Ok, talvez tenha sido um mal exemplo - um tanto apelativo tb, a comparação com Hitler. Mas vamos lá; quando o preconceito está na sociedade, quem se vira contra o público alvo terá "audiência" - e essa audiência, mesmo que não parta para a perseguição de sair às ruas e espancar ou matar indivíduos dos grupos em questão, discriminalizam e excluem tais.
Outros exemplos então:
- Programas de TV radicais norte-americanos que fazem provocações e insinuam perseguição à imigrantes mexicanos possuem níveis relativamente altos de audiência
- Os mesmos programas de TV, só que também de rádio, jornais, populares e até do governo, em israel, que demonstram o mais puro ódio aos palestinos. A adesão dos israelenses é massissa
- A perseguição dos cristãos em Roma - as pessoas iam em massa ao coliseu assistir horrorshows
- A perseguição dos negros, em boa parte do mundo, nos séculos passados e em um passado mais recente no sul dos EUA...
- Pequenos grupos que matam ou agridem mendigos - os indivíduos em si podem não reunir grande quantidade, mas a maioria não dá muita bola. E ignorar tal opressão é a própria opressão.
Tá certo que em alguns destes exemplos se aplica certo determinismo - como o dos cristãos em Roma, época totalmente diferente...
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