Capitulo 4 – Mundo pós Pheakeon.
Depois da frustrada tentativa de Kycel dominar o mundo, tentando unificar os reinos pela força bruta. Thana simplesmente prendeu o Mahad como uma arma em Liberty Bay, depois de reparar que Mikson havia se desviado do seu caminho.
Porém antes da sua ação um tanto quanto infantil, muitos guerreiros que participaram da revolta contra os demônios, nas planícies perto de Kazordoon, que na época se chamava Liberdade, nome dado pelo herói que pouco era mencionado nos dias atuais, Pheakeon Yarudoraf. Se separaram pelo continente, ou foram para outros, como Darama, talvez ilhas como Liberty Bay, mas de fato muitos sumiram do mapa, algo com certeza não agradaria Pheakeon, se ainda estivesse vivo.
Um ano depois da morte do grande Líder, Thana Dayon decidiu retornar para Thais, e reconstruir a cidade junto de seu grande amigo, Diloth Merdi e seu companheiro de batalhas, Zypalin, que também grande amor, mas ela nunca adimitiu tal sentimento.
Levou Dois anos para reerguer a cidade, que ficou idêntica a forma anterior, visto que Nost não danificou as estrutras principais, pois queria fazer dela seu Reino. E assim aos poucos, pessoas foram se dividindo no continente. Carlin não foi tão atacada, mas de precaução a Rainha Eloise foi condusida para a cidade, onde que apenas pode esperar e torcer pela vitória do Mahad.
De certa forma a divisão de Thais ficou, com a Líder Thana Dayon como a rainha de Thais, e Diloth Merdi ficou com os assuntos negros da cidade, tais como criação de uma tropa especial, para problemas eventuais e que necessitem ser dizimados com rapidez e sem deixar com que os habitantes descubram a existência da tropa, que levava o nome de Luz. Muitos boatos rodeavam esse nome, mas sempre era desmentido pela realeza e seus subordinados.
Zypalin manteve-se leal ao reino de Thais, realizando missões para o mesmo constantemente, devido à pequena tropa que o reino possuía. Mas diferente de os outros três membros, da resistência de Thais, Wiffeas Ibiany manteve seu relacionamento com a Rainha Shirea, e não gostava muito da vida que levava, até que conheceu e se aprofundou nas histórias das plains of havok, mas conhecida pelos aventureiros como “Poh”. Uma em questão o chamou atenção, a história de Porgol, que por pouco não conseguiu trazer dos mortos seus pais, mas Wiffeas estava interessado em usar esse poder para o lado obscuro, e intensificou mais ainda depois que Kycel invadiu Thais, onde a Rainha Shirea morreu, e ele foi expulso de Ab’Dendriel pelo novo governante, que nem ele mesmo conhecera, fato esse que levantou o ódio por ser ignorado na disputa pelo trono da cidade.
Aos poucos Wiffeas foi se aprofundando no assunto, aonde recrutou alguns renegados de várias cidades, inclusive refugiados da vila do alvorecer, que agora era mais uma colônia de Thais semelhante à Liberty Bay, já que Moorie aceitou vender seu povo, para salvar sua vida.
Esses recrutas eram levados pela esperança de uma vida melhor, mas Wiffeas os levava para seu esconderijo, nas proximidades de uma planície que servia de lar para Cyclops, lugar este que era utilizado como teste para as mutações que Wiffeas realizava em seus recrutas. Mutações que transformavam a pessoa, em máquinas de guerra, onde não sentia dor ou qualquer outro sentimento, a não ser o ódio.
Com o tempo, Wiffeas, começou a pensar em um lugar maior, para trancafiá-los, porque mesmo que esteja controlados, ele não confiava muito na sorte e logo tratou de utilizar os mesmos, para construir a própria prisão das pobres criaturas, abaixo da Planície de Havok, para não levantar suspeitas de seus experiementos.
Passados 5 anos Wiffeas estava com um exército de 100 criaturas, que viviam em completa harmonia, era bizarro ver o ódio que eles tinham de outras criaturas, exceto de seu mestre e de seus semelhantes, mesmo que ele tenha os trancafiado, com condições horríveis para a sobrevivência. Com esse número Wiffeas achou que já era o bastante, para começar a se aprofundar definitivamente no poder do experimento de Porgol.