Qnd sai o prox cap?
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Qnd sai o prox cap?
Opa obrigado, sempre marquei com cores para poder ficar mais fácil a leitura, algumas histórias cansam os olhos se não tiver um espaço aqui uma cor ali, sempre faço o possível para melhorar.
Acho que vai demorar um pouco, estou "atolado" de coisas para fazer, ainda bem que hoje tive uma folguinha para poder comentar nas outras histórias, mas a minha vai demorar, sabe como é ter vários compromissos e muitos deles são de vida ou morte, o Darksael sabe bem disso.
Agora que eu percebi que na tua história tem 5k de visualizações a mais do que na história do Dan, mas aqui não tem a metade da quantidade de posts que tem lá.
Mas a minha história já tem um ano, a dele é mais novinha, mas acho que a que tem mais comentários se não me engano, mas logo logo ele me passa em visitas, até passou a do Dessossa pelo que vi ali, ta num ótimo caminho, engraçado que jurava que a do Dessossa ia me passar, pena que ele parou de postar.
Bom pessoal outro capítulo pronto, acho que ficou muito interessante este, agradeço a audiência e a paciência de todos que acompanham a minha história.
Com este capítulo se encerra ou não esta busca pelo deserto, acompanhem:
Capítulo 10 – A Missão do Deserto
Parte VIII – Ao Encalço do Trapaceiro
Zolin Leon: - Cuidado que ele tem certos truques!
Griffos: -Mas o elemento surpresa é nosso!
Codemons: - Ele já notou nossa presença!
Izan: - Mas nem fomos vistos ainda!
Codemons: - Mas vejo que ele ficou agitado!
Izan nota que o olhar de seu amigo vai muito além do horizonte, sabia que alguma coisa tinha mudado nele, ele tinha adquirido uma percepção muito intima com a magia negra, mas seus pensamentos foram interrompidos por Zolin.
Zolin Leon: - Olhem, ele está fugindo!
Griffos: - Vamos rápido!
Todos começaram a correr e os magos alcançaram o traidor antes dos demais e ele parou de correr, quando sabia que não iria escapar.
Hengis Wulfson: - Vejo que vocês escaparam de todas as artimanhas do grande mago do deserto!
Zolin Leon: - Você que não vai escapar tão fácil de nós!
Hengis Wulfson: - Isso é o que veremos!
Ele rapidamente abaixa e levanta um punhado de areia deixando elas deslizarem por entre os dedos enquanto recita algumas palavras mágicas, uma corrente de vento então levanta areia e todos protegem seus olhos do ataque, mas nada foi em direção dos aventureiros, mas ao ivés disto uma nuvem de areia se levanta e aos poucos forma uma criatura alta e sólida como a pedra.
Hengis Wulfson: - Golem, mate a todos!
Zolin Leon: - Você não irá fugir!
Então Zolin lança duas flechas de suas aljava contra Hengis, mas a criatura se põe no caminho, bloqueando assim o ataque, ela começa a esfarelas os dedos e ataca os guerreiros com pedras, Griffos com sua agilidade bloqueia as pedras com seu escudo.
Griffos: - Zolin, vai atrás dele que nós cuidados do golem!
Zolin Leon: - Ta certo!
Codemons: - Muito bom Griffos, tem alguma ideia?
Griffos: - Eu não e você?
Codemons: - Que maravilha!
O Golem fica ocupado chutando o escudo de Griffos e Zolin aproveita para seguir no encalço de Hengis, Izan lança um exori frigo contra o golem que bloqueia com os braços, dando a chance para Griffos se recompor.
Izan: - Eu tenho uma ideia!
O Falso necromante corre em direção ao sul, mas Zolin está acompanhando seu ritmo, ele vê que não tem como fugir então resolve encarar seu perseguidor.
Hengis Wulfson: - Então o jovem paladino deseja me enfrentar sozinho!
Zolin Leon: - Você não me engana com seus truques!
Hengis Wulfson: - Isso é o que veremos!
Hengis retira de sua bolsa diversos estrelas e as lança contra Zolin, ele se defende com os braços e se esquiva de outras, retirando uma que ficou presa em sua armadura lança de volta contra o opositor, este por sua infelicidade não tem a destrase e ao tentar se equivar é atingido no braço.
Hengis Wulfson: - Eu me rendo, eu me rendo!
Zolin Leon: - Fique parado!
Hengis Wulfson: - Estou parado, o que quer de mim?
Zolin Leon: - Quero o livro do Necromante!
Hengis Wulfson: - Este livro! (Mostra estendendo ele de sua bolsa)
Zolin Leon: - Jogue para cá!
Hengis Wulfson: - Então pega!
Hengis lança o livro ao chão e Zolin se abaixa para segurar ele, mas então Hengis aproveita a situação e lança uma bomba de veneno onde Zolin estava e sai rindo:
Hengis Wulfson: - Não conhece nem metade de meus truques jovem paladino!
Zolin fica tossindo enquanto Hengis se evadi rindo e aprecisando os bens que havia roubado.
E não muito longe dali . . .
Griffos: - Talvez de certo mesmo!
Codemons: - Adoro esses planos!
Izan: - Agora! Vai Griffos!
Griffos bloquei um golpe feito pelo golen e recua abrindo um espaço entre eles, o golem prepara mais um ataque, mas uma onda de fogo lhe atinge, a onda de fogo é tão intensa que faz suas pedras brilharem com o fogo, com isso Codemons se esgota e recua, antes mesmo da criatura tentar algo Izan lança uma poderosa onda de gelo, a queda de temperatura é tão repentina que trinca suas pedras e faz o golem recuar enquanto suas pedras congelam, Izan abaixa os braços mostrando o cansaço de tantas batalhas e Griffos que tinha se recuperado corre e com um salto ataca o golem, seu machado fica grudado nele e se esforça muito para retirar, então aos poucos o golem se despedaça na frente de todos.
Zolin havia recuperado o livro, mas o falso necromante já estava longe, todos se reunem e levam o livro para o alçapão que guarda a entrada secreta do labirinto, logo chegam e jogam o livro ao fundo.
Não demora muito tempo para Adrenius chegar e vê que todos estão se organizando para comer, Izan havia pescado alguns peixes numa lagoa ao sul do acampamento.
Codemons: - De onde você veio!!!
Adrenius: - Eu vim de um teleporte desativado que fica numa ruina ao sul!
Zolin Leon: - É perto de onde o Izan estava pescando!
Adrenius: - Tinha uma lagoa lá mesmo, mas então deu tudo certo?
Griffos: - Só o Hengis que fugiu!
Adrenius: - Mas isso não tem problema já que o mais importante ficou, este livro!
Codemons: - Livro de poderes negros é o que diz?
Adrenius: - Não só de magia, também há nele o motivo ao qual fez eu vim para esse fim de mundo!
Izan: - E qual motivo de você vir para esse fim de mundo?
Adrenius: - Acho que chegou a hora de contar a vocês uma fato que aconteceu a muito tempo . . . !
Realmente esse trapaceiro tem muitos truques na manga, quem conhece a história dele poderia fazer uma dissertação, ou até ser apresentado como tema de uma disputa, mas a final quem é que pega um sabonete liso como esse?, mas acho que a história dele não acaba aqui (talvez).
Já comecei a escrever o próximo capítulo, este vai ser esclarecedor em alguns fatos e duvidoso em outros, mas com certeza vai apresentar um novo patamar para a história, tenham paciência que em breve ficará pronto.
Próximo Capítulo - A Missão do Deserto.
Parte IX – O Braço da Morte.
alelua um cap da melhor hisotria da seção, eu tava ancinoso e.e o que sera que aconteceu com adrenius? u.u
Todos começaram a correr e os magos alcançaram o traidor antes dos demais e ele parou de correr, quando sabia que não iria escapar.
Opa!
Finalmente capítulo novo!
Esse foi bem movimentado e teve bastante batalha! :y:
No aguardo do próximo e das suas revelações! :D
Bom capítulo.Ah, esse Necromancer das trevas não dura nada com você. Ta bom, tá perdendo a graça esse papo de Izan macumbeiro, até agora não vi mais ninguém quebrar o pulso ou ser assaltado aqui :fckthat:
Cada dia melhor, ótima história, parabéns
Cara, to acompanhando sua historia ;P muito legal velho, gostei muito da organização e do enredo da historia, depois se tiver tempo releia tudo pois tem alguns erros de ortografia que pra quem começou a ler a historia agora como eu notou.
Parabens, sua historia é a que teve mais leitores ate agora.
Coloquei capitulo novo na historia depois comenta la?? ;D
O pessoal agradeço aos leitores e aos que comentaram nesse capítulo, essas ultimas semanas tenho trabalhado muito, muito mesmo, realmente preciso de umas férias para poder terminar esse capítulo 10, além do Tibinvaders, acho que em breve consigo isto.
Opa já corrigi isto, mas obrigado por ajudar, quando escrevemos o que pensamos pode passar algumas coisas que gostaríamos que estivesse correto, mas não ficou, é nessas horas que o pessoal que dá esse toque ajuda a arrumar o que ficou neutro a leitura.
Os próximos não prometo tanta ação assim, mas quem sabe posso dar uma pitada nessa história dentro da história que irei postar, vai ser interessante.
Mas se o necromancer tiver poderes sombrios poderia a sobreviver a esse feitiço.
Fala sério, quando numa disputa assirrada de opiniões for usar esses poderes sombrios teria que usar a toda hora, acho melhor guardar para o próximo torneio.
Obrigado, mas sempre tive meus colaborados para ajudar a melhorar ela a cada dia.
Obrigado pelo comentário, sempre tentei deixar a organização boa para ficar mais fácil para os leitores, sei que preciso escrever rever os outros capítulos, deve ter erros que ficaram para trás, mas se visse o material que tenho ficaria até maluco, é muita coisa para poder deixar coerente, mas esse entendimento cada autor precisa ter para consigo para poder melhor expressar aos leitores, é comum todos terem críticas, mas é necessário filtrar, acredito que preciso editar alguns capítulos que deixei mal expressado o que gostaria de explanar.
Bom mas isso tenho que ver certinho para não fazer caca, já li seu capítulo está realmente ótimo, acho que ele vai ter grandes habilidades pelo treinamento que receberá.
Bom pessoal como já havia comentado que iria postar e estou aqui para cumprir isto, este capítulo é mais para um esclarecimento de alguns fatos interessante que eu possa mostrar a sombra da charada sem as pistas para desvendar, bom espero que gostem deste capítulo.
Capítulo 10 – A Missão do Deserto.
Parte IX – O Braço da Morte.
Era uma manhã diferente das outras, o carvalho da noite não tinha caído e os pássaros nas árvores não cantarolavam, as sombras e as trevas pairavam por aquela floresta. Ninguém acreditava, mas o mal já habitava a aquele ambiente. Muitos guerreiros jaziam mortos e seus corpos estavam empilhados formando barricadas, elas seriam um aviso do mal que andava pelas terras tibianas,e este mal se chamava Thor de Thais ou como mais ficou conhecido como o Braço da Morte, este é o primeiro Héroi corrompido. Os Hérois são descendentes do lendário e poderoso Banor, a história que antevem a queda deste ainda é um mistério, mas este guerreiro com habilidades no combate e na mágica traiu seus semelhantes e os matou para se apropriar de um os selos, ele iniciou uma busca proibida, ele desejava reunir os selos mágicos para se tornar o ser com maior poder do mundo, muitos acreditavam que todos os selos juntos poderiam abrir um portal que poderia trazer seres inimagináveis.
Izan: - Poderia trazer seres banidos?
Adrenius: - Poderia trazer qualquer tipo de ser, até o próprio Apocalypse!
Griffos: - Mas é algo muito grave isso!
Codemons: - Eu traria um monte de comida gostosa!
Zolin Leon: - Sabia que não deixaria essa passar!
Codemons: - O que foi?
Griffos: - Para, para os dois, continua Adrenius, por favor, antes que comecem de novo!
Quando ele desejou o selo, é provável que seu pelotão foi contra, então teve que matar todos eles ou pelo menos os que foram contra isso, mas tinha vencido apenas seu pelotão, sabia que haveriam muitos outros para se impor em seu caminho, então com sua vitória convenceu outros a se juntar nessa empreitada, essa notícia se espalhou como chama em palha, muitos humanos já esperavam pelo pior, mas do outro lado da moeda essa notícia se espalhou como uma oportunidade, muitas criaturas se juntassem a ele, os motivos dele não importavam para as demais, o que elas buscavam uma resposta pela perseguição e caça que sofreram por parte dos humanos, que detinham a maioria destes selos.
Alguns de seus seguidores também eram humanos, estes eram os mais perversos e aproveitadores, eles disputavam as riquezas com os orcs, ele ficou conhecido como Braço da Morte, pois sua crueldade era muito grande e praticamente todos que ficavam entre ele e seu objetivo eram mortos, o grupo de heróis que o acompanhavam desenvolveram também habilidades negras, eles eram como sua sombra, sempre estava um passo a frente e um atrás de seus movimentos.
Não se sabe quantos selos o Braço da Morte tinha consigo, mas entre seus acompanhantes estavam algumas criaturas que não eram permitidas a andar sobre o sol, estes faziam parte de sua guarda pessoal, juntamente com os heróis corrompidos, conta que alguns eram como pesadelos de tão horripilantes, outros nem forma física tinham, esses letais espectros eram como fantasmas que buscavam informações de todos os lugares para descobrir a localização dos selos.
Um dia veio a informação ou descobriram para o Braço da Morte que um selo pelo menos estaria no poder do grande feiticeiro do deserto, mas naquele tempo não era um deserto mas sim uma grande e maravilhosa floresta, a diversidade de vida era imensa e seu ciclo era perfeito, mas uma sombra não tardaria a adentrar por aquelas terras, este grande feiticeiro ciente dos poderes do mal que se aproximava preparou uma grande defesa, conta a lenda que este ser de tanto poder pediu aos deuses por proteção, pois sabia já das intenções que regiam o Braço da Morte, de alguma forma a floresta toda se preparou para se defender dele, quando o grupo de ataque entrava na floresta foram surpreendidos por uma defesa implacável, as plantas, a terra, a água e até mesmo o ar eram perigosos, tudo que cercava os atacantes estava para bloquear seu caminho, muitos animais e plantas se levantaram para lhe enfrentar, mas estes eram o menor de seus problemas, pois a fúria dos elementais massacrava tudo a sua frente, apenas o guarda pessoal do Braço da Morte era fortes o suficiente para continuar avançando ao seu destino, sua obstinação era imensa e apesar dos muitos esforços para deter ele tinha alcançado o refugio do feiticeiro. A batalha apesar de épica se tornou um mito, pois não sobraram testemunhas da batalha final, quando o grupo do Braço da Morte passou pelas barreiras mágicas o resto deles se retiraram, já que não eram páreos para os elementais, mas o que se sabe é que o feiticeiro usou uma magia perigosa e levou toda a floresta em ruinas, o que era vivo e rico se tornou areia a pó da noite para o dia, este teste do deserto é uma prova que o feiticeiro ficou vivo ou que o teste não foi afetado pela batalha, mas minha missão aqui é procurar a verdade do ocorrido.
Izan: -Nossa Adrenius, eu não conhecia esta história!
Griffos: -Olha que nem eu!
Codemons: -Eu já tinha ouvido falar nela!
Zolin Leon: -Verdade?
Codemons: -Não, to brincando!
Izan: - Mas como são estes selos?
Adrenius: - Ninguém sabe ao certo, até os livros marcam que fosse medalhões ou algo que se portasse!
Griffos: - Como uma bolsa?
Adrenius: - Talvez, um amuleto ou anel seria mais apropriado pelo que penso!
Zolin Leon: - Mas Adrenius será que o Braço da Morte sobreviveu?
Adrenius: - Sendo humano ele teria morrido, mas o que ele era pode se esperar tudo!
Codemons: - Ele pode estar por ai então?
Adrenius: - Talvez sim, talvez não, o que muitos acreditam é que ele tenha encontrado o que porcurava para ter parado após este fato!
Griffos: - Boa história, mas faz muito tempo?
Adrenius: - O que relata é uma geração humana!
Codemons: - Nossa faz pouco tempo então, haaa que sono!
Zolin Leon: - É verdade já está tarde, acho que vou dormir!
Griffos: - Eu também, boa noite gente!
Adrenius: - Boa noite!
Izan: - Foi um dia e tanto!
Como viram essa batalha que antecedeu foi narrada de forma curta, mas mostrou bem os pontos necessário para a continuação da história, sei que alguns leitores atentos vão reparar na sincronia dos fatos e sobre o futuro da história.
Próximo Capítulo 11 – La Plaga.
Parte I – Alvorada.
Gosta de roleplay? Então pegue seu ultrabook, um pouco de dinheiro e vá até o M. Donald's e peça batata frita infinita, aproveite para ler: A pequenina história de Izan. Uma surpreendente história de 500 páginas, ou melhor, 500 mil páginas.
Brincadeira rsrs.
EDITED [Explicação]: Aqui nos EUA o M.D vende batata frita que você paga tanto e come até você aguentar.
Essa piada está mais velha que eu! Está perdendo a criatividade Bota? Cuidado para ninguém te deixar no chinelo! FICA A DICA!
Agradeço aos leitores da história e todos que passaram para ler este capítulo, bom vou as respostas:
Parecia que você estava esperando para ver o capítulo, mais incrível que foi coincidência isto ter acontecido, realmente da para fazer bastante coisa comendo batata frita, eu joguei Tibia, mas com pipoca, mas deixei de lado depois de quase morrer para Lizard.
Falta só um final sombrio não é verdade, mas pelo contrário será a luz no final deste capítulo, como uma pequena reflexão dos fatos já ocorridos, eu fiz com calma então acredito não ter muitos erros, vou continuar no mesmo ritmo, até decidir certinho qual rumo tomar para ela, pois está para mudar de cidade, só quero ver o como isso vai ocorrer, só vou tentar não dar doble post para o próximo capítulo.
Você não levar alerta por double post. Agora, só me quotar só pra agradecer "minhas boas intenções"...
:actually:
n tinha ido esse cap, mais fico maneiro agora eu quero saber o qeu vai acontecer!
Cada vez melhor...
Muito obrigado pelo comentário e por acompanhar, bom esta parte capítulo será pequeno, mais como um breve etapa do que está para vir, espero que gostem:
Capítulo 11 – La Plaga.
Parte I – Alvorada.
Um cipó se mexe, seria uma cobra que estaria rastejando por entre as folhas, havia sangue e uma áurea em volta dele, a terra começa a tremer e esta visão embaçada se desfaz.
Izan acorda assustado, algo lhe dizia que as coisas não estavam certas, olha para o lado e vê que seus amigos ainda estavam dormindo, levantou sem fazer barulho e caminhou com cuidado para não tropeçar nos outros, pois ainda estava escuro.
Subiu a escada ainda sonolento, não conseguia definir o que tinha visto a pouco em seu sonho, mas sentia que algumas coisa estava para acontecer, talvez fosse o novo caminho que estava seguindo ou o tempo que estava afastado de tudo que conhecia, respira fundo e olha para cima, talvez o que via não seria má ideia, então sobe em cima do telhado enquanto para apreciar o dia amanhecer.
Adrenius: - Vejo que acordou cedo, algum problema?
Izan: - De repente me bateu uma incerteza do futuro!
Adrenius: - Mas é sempre assim, tive medo de sair de Dréfia!
Izan : - VOCÊ teve medo?
Adrenius: - Sim tive, é uma sensação comum para quem explora novos horizontes e a incerteza vem junto!
Izan: - É verdade!
Adrenius: - Mas sempre se lembre que para cada um aqui existe um plano, nem sempre entendemos ele, mas nele enfrentamos muitos desafios e derrubamos barreiras!
Izan: - Desafios é o que não nos faltam neste mundo, mas não entendi a parte do plano?
Adrenius: - É uma coisa bem simples que os elfos têm em sua cultura, para o crescimento pessoal, é necessário crescer um conjunto, como se todo o meio que eles vivem só se desenvolvesse se cada um crescesse e isso só ocorre quando todos se ajudam com intuito de crescer, assim como vocês se ajudaram e assim melhoraram suas habilidades!
Izan : Entendo . . .
Um cantarolar de pássaros interrompe a conversa e mostra o raiar de um novo dia, com ele viria novas surpresas e novos desafios.
Izan: - É vejo que a hora do café está chegando!
Adrenius: - Hoje vou fazer uma omelete com um ovo!
Izan: - Só com um ovo?
Adrenius: - Mas é um ovo de Hydra!
Izan: - Dizem que é muito perigoso pegar um!
Adrenius: - Mas ele vale o risco!
Como posso dizer, este é só um aperitivo do que está para vir, espero ter tempo e inspiração para escrever a continuação da história, mas esta parte capítulo do capítulo é interessante pela reflexão que muitos de nós tomamos quando vamos seguir algo novo e desconhecido, até breve.
Próximo Capítulo - La Plaga
Parte II - Venore em Perigo.
AIIIII FIM DO MEU JEJUM![
Ovo de hydra, hmmmmmmmmmm
O Izan vai morrer muhahhahaha
kkkk
Salve, Izan!
Hoje estava sem nada para fazer, então decidi começar a ler sua história. Eu já tinha começado a ler e parei naquela parte em que o Izan ajuda o Elite Keniboy mais uns doidos a fugir do forte dos elfos. Comecei a ler todos os capítulos hoje. São muito bons, boa ação e tal, só que o que não pude deixar passar foi os erros de concordância na história.
Por exemplo, sei que é comum nas primeiras histórias não haver muitas descrições, mas você não disse como seria as guerreiras, os amigos de Izan, e também Adrenius. Ele é um necromante, sei como são, mas ele deve ter algo de diferente né? Tipo o cabelo, ou se ele é preto, ou se ele já sofreu bullying quando era pequeno por ser gordo :fckthat:
Bom, percebo que você não é muito de querer ir melhorando a história, mas ela é de qualidade e em pouco tempo ganhou muitas visitas e o prêmio de melhor história roleplaying mesmo ela não sendo tão grande e não tendo capítulos enormes. Parabéns.
Mas eu queria que seus capítulos fossem um pouco maiores, com um pouco a mais de descrições. Assim sua história seria ainda melhor. Não que perdesse a essência especial que ela tem de atrair tantos leitores, mas sim de impressioná-los com a qualidade que a mesma possui. :y:
é só isso. Vou continuar acompanhando, e espero que venha o proximo capítulo logo, do jeito que o tempo permitir. :D
Eu espero que não morra ainda, claro que não seja má ideia.
também espero que não morre de fome.
Bom entendo o que fala sobre a concordância, para ser bem sincero eu abri a história em um word e me espantei nos sublinhados, o meu office não apresentava isso, mas vou formatar em breve o micro e peço para o meu amigo instalar o word, assim talvez se torne mais fácil para correção.
Pelas descrições teria que rever desde o começo, acho que antes de prosseguir vou fazer isso, assim posso mudar alguns pontos de descrições e incoerências.
Sobre as visitas a história é bem antiga até, mais uns 3 meses e pouco e completa 2 anos, nem parecia ter passado tanto tempo, mas depois de um tempo resolvi não ficar destacando tanto elas, apesar de serem muitas, alguns em meu mundo já leram a história e outros cumprimentam por ter lido.
As divisões em partes eu até tinha falado para outros escritores, alguns gostam e outros não, eu gostaria de escrever mais, mas não sei se tempo é o motivo certo, talvez tenha perdido o fio da meada, porém não vou desistir até finalizar o que já havia escrito, caso não possa mais frequentar postaria o resto das partes que possuo. Interessante que apesar de parecer poucos capítulos e ser pequena a história eu tenho escrito aqui no total 40,410 palavras em 89 paginas de world, espero prosseguir a história sem deixar cair a peteca.
Obrigado pela atenção de todos e até breve lá na disputa.
Interessante o nome desse capítulo: La Plaga, o que poderia ser?
Izan, sempre nos deixando com uma ponta solta de dúvida para ser descoberta no próximo capítulo, rs. E sobre o ovo de hydra, muito bem pensado, mas seria uma boa escolha pegar um deses?
Espero pelo próximo capítulo! E não desanima não!
Obrigado por acompanhar depois de tanto tempo, acho que seria mais um tempo para pegar um folego e continuar mais um ano, este capítulo será breve, mas como outros é importante.
Capítulo 11 – La Plagra.
Parte II – Venore em Perigo.
O tempo passa depressa, pensou Izan, tinha impressão que era ontem o dia em que conheceu esse ótimo grupo de aventureiros, mas sabia que um dia cada um seguiria seu caminho e que esse tempo de hoje não mais voltaria, porém sabia que tinha aproveitado da melhor forma ele.
Izan: - Bem meus amigos, posso dizer que é uma despedida!
Codemons: - Podemos dizer que é um até logo!
Griffos: - Quando quiser Izan venha me visitar em Thais!
Zolin Leon: - É estamos indo para lá, gastar um pouco dessa dinheirada toda!
Codemons: - E sabe onde me encontrar quando precisar!
Adrenius: - Onde nós encontrar, pelo menos até quando o treinamento dele terminar!
A ideia de treinar com o Adrenius atraiu muito a vontade de Izan, mas por algum motivo Adrenius tinha lhe dito que seu caminho estava para mudar, além de que seu treinamento deveria ser visado em outra área da magia, pois o ramo que ensinaria a Codemons era mais específico para sua natureza.
Izan havia se despedido de seus amigos e se dirige ao leste, caminhou pensativo sobre todos os eventos que ocorreram, ficou pensando nas palavras de Adrenius, reparou o quanto havia amadurecido durante as ultimas aventuras que vivera, sabia que seu poder havia crescido.
Quando chegou ao calçamento já podia ouvir os urros de dragões ao longe, sabia que havia muitos boatos sobre um covil de dragões naquelas proximidades, mas ninguém foi corajoso o suficiente para procura além dos rochedos, os dragões eram cuidadosos ao se tratar de criar seus filhotes, já que os últimos que procuravam não mais haviam voltado, seus pensamentos faziam voar e logo se lembrou de que com a ajuda de seus amigos desenvolveu novas habilidades e aprendendo como se defender das táticas usadas pelas demais vocações, além do premio que carregava consigo portava também um cajado novo, Adrenius havia lhe dado um cajado com um mamute esculpido em sua ponta, ele achava muito bonito e bem trabalhado, porém ainda mantinha seus outros cajados guardados consigo.
A cada passo que dava mostrava sua confiança e despertou sua curiosidade para os lugares que lhe falaram, havia muito que precisava aprender e o mundo era muito maior do que imaginava, lembrou-se do explorador que havia guiado, ao norte havia um vasto campo de pântano, pegajoso e perigoso, muitos eram os rumores de criaturas que lá habitavam, não tinha certeza que Ratha havia morrido ou sobrevivido e ido para outra expedição perigosa, realmente a segunda opção era que mais se enquadrara ao homem que conhecia, era galanteador e mostrando grande confiança na função que exercia, talvez pudesse ir visitar a sede dos exploradores, ou mesmo aceitar uma de suas missões para conhecer o mundo, sorriu com a ideia, mas algo lhe faz vacilar, uma lágrima corre de seu rosto, não acreditando no que via, então respira fundo e com a aba de manto enxuga a lágrima e corre em direção a Venore, sabia lá no fundo de que os desafios não cessariam, mas nunca imaginaria que Venore estaria sendo engolida pelo pântano.
Bom pessoal em alguns trechos sempre deixo um detalhe ou outro sobre o futuro e passado da história, neste em particular deixei uma mensagem que é mais encaixada nas pessoas que sempre tem o seu horizonte em mudança, às vezes o que lemos se encaixa em fatos que nos ocorrem, Ótimo Ano Novo a todos e continuem acompanhando a história quando tiverem um tempo.
Próximo capítulo – La Plagra.
Parte III – A Praga se Alastra.
Salve!
Até que enfim um capítulo novo, hein? Muito bom. Porém pequeno... Eu esperava mais. :(
Parece que o próximo vai ser bem interessante, Venore sendo engolida pelo pântano... O que será que vai acontecer quando Izan chegar lá e ver isso? :hmm:
Aguardo próximo capítulo. :D
caara ! eu nao li nenhuma historia no tibiabr pois eu começava a ler e já enjoava
e a sua conseguiu me manter por 2 hrs na frente do pc lendo hahaha
contina a historia mano ainda nao terminei de le-la mas amanha termino
parabens
sucesso pra vc !
Nossa muito obrigado por ler e elogiar a história.
Bom pessoal estou voltando a seção depois de um tempo afastado, mesmo sem net espero poder acompanhar ela quando puder, estou feliz, estou em uma fase boa da vida, a fase das realizações, restringi muito o meu tempo em lazer, parei de jogar tibia e outros jogos, parei com o fórum e estou trabalhando muito para adquirir o que desejo, espero lá por julho estar estabilizado novamente e voltar com mais frequência por aqui, é legal ver que a seção melhorou muito, engraçado que fiquei um tempo procurando ela, já que trocou o nome.
Bom por enquanto é só, espero voltar a escrever e postar aqui, quem sabe um conto (que ta fazendo sucesso) para voltar, sucesso gente.
Tô esperando, meu lorde! Volte com estilo, hein? u.u
~Carlos
Sabe um dia passei numa concessionaria e encontrei um Stilo fantástico.
http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:A...XMwKhzSVJny0CA
Comprei e então coloquei um som.
http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:A...AIT6rjocG_aaU4
Tava tão feliz, mas um maluco pegou o stilo e saiu avoado.
http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:A...mRnRexEKMlE1PQ
E foi capotar lá naquelas quebradas do fim de mundo e olha o que sobrou.
http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:A...krk2zu_QwLvE_A
Agora mandei para a oficina, assim que ficar pronto eu volto.
http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:A...2Qsi5KUs4rkniF
Volto em breve e posto um novo capítulo, sucesso a todos.:y:
EUHUEHUEHUHU'
HSAUSAHSAUASSAHSAUASHSAUSAHSAUSAHASUAS'
The fabolus ironic histories of Lord Izan... :smile:
Tô esperando o novo capítulo ainda, vamos lá!
Aliás, pra quê um Stilo se você tem seu fiel cavalo negro Oblivatus? :D
~Carlos
Bem vindo a todos, bom gente depois de exatos 1 semestre sem postar um capítulo, venho a vós com este novo capítulo, de certeza é um capítulo especial, deixei uma reflexão nele, mas vocês terão que desvendar ela, aproveitem a leitura.
Capítulo 11 – La Plagra.
Parte III – A Praga se Alastra.
Quando retornou a Venore viu que um tumulto tomava conta da cidade, era um tumulto fora do comum para aquela cidade comercial, foi caminhando para mais próximo e notou que a massa verde do pântano tinha avançado sobre a área do moinho de trigo, Izan corre para ver como estava a situação de Antônio.
Quando adentrou naquela parte da cidade procurou por Antônio, mas por sua angustia e tristeza não o encontrava nas proximidades de sua residência, viu que o moedor de trigo que tanto havia usado e limpado estava agora inutilizável pelo pântano, desejou que um este dia não estivesse acontecendo, mas estava.
O nível do pântano havia subido, não se sabe muito bem o porquê que ocorreu isto, mas ele tinha atingido também a criação de ovelhas, viu que por onde a água límpida passava dava lugar a um fedido pântano. Izan corria para ajudar os criadores a retirarem os animais do local, viu que os pertences de Antônio já haviam sido retirados, quando terminou de ajudar o criador de ovelhas foi perguntar por onde andava seu velho amigo, este agradeceu sua ajuda e informou que Antônio havia alugado um quarto ao sul do depósito.
Ao caminhar pela cidade Izan viu no rosto de habitantes estava à preocupação pelo avanço do pântano, viu conversas paralelas de uma equipe seria contratada para reforçar as bases da cidade e que o custo seria dividido entre todos os comerciantes, Izan não sabia qual era a coisa mais engraçada, o medo dos comerciantes da cidade despencar ou o medo de terem que pagar pelo serviço.
Chegando ao edifício que estava os quartos olhou andar por andar, mas não havia sinal de seu amigo, olhou os lugares que ele costuma frequentar, na loja de alimentos, no armazém de itens de pesca, chegou até a perguntar para os barqueiros se o viram sair da cidade, mas ninguém sabia onde seu amigo estava.
Izan sabia que alguns comerciantes frequentavam um lugar em comum quando as coisas não iam bem, nunca havia visto Antônio nele, mas não custava certificar que ele não estaria lá, caminhou próximo ao depósito e aproveitou para guardar alguns pertences de suas aventuras, desceu algumas escadarias que eram raras de serem usadas, mas naquele dia como em uma promoção havia muitos que a desciam.
Descendo as escadas notou que as conversas altas e as gargalhas comuns não eram ouvidas, aquele dia não era de se comemorar, não demorou muito e encontrou o que procurava numa mesa do bar.
Antônio: - Izan as coisas eram para ser tão diferente para você, me desculpa!
Izan: - Calma Antônio! Acho que já bebeu demais por hoje, vamos, vou te levar para o quarto!
Aos trancos e barrancos Izan carregar seu amigo por um braço, enquanto caminhavam lado a lado para os dormitórios se notava a decepção que Antônio sofrera. Izan não pensava que era tão difícil carregar alguém bêbado, era um passo para frente e dois para o lado, iria rir de Antônio no dia seguinte, talvez não, já que era a forma que ele lidou com o problema.
Izan: - Falta pouco Antônio para uma cama quente e seca!
Antônio: - Izan!
Izan: - Oi Antônio?
Antônio: - Escuta o que vou falar, era para ser tudo diferente, mas não tenho como te explicar!
Izan: - Mas é fácil, começa do começo!
Antônio: - Mas nem sei qual é o começo disso para te responder!
Izan: - Acho que bebeu demais, não esta falando nada com nada agora!
Antônio: - Você não sabe o que é . . . !
Izan: - O que é o que?
Izan: - A ele dormiu, coitado esta desanimado pelo moinho, acho que vou poder ajudar ele com este dinheiro, até que ele veio em boa hora, bom vou ter que me ajeitar nesse chão mesmo para dormir!
Izan se acomoda no chão e olha para o teto do quarto em que estava hospedado, notara que o quarto era bem simples, feito de madeira, podia ouvir as conversas e movimentação nos outros quartos, mas o que mais lhe prendia atenção era uma canção meio triste sendo cantada ao longe:
Nos braços da deusa, todos festejam
A alegria contida, que todos almejam
Do fogo que cai, abate seu brilho
Não feche seu sorriso, por este empecilho
Quando Izan acorda e olha para o lado, a cama de Antônio estava vazia, então se espreguiça, pega uma jarra de água e despeja num copo para beber, então pega um pão que estava em cima do baú para comer, ele saboreia cada pedaço dele, era difícil lembrar-se do gosto do pão novo enquanto comia ele mais ressecado, mas via que o tempo fez Antônio melhorar a qualidade do pão, será que tinha ficado muito tempo fora, resolveu pegar outro pedaço enquanto podia para comer, quando já estava perdido em pensamentos ouviu passos e alguém entrando pela porta com um sorriso familiar.
Izan: - Nossa você se recuperou rápido do porre de ontem!
Antônio: - Tenho meus segredinhos! (Antônio fala mostrando o dedo).
Izan: - Que espertinho!
Antônio: - Pois é!
Izan: - Bom o que vamos fazer agora?
Antônio: - Eu estava pensando em tentar a vida em Thais!
Izan: - Na cidade do Rei?
Antônio: - Lá não é tão ruim quanto falam, tem os impostos, mas não tem os riscos que essa cidade oferece!
Izan: - Opa ainda bem que nem desfiz as malas!
Antônio: - É Izan, acho que estou meio ruim!
Izan: - Você está bem?
Antônio: - Eu acho que . . .
Izan: - Antônio! Antônio !?
Izan vê seu amigo caindo inconsciente no chão e grita por ajuda.
É pessoal a história fica aqui por hoje, mas falei que era deixei uma mensagem para reflexão, bom posso dizer sendo a reflexão do pão, sabe as vezes precisamos aproveitar cada pedaço de nossas vidas, claro que as vezes ela se dorna meio dura ou ressecada, mas se soubermos aproveitar da melhor forma poderemos ser mais felizes, mesmo com tempo ruim se bem abrigados podemos sobreviver em paz, fico hoje por aqui um abraço e até logo.
Próximo capítulo – La Plagra.
Parte IV – O Eremita do Bem.
Bem amigos tibianos que acompanham ao torneio roleplaying, como terminei meu texto e já o enviei decidi postar o capítulo que só faltava uma edição para ficar pronto, espero que gostem.:y:
Capítulo 11 – La Plagra.
Parte IV – O Eremita do Bem.
O que falaram é que com o avanço do pântano algumas novas doenças vieram junto com ele, às magias de cura e poções não eram eficazes para curar ela, mas o suficiente para aliviar por pouco tempo a febre que afetava os moradores, os doentes eram encaminhados para uma pequena cabana, onde vivia um eremita que tratava dos doentes.
Antônio assim como outros moradores foi encaminhado para uma pequena cabana fora da cidade, sabia que era possível que seu amigo havia adquirido a doença quando teve contato com o pântano, mas ainda tudo era desconhecido sobre ela.
Izan caminhava pelas redondezas da cidade para ver o estrago causado pelo avanço do pântano, em modo geral não era um grande dano ao qual a cidade não poderia se recuperar, mas seria necessário um trabalho cuidadoso e cauteloso por sinal, a parte norte da cidade continuava igual, havia um pequeno estaleiro pobre e de pouco desenvolvimento, passou por algumas casas ricas e o ao lado do banco da cidade, passou pela loja de poções e comprou algumas para sua reserva, aproveitou e levou algumas runas cruas, desejava ajudar no que podia com o trabalho na cidade, algumas runas de cura intensa seria de grande ajuda, ao chegar à parte sul ouviu alguns gritos e correu para ver o que tinha acontecido.
De longe já podia ver os trolls correndo, na verdade correndo com sacolas, uma pessoa mais próxima falou que eles estavam saqueando as casas, era o fim mesmo, além dessa desgraça ainda vêm os aproveitadores, isso não ficaria em vão, usou um anel de velocidade e foi correndo atrás dos trolls, eles ganharam distância até que Izan alcançasse as casas do térreo, mas usou de suas habilidades de rastreador e acompanhou os rastros já que não os tinha a vista, não era mais necessário o uso do anel e o guardou, os rastros dos trolls eram fáceis de serem seguido, porém todo cuidado era pouco naquela região, sabia dos perigos que o pântano trazia, não demorou muito até ouvir sons vindos de trolls, caminhou com mais cuidado e encontrou os três larápios, os fitou atrás de uma árvore até se equipar com seu cajado, dois dos três trolls foram ao seu confronto, mas Izan estendeu seu cajado que começou a brilhar e os trolls fugiram de medo, Izan viu que sobrou apenas um troll e viu que a bolsa que pertencia a ele estava no chão, verificou que havia alguns ratos mortos dentro dela.
O troll sabia por que seus companheiros saíram correndo, todos tinham medo dos humanos e principalmente dos magos, eles tinham o poder divino de invocar os elementos, era algo incrível de ser feito e que somente a mais alta classe dos troll poderia fazer, por isso preferiam correr ao enfrentar eles, mas não poderia, sua perna estava presa a uma armadilha, se não fosse pela pressa teria notado a armadilha e a desviado, mas acabou caindo nesta e o humano se aproximava, não tinha como se defender e sabia exatamente o que lhe aconteceria, já viu acontecer inúmeras vezes, mas ao ver o humano erguer seu cajado de poder não teve coragem de ver o que aconteceria, quando o cajado baixou fechou os olhos e ficou esperando a dor que sentiria, mas nada veio, foi ai que o estralar do barulho do metal quebrado, abriu os olhos espantado e viu que o humano havia quebrado a armadilha e com um sorriso no rosto estendia a sacola com os ratos mortos, não pensou duas vezes catou a sacola e saiu correndo.
Izan caminhou pesaroso, há anos atrás sentia o maior medo dos trolls, mas agora este medo estava superado, não poderia fazer mal ao troll, ele somente estava buscando alimento e além do mais não estava fazendo grande mal ao local depois do que o pântano já havia feito, retornou a cidade com um sentimento de esperança, afinal as coisas podem ser melhores do que parecem, passou pelos moradores que avisaram dos trolls e perguntaram sobre eles, Izan respondeu que estavam atrás dos ratos para comer, continuou até a cabana do eremita e entrou nela.
A sala que Izan estava era separada dos doentes, ao olhar para as paredes simples de madeira e nota que eremita tinha uma mobília bem simples, mas era tudo limpo e organizado, viu que mais ao canto havia uma espécie de cabide que tinha várias vestimentas diferentes das que conhecia, quando notou outra presença na sala e este já começou a falar:
Eremita: - Vejo que está curioso para que sirva esses trajes!
Izan: - São bem diferentes para falar a verdade!
Eremita: - Estes são para cuidar dos doentes, está vendo aquelas mascaras! Bom elas servem para você não respirar o mesmo ar que os doentes, deve sempre usar para ficar protegido da doença!
Izan: - Tenho que usar para falar com meu amigo então!
Eremita: - Sim! Vista este, pode ser o verde, ele veio da lavação!
Já vestido com a roupa contra a doença Izan observa não só seu amigo, mas também vê que são muitos os moradores que estavam doentes, chama Antônio e fala sobre os acontecimentos, mas ele não respondia a nenhum contato, observa a impressão que tinha era que os doentes pareciam estar dormindo, como se só o corpo estivessem ali.
Izan: - É normal o estado deles?
Eremita: - Sim, sempre quando começam a manifestar a doença eles ficam assim!
Izan: - É triste, ainda bem que você trata deles!
Eremita: - Eu faço o que posso, mas fiquei sabendo que você conhece bem o pântano!
Izan: - Sim! Sim, conheço bem essa região!
Eremita: - Humm, você é um druida não é verdade?
Izan: - Sou sim!
Eremita: - Ai que bom, está difícil encontrar os druidas ultimamente, quero que veja uma coisa interessante, talvez possa me ajudar!
Ele leva Izan para fora da cabana e senta no degrau da escadaria e fala:
Eremita: - Izan, um casal de pesquisadores estava tentando descobrir alguma cura para essa doença!
Izan: - Que casal?
Eremita: - Aqueles que estavam ao lado de seu amigo! Aquele simpático casal se infectaram quando pesquisavam um possível foco da doença ao sul da cidade, numa casa abandonada!
Izan: - Conheço . . . (Izan sabe que era sua antiga casa), mas o que eles procuravam exatamente?
Eremita: - O que me falaram é que os swamp trolls não existiam, após um evento estranho que ocorreu há anos atrás eles apareceram, depois disso o pântano avançou em algumas localidades e agora veio à cidade, eles acreditavam que lá poderia ter a explicação para o ocorrido, já que foi o primeiro local afetado!
Izan: - Não entendi bem o que procuravam!
Eremita: - Na verdade! nem eu, é difícil entender o que esses estudiosos escreveram nesse diário, o gente complicada!
Izan: - Você é engraçado, mas assim, eles queria saber o porquê que os swamp trolls viraram swamp trolls!
Eremita: - É isso! Haa ou algo parecido não sei, bom mas eles queriam estudar os swamp trolls, assim poderiam aprender alguma coisa importante, você poderia fazer isso?
Izan: - Então não tenho tempo a perder!
Eremita: - Espera! Pegue uma dessas roupas, assim você estará protegido contra a doença, foi sem esta roupa que eles se infectaram!
Izan: - Obrigado pela ajuda, tenho muito que fazer agora!
Eremita: - Boa sorte amigo!
Enquanto se afasta da cabana Izan pensa quais são os muitos mistérios que cercam este evento que ocorreu em sua infância, será que está tudo ligado ou era apenas uma grande coincidência, bom sabia que tinha que se concentram em descobrir o máximo dos swamp trolls, a vida de seu amigo dependia disto. . .
Bom gente por hoje a história fica por aqui, espero que todos gostem, uma coisa que falta em muitas pessoas é a possibilidade do perdão, li uma vez que o perdão não é uma atitude normal do ser humano, é mais comum se vingar ou batalhar para se sobressair a cada situação, mas muitas vezes remoemos muitos sentimentos que não nos ajuda a progredir em nossa vida, pensem nisso.
Próximo capítulo – La Plagra.
Parte V – O Ídolo dos Swamp Trolls.
Fiquei triste pelo Antônio ter perdido o Moinho, e para "melhorar" ainda pega essa tal doença, mas o que me impressionou foi a superação do Izan, depois de ter sua casa destruída por Swamp Trolls, ele conseguiu superar o medo e agiu como um verdadeiro Druida, deixando a faminta criatura fugir!
Ótimos capítulos, estou acompanhando em, e espero que o Izan ache a tempo essa tal cura, para curar seu amigo e os demais venorianos.
Até!
Obrigado pelo comentário, sabe que queria responder ao post com outro capítulo, mas não vai dar, vou me dedicar um cadinho a mais nessa repescagem, bom mas sim a vida de Izan assim como de muitas pessoas é feia de Altos e Baixos, superação é o ponto forte e deixo sempre um recado neh, as vezes precisamos tentar não sermos consumidos por ódio, rancor e magoa.
É isso ai, bom até a próxima e sucesso!
Faz anos que não escrevo, como queimou o HD do meu computador deu uma desanimada, perdi muito conteúdo e ideias.
Mas vendo a seção meio parada acho que vou enfim retornar com a história para dar um movimentada, espero terminar de ler a história do Neal, engraçado que fui ler desde o começo (essa última) e pensei: não tinha lido essa parte ainda, dai que fui notar que já outra história, ta escrevendo bastante.
Bom espero o texto tenha uma boa qualidade já que estou me desenferrujando, qualquer erro podem falar que já edito, então vamos lá pra história.
La Plagra.
Parte V – O Ídolo dos Swamp Trolls.
O vento batia forte do sentido sul para o norte, Izan caminhou até o extremo sul da cidade com sua máscara embaixo do braço, parou no parapeito e ficou observando o terreno ao sul da cidade e falou:
Izan: - Então o segredo é o ar!
Não havia reparado que o ar agora estava emanando um cheiro enjoativo, era bem sutil, mas tinha certeza que era o diagnostico da doença. Logo colocou a máscara, se cobriu com sua capa e seguiu ao sul.
A mudança no terreno era evidente, alguns comerciantes devem ter investido em tábuas para o caminho para a cidade, sem acesso a cidade era sinal de que não teria clientes, era um investimento necessário, pegou algumas tábuas de madeira (sabia que seriam úteis) com um pedaço fez uma placa escrevendo: “Construção abandonada. Cuidado: infestação de trolls do pântano. Entre por seu próprio risco”.
Izan: - Acho que isso deve manter os mais cautelosos longe por enquanto!
Logo encontrou a pequena ponte que fizera há algum tempo atrás, ela havia sido danificada e não queria arriscar passar por ela daquele estado, pegou algumas tábuas e reforçou a estrutura, testou por um momento e logo atravessou.
A vista da casa já não era a mesma, por mais que a estrutura parecesse forte, a situação do local e o tempo já deixavam suas marcas, boa parte do telhado já havia caído, havia alguns trolls na parte superior da casa e outros ao fundo dela, notou que eles estavam catando algo do chão, resolveu se aproximar para ver melhor.
Viu que eram duas trolls, pelo porte físico acreditava serem fêmeas, nunca tinha visto uma, mas ficou curioso pelo o que? Elas estavam fazendo ali.
Uma delas carregava uma bolsa ao qual ia depositando algumas plantas específicas, enquanto a outra catava outro tipo de planta, devido a distância não teve como identificar quais plantas estavam colhendo, assim que encheram a bolsa começaram o caminho de volta para o subterrâneo.
Sabia do custo que era um anel de invisibilidade, mas precisava descobrir sem ser notado o que elas estavam fazendo, logo que desceram seguiu atrás se desviando de outros trolls e alguns morcegos, elas foram até uma espécie de enfermaria.
Quando entrou no local, realmente de uma forma meio estranho se parecia com uma enfermaria, notou havia alguns trolls doentes também, a maioria estava sendo tratado com uma mistura dessas ervas, alguns nas camas recebiam uma espécie de chá feita da mistura dessa ervas. Havia inclusive alguns trolls que outros carregavam consigo uma pequena quantidade desse remédio em sua cintura, talvez para uma eventual emergência.
Mas o efeito do anel passou e este se quebrou no dedo de Izan, se jogou como pode para debaixo de uma mesa que estava perto, tão logo que fez um pequeno barulho e os trolls começaram sua buscar por este barulho estranho.
Izan ficou procurando algo para distrair os trolls do pântano, porém não havia nada naquele pequeno local que se encontrava, foi ai que veio sua surpresa.
Uma batida de panela, sim por incrível que pareça foi salvo graças a uma batida de panela, era como se fosse um tamborim com panelas e logo os trolls se dirigiam em conjunto para outra repartição, alguns eram carregados, mas logo todos saíram.
Pode ficar feliz de estar sozinho, mas também ficou curioso para onde iriam, será que suas suspeitas a respeito do remédio estariam certas?
Não podia perder tempo, foi logo pegar um punhado daquelas ervas medicinais e colocou o quanto pode em sua mochila, tão logo se arrumou com sua mochila (agora um pouco mais pesada), seguiu até o local do encontro, como haviam muitos trolls reunidos, imaginou o que poderia ser, um trolls, talvez o mais velho falava algo, devido a distancia não tinha como saber o que era, mas viu que havia um altar em destaque com tochas de fogo, ficou impressionado com o cuidado que fora feito, mas estranhou que eles estavam venerando uma bola, que raios de seres iam venerar uma bola.
Izan: - Esses trolls me surpreendem a cada dia (pensou).
Izan seguiu até a saída da caverna, mas encontrou ela com alguns trolls vigiando, um morcego o viu e seguiu em sua direção.
Izan: - E como raios eu vou sair dessa?
Nisso o morcego o alcançou, devido à escuridão não tinha notado sua aproximação, com um rápido movimento teu uma cutucada na cabeça do bichano com seu cajado*, o pobre morcego caiu morto deixando suas asas soltas.
Izan: - Nossa não sabia que esse cajado novo era tão forte!
Izan se impressionou com a força do cajado e de sua própria mesmo, mas como era chamado o nome do cajado mesmo, err era vento do norte, acho que era isso mesmo, esse golpe foi rápido mesmo. Poderia ir e matar facilmente esses trolls da escada, mas não seria uma boa ideia, os trolls com sua planta curativa seriam muito uteis no futuro.
Mas para sua infelicidade o morcego fez barulho ao cair no chão e três trolls da escadaria vieram em sua direção, pegou as asas do morcego e se dirigiu mais ao sul onde estava a reunião, mas a reunião tinha acabado e logo ficaria encurralado, só restava uma direção a seguir.
Bom gente com isso encerro o capítulo de hoje, espero não deixar a história entrar em coma de novo kkkkk
Sucesso e uma boa semana a todos. :y:
Bônus:
Um espião mostrou o que tantos Trolls do pântano estavam fazendo reunidos.
Spoiler:
Realmente não sou bom em edição, mas acho fantastico o trabalho do pessoal do mundo Fake, pena que assim como todas as seções ta meio abandonado lá também, espero que um dia volte a ativa aquela engraçada seção.
* Detalhe interessante que a Northwind Rod dá em média 30 de dano, exatamente o life de um bat.
Próximo capítulo – La Plagra.
Parte VI – O Ferreiro do Caos.
Bom falei que voltava antes do final do ano, pois bem, não tenho comentário para comentar, então vou comentar sobre esse capítulo, quando comecei a escrever já tinha uma ideia de como fechar o primeiro arco da história, poderia se dizer que esse é esse fechamento, eu tinha ele pronto, não desta forma, mas como perdi ele não me recordo bem de como era, mas assim me ajudou a fazer uns ajustes interessantes, para quem leu vai explicar muita coisa, para quem não leu, dá uma espiadinha no primeiro capítulo, bom espero que agrade a todos.
La Plagra.
Parte VI – O Ferreiro do Caos.
Alguns anos atrás . . .
- Os trolls o encontraram meu senhor! (falou a massa gosmenta nem viva e nem morta)
- Finalmente um pouco de diversão, prossiga com o plano!
Com uma reverência a massa gosmenta se deslocou com alguns semelhantes seus, não era compreensível o vocabulário que falavam, era uma forma estranha de comunicação, mas incrível era ter um espécime destes que falava como humano.
Um clarão refletia pelo corredor recém-aberto, os raios do sol já eram visíveis ali, os trolls cavaram em várias direções inclusive para cima, o avanço deles em todas as direções já era evidente, porém na direção correta encontrava um forte obstáculo.
As chamas infernais percorriam todo o corredor aberto para o ataque surpresa, os trolls já estavam se debandado há pouco tempo, não chegavam a ser uma ameaça real, porém estavam em quantidade para dominar uma grande área. Diferente eram as criaturas gosmentas, que lutavam até a morte, mas em seu estado, viver ou morrer, pouco fazia diferença, mas sua força valia por mais de 20 trolls juntos.
Não eram ouvido gritos dessas criaturas, somente grunhidos. A tropa de elite se organizou em fila e marchou em frente, seu biótipo lado a lado parecia que se uniam em um corpo somente. Elas enfim formavam uma muralha que avançava incessantemente contra o atacante, logo as linhas dessa muralha se tornaram estreitas e por um momento uma enorme figura foi vista por detrás dessa massa gosmenta.
Ondas de raios eram seguidas de explosões, porém um momento de que a muralha enfim fraquejou, por detrás dela voou uma criatura imensa, um gigante para dizer a verdade, com ele vinha dois martelos girando no ar contra mago, que voou em uma parede, tão logo caiu no chão.
Era difícil acreditar que uma criatura desse porte pudesse se locomover tão depressa, mas a menor brecha na defesa foi o suficiente para que a distância entre os dois fosse diminuída.
- Finalmente te encontrei! (riu maliciosamente a criatura).
A frase mal foi dita e um extremo feitiço fora lançado.
- Exori Mega flam!
Como uma estrela incandescente tomou conta de todo local, onde não havia ruínas, agora derretia, o gigante ergueu seus martelos e para se protegem do ataque, para sua surpresa, não só os martelos eram derretidos, inclusive seus braços eram pulverizados com a magia, fora empurrado a muitos metros para trás, mas logo se ergueu, soltando uma fumaça por seus braços ora carbonizados.
- Maldito, agora você me paga!
- Ficou bravinho?
- Vou amassar sua maldita cara!
O feiticeiro ergueu sua vara mágica e no mesmo momento o gigante com um giro jogou o resto seus martelos na direção do mago, agora puxava outro gigante martelo com seus braços restantes, tamanha era a velocidade de um vulto que se aproximou do gigante que este nem teve tempo de se antever ao ataque, este deslizou pelo chão e ergueu sua espada na altura dos joelhos do gigante.
Um grito de dor fora ouvido, os cortes por detrás do joelho fizeram que as pernas do gigante perdessem a força, então este caiu de joelhos no chão, olhou que suas pernas agora vacilavam e não tinha como erguer seu martelo novamente, mas indefeso nunca ficaria, juntou todas suas forças e com um urro lançou uma onda de veneno que seguiu até o cavaleiro ali presente.
Mal a onda de veneno se dissipava e toda a luz do local se esvaiu ao ser presenciado o poder da magia conjurada, com o golpe das duas mãos foi lançado contra o gigante, era a magia conhecida como alma da morte.
O gigante ergueu o braço esquerdo o suficiente para se defender do golpe, com o impacto o mesmo foi lançado contra o solo e lá foi se afundando mais e mais, seu braço estava se desintegrando, porém sua ira não o deixava fraquejar.
Por fim um buraco profundo fora criado e só restavam às pernas do gigante no local, os dois remanescentes observavam ao redor, ao que tudo indicava a criatura mais poderosa já havia morrido, porém um novo ataque poderia ocorrer a qualquer momento.
- Você verificou se o Izan está bem?
- Sim, foi atacado e envenenado, mas está a salvo com Antonio!
- Ele vai ficar bem com Antonio, vamos precisamos ir embora!
Assim todos ali deslocaram do local do conflito e com a batalha seguida boa parte da estrutura da casa começava a ruim.
Num andar abaixo de onde os humanos conversavam, uma criatura rastejava até uma das paredes, seus olhos estavam flamejantes de ódio, porém sem suas pernas e sobrando apenas um braço ficaria complicado de fazer algo naquele momento.
Cuspiu ao ver seu sangue se esvaindo pelo chão, levou seu único braço até as feridas e com muito esforço conseguiu estancar os sangramentos das pernas e dos braços, ali não teria como restaurar sua forma, mas sua vingança seria feita, não importa o tempo que demorasse.
A casa no final da batalha estava toda desgruvinhada, de longe parecia ser o que era a poucas horas, a batalha havia deixado marcas e toda sua estrutura, várias rachaduras nas paredes, boa parte do telhado havia caído e a estrutura do subsolo estava precária, se não fosse sua estrutura reforçada já haveria de ter ruído, no chão formava uma pasta gosmenta com restos de diversas criaturas, havia também algumas rachaduras a um novo andar subterrâneo, dele começou a sair uma pequena nuvem verde, boa coisa isto não significaria.
Achava sempre engraçado quando alguém reclamava de uma ponta solta, é pode dizer que amarrei uma e deixa duas soltas :D
O gostoso de ler é isso, ver como foi, como fica e suspeitar de como ficará, começo, meio e possível final. Falando em final, chegamos a mais um final de ano, para mim é um momento de reflexão do que foi feito de certo e errado, onde podemos melhorar e como podemos melhorar nosso meio, nunca evoluímos sozinhos, sempre crescemos em grupo.
O Feliz Natal já foi, mas desejo a todos um Feliz Ano Novo, sucesso e paz, que possamos sempre evoluir, sucesso a todos.:deal:
La Plagra.
Parte VII – O Poder Oculto.