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Tópico: [L.T] - Swettie (Vinera) & Druida Amanra (Calmera)

  1. #21
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    Vou comentar porque trouxe a fantasia do rpg em si para o LT, e também, porque és gaúcha, temos que ajudar a gurizada! HAHAHAHA

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  2. #22
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    Um dia literalmente... Abençoado!

    Cheguei ao amanhecer no centro de Rookgaard. Apesar da carne do cervo e do descanso à beira mar, eu estava exausta. Atravessei lentamente a ponte que ligava o centro da ilhota com seus arredores e cumprimentei Dalheim com uma breve reverência. O guarda, solícito, ofereceu-me ajuda, a qual eu recusei educadamente. Ele disse que gostaria de me ajudar, mas não podia sair de sua posição. Falei para ele não se preocupar e segui vagarosamente. O caminho até a Academia foi tranquilo. Assim que pus os pés nela, percebi certa preocupação no olhar de Vascalir quanto ao meu estado, mas o ignorei e fui diretamente para a hospedaria de Amber. Sem pensar, deitei-me na primeira cama disponível. Amber aproximou-se perguntando algo, mas eu só a ouvi balbuciar algumas palavras. Enfim... Adormeci rapidamente para me acordar bem disposta e alegre.


    Me acordei um pouco desnorteada. No entanto, Amber me observava maternalmente e fui obrigada a cumprimentá-la e dar-lhe um bom dia. Após uma troca de cumprimentos básicos, a aventureira disse-me que eu havia dormido muitas horas, praticamente um dia inteiro. Ela confessou-me que ficou um pouco surpresa e amedrontada pela quantidade de horas que eu havia dormindo, mas preferiu me deixar acordar sozinha. Tentando saciar a curiosidade dela, expliquei-lhe porque eu havia dormido tanto. Amber sorriu ao ouvir meu relato, aproximou-se de mim e disse simplesmente:

    — Ah! Que saudade de me aventurar assim! Correr perigo é tão bom... Me faz lembrar da época em que vivi com os Ogros.

    Olhei-a um pouco sem graça; eu não havia achado nada legal quase morrer para aquelas aranhas. De qualquer maneira, levantei-me disposta e fui lavar meu rosto em uma pequena, mas bonita pia que existia no alojamento de Amber.


    Antes mesmo de sair do local onde Amber habita, a mesma chamou-me, dizendo:

    — Jovem Amanra, está havendo uma exposição de diversos equipamentos aqui no subsolo da Academia. Você verá, antes de subir as escadas, uma porta com um quadro que indica o local da exposição. Por que não vai até lá ver se algo lhe interessa? É uma boa oportunidade de espairecer e conhecer coisas novas.

    Sorri para a aventureira e, curiosa, parti para o lugar o qual ela havia me recomendado. A porta estava aberta e haviam algumas pessoas por ali. Vi como admiravam os equipamentos, até cobiçando-os. Eu não me interessei por quase nada do que vi; no entanto, ao explorar um pouco mais... Descobri duas salas que despertaram muito o meu interesse: em uma delas, haviam muitas máquinas funcionando com uma espécie de energia. Na verdade, não eram as máquinas que me interessavam... E sim a forma como a energia era gerada e transmitida. Ainda, tive a oportunidade de visitar outra sala. Nesta, havia um grande telescópio, um relógio do tempo e outra máquina. Eu estava impressionada: como poderia haver qualquer tipo de magia em Rookgaard para criar aquela energia que ligava as máquinas? Animei-me com o passeio.




    Finalmente, depois de descer alguns andares e ver algumas criaturas aprisionadas, o meu passeio havia acabado. Decidi que era hora de contar a Vascalir que minha missão tinha falhado... Mas, confesso, eu estava temerosa a respeito de sua resposta. Respirei fundo e subi os degraus, até avistar o cavaleiro de Tibianus III dando algumas dicas para alguns novatos na ilhota. Esperei eles se retirarem e me aproximei cabisbaixa de Vascalir. Ele questionou-me sobre o que havia ocorrido e eu lhe contei. Vascalir pareceu um pouco decepcionado, pude notar isso; e, com pouca esperança na voz, disse-me para treinar um pouco mais e continuar tentando. Arrisquei um sorriso a ele, que me retribuiu com outro prontamente.

    Apesar das palavras incentivadoras de Vascalir, eu estava desanimada por ter falhado. Despedi-me dele e passei a vagar pelo centro de Rookgaard. Até que uma ideia me veio em mente e resolvi me sentar em um banco perto do estabelecimento de Tom. Passei algumas horas naquele banco e, quando já estava anoitecendo, decidi por minha ideia em prática: eu iria visitar Hyacinth. Rumei para sudeste da ilha, onde morava o alquimista, em uma montanha. Ao chegar lá, meu encantamento com as flores e os itens mágicos não foi diferente da primeira vez: olhei tudo ao meu redor, admirada, imaginando como poderia ser viver ali. Porém, um pensamento ruim me ocorreu e eu decidi subir depressa, para encontrar o velho mago resmungando. Aproximei-me dele, o reverenciando formalmente. Em seguida, comecei a questionar-lhe sobre diversos assuntos, até que lhe falei sobre minha falha na missão. O velho olhou-me nos olhos e, bondoso, disse que Crunor estaria comigo e que era hora de eu partir. Eu o olhei e com lágrimas nos olhos o agradeci.




    Sai do lar do alquimista revigorada. Porém, como era noite, ainda descansei no térreo da montanha, esperando o dia amanhecer. Assim que vi os sóis no céu, levantei-me e decidi ir até o lar das aranhas e pegar a teia da Aranha Rainha. De uma forma incrível, eu me sentia poderosa e sabia que tinha a ver com a benção de Hyacinth. Determinada, entrei no covil da aranha e tive sucesso ao pegar a teia. Agradeci, em tom baixo, a Crunor e ao velho alquimista pela benção e deixei aquele lugar hostil imensamente feliz. Chegando ao centro da ilha, novamente avistei um Vascalir ocupado, dando e ensinando táticas e missões para os jovens que queriam salvar Rookgaard. Esperei os mesmos saírem para reverenciá-lo e dizer alegre:

    — Trago-lhe boas notícias, senhor Vascalir. Veja! — E lhe mostrei a teia da Aranha Rainha.

    O cavaleiro de Tibianus III sorriu-me alegre e pude ver sinceridade em seus olhos. Ele insistiu que eu aceitasse uma armadura cravejada, como símbolo do meu reconhecimento e bravura. Eu a aceitei, contente, e tentei vesti-la. No entanto, foi muito difícil! Algumas entranhas da armadura se enrolaram em meus longos cabelos e acabei tendo um pouco de dificuldade, mas consegui! Nossa! Eu me sentia realmente mais forte. Novamente, agradeci a Vascalir e a Crunor por toda essa oportunidade. Rumei para o bar de Norma, pois já era tardinha e eu tinha fome. Com as poucas moedas que eu tinha, consegui comprar apenas alguns pães e vinho. Aos poucos, fui sentindo meu corpo entorpecer e sabia que estava na hora de descansar em um local adequado. Dirigi-me para a hospedaria de Amber e lá fiquei até sentir que estava bem.



    ~~~~~

    Spoiler: Imagens bônus

    Vish, acho que me estendi demais! De qualquer maneira, foi necessário!
    Espero atualizar em breve! Abraços e bom fim de semana!
    Última edição por Swettie; 03-11-2013 às 00:50.
    Quer acompanhar uma história legal?
    Então que tal ler sobre Mariah Laok, uma elfa em terras tibianas?



    Mariah Laok, Rookgaard, Luminera

    Vamos, garanto que vai ser divertido!

    (Clique na imagem para ser redirecionado à história e a Seção Roleplaying!)

  3. #23
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    Swettie! Parabéns pelo seu LT. Tá muito fera *.*~

    A propósito, sou o dono do LT do Kevin Aspargo, que você comentou mês passado. Obrigado por passar por lá. Eu fiquei sem tempo de jogar e acabei abandonando o fórum e parcialmente o jogo. Fiquei muito feliz por ver alguém comentando.

    Curti demais o estilo com o qual tá fazendo seu LT. Bem roleplayer mesmo. Só fico triste por Anmara pois um dia ela terá que partir de vez para o continente e encarar que nem todos os seres que habitam Tibia, sobretudo os humanos, são gentis. Ela poderia ficar em Rookgaard para sempre, mas, se um dia ela partir, que Banor a proteja. Aliás, quantos anos ela tem?

    Eu também faço roleplay no jogo. Desde 2007. Embora esteja um pouco sumido. Jogo em Neptera e meu nick lá é Morth Dragontooth. Tem bastante gente jogando, se quiser dar uma olhada. Temos o fórum também que é provável que esteja na minha assinatura! Um beijo! Continue escrevendo!
    Última edição por Gillex Koehan; 05-11-2013 às 15:57.
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    RPGTibia

    A gente tá te esperando desde que você nasceu!
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  4. #24
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    Adorei seu LT, gostei muito do seu jeito de escrever !

    apesar de não ser um 'roleplayer', acho muito interessante!

    parabéns
    Com o SANTOS onde e como ele estiver! G.R.C TORCIDA JOVEM SANTOS!

  5. #25
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    Novos amigos e aventuras – Parte II

    Dia 1

    Acordei-me novamente desnorteada. Não sei porque, mas tenho a impressão de que ainda não me acostumo com esse lugar. De qualquer maneira, esse foi um dia interessante, intenso, cheio de aventuras e coisas novas para fazer. Olhei para Amber como costumeiramente fazia e lhe dei um olá... Não sabia se era dia ou noite, então preferi não arriscar. Com um pulo, saltei da cama e decidi explorar um pouco mais Rookgaard. Eu estava me apegando àquela ilha — confesso — e, muitas vezes, havia pensado em ficar; mas sabia que Padreia jamais me perdoaria... Então fui tentando me conformar desde já. Subi as escadas para deparar-me com uma ilhota de novatos totalmente imersa na escuridão. Decidi sentar em um banco e esperar o amanhecer e, quando os sóis já se perseguiam, levantei-me, animada.

    Andei, vaguei, visitei algumas cavernas dos arredores da ilha; fui à praia, nadei... Foi uma manhã bem interessante. Ainda antes dos sóis atingirem seus pontos máximos no céu, eu voltei para a hospedaria de Amber e lá encontrei uma curiosa pessoa. Conversei um pouco com ela e descobri que se chamava Ray. Ela tinha um jeito de durona, como se não sentisse medo de nada. Era também muito ágil, pois a maneira como se deslocava na cama me impressionou. Ainda assim, Ray era muito petulante: não parecia importar-se muito com os perigos que Rookgaard estava correndo. Eu decidi despedir-me dela ali mesmo. Não simpatizei muito com ela, embora achasse ela apenas louca.

    Voltei à superfície da Academia de Rookgaard e fui ter com Vascalir. O cavaleiro me esperava alegre, dizendo ter uma missão especial para mim. Olhei-o um pouco desconfiada, afinal, as últimas missões já haviam sido especiais demais para mim. Vascalir pareceu não se importar com minha desconfiança, simplesmente falou:

    — Vá até Tom. O curtidor lhe reserva uma surpresa.

    E assim fiz. Chegando até ele, descobri que o mesmo fabricava botas caso eu conseguisse couro de lobos de guerra. Estremeci imaginando a batalha com esse animal selvagem, mas Tom disse-me que ele já havia sido morto por caçadores mais experientes da região, cabia a mim apenas curti-lo. Fui até o local indicado por Tom, relembrando suas palavras: “Assim que achar o animal morto, deve correr o mais rápido possível de lá”. Eu não havia entendido exatamente o porquê disso — talvez pelos caçadores se importarem com a pele do animal — mas preferi não questionar nada e apenas fazer.

    Adentrei a caverna e de cara apareceram alguns lobos. Lutei com eles com um pouco de dificuldade e, rapidamente, descendo os buracos com cuidado, consegui chegar até o animal morto. O local estava com um odor horrível e o corpo do lobo de guerra já em decomposição. Nesse momento, senti-me muito mal por ter de retirar a pele daquela pobre fera. Como amante da Natureza, eu tenho adoração por esses animais. No entanto e, infelizmente, só resiste aquele que é mais forte. Coloquei a pele do animal em uma pequena mochila, separada, dentro da grande a qual eu carregava. Cheguei ao centro de Rookgaard exausta, para falar com um Tom alegre, que atendia vários clientes ao mesmo tempo:

    — Olá, Tom.

    — Amanra! Você está... Esgotada. Correu muito? Encontrou algum lobo de guerra?

    — Sim! — Respondi-lhe já entregando a pele fétida.

    O curtidor analisou a pele e falou:

    — Hummm... A pele está em péssimo estado. Infelizmente, quem a curtiu não soube fazer um bom trabalho. — E continuou, antes mesmo que eu expressasse minha indignação: — Se acalme. Vou lhe dar uma bota normal. Aqui, pegue! — E entregou-me uma bota de couro simples.

    O olhei e agradeci. Mal podia esconder minha indignação com o que havia acabado de acontecer. Sacrifiquei-me, corri perigo e ainda ganhei essa simples bota. Tudo bem, pensei tentando me acalmar, era melhor isso do que nada. Retornei, então, à Academia; por um instante, tive um impulso de falar com Vascalir para novas missões. Olhei para o céu e vi que já não era tão cedo como eu imaginava. O tempo passava rápido em Rookgaard, pensei. Preferi descansar primeiro. Era merecido. Ainda antes, comi um pedaço de pão com presunto que havia comprado no bar de Norma. Deitei em uma cama da hospedaria pensando que, por mais difícil que fosse estar ali em Rookgaard — um verdadeiro teste de resistência — eu iria sentir muitas, muitas saudades.



    Dia 2

    Acordei-me repentinamente. Não sabia porque, mas estava com uma sensação estranha. Amber estava dormindo em uma cama ao lado da minha. Na hospedaria também estavam Paul e Seymour, o bancário e o mestre da Academia, respectivamente. Senti um cheiro estranho de coisas queimando, e subi, apressada, para encontrar um Vascalir inquieto:

    — O que está acontecendo, senhor?

    — Amanra! Amanra! — O cavaleiro estava desesperado, tal foi o modo como me abordou. — Preciso de sua ajuda! Ainda bem que está aqui! Você está sentindo cheiro de fogo?

    — Sim. — E olhei ao redor, um pouco temerosa.

    — A abóbada da biblioteca está pegando fogo! É onde os livros mais antigos e importantes de Rookgaard estão armazenados... De alguma forma desconhecia, os trasgos das ruínas do norte encontraram um caminho para o cofre, cavando um túnel do outro lado e pondo fogo em tudo...

    — Isso é horrível! — Falei com raiva e desespero ao mesmo tempo. — O que posso fazer para ajudá-lo, Vascalir?

    — Você tem que ir lá e pegar a nossa cópia do livro da linguagem dos ogros. Eu ficarei aqui, procurando descobrir a maneira como os trasgos conseguiram cavar tanto... Sinto que algo maior está por trás disso.

    Despedi-me de Vascalir, que ainda me deu muitas recomendações antes de eu sair de lá. Corri para o local indicado por ele, um pouco desesperada e com medo de falhar em uma missão novamente. Vi uma porta que já estava em péssimo estado, toda queimada e, com um chute, empurrei-a e entrei em uma pequena sala. Havia uma escada. Deve ser essa a qual Vascalir disse, pensei comigo mesma, e desci sentindo o cheiro de queimado. Lá embaixo, o ar estava horrível. Realmente, tudo estava pegando fogo: estantes, quadros, até mesmo o carpete do chão estava sendo consumido pelas brasas. Decidi ser rápida, mas correr naquele local não era o mais adequado. Acendi uma tocha e vi que aquele lugar era muito maior do que eu havia imaginado.



    Finalmente, depois de caminhar com cuidado por entre as estantes praticamente destruídas, encontrei o livro com a linguagem ogrra — estava no grande baú azul que Vascalir havia me dito. Tive uma súbita vontade de abri-lo e lê-lo, pegá-lo para mim; mas sabia que não era o correto a fazer e retornei à superfície da Academia. Lá, haviam muitas pessoas, que me olharam com certa estranheza. Eu não entendi direito o porquê, até falar com Vascalir e descobrir o motivo:

    — Amanra! Pelos Deuses! Você está horrível! Seu cabelo está ligeiramente queimado e seu rosto está coberto de cinzas! Você se sente bem?

    — Sim. — Disse um pouco ofegante e foi a única coisa que consegui dizer antes de respirar o ar puro de Rookgaard.

    — Está bem. Conseguiu o livro?

    — Sim. Pegue-o. — E entreguei o livro a Vascalir, um pouco triste.

    — Argh... As páginas estão um pouco ilegíveis. — Disse um desanimado cavaleiro thaiano. — Eu estava tentando descobrir uma maneira de entrar na fortaleza dos ogros usando a sua linguagem... Mas isso não vai funcionar agora, creio eu... De qualquer maneira, foi bom trabalho, jovem! Vamos, aceite um pouco de moedas pelo sacrifício. — E entregou-me 50 moedas de ouro.

    — Obrigada. — Consegui responder.

    Vascalir queria glorificar-me com outra missão, a qual eu recusei educadamente. Apesar de saber, agora, onde os trasgos do norte se localizam especificamente, preferi descansar. Eu estava com dificuldades respiratórias, entrar naquele lugar que parecia um inferno foi realmente horrível. Vascalir ficou um pouco desapontado, mas, em seguida, abordou outros novatos para ajudarem-lhe. Eu não me culpei. Rumei para a praia a fim de tomar um bom e merecido banho de mar. Foi maravilhoso! Logo após isso, e com os sóis já se pondo, dirigi-me para o bar de Norma. Eu adorava aquele lugar. Norma era divertida e acolhedora e, além de tudo, cantava muito bem. Com as moedas que Vascalir me deu, comprei o de sempre... Pão, queijo e vinho. Nesse dia, lembrei-me de Seth e senti um pouco de saudades dele. Ele estava sumido e, eu, preocupada. Apesar disso, decidi me focar no que havia ido fazer no bar: repor as energias.



    Aquele momento foi mágico. Agradeci a Crunor por tudo. Estava sendo dura a estadia em Rookgaard, principalmente naqueles últimos dias; mas aceitei aquilo como uma verdade e decidi encarar tudo sem medo. Já estava tarde quando sai do bar de Norma. Pensei em dormir na hospedaria, mas preferi andar um pouco... Rookgaard, à noite, era um vilarejo de fantasmas. Ninguém perambulando pelas ruas, apenas eu. Preferi não incomodar Amber àquela hora. Ela já deve estar dormindo, pensei. Vaguei mais pouco, até encontrar uma pequena montanha com alguns coelhos.

    — Perfeito! Este aqui será meu segundo lar em Rookgaard. — E adormeci ali mesmo, em meio a coelhos, flores e uma grama verdinha.

    ~~~~


    Pessoal, me desculpem se me estendi demais again! A real é que eu queria falar MUITO MAIS, mas acabei vendo que ia ficar muuuuuita coisa, então vou dividir em parte II e III. Essa parte também não teve muitas imagens, porque me empolguei escrevendo mesmo, rsrs.

    Enfim, muito obrigada a todos que estão acompanhando, até mesmo àqueles que não comentam. É muito bom ver o apoio que a galera dá para a gente, eu to me sentindo muito feliz!

    Atualizações em breve! Abraços!
    PS: Estou escrevendo as falas em discurso direto agora, o que estão achando?




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  6. #26
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    Tá muito legal esse jeito de narrar sua LT, continue assim
    Com o SANTOS onde e como ele estiver! G.R.C TORCIDA JOVEM SANTOS!

  7. #27
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    Oi, Sweetie!

    Parabéns mais uma vez pelo BG. É realmente muito legal ver alguém fazendo o Roleplay no Life Threat.
    Logo mais Anamara vai enfrentar o demônio, né? [+spoiler]
    Quero ver como ela vai lidar com isso.

    Tem uma coisa que eu achei divertida, mas fiquei com medo:
    "Era também muito ágil, pois a maneira como se deslocava na cama me impressionou."

    Que medo dessa Ray. E "a maneira como se deslocava na cama" soou esquisito, eiouhaeiuaheoiuh.
    Um beijo, querida.

    Continue escrevendo!
    .....
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  8. #28
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    Spoiler: Spoiler

    Novos amigos e aventuras – Parte III

    Abri os olhos com os raios de sol que sigilosamente queimavam-me o rosto e incomodavam-me. Já era hora de levantar — e eu sabia disso — mas estava com muita preguiça de levantar. Olhei ao redor... Apenas coelhos estavam ali. Eu poderia descansar um pouco mais, pensei. Seguindo essa linha de pensamento, voltei ao chão, procurando, dessa vez, a sombra de uma árvore. Os sóis perseguiam-se fortemente no céu, o que gerava, na terra, um calor insuportável. Dormi até onde consegui — os sóis, imperdoáveis, impossibilitavam dormir mais. Decidi levantar-me, nadar um pouco para me refrescar e rumar para o centro da ilhota.

    Alguns minutos após a natação, lá estava eu rumando para o centro de Rookgaard. Confesso, nesse dia ele estava movimentado. Eu me aproximei do poço, o qual ficava bem perto da Academia e fiquei por ali a ver o movimento. Foi quando uma mulher, morena e com um bonito corpo e de olhos dourados, aproximou-se de mim, tentando conversar. Ela se apresentou como Soraya, uma nômade do deserto de Darama. Soraya, pensei, lembro-me de Seth tê-la mencionado. Analisei-a, imaginando a possível relação entre ela e Seth. Eu não sabia explicar exatamente o porquê, mas senti-me enciumada imediatamente.

    Falei para ela que conhecia Seth, um guerreiro de Ankrahmun. Ela disse-me que também o conhecia... E referiu-se a ele de forma carinhosa. Perguntei se entre eles havia alguma coisa e Soraya disse-me que eles estavam juntos. Eu senti um aperto no peito com aquelas palavras dela, mas, estar junto, pensei, não quer dizer nada. No fundo, eu queria acreditar que, por Seth não ter me dito nada a respeito da relação dos dois, aquilo não era real e em breve poderíamos estar juntos. Sim, eu estava gostando dele.

    Preferi não revelar nada disso a Soraya — pelo menos não naquele momento. A nômade pareceu não perceber minhas intenções com Seth, então preferi deixar assim. Soraya parecia muito mais experiente que eu; inclusive, parecia estar pronta para ir ao Continente, mas ainda continuava por lá. Contei-lhe, então, sobre as missões que já havia realizado para Vascalir e que, a próxima, seria entrar no território dos trasgos do Norte. A menina de Darama olhou-me e ofereceu ajuda nessa missão. Fui falar com Vascalir para pegar algumas instruções sobre a mesma e, logo em seguida, partimos. Soraya é uma pessoa muito querida. Ela tem um jeito alegre e, sempre que podia, falava coisas para deixar-me feliz. Durante o caminho até o esconderijo dos trasgos responsáveis por atear fogo na biblioteca da Academia de Rookgaard, fomos conversando sobre diversos assuntos.

    Finalmente, depois de combater alguns trasgos que apareceram em nosso caminho, chegamos a um buraco o qual Soraya disse-me ser ali embaixo o esconderijo dos trasgos. Dei uma espiadela por ele, mas, como estava tudo escuro, não consegui ver muitas coisas. Desci. Soraya ficou lá em cima, caso algo errado acontecesse ela me gritaria. Vascalir havia me dito para procurar por uma picareta em um baú de madeira dentro da caverna e destruir alguns pilares os quais os trasgos estavam erguendo para fixarem sua nova base ali. Eu demorei um pouco a encontrá-la, mas, assim que o fiz, segurei-a com firmeza — ela era pesada — e comecei a bater nos pilares que via pelo caminho. Percebi quando dois guardas trasgos apareceram, gritando e vindo em minha direção, mas o local já estava a tremer e eu me dirigi à saída quase correndo.

    Ao regressar à superfície, vi que Soraya continuava ali. Sorri para ela, que retribuiu o riso, e então seguimos de volta para o centro da ilhota, para eu conseguir relatar o sucesso da missão. Fizemos o caminho até a superfície da ilha animadas, conversando muito. Porém, em um determinado instante, ainda distante da escada que nos ligava a essa, Soraya começou a cambalear e sentir-se tonta, a ponto de desmaiar. Conseguimos, então, ainda subir a escada, até Soraya desmaiar, sem forças, perto de umas ruínas e da escada que fazia conexão da superfície de Rookgaard com uma grande caverna. Eu entrei em desespero! Não sabia o que fazer, não havia ninguém ali perto para me ajudar. Eu comecei a sacudi-la e rezar para que Crunor me ajudasse, afinal aquele lugar era um pouco hostil e em breve poderia anoitecer.

    Chamei seu nome inúmeras vezes, a sacudi... Mas nada a acordou. Até que, depois de um bom tempo esperando, já resignada com o estado de Soraya — porque não tinha forças para carregá-la, sozinha, até o centro de Rookgaard, a mesma acordou, gerando uma espécie de alívio em meu corpo. Perguntei se estava bem, se ela precisava de algo. Soraya ainda parecia distante do mundo; mas, aos poucos, foi me explicando que aquilo acontecia com ela regularmente. Nem ela mesma compreendia o porquê, só acontecia. Achei aquilo curioso; mas estava mais preocupada com minha missão. Soraya afirmava estar bem, então, logo partimos de volta para o centro da ilha.



    Chegamos à tardinha na Academia de Rookgaard. Vascalir, como sempre, estava cercado de jovens exploradores. Aproximei-me dele, triunfante por uma missão cumprida, enquanto Soraya aguardava-me: ela havia dito que me ajudaria em quantas missões fossem necessárias. Conversei durante um bom tempo com o enviado de Tibianus III — a próxima missão parecia-me estranha e eu nunca havia ido até um cemitério. Vascalir também me disse que eu iria enfrentar esqueletos, criaturas que, para mim, eram muito assustadoras. Confessei-lhe meus medos, mas ele disse-me para não me preocupar. Entregou-me um colar de alho e disse que o mesmo me ajudaria contra essa criatura morta-viva. Sorri para ele, agradecida, e fui encontrar Soraya, quase dormindo, a minha espera. O cheiro que saia do colar de alho era forte — não sei se a incomodei — mas, de qualquer maneira, seguimos sem falar nada sobre.



    Seguimos para o cemitério. O local era sombrio; a sua volta, muitas árvores mortas, túmulos e animais nojentos. Como Soraya já havia visitado o lugar anteriormente, foi nos guiando. Nós seguíamos cuidadosas pelos estreitos corredores daquele cemitério, a pouca luminosidade e algumas estátuas tornavam o clima muito pior. Eu estava com medo, assustada, mas a nômade sempre dizia para mim ter calma e coragem. Foi quando vi o primeiro esqueleto. Ele avançava contra nós, feroz, sem expressão no rosto. Seu andar era mecânico e o som que sua caminhada produzia era de arrepiar os cabelos. Eu recuei ao vê-lo, mas Soraya foi a frente, encarando-o. Tomando seu gesto como exemplo, avancei contra o esqueleto que, depois de diversas investidas de minha sabre — espada que Vascalir havia me dado nas últimas missões — desfez-se.



    Soraya, sempre que podia, elogiava-me. E isso era reconfortante. Por um minuto, imaginei como deveria ser os momentos entre ela e Seth — mas uma pontada de ciúme tomou-me novamente e desejei esquecer tudo aqui. Balançando a cabeça para os lados, desvencilhei-me daqueles pensamentos e voltei a seguir Soraya. Até que a mesma parou próxima a um sarcófago e disse-me que o local era ali. Eu a fitei, um pouco incrédula. Vascalir realmente havia me dito que um túmulo diferente seria o local onde estaria o osso carnudo. Mas... Aquilo... Era um sarcófago... Para múmias.



    Olhei novamente para Soraya, dessa vez questionando-a. A nômade achou graça da minha pergunta e riu, mas disse não haver nada demais ali e que eu poderia abri-lo. Foi o que fiz. Um osso nojento estava lá dentro. Ele ainda parecia incrivelmente fresco, mas com um odor fétido. Agradeci, naquele momento, por estar com o colar de alho... O cheiro era realmente disfarçado. Coloquei com cuidado aquele grande osso dentro de minha mochila para mim e Soraya regressarmos a Academia. O caminho de volta foi fácil, pois já conhecíamos as criaturas as quais iríamos enfrentar. Eis que, perto da saída, encontramos Ray, a menina a qual eu achava louca. Ela estava estrangulando alguns ratos e decidi parar para cumprimentá-la. Soraya nos observou um pouco silenciosa, mas, logo em seguida, apresentou-se.

    A garota estranha — com jeito de valente — ainda nos enrolou um pouco... Perguntamos o que ela estava a fazer ali, naquele lugar asqueroso, e ela simplesmente disse estar de passagem. A maneira como a garota falava me irritava um pouco, pois ela era muito arrogante. Como Ray estava entre mim e Soraya, procurei me mexer de forma a conseguir enxergá-la, chamando-a para ir embora. A nômade do deserto de Darama rapidamente concordou, porém, antes de sairmos de lá, questionei Ray se ela gostaria de ir conosco. A garota insolente nos seguiu e juntas, as três, retornamos para o centro da ilhota.



    Chegamos ao centro com os sóis já distantes. Dessa vez, Vascalir estava sozinho, então não hesitei e aproximei-me dele. Soraya e Ray ficaram próximas à entrada da biblioteca, me aguardando. Ao relatar a Vascalir minha missão, ele abraçou-me alegre, e sua alegria me contagiou... Questionei-lhe, intrigada, sobre o que estava acontecendo, até que me respondeu:

    — Está chegando ao fim de sua missão... Jovem Amanra.

    Olhei-o sem acreditar. Aquele fato me deixava um pouco triste, pois sabia que, cedo ou tarde, teria que deixar Rookgaard e isso era ruim para mim. Vascalir deu-me uma espada, a qual parecia bem mais forte e pesada do que o sabre. Imediatamente o descartei, testando a espada no ar, alegre. Vascalir ainda me disse para descansar um pouco. Ele e algumas tropas de Tibianus III estavam conseguindo fazer algumas criaturas recuarem e — claro — com a ajuda de muitos jovens, Kraknaknork estava bem mais fraco. Ele avisou-me que as próximas missões seriam demoradas, complicadas, e que eu deveria me preparar muito bem.

    — Assim farei, senhor Vascalir. — E o reverenciei e despedi-me.

    Enquanto eu conversava com Vascalir, pude perceber, simultaneamente, que Soraya e Ray não estavam se dando bem. Ray, sempre atrevida e inquieta, fazia várias coisas para tentar irritar Soraya, que, por sua vez, tentava ficar impassível fechando a cara e cruzando os braços. Eu me virei para fitá-las. Soraya foi logo se adiantando, dizendo que havia chegado o grande momento... No entanto, antes mesmo dela terminar, eu agradeci a ajuda delas e disse que precisava descansar.

    — Será essencial para o meu bom desempenho. — Reforcei.



    As meninas pareceram compreender e, logo, Ray virou-se e foi-se embora. Soraya ainda permaneceu alguns instantes ali comigo, antes de eu ir até a hospedaria de Amber. Disse-me palavras reconfortantes sobre o confronto com o orc mago, mas xingou, também, Ray. Era difícil alguém gostar dela, pensei. Não pude deixar de concordar com suas palavras e, com um sorriso e um aceno, agradeci-lhe novamente tudo o que fez para me ajudar. Soraya acenou de volta para mim e finalmente dirigi-me para a hospedaria de Amber, descansar.

    ~~~~

    Por hoje é isso, gente!
    Rookgaard tá indo-se embora... Buá... Lá é tão legal.
    Well, espero que tenham gostado. Bom fim de semana!
    Última edição por Swettie; 08-11-2013 às 11:14.
    Quer acompanhar uma história legal?
    Então que tal ler sobre Mariah Laok, uma elfa em terras tibianas?



    Mariah Laok, Rookgaard, Luminera

    Vamos, garanto que vai ser divertido!

    (Clique na imagem para ser redirecionado à história e a Seção Roleplaying!)

  9. #29
    Avatar de JABolina
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    Nossa, esse sim eu vou acompanhar. Você escreve muito bem, por mim você poderia deixar os post longos mesmo, nem precisava dividir hahah. Ler coisas boas assim é ótimo né? Só um duvidazinha, se você escrevesse de um jeito mais coloquial (sem internetês) ficaria melhor ou será que perderia um pouco da essência do RPGThread?

  10. #30
    Avatar de Nexus
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    Caramba, quanta coisa aconteceu! Adorei saber, é muito legal ver de outro modo essa Quest sendo efetuada, ainda mais na companhia de outras pessoas. Amanra apaixonou mesmo por Seth, eu nem imaginava que era assim tão platônico, deve ser dificil para ela atualmente conviver com ele, sera que ela ainda tem esse sentimento? Ainda bem que ela não é evil, embora possa ser perigosa mesmo tão nova.

    Gostei muito da narrativa, do modo como escreveu e descreveu, quero saber mais!

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