Deveria estar estudando pra caralho nesse momento. A preguiça que tá foda. Ano que vem faço cursinho, dá nada...
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Deveria estar estudando pra caralho nesse momento. A preguiça que tá foda. Ano que vem faço cursinho, dá nada...
Na minha escola os professores sempre mostravam de onde vinham as fórmulas, tirando as mais complicadas. Só não combravam isso na prova, mas é compreensível.
A questão é que saber de onde veio a fórmula só é útil se a dedução for fácil. Na vida real, geralmente o melhor é decorar mesmo, ou consultar alguma tabela. Eu já passei várias aulas de matemática da facul assistindo os professores escreverem 60 linhas pra provar uma fórmula de 3 letras e imaginando por que eu ia precisar daquilo.
EDIT: fórmula de bhaskara:
ax² + bx + c = 0
inicialmente multiplicamos a igualdade por 4a
4a²x² + 4abx + 4ac = 0
agora somamos b² aos dois lados da igualdade
4a²x² + 4abx + 4ac + b² = b²
4a²x² + 4abx + b² = b² - 4ac
(2ax + b) ² = b² - 4ac
2ax + b = (+-)raiz (b² - 4ac)
2ax + b = (+-)raiz (delta)
2ax = = -b (+-)raiz (delta)
x = [-b (+-)raiz (delta)] / 2a
É interessante sim, mas não é mais fácil decorar a fórmula?
E eu, fazendo engenharia, descobri que jamais teria saco pra fazer matemática. ODEIO provar teoremas. Eu gosto de fazer contas. Obter resultados. Fazer malabarismos teóricos com letras não tem graça nenhuma. Quando um professor resolve provar alguma coisa, eu paro de copiar e começo a pensar em outra coisa.
Você não precisa provar nada pra mim. Eu acredito. Eu sei que você passou décadas estudando essa merda e eu não. Só me ensine logo a calcular a tensão na barra.
São interessantes, mas não quando o cretino do professor resolve por na prova pra eu provar um limite usando a definição com delta e epsilon. E me dar nota baixa porque eu só aprendi a calcular do jeito prático. Ou me obrigar a provar que 1*0 = 0, como se isso já não fosse óbvio. Sim, eu já passei nessa matéria, só tô dando exemplo.
E buscar resultado tem uma criatividade inerente. Porque resultado não é uma coisa exata. Tem n maneiras de chegar num resultado, tem x resultados diferentes que podem ser úteis, e nem sempre dá pra chegar num perfeito. Você tem que saber otimizar. Isso é o que difere um engenheiro de um computador.
É, to ligado.
Aí eu já acho besteira do professor. Nunca cobraram demonstraçao epslon delta enquanto estava fazendo engenharia em compensação numa prova do curso de matematica meu professor tirou pontos porque escrevi tangente de pi sobre dois e porque a definiçao de assintota tava imprecisa mas acertei o resultado :fckthat:
Sobre computador, falei de boas( é que pareceu meio babaca da minha parte). Quis dizer que quando nós temos interesse em resultado, geralmente já tem um algoritmo pronto e eficiente e só poe pra rodar pra comparar com resultados teoricos.
Sim, mas precisa de um cérebro humano pra determinar as variáveis necessárias, interpretar a saída do programa, saber quando ela serve na prática ou não, etc... Computador é um ser burro, ele só faz as coisas rápido, mas não raciocina. Isso é a gente que tem que fazer.
Bom, gosto é gosto. :)
E o meu professor de cálculo 1 sequer ensinou a gente a calcular o volume de um cone usando integral. Mas ensinou a definição de corpo ordenado. Tá certo isso?
É geralmente quem trabalha com programação que eu conheço são os negos do BCC e da Matemática Computacional( os loucos que trabalham com simulaçao, mecanica dos fluidos computacional, otimização).
Anyway, curso de calculo deveria ser dividido em mais uma parte. Calculo I meu foi corrido, o II é um volume de matéria absurdo( só o III que é mais de boa). Dependendo do professor, ele cospe um monte de groselha no quadro só pra cumprir a ementa.
Estudava em casa no fundamental fazendo o dever de casa que os professores passavam, mas ai vi que tirar nota boa era um saco e eu fui me importando cada vez menos com elas, ai até agora no ensino médio, passei a só estudar na escola, e como o colégio que eu estudo é meio puxadinho por causa de algumas matérias e professores do curso técnico, eu fiquei em umas 5 dependencias, auheuahea
Quando fiquei na primeira achei que ia tomar jeito, porque fiquei muito triste, mas depois eu vi que notas realmente não importavam, ai quando eu via que a situação tava ruim eu ia pra escola estudar nas vesperas. As vezes não adiantava, mas depois do quarto semestre eu não fiquei mais de dependencia
Agora é meu último semestre no ensino médio, e to fazendo pre-vest, não to estudando porra nenhuma pra nenhum dos dois, mas pelos simulados sou o primeiro do meu curso de lá (engenharia da computação). Não sei se vou quebrar a cara no final do ano, e nem sei se vou tomar jeito, mas to tentando começar a estudar pra passar em faculdades de nível mais alto que a UFES
Essa foi a historia dos meus estudos flw
Eu não preciso estudar, afinal... SOU FODA DIGDINDIGDINDIGDIN!
Serio:
como?-> pego um livro ou procuro na internet em fontes confiaveis claro.
quando?-> 1 vez por semana ta bom só pra revisar a matéria.
quanto?-> cada materia que reviso dura no maximo 15 min se chegar aos 10 ja é o bastante. No final eu fico +ou- 1 hora estudando.
o que?-> basicamente tudo
E me saio bem nas provas... você não precisa estudar todo dia se você acompanha as aulas é só assistir o resto pega no livro ou na internet estude ali mesmo e leia alguns livro de vez enquando ajuda quando fizer testes que não são decoreba.
cara na outra escola era td mt facil... Eu nem estudava e era um dos melhores do ano, mudei de escola pra uma MUITO forte, passei no 9° e bombei no primeiro... Nao consigo estudar mt minha paciencia estora e eu n consigo tirar notas boas... Quero ajuda :p
eu penso praticamente a mesma coisa, estudar em escola pra que? muitas coisas que ensinam sao totalmente inuteis, por isso eu nunca estudo so tiro nota pra passar sem ter que ficar estudando umas 3 horas.
apresentar trabalhos fica la na frente falando e ninguem ouve, as vezes nem o professor. E apesar das minhas notas serem sempre 5~7 os professores me consideram bem mais inteligente que a maioria.
1- Costumo pegar meus cadernos e livros e ler a matéria e retirar os pontos mais importantes
2- Estudo pela manhã no Colégio, a tarde entre as 14:30 e as 17:30 revisando as matérias em que tenho mais dificuldades e das 19:00 as 22:30 no Cursinho Pré-Vestibular
3- Acho que estudo muito né, já que o Vestibular da UFG já está próximo.
4- Faço estudos mais voltados para a área de exatas, que é o meu curso, mais não posso esquecer das biologicas e humanas também, então cada dia estudo uma matéria
Tenho dó desses troxas que se acham gênios pq estudam meia hora e tiram notas boas, na verdade isso qualquer retardado faz, o gênio vcs vão ver na hora da prova da faculdade pública, estadual e federal, principalmente se for um curso concorrido.
na verdade não, do jeito que a educação funciona no brasil as pessoas só vão ver os gênios mesmo no mercado de trabalho. ou talvez conheça algum na faculdade. nas provas a gente não conhece os gênios, conhece os melhores decoradores. ou, no máximo, os caras com maior capacidade de raciocínio lógico.
Eu acho que as pessoas desmerecem demais o cursinho. O Objetivo tem uns quadros lá separado dos alunos que passaram nas provas mais difíceis e tal, aquele Vitor Haddad que tava no jô soares esses dias e foi 1º na olimpíadas de física estudava em um dos objetivos daqui, assim como outros que estudam até em harvard. É claro que o conceito de de gênio é interpretativo, mas fazer cursinho (na qual a intenção é passar no vestibular) pode te fazer a pensar DE VERDADE, esse negócio de que é só uma mistureba com fórmulas e facilidades pra gravar é tudo balela, vc aprimora MUITO seus estudos, inclusive a própria prova da UFPR te dá as fórmulas se não me engano.
Cursinho é a "educação" no Brasil.
Foi lá que aprendi a ter maturidade, disciplina nos estudos e foco. Pode não ser o melhor método mas quem se destaca nos simulados semanais com certeza é um excelente aluno.
Eu que sempre fui um dos melhores no ensino médio, tirei uma nota ridicula na primeira fase da fuvest(não passei, obvio).
Tirar 10 no ensino médio é obrigaçao.
Bem, no momento estou estudando para o concurso público da PFR, é um concurso de nível médio extremamente concorrido. com salário inicial de 5.5k/mês. Como sou deficiente físico não vou concorrer com pessoas normais, apenas com deficientes no sistema de cotas. Todo ou qualquer concurso, público ou privado é obrigado a reservar 5% de suas vagas a deficientes.
Então pesquisei sobre concursos passados e vi que vale a pena, enquanto a concorrência normal desse mesmo concurso ficaram em 150candidatos por vaga.
A concorrência entre deficientes caíram para 5candidatos por vaga.
Voltando a pergunta do tópico, estudo 30horas/semana lendo,resumindo, assistindo video aulas, com o melhor material disponível possível, quando sair o edital vou para Brasília fazer cursinho individual com os melhores professores do ramo.
o propósito desse sistema é que é ridículo. vocês sabem que todo mundo é obrigado a aprender sobre coisas com aplicabilidade mínima na vida de vocês. não é isso que a escola deve ensinar. traz responsabilidade, disciplina, ótimo, pelo menos isso tem de bom. os ótimos alunos que eu conheci durante a vida até agora são gente que pensa linearmente, rigidamente, focadas demais em fazer o que lhes é pedido e que não conseguem tomar iniciativa pra agir por elas próprias. enfim, peões. por outro lado, conheci gente genial - que simplesmente CAGAVA pra escola mas destruía no conteúdo, encontrava soluções eficazes pros problemas (não só pros exercícios) por conta própria. isso é "criatividade". a escola tira a criatividade das pessoas.
Você não passa num vestibular foda apenas decorando fórmulas.
Você tem que saber usar as fórmulas. Saber interpretar o problema, entender os fenômenos que estão acontecendo, identificar as fórmulas certas pra cada problema (e os problemas de vestibular normalmente têm mais de uma) e só então aplicar a decoreba.
Não adianta nada encontrar soluções eficazes se você não sabe nem calcular as tensões na estrutura com que você está mexendo (engenharia), ou não conhece as leis que se aplicam ao seu caso (direito), ou não sabe identificar uma doença pelos sintomas (medicina).
Base teórica é importante. Eu concordo que o ensino médio ensina muita coisa inútil (devia ser mais direcionado à carreira do aluno), mas quem caga pra escola não vai tão longe assim, a não ser que tenha talento pra abrir empresas. Ou seja o gênio da música/arte/futebol.
Criatividade sem teoria é gambiarra.
Eu acho que você está generalizando mas tudo bem.
De fato, nós perdemos a capacidade criativida ao longo de um tempo mas esse é um fenomeno global, não acontece só na escola. Se você vai trabalhar em uma empresa você é designado a fazer o que eles querem, adequar seu projeto ao cliente e se submeter as leis deles. Não sei de que forma isso pode ser positivo na criatividade humana. A partir do momento que você é contratatdo está sujeito as leis do empregador, pode até ter idéias bacanas, desfrutar de sua imaginação porém se não houver aplicabilidade e rentabilidade por maior que seja o potencial não irá pra frente.
A escola mata criatividade, tem seus pontos negativos mas aqui no Brasil ela funciona de uma forma pior ainda. Bem estruturada, ela é capaz de suprir essas necessidades. Como eu disse, no cursinho aprendi a ter disciplina, foco e organização. Base técnica é muito importante.
No mais, concordo com o Ninja.
Criatividade sem teoria é gambiarra. [2]
Tive a sorte de ver esses vídeos quando fiz um curso de planejamento de comunicação. Muito bom mesmo.
Não mesmo. Mas o que é o vestibular senão uma prova que cobra conteúdos que não tem utilidade nenhuma na sua vida? Por quê não fazer dele uma prova que meça a sua capacidade de resolver problemas QUE EXISTEM, ao invés de pedir pra um candidato a um curso de engenharia discorrer sobre briófitas e pteridófitas? Ou pedir pra um candidato a um curso de jornalismo calcular quantas combinações de números de CPF são passíveis de existir?
Pode até ser. Mas você está falando de um nicho muito específico de problema como se fosse regra. Primeiro, isso só vale pra problemas de física/química/matemática. Depois, e ainda assim, você tem que ler o problema pra ver se se trata de um problema de bases, eletrólitos, função, inequação, enfim. Depois, você esquematiza e aplica fórmulas. Não foge muito de uma decoreba, no fim das contas. Isso sem contar exercícios de gramática, história, geografia, literatura, biologia, que são absurdamente um cagamento de regras e características que você tem que saber de cor.
E você precisa aprender isso no ensino médio ou na faculdade? A faculdade te municia de material teórico pra você exercer a sua profissão. Um professor de português não precisa saber calcular as tensões na estrutura com que está mexendo (aliás, não está mexendo). Então, pra que cobrar isso de um candidato a letras no vestibular?
Base teórica é importante. Lógico. Mas a base teórica voltada pra sua área, como eu disse.
Criatividade não é ver o que ninguém viu. É ver o que todo mundo vê, mas de um jeito diferente. Não é pensar de forma não-aplicável e não-rentável, necessariamente, como seu texto pareceu sugerir. É pensar diferente dentro das possibilidades. Resolver problemas de acordo com as ferramentas de que você dispõe.
Por isso eu tenho certeza que estou no lugar certo fazendo comunicação social. Em nenhuma outra área de atuação a criatividade é tão bem vista e bem aceita. Basta você frequentar blogs como brainstorm9, trendhunter etc pra você ver como as pessoas fazem o impossível e coisas magníficas trabalhando com comunicação (publicidade, mais especificamente mas não unicamente). E sem necessariamente deixarem de ser rentáveis.
Saca esse case aqui:
Uma placa dessas que os vendedores usavam aí pra mostrar onde estavam não deve custar mais do que 20 reais. Aumentou em 66% a venda de Antarctica durante o carnaval. Barato e eficaz.
Aí que tá.Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
Sua area é bem distinta da minha e não dá pra obter resultados assim. É necessario uma base tecnica( o que vocês chamam de decorar formulas e etc). Você pode até ter uma idéia boa dentro de um contexto mas se você não souber aplicar um modelo pra ela, não vai pra frente.
O problema é esse: estamos vendo a criatividade por dois pontos distintos.
@Tar ancalime
E afinal, o que vc propoem?
Eu conheço cara que via praticamente como gênio em matemática/física/química falando, "não to aguentando, a faculdade é muito pesada", ou seja, um cara que tinha MUITA noção e conhecia a "fundo" do que é 'inútil' pra maioria dos cursos mas não pro dele e mesmo assim apanha nas matérias.
Vamos pegar 2 vestibulares, UFPR e FUVEST, eu vou prestar ambos, sei que na UFPR eu preciso aprender razoavelmente todas as matérias e ler MUITO, fazer redações excessivamente e me manter informado, pq a 2º fase pra comunicação social cai só produção de texto, se não me engano são 7 redações ou algo do gênero, onde vão testar minha criatividade, minha leitura e todos esses itens essencias pro MEU CURSO, diferentemente da FUVEST, que um dia são todas as matérias, outras específicas (não específicas convenhamos).. mas agora eu penso, qual será que forma pessoas melhores capacitadas? suponhamos que eu tenho um potencial MUITO grande em publicidade, mas perco em exatas, e por isso não passo na FUVEST e sim na UFPR.. mas será que esse é o melhor jeito? será que passando os melhores em tudo (todas as matérias + as de "publicidade") não forma melhores profissionais? eu acho beeeeem relativo, USP é a melhor faculdade do país e com certeza esse vestibular apelão cheio de inutilidades colabora pra isso.
Mas eu não estou falando de alterar os princípios da física, é claro que na sua área dá pra obter resultados assim. Se a ideia não puder ser aplicada no modelo, nesse caso a ideia não é boa. O que você não está entendendo é quando eu digo que você tem que ser criativo com o que está disponível pra você. A base teórica nunca será alterada, mas os recursos sim. Quem nunca viu aquelas fotos de prédios e pontes que você pensa "puxa, como essa merda não caiu ainda?".
pff, é difícil propor coisas assim, tão superficialmente. Mas na minha opinião está claro que toda a educação tem que ser reformulada, desde o maternal até a faculdade.
Sobre o resto do que você perguntou. Digamos que você conheça um cara que é um gênio da matemática e da lógica. O cara acerta 10 questões de física, 10 de matemática (que ele fez sem nenhum problema) e 4 de biologia e português. Aí vem um cara que acerta 8 de física, 8 de matemática (sendo que ele levou horas pra fazer essas questões), 8 de biologia e 8 de português. O segundo vai passar. O primeiro, pra mim, é muito mais qualificado. Por isso eu acho que essa história de atribuir pesos pras questões, fazer provas específicas e afins, isso é a prova de que as pessoas sabem que você tem que saber o que você precisa saber, e não um pouco de tudo. Pena que isso seja muito pouco pra mudar o panorama de uma forma geral. Quando as escolas forem responsáveis o suficiente pra perceber quais as aptidões naturais de uma criança, desde o maternal, e depois essa criança for direcionada ao longo de muitos anos recebendo ensino voltado para aquela área, então teremos gente muito mais competente e feliz andando pelas ruas.
Não quis dizer isso.Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
A idéia pode ser boa sim mas exige um modelo mais sofisticado e ferramentas mais avançadas. Ela é aplicavel, o problema é a necessidade de uma base tecnica anterior para efetiva-la.
Isso pra nós é ter o que é disponivel. Eu tenho uma infinidade de livros, resultados de outras pessoas e pesquisas antigas que são a margem de busca. Como eu disse anteriormente, a idéia pode vir mas você vai precisar se especializar pra faze-la funcionar. No seu contexto funciona esse tipo de pensamento, no meu podem demorar anos até que ela esteja pronta e seja eficiente( assim como várias coisas na engenharia).
Por isso volto a bater na tecla de que estamos lidando com dois pontos distintos da criatividade.
O que tem que mudar é a carga horária, é o melhoramento do ensino público e a qualificação dos professores. Reformular o sistema sem antes arrumar esses rombos na educação seria simplesmente falho.
Deixa eu ver se eu entendi, vc concorda com os vestibulares SIM, mas com alterações pra deixar as provas mais específicas é isso?
Eu continuo achando relativo isso da prova, acho que se for colocar na balança essas coisas "inúteis" acabam trazendo mais benefícios do que malefícios.
O número de vagas de vestibulares 'apelões' como a FUVEST não é tão abundante assim, 60 à 150? só a cidade de são paulo tem 11 milhões de habitantes, acho que da pra preencher essas vagas com pessoas que sejam BOAS em TUDO. Vc tira as engenharias, as matérias escolares como física e química e mais meia dúzia de cursos e a matemática que vc utilizará nos demais cursos é conta de x - + /, se bobiar nem isso se for contar com a calculadora, ainda sim não acho certo considerar como inútil os demais 98% da matéria. Vc pega um curso como publicidade por exemplo, pra que vou usar física, química e biologia? pra porra nenhuma. Que diferença faz eu saber que a saída de Nassau influênciou a insurreição pernambucana? se vc for colocar na prática, 90% que vc aprende na escola realmente é inútil pra sua formação superior, mas não é inútil pra sua vida.
O vestibular testa sua CAPACIDADE de aprendizado, sua interpretação, sua FORÇA DE VONTADE / dedicação / esforço, eu posso ser um gênio com números, mas em algum momento da minha vida vou precisar saber me expressar bem em uma reunião, vou precisar fazer um relatório seja lá em qual área eu esteja trabalhando. Não é pq vou fazer um curso de humanas quer dizer que eu só tenha que aprender as coisas de exatas que vão ser úteis no MEU CURSO, parece um moralismozinho medíocre mas na vida a gente tem que fazer, aprender e ensinar muita coisa que a gente não gosta. Os profissionais mais qualificados são os que sabem lidar com QUALQUER situação, não só o que lhe convém de sua área.
Eu cago para escolas. Acho que muita coisa que aprendo lá é bastante inútil, além de ter que fazer trabalhos e tudo mais. Eu não aprendo dessa maneira. Prefiro muito mais ler um livro e discutir o assunto com as pessoas, aprendendo com a vida e culturas locais ao invés de fazer uma prova/trabalho/apresentação pra turma.
Sem contar que, português e inglês eu fui mal no colégio justamente por isso. Logo as duas matérias que eu mais sei. Português, por exemplo, fui ensinado de muitas regras gramaticais bastante duvidosas, onde vários livros de linguística que li os debatem frequentemente. Somos ensinados que apenas existe uma resposta, e que ela está no final do livro, enquanto há várias interpretações e respostas para um pergunta (e se torna inútil discutir com professores, pelo menos os meus).
Arrisco dizer que muitas coisas são sim inúteis para a vida, dependendo do que o indivíduo quer. Eu, por exemplo, se fosse para tentar entrar em alguma faculdade, entraria em Letras. Por que diabos eu usaria uma equação de segundo grau? Matrizes? Para mim, o básico da matemática, coisa que eu uso no dia-a-dia, está mais do que bom. Se, por acaso, algum conhecimento de exatas vier a ser necessário, eu leio algum livro do assunto e aprendo. Apenas se vier a ser necessário, e não por obrigação, como o colégio nos obriga.
O que eu gostaria de ver o sistema educacional tentar fazer seria uma utopia. Várias "oficinas" em que o aluno possa escolher o que querer. Ensino de qualidade, como se fosse curso privado. Quer dança? Ok, vá ser um dançarino, caso queira. Inglês? Ok. Espanhol? Ótimo. Matemática? Perfeito. Paleontologia? Vá com tudo, guri. Eu mesmo poderia estar vendo umas aulas de nível de faculdade de Letras HOJE, caso eu tivesse a chance. Eu tenho uma facilidade com letras e interpretações de texto, é algo que eu gosto.. porque me deixar atrasado num sistema educacional que me força a prender coisas que não me apetecem, que não serão importante no MEU estilo de vida? Eu poderia estar fazendo um bom curso de francês e letras numa oficina r0x (como numa faculdade), mas não, estou aqui, em atraso por mais um ano e meio.
Eu não vou fazer faculdade, pelo menos não por enquanto. Quero aprender algo de Letras? Pego um livro. Dá para aprender muito bem com os livros de alto nível que existem na biblioteca. Eu mesmo estou lendo os livros de psicologia que minha irmã usou na faculdade, estudando aos poucos, descompromissado. Por que a faculdade/escola há de ser todos os dias? Tem gente que não se sente bem assim, gosta de um descanso e com ele rende mais. Por que há de ter notas/trabalhos? Não entendo muito esse sistema; um aluno que gosta do que faz pode se julgar sozinho se quer ou não aprender e/ou aprimorar seus conhecimentos, e o próprio mercado de trabalho o avaliará. Por que eles empurram matérias que não gostamos? Caso entre numa faculdade de psicologia, você HÁ DE ESTUDAR TUDO SOBRE ELA. Por quê? E se eu quiser me focar no sentimento? Ou no cérebro? Ou caso eu queira fazer uma aula de psicologia, outra de letras e dar uma passeada na astronomia pra aprender algumas coisas r0x? A facilidade de ensino deveria ser mais elástica, mais no estilo de "oficinas" mesmo. Por que somos separados por nossa idade? Eu tenho facilidade com letras, poderia estar numa sala de adultos e idosos, com gente experiente para conversar. Seria milhões de vezes mais educativo para mim. Sinto que o sistema de ensino hoje não preza pelo conhecimento, e sim por alguém pra fazer um trabalho alienado (isso num ponto de vista bem amplo e generalizado).
Lembrando que isso tudo é só minha opinião e ainda está em fase de debate, ainda posso mudar ela caso eu veja umas respostas boas por aí.
Bom, por "reformular", inclua-se isso aí, que também é reformulação.
É por aí.
Eu não concordo pelo que eu já disse no último post. Não acho que seja possível preencher todas as vagas com gente boa em tudo. Você pode preencher todas elas com gente boa em fazer provas de todas as matérias. Olha, cara: eu tenho uma facilidade absurda pra matérias da área de humanas, principalmente texto. Eu ia bem em matemática e afins, era acima da média inclusive, mas não tinha tanta facilidade assim. Era mais uma questão de estudar e pensar muito até entender - não como algumas pessoas que entendem um problema só de olhar. Tenho certeza que eu passaria em grande parte dos vestibulares de engenharia do Brasil, tirando os muito fudidos tipo ITA e IME. Eu acho que seria um péssimo engenheiro. Acho que o engenheiro tem que ser o cara que resolve os problemas de matemática facilmente, por mais que a biologia dele seja uma bosta.
Pô, claro que é. Eu mesmo não lembro mais de 20% da matéria do terceirão agora e não me faz a menor falta.
Não é isso que ele tem que testar. Ele tem que te colocar numa universidade. E veja só: fazer provas mais voltadas à área de atuação de cada curso não elimina a necessidade de capacidade de aprendizado, nem de força de vontade, dedicação e esforço, de forma alguma. Você ainda vai competir com muita gente. Aliás, arrisco dizer que seria até mais difícil, pois ia concorrer com mais gente com as mesmas aptidões que você. Você pode ser um gênio com números, mas quando você precisar se expressar bem em uma reunião, com certeza não são as regras de gramática que cagam na sua cabeça que vão te ajudar. Ou você vai parar pra consultar o Pasquale no meio da reunião? Não é assim. Os profissionais mais qualificados são os que sabem lidar com qualquer situação cabível na sua área. Me convença que um publicitário precisa manjar de física e me dê argumentos plausíveis e eu dou o braço a torcer. Sério, ele nunca vai precisar. Live with it.
Ficar atolando as pessoas de conteúdo desnecessário faz a escola ser uma merda. Se cada um aprendesse só sobre o que lhe interessa teríamos: profissionais mais competentes; alunos mais assíduos; escolas mais cheias; menos gente abandonada por não estudar; menos violência etc etc etc
Sinceramente, se eu fosse estudar só a area que eu pretendo ia cursar só duas disciplinas na universidade(no semestre) e não estudaria historia/geografia/biologia/portugues/ingles porque é um atraso de vida.
Esse tipo de pensamento é meio retrogrado. Nunca na vida você vai fazer somente o que gosta ou o que pretende, não existe isso. Eu acho obrigação alguem ter uma noção de geopolitica, historia do brasil ou bem o basicão de regras gramaticas. O que eu acredito ser mais justo seria existir atividades extra curriculares que permitissem o aluno a desenvolver uma de suas habilidades ou desenvolver a pratica do ensino.
Eu acredito que isso é um pouco de falta de iniciativa também. A internet hoje mantem milhares de documentos e livros disponiveis pra quem se interessa por areas não abordadas no ensino médio. Essa é uma desculpa pra falta de iniciativa e pra dependencia de professores. Na faculdade não é nada de diferente, alguma disciplina você não irá gostar e vai achar inutil pro seu curriculo mas é a burocracia da instituiçao e você tem que segui-la.
Pelo amor de Deus, saber teoria de Darwin é tão importante quanto os efeitos socio-politicos de Cuba assim como aprender a calcular volume e areas de superficies. Eu acho que o caminho não é por aí. Eu acho que isso é um conhecimento de mundo básico que alguém deve ter.
E isso te prejudicaria de alguma forma?
Quem dera. Fosse retrógrado significaria que a humanidade alguma vez já pode experimentar esse sistema.
Isso sim é um pensamento ruim. Quem faz o que gosta rende muito mais, inegável. Forçar as pessoas a fazer o que elas não querem tem como consequência sub-rendimento, má vontade, trabalho malfeito.
Estudar o que você escolhe estudar é falta de iniciativa. E estudar o que você não tem interesse só porque te mandam estudar é uma mostra de iniciativa, como, exatamente?
Você fala isso como se burocracia fosse algo bom. Burocracia já é uma merda em todas as áreas possíveis e você ainda quer que ela norteie algo tão importante quanto educação?
Importante pra quem? Pra mim, saber os efeitos de Cuba no cenário mundial é mais importante do que saber a teoria de Darwin. Pra um pesquisador, não. Pra você, não é nenhum dos dois, é calcular volumes e áreas. Por quê nós temos que aprender tudo isso exatamente da mesma forma, como se fossemos todos iguais? Pra quê massificar a educação?
Ele disse que é falta de inciativa da pessoa em não correr atrás e estudar os assuntos que ela gosta por conta própria.
Se fazendo aula de português você já não consegue interpretar textos direito imagina se você pudesse escolher não fazer.não leva a mal não é só uma brincadeira.
Desmembrar meu post em sub-comentarios vai deixar minha idéia vaga mas vou fazer o favor de esclarecer.Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
Não prejudicaria mas alguns conhecimentos basicos da area biologicas/humanas me faltariam. Eu poderia, por exemplo, nas horas vagas estudar uma area de interesse sem comprometer outras competencias.
Não entendi.Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
Não trabalho com modelos utopicos.Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
Nunca você irá trabalhar em uma area na forma "Carpe diem". Vai engolir muito sapo, tolerar clientes e adaptar projetos contra a sua vontade. Querendo ou não, quem dita seu futuro e oportunidades é o dinheiro.
Caikeke já respondeu.Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
Cara, já falei. Não vivemos num mundo utopico e existe uma burocracia a seguir de forma que o sistema funcione da melhor forma possível.Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
Isso pra mim parece papo de pedagogo e filosofos da educação que escrevem um modelo ideal de ensino no Brasil mas nunca pisaram numa sala de aula de escola de periferia. Aplicabilidade zero, não funciona e é sim retrogrado.
Infelizmente, a burocracia existe e não vai deixar de existir. Qualquer instituiçao ou empresa trabalha nesse patamar.
Bom, voltando ao que eu disse:Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
Eu chamaria isso de ciclo básico, conteúdo necessario pra formar um aluno e pra descobrir as areas de interesse. Imagine um adolescente saindo do ensino fundamental e se ver obrigado a fazer escolhas sobre seu futuro. Hoje, você numa universidade descobriu o que quer e alguém que ainda tem o cerebro cru? Eu, por exemplo, queria no inico Jornalismo, Biologia, Engenharia Mecanica e por fim fui parar na Matematica. Descobri minhas aptidoes ao longo do tempo que eu tive contato com essas areas.
Não defendo a massificação, acho que é no minimo necessário. Entender um pouco de geografia, historia, quimica, fisica, matematica e tudo isso é conhecimento de mundo. O que eu volto a dizer é que deveriam existir oficinas nas escolas que descobrissem as aptidoes de cada um e desenvolvesse ao longo do tempo.
Se você soubesse interpretar o texto veria que o "isso" não se refere a nada dito anteriormente e me deu a oportunidade de deduzir. E eu não faço aula de português.
That's my point.
Retrógrado se refere ao passado. Se você diz que a ideia é retrógrada, é porque ela é ultrapassada e já deixou de ser válida. Na verdade, o mundo nunca pensou e nem agiu do jeito que a educação está sendo discutida aqui. Aliás, pelo contrário. A base da educação de hoje é a mesma do século XVII.
Olha cara, eu não sei como viemos parar aqui, mas a nossa discussão é sobre estudar o que você gosta. Nesse meio não tem clientes e nem projetos a serem adaptados nem nada. Tô falando que quando você estuda o que gosta rende mais. Escolher qual carreira seguir a gente já escolhe. E adaptar projetos e engolir sapos também não tem nada a ver com o modelo de educação oferecida no Brasil. As coisas no mercado de trabalho provavelmente vão se manter assim independente do que aconteça na educação.
Cara, discutir com você não vai nos levar a lugar algum. Tem uma coisa triste no seu discurso e ela é o conformismo. É algo do tipo "não adianta a gente tentar mudar as coisas, é assim que tem que ser e assim que vai ser pra sempre". Se toda instituição ou empresa trabalha assim, quer dizer que todos tem que trabalhar, certo? Se todo mundo faz algo, eu tenho que fazer igual. Não posso fazer melhor. Vamos respeitar a burocracia que pede pra você tirar duzentas vias de um documento pra autenticar um outro documento porque ela está aí desde sempre. Melhorar pra quê?
Sobre a "aplicabilidade zero" dessa ideia, ela é aplicada na periferia por meio de projetos que valorizam outros talentos das pessoas. Um exemplo é o próprio afro-reggae e aqueles montes de projetos que ensinam as crianças a pintar, desenhar... ou você vai dizer que isso não é educação? Não dá certo, por acaso?
O problema é formar alunos, e não pessoas. Sim, todo mundo tem que ter a oportunidade de ter contato com as áreas que quiser até saber do que gosta, mas ela tem que escolher LIVREMENTE, e não ser empurrada um monte de conteúdo INÚTIL quer queira ela OU NÃO. Cara, ninguém vai me convencer de que aprender _INEQUAÇÃO_ é "conhecimento básico de mundo". O princípio da boa educação está em fazer com que as pessoas sintam-se ESTIMULADAS a estudar, e como se faz isso? Deixando-as estudar o que elas gostam! Como eu disse, quem é obrigado a estudar o que não gosta simplesmente não aprende nada! Não importa se é conhecimento de mundo ou não, ela NÃO VAI APRENDER.
Ou seja, você concorda comigo. Só usou o termo "oficinas" pra mensurar o ideal do projeto.
@Martiny + @Tar ancalime
Essa parte eu vou tentar resumir pq serve de resposta para ambos.
O que vcs estão propondo, mesmo que superficialmente e "da boca pra fora" diga-se de passagem, é totalmente inviável. Vou reformular mais ou menos o que eu disse antes: 90% das coisas que vc aprende na escola serão inúteis durante sua vida, NO ENTANTO, o aprendizado é útil.
Como vcs querem ir separando os alunos por profissão, sendo que a maioria esmagadora não tem o MÍNIMO de maturidade de cumprir com as responsabilidades escolares (e por favor, não me venha com essa de "é pq eles fazem o que não gostam"), isso sem contar que MUITA gente não sabe nem o que vai fazer da vida, tem gente que ta no 2º ano de cursinho e não sabe direito o que quer prestar, como vcs querem dividir ou ir "profissionalizando" o aluno?
Outra coisa, acho que estão radicalizando demais essa coisa de inútil, inútil é MUITO relativo.. o fato é que embora nós queremos aprender só o que vamos utilizar no nosso dia dia, não da pra pular ou aprender matérias pela metade. Eu acho essencial nós conhecermos as teorias da evolução, pra conhecermos a teoria da evolução eu preciso aprender meiose, mitose, preciso conhecer os reinos, a fisiologia específica de cada filo, que liga com as eras geológicas, que liga a pré-história, e depois o início das civilizações que liga com o início da matemática e assim vai, TUDO ta ligado, não da pra vc chegar na parte importante sem antes conhecer e ENTENDER como chegaram aquilo.
@Martiny
O que vc ta propondo é um mundo "light" demais, isso é na verdade uma utopia. A produção, o rendimento, a ECONOMIA não pode parar, não da pra vc escolher os dias que quer estudar ou os dias que quer trabalhar.
A química, a física e a matemática que a gente aprende na escola não é nem 1/10 do que se passam nos respectivos cursos superiores, é MUITO mais complicado e tem coisa mais inútil ainda.. aquilo é pra te deixar PROFISSIONAL na área, e o que vc gostar mais, vc faz uma pós, ou se dedica mais ou de alguma forma se ESPECIALIZA na área que quer.
Não é separar o aluno por "profissão", necessariamente dito. Eu sou a favor da pessoa estudar o que gosta. Pois se a pessoa gosta, o estudo não se torna obrigação, e sim uma coisa interessante. Eu posso passar horas em palestras de literatura sem me entediar, mas com certeza olharia várias vezes para o relógio caso a palestra fosse sobre "fluídos", por exemplo.
Tem gente que não sabe o que quer da vida? Tem. Mas todo mundo sabe o que gosta, o que o apetece mais.
Eu não gosto dessa de enfiar conhecimento "obrigatório" nas pessoas. Teoria da evolução é importante? Não para um ator, para um escritor, para um psicólogo, por exemplo. Essas coisas de meiose, mitose, reinos e etc, dependendo da pessoa, vai ser TOTALMENTE inútil, e, caso chegue a necessidade de aprender algo sobre isso, ela dá uma estudadinha ali e tudo bem, mas SÓ se a pessoa sentir a necessidade.
Se a pessoa quer ser uma ignorante?... fazer o quê. Ela seria de qualquer forma. Enfiar "conhecimento" goela abaixo não seria efetivo.
É uma utopia sim, mas eu realmente acredito que o sistema de educação hoje foi planejado para uma época diferente e vai acabar caindo, cedo ou tarde, e eu vou estar lá para ajudar (de alguma forma).
Não vejo como a produção, o rendimento e economia parariam. Sério. Escolher os dias que quer estudar =/= dias de trabalho.
Eu não vou fazer pós em química, física e nem matemática. Não vejo motivo para estudar. As contas que EU julgo básica para a MINHA vida, eu aprendo. De resto, apenas estudo se for necessário. E, caso eu mude de ideia e comece a me apaixonar por números, eu começo a estudar, não importa a idade que eu comece.
No mais, concordo com cada palavra do Tar. Acredito que o sistema mudará ainda nesse século.
Interesse, okay. Existem obrigações também, thats my point. Um não interfere no outro.Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
O problema no meu discurso é então gramatical. Obviamente, não quis dizer isso mas não concordo com a compartimentação do conhecimento. Vocês falam tanto de criatividade, só que esquecem que muitas vezes é necessario conhecer antes pra encontrar novos meios de criação.Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
Cara, isso foi uma exemplificação. Mercado de trabalho vem depois de uma eventual graduação e se você não souber lidar com exigencias ou achar que o mundo é zen você será engolido.Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
Quando você estuda o que gosta rende mais, muito discutivel essa afirmação. Muitas vezes eu precisei estudar por horas um conteudo, por pura pressão e rendi bastante. Estudar por prazer é muita conversa fiada e não se encaixa num mundo tão dinamico quanto o nosso.
Eu quero ver você sentar numa cadeira durante 8 horas estudando e dizer "Estou estudando o que eu gosto, estou super interessado".
Discurso de sonhador, respeito sua opinião mas então proponha alguma coisa pra desenraizar essa cultura.Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
Você confunde as coisas. Eu disse que apoio esse tipo de iniciativa mas não aceito que uma criança largue os estudos pra se dedicar o parkour porque é o que interessa a ela ou largue pra jogar futebol. Quem decide isso? A criança? Adolescente? Como discernir isso?
Então, proponha alguma coisa oras!Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
O meu modelo de educação é centrada num ciclo básico com atividades extracurriculares pra encontrar e desenvolver suas aptidoes sem comprometer seus estudos.
Eu não consigo imaginar de que forma isso seria feita. O menino estuda quando quer, le quando quer?
Se é isso que você está falando, então sim.Citação:
Postado originalmente por Tar Ancalime
No mais, o Farok disse algo que eu esqueci. Vocês estão radicalizando demais e tratando o aprendizado como inutil. Não é por aí.