e Clark decidiu que não o iria interromper.

    A sala era retangular, gigantesca. Clark jamais vira qualquer base de operações tão espaçosa, nem mesmo nas próprias instalações do FBI. Os computadores certamente deixariam quaisquer outros do mundo obsoletos. Ninguém notou a presença do tenente ali. Ele caminhou vagarosamente até chocar-se contra algo inesperado. Havia uma parede invisível. Clark estava atrás de um vidro, e a porta pedia uma senha manual, com análise de retina e um espaço para inserir a mão, certamente um reconhecedor de digitais. Retirou o celular do bolso, mas nada pôde fazer, não havia rede. Da primeira porta ele havia passado, mas estava preso entre a primeira e a última. Um ruído estridente ressoou na porta atrás. Clark virou-se. Deu de frente com Natasha.

    - Você não deveria estar com o pelotão, #6?
    - E quem vai cuidar de você, capitão? – a recruta deu uma piscadela para o tenente.

    Inseriu a mão no leitor inferior, ao passo de que alinhou o olho no superior. A porta se abriu com um estalo, e o som invadiu os ouvidos do tenente. Isso explica muita coisa...

    Yami virou-se instantaneamente. Fez um sinal para que os dois visitantes se aproximassem.

    - Enfim, pessoas – Yami estava compenetrado -, eles nos mandaram uma mensagem codificada. Mas a construção apresenta algumas falhas. Existem algumas letras dispostas aleatoriamente pelo circuito. Não sei o que significa, necessariamente. Muito me surpreende que a mensagem tenha chegado inteira.

    Natasha observou atentamente o painel.

    - Senhor Yami, o senhor já verificou quantos grupos de palavras aleatórias aparecem na mensagem?
    - Bem, Natasha – Yami analisou alguns relatórios manuais que levava consigo. - São quatro letras aleatórias em cada parte do código. Se quiser, podemos tirar várias cópias para distribuir nos departamentos de criptografia das grandes empresas dos EUA. Mas eu não acho que encontrarão significados. As letras são totalmente aleatórias.

    Natasha tomou o relatório e passou a observá-lo.

    - Por favor, senhor Yami, eu preciso que você redija todas as letras aleatórias dispostas pelo código. Eu imagino o que pode significar.

    Clark olhou para ela, surpreso.

    - Você imagina o que pode significar? Pelo jeito o FBI fez bem à sua cabeça, Natasha.
    - Obrigado comandante.

    Leonardo começou a trabalhar. Manualmente, redigiu todas as letras aleatórias num pedaço de papel. Depois, passou-as para o computador à sua frente, num bloco de notas do Windows. Ainda não faziam qualquer sentido para Leonardo e Clark, mas Natasha já sabia o que significava.

    Leonardo apresentou-lhe as letras.

    SHUE AVRO OOMM ZAIR LSBN SIMC DDOO NSEO AEDS IEIS DCEE PRRN IHIM EOOF NUXP RPPC

    Para Leonardo ainda soava totalmente aleatório.

    - Senhores – Natasha estava empolgada -, apresento-lhes o Enigma!

    * * *

    O pelotão avançou. Já tinham caminhado por um bom tempo. Michael reconheceu a árvore que marcara com um tiro quando escapara. A concentração nazista estava próxima. Green sentiu um calafrio subir-lhe a espinha.

    Avançaram mais alguns metros. Estavam tão compenetrados que nem sequer perceberam o nazista sobre a árvore marcada, com uma HK em punho, pronto para atirar. Seu ponto eletrônico soava na orelha. Ainda não era a hora. O próprio Führer estava no comando da operação, agora. As palavras eram claras. Um dos Commandos morrerá primeiro. Mandaremos outra mensagem criptografada para os “analíticos”, depois da morte do mesmo. Não se preocupe. Está tudo sob controle. Quando o primeiro morrer, o grupo recuará.

    Era brilhante. O soldado sorria pela oportunidade que lhe fora dada. Eu subirei rapidamente na hierarquia do campo. Mais feliz impossível.

    Era ágil e leve. Saltou por entre as árvores silenciosamente. Já estava seguindo os Commandos há um bom tempo sem ter sido notado. Apenas aguardava a ordem para fuzilar um deles. O escolhido do Führer.

    * * *

    - TEM RAZÃO!

    Clark estava estupefato. O Enigma foi o modo pelo qual os soldados nazistas enviavam mensagens na Segunda Guerra. Eram sempre grupos de quatro letras. Nunca seriam interceptados. Nunca seriam descobertos. Era perfeito.

    - E os nazistas nos dão... – Natasha deixou ferver dentro de si curiosidade acadêmica. – O Quadrado de Julio César!

    Leonardo entendeu instantaneamente. Havia dezesseis grupos de quatro letras. Quatro vezes dezesseis, sessenta e quatro. Um quadrado perfeito. O quadrado de César apenas ordenava que as letras fossem dispostas num 8x8, de forma a ler o que está escrito na vertical, ao invés da horizontal. Natasha tomou um pedaço de papel e começou a decriptografar a mensagem.

    S H U E A V R O
    O O M M Z A I R
    L S B N S I M C
    D D O O N S E O
    A E D S I E I S
    D C E E P R R N
    I H I M E O O F
    N U X P R P P C

    A mensagem era cruel. Natasha rapidamente tomou outro pedaço de papel e ordenou a frase do modo que imaginou que ela tivesse sido montada.

    SOLDADINHOS DE CHUMBO, DEIXEM-NOS EM PAZ. SNIPER VAI SER O PRIMEIRO, PORCOS! NFC.

    - NFC. Nazist Force Corporation – o queixo de Natasha caiu no chão.

    * * *

    - Vá, Will. É a hora – o ponto eletrônico vibrou no ouvido do soldado nazista.

    William Charlie continuou saltando as árvores, sem ser notado. Era silencioso demais. Treinado para aquilo. Vagarosamente, posicionou-se e esqueceu-se da HK. A mira que tinha era muito boa, mas tinha medo de acertar o soldado errado. Sacou a 9 mm com silenciador. Desceu no chão. Caminhou com tranqüilidade a bons 20 metros de distância do pelotão, pelo lado direito do mesmo. Não perceberam. Mas era tarde. Will ajustou a mira e, sorridente, proferiu baixas palavras ao vento.

    - Adeus, Sniper.

    O tiro acertou em cheio nas costas do Commando. Sem hesitar, disparou mais duas vezes. Pulmões perfurados. Perfeito. Voltou para a copa alta das árvores, como esconderijo, e observou o que aconteceu a seguir. Contendo o grito, Michael tomou Sniper nos braços. Estava morto. O primeiro soldado do batalhão de inteligência morrera.

    O walkie-talkie de Sniper ressoou. Era Natasha. Mas era tarde.

    - Michael... – Sniper, com esforço, proferiu as últimas palavras. – Pegue-os. Confio em... você. – Escuridão. Acabara. O corpo de Sniper jazia no terreno hostil da floresta.
    Jason Walker e o Retorno do Príncipe
    Sexta história da série de Jason Walker e contando. Quem sabe não serão dez?

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  10. #80
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    Dando uma passada rápida!´
    Daqui a alguns minutos tenho prova de vestibular, então eu deixo aqui meu comentário pra mostrar que tô vivo, assim que voltar da prova leio o que falta e comento aqui mesmo!

    não precisa me esperar, não sou tão considerável assim.... e pode deixar que eu sempre venho


    Edit:

    cara, estou maravilhado com sua história. É esse o tipo de ação que gosto, ainda mais quando o tema é segunda guerra, eu AMO coisas relacionadas a ela! Tudo que foi se desenrolando até o momento em que o Sniper morreu foi incrível. Eu cheguei a pensar que ninguem morreria, pois você descreveu cada um como se fosse o personagem principal, e logo seriam poupados, mas agora que quebrou a espectativa, espero o melhor!
    rumo ao próximo!

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