Citação Postado originalmente por Iridium Ver Post
Saudações!

É, eu desaparecido daqui. Mea culpa, mea maxima culpa. Na época q sumi, foi por conta de uma abordagem da PoI que eu não concordei na época e por eu ter dificuldade em me conectar com histórias com um caráter mais sangrento, seja porque eu não sou boa em descrever tais cenas, seja por eu preferir o drama, psicológico ou de cenário, em vez da ação bruta e dos combates.

Entretanto, eu vim aqui para prestigiar o último capítulo e te parabenizar por concluir uma história, @CarlosLendario. Em uma seção que nos dois, velhos de guerra, já vimos tantas histórias começarem e nunca receberem um fim digno (ou qualquer fim que seja), é um grande alívio e prazer ver uma história com começo, meio e fim.

Esse capítulo me fez ter muita, muita vontade de reler tudo. Sério mesmo. Não só porque eu comecei a confundir personagens e seus sinônimos no meio da narrativa, como também vejo um progresso inegável. Carlos, nesses anos todos que te acompanho, esse foi o capítulo mais FODA PARA CARVALHO QUE VOCÊ ESCREVEU. Não tô puxando sardinha, e vc sabe disso: é genuíno. Carlos, que orgulho.

Orgulho define esse capítulo. Orgulho por uma história finalizada. Por uma história bem-feita (críticas ajudam a construir, e as qualidades da história superam os poucos defeitos que há nela. Muitas das minhas discordâncias vem de gosto e estética, ou seja, puramente subjetivas. Objetivamente falando, FINALMENTE VOCE TÁ DOMINANDO A VOZ PASSIVA CARAIOOO!!! Aí simmmm) por uma história sangrenta e formosa.

Carlos, eu tô muito orgulhosa de você e da sua escrita. Siga firme, rapaz. Siga firme que é sucesso e você tem muito, muito a contribuir. E muitas histórias para contar.

E eu lerei. E eu vou analisar. Ansiosamente aguardo uma continuação, venha quando vier.


Até lá, terei relido Bloodtrip de cabo a rabo e certamente com outra perspectiva de quando acompanhei a primeira vez.



Um forte e orgulhoso abraço da tia coruja,
Iridium.
Salve Iridium, muito obrigado pelo seu retorno nesse final.

É reconfortante saber que, pra você, esse foi o melhor capítulo que já escrevi. Eu tinha um medo grande de que ele não cumpriria as expectativas e acabaria sendo um final ruim. Reescrevi várias partes várias vezes. Não queria dar um final ruim para Bloodtrip.

Mas eu fico sinceramente feliz em saber que realmente tive uma evolução. Você me acompanha há mais tempo do que qualquer um. Nos ajudamos sempre, e agora podemos dizer que temos histórias finalizadas, e que fizemos nossa parte nessa seção. Não que a gente deva parar de movimentá-la, pois enquanto existir Tibia, devemos estar aqui. Btw, lembro que eu invejava sua escrita e como você usava várias palavras bonitas e bem encaixadas pras mais variadas situações, gerando sentimentos no leitor apenas com a combinação de sinônimos que você usa. Hoje, eu espero que minha escrita esteja ao menos um pouco digna de ser comparada à sua. Mesmo que sejam formas diferentes.

Orgulhe-se muito, Iri. Você me ajudou demais a chegar nesse nível. Muito obrigado mesmo, de verdade. Espero que a história pareça melhor pra ti quando a reler, e que goste da sequência, quando eu a iniciar.














A todos que leram até aqui: Deixem suas impressões finais sobre a história toda. Façam uma "análise" ou algo assim. Me digam com sinceridade: O que vocês acharam de Bloodtrip?

Também convido os visitantes, que não criaram uma conta ainda, a criarem uma e deixarem sua opinião. Eu ficaria imensamente agradecido.






Epílogo




Os mortos se levantaram. Embora não tenham realmente morrido, o choque foi severo para todas as pessoas que pensaram que perderam seus entes queridos. Socos na madeira, embaixo da terra, eram ouvidos na maioria dos cemitérios das regiões atingidas. Muitos foram salvos. Outros morreram definitivamente.

Estava declarada a nova confusão sobre o mundo de Tibia. Em diversos locais do mundo, houve muitas comemorações repletas de alegria, ou ondas de terror, medo e desespero. Ankrahmun comemora há semanas a volta dos mortos. Darashia comemora também.

O detetive loiro fora chamado para lá a pedido de um amigo espadachim. Acompanhado de um homem branco de pelo menos quarenta anos, um pouco gordo e de barba grossa, porém, fina, usando roupas desérticas, e uma mulher de cabelos loiros, quase platinados, com um machado duplo nas costas, o acompanha. Ela usa apenas um vestido amarelo-claro. Apenas. O detetive, alheio ao calor, com um casaco longo de cor branca, observa junto de um grupo de nômades e de seus companheiros, através da passagem para o norte de Darama, onde está Darashia.

Não há nada no horizonte. A areia normalmente em sua cor clara está vermelha próximo de onde deveria ser Darashia. Segue-se vermelha até se tornar laranja, e então se misturar com a cor clara e bela das areias. Apesar do visual diferente e bonito, não existe mais uma cidade ao redor de um oásis para dirigir seus camelos. Não existe nem mesmo um oásis mais, apenas um lago de sangue.

— Eles nunca foram eliminados, então. — Disse o detetive loiro.







Fim?