Vi por enquanto 7 episódios de
Mononoke; segue esplêndido. Li que ao todo são cinco “casos”, e já foram três; só consigo ver de um e um, pois é um anime um tanto pesado demais para se assistir de uma vez. Por ser tão surreal em seus acontecimentos, ao final de cada história não é difícil ficar por um tempo pensando e refletindo sobre o que aconteceu de fato, e pegar outra trama em sequência quebraria esse “encanto” do anime.
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Continuando com o projeto “Veja o máximo de animes que puder de 2011 mesmo que a maioria seja obras horríveis e ridículas porque o que vale é a quantidade e não a qualidade para que se possa fazer um balanço geral e o mais detalhado possível da situação atual da animação japonesa”, ou algo assim, comecei a ver
Rio: Rainbow Gate, ainda da temporada de janeiro-março – meu amigo RL já baixou quase todos os animes que terminaram em junho, mas ainda não os peguei com ele. Enfim
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Tipo, depois de assistir dois episódios cheguei a pensar “ah não é tão ruim assim é assistível melhor que
Dragon Crisis ou
Oniichan no Koto Nanka até agora”; daí vi o episódio três e, pois é, que droga de anime.
Tirando o fanservice constante, daria para aturar as situações bizarras se fossem ao menos engraçadas, porém nem um esboço de algo parecido com um sorriso eu dei até o episódio 6, último que assisti. Além disso, as personagens são bem sem sal, algumas cenas são vergonhosas e bem que poderiam ter dado mais ênfase aos jogos do cassino, e não aos peitos das crupiês.
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Dos 20 animes que estrearam em janeiro – pouquíssimo, se vir que em abril foram mais de 40 -,
Kimi ni Todoke 2nd ficará de lado pois sequer terminei a primeira temporada; não tenho
Gosick, porém está na “listinha” de animes que pedi ao meu amigo para baixar;
Starry Sky nem interessou e nem pedi para esse mesmo amigo pegar, logo talvez o deixarei de lado também;
CardFight Vanguard e
Beelzebub eu mal tenho ideia de quando terminarão, então não vou vê-los por ora; e
Suite Precure será igualmente esquecido. Esse é curioso; é um anime mahou shoujo que todo ano é “resetado”; personagens protagonistas novos, histórias novas etc. Ou seja, nem haveria necessidade de assistir as sete – está durando bastante... - temporadas anteriores.
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Tremam diante da minha capacidade de escrever uma página inteira totalmente otaku.
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A propósito, não só eu mas todos aqui falam de série nova A, B, C, D... Mas ninguém viu aí algum longa desse ano? Enquanto as séries são fáceis e os OVAs relativamente fáceis de se achar legendados rapidamente, os filmes tem um atraso enorme...
Dard*