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Bom... Malz o post duplo... Mas lá vai o capítulo..
Espero que gostem, esse ficou um pouquinho grande, mas caprichei nele...
~~
Capítulo II – Início de partida
John ficou por muito tempo embaixo do chuveiro, deixando a água quente escorrer pelo rosto. Tentava esquecer do sonho que tivera há minutos atrás e não havia melhor forma de faze-lo do que tomando um bom banho, sentia-se calmo e renovado quando seu corpo recebia cada gota. E sentia isso desde pequeno, quando brincava nas poças da pequena cidade do interior onde nasceu e cresceu.
Após o longo banho quente, se arrumou para o trabalho. Vestiu uma calça e sapatos sociais pretos, uma camisa branca de botões, e um terno preto; típico noivo preste a se casar. Para completar o visual, levantou seu cabelo com gel, como de costume, era realmente raro sair com o cabelo desajeitado, só o fazia em situações de extrema urgência.
Preparou um café da manhã farto, com frutas, suco, pães, doces e frios. Comia bem demais pela manhã, mas não se livrava do seu porte físico magricela. Devido ao seu trabalho, às vezes ficava sem almoço e tinha de comer algum lanche pela rua, por isso sempre caprichava na sua primeira refeição.
John era advogado, e muito bom por sinal, já havia mandado muitos para o ‘xadrez’; e protegido a muitos também. Procurava sempre pegar uma causa justa, onde favoreceria um inocente. Era um homem de bom coração e de boas atitudes, um bom homem.
Pegou as chaves de sua Mercedes e partiu.
Enquanto dirigia, gostava de ouvir sua banda de rock favorita: “Guns N’ Roses”, e sempre começava ouvindo “Sweet Child O’ Mine”. Empolgava-se com os solos de guitarra do Slash e com as letras rítmicas do Axl Rose, sem dúvida era a melhor banda que já existiu.
Enquanto dirigia, lembrou-se de seu sonho e seu ânimo diminuiu, veio-lhe a cabeça a imagem do estranho homem que estava parado e olhando para a linda mulher aterrorizada; o estranho homem com vestes negras.
****
Era um beco escuro. O cheiro de lixo e fezes fazia do lugar um ambiente desagradável. Mas mesmo assim, os dois estranhos homens que estavam em um canto escondido pelas sombras, pareciam não se incomodar. Os dois estavam igualmente vestidos: blusa preta com capuz, tampando-lhes o rosto, calças pretas e velhas e coturnos. Os dois conversavam discretamente sem chamar atenção de pessoas que passavam pela rua.
- Então quer dizer que cinco pessoas foram escolhidas desta vez? – Murmura um deles.
- Sim... Parece que o jogo será um pouquinho mais complicado... – o segundo fala e da uma pausa, como se estivesse pensando em algo e continua – Parece que dentre os cinco, dois são sensitivos poderosos, mas que desconhecem tal poder.
- O que será que Eles planejam agora? Mais diversão usando mortais? Será que estão entediados?
- Não sei, não sei. Mas logo descobriremos. Bom, vamos ao que interessa. Você descobre mais informações sobre os outros quatro, e eu trato de acabar com a primeira. – Neste momento, seus pensamentos são de pura maldade, imagina-se estrangulando a pobre coitada e o medo nos olhos da vítima. Um leve sorriso escapa - O nome dela é Helena, certo?
- Sim, é Helena. – Este, vendo o sorriso no rosto de seu aliado, não se contém e mostra uma certa felicidade também - Ela deve estar trabalhando no momento, espere que saia e pegue-a no caminho de volta para casa, ela sempre volta sozinha.
- Pode deixar, ela não passará de hoje. – O estranho homem de negro, começa a gargalhar, e se afasta do beco.
- Assim espero. – E o segundo se afasta, indo para o lado oposto.
****
Ao anoitecer, era hora de ir embora. O trabalho foi corrido hoje, tão corrido que John nem viu o tempo passar. Ao sair, sentiu o frio que estava congelante, provavelmente era um dos dias mais frios do mês.
Caminhou para o estacionamento escuro e seguiu para sua Mercedes. Entrou rapidamente, para se livrar do incômodo que o tempo lhe oferecia. Colocou o sinto de segurança e, como de costume, ligou seu rádio no MP3, na mesma música que viera ouvindo no caminho do trabalho.
Ruas desertas com poucos carros, ele achava bom assim, não tinha trânsito e quase não pegava um farol vermelho. Em um desses raros faróis fechados, olhou para o lado do seu vidro e viu que uma linda mulher caminhava sozinha pela calçada escura. Era loira e tinha um corpo muito atraente, sentiu que já a havia visto antes. Lembrou-se do seu sonho, era muito parecida com a mulher que sonhara noite passada e o cenário era o mesmo. Pensou ter visto uma sombra se movendo no escuro. “Será que estou ficando louco? Bah, preciso descansar...”. O farol se abriu para ele, que sem demora seguiu viagem para casa e parou de pensar nessas bobagens que vinham em sua mente, deixou espaço apenas para a música que tocava em seu rádio.
Acionou o botão do portão da garagem, que abriu com um ruído costumeiro. Guardou seu carro e novamente pressionou o botão, concluindo as viagens daquele dia.
Entrou na sua casa, e seu estômago foi o primeiro a se queixar, estava com fome. Foi direto à geladeira e pegou um pedaço de pizza de frango que havia guardado da noite passada e a esquentou no microondas. Pizza era sua comida preferida, ainda mais acompanhada com um bom copo com coca-cola.
De barriga cheia, caminhou para seu quarto e se trocou para dormir. Pensou em ligar a TV, mas o cansaço do trabalho era mais forte que sua vontade, e resolveu ir direto para a cama.
Enquanto se deitava, um flash passou na sua cabeça como um tiro: o estranho homem de vestes negras, com olhos vermelhos de puro ódio, e logo após, a imagem da jovem loira.
John desmaiou...
****
- O que foi, Veronika? – Segurando a cabeça da policial caída, seu parceiro se assusta com seus olhos que por dois segundos, ficaram totalmente brancos e agora voltavam ao normal.
- Perigo... Pessoas em perigo. – A jovem policial cospe as palavras engasgadas, estava assustada pelo pressentimento que tivera, e foi tão forte a ponto de derruba-la.
- Perigo? Do que está falando? – Preocupado com a parceira, que caíra do nada no chão batendo a cabeça, enquanto faziam a vigília no distrito. Ela poderia estar delirando.
- Um cutucar na minha cabeça, sinto que alguém corre perigo, a leste daqui. Continue com a vigília, eu vou ajudar seja quem for.
- Veronika, espere! Você bateu a cabeça com força, é melhor ir para um méd...
Veronika o interrompe, já saindo do distrito – Não tenho tempo para isso...
Última edição por Legendary Claus; 25-11-2008 às 20:14.
Ficou legal, não mostrou muita coisa mas ficou legal. Continua com alguns erros pertinentes de pontuação que depois, se eu tiver saco e minha cabeça naum estiver doendo como agora, eu coloco aqui.
A coisa importante que eu tenho que falar é: o texto ta fluindo de uma forma ruim. Parece que você tá relatando para um policial o que aconteceu. "Fulano abriu a geladeira. Pensou em escolher tal coisa, escolheu outra. Fechou a geladeira. Ligou a TV...", entende? Tenta conectar essas ações... O problema é como conectar, né? Ai eu não sei dizer. Você pode colocar descrições, pensamentos, ou até mesmo mudar um pouco a forma de como você tá passando o texto a fim de manter algo contínuo, sem essa 'pausarada' chata.
É isso cara.
Abraços!
Eu amo histórias de suspense, e na minha opinião sua história está boa, apesar de que achei meio presa a parte que o pernalonga disse, mas fora isso, o seu texto consegue ''prender o leitor'', essa é minha opinião, quando fizer o capítulo 3, avisa ai se puder :riso:
Última edição por Legendary Claus; 16-11-2008 às 20:02.
bem n tenho muito o que falar pois está claro que seu nivel de escrita esta bem melhor que o meu ^^
a historia ta ficando legau da pra ver as imagens na cabeça xD
Opa, obrigado.
Mas mesmo você dizendo que meu nível está melhor que o seu (Se está ou não eu não sei), aceito críticas de boa... Não se acanhe.. hahaue....
Ps¹: Vou fazer uma imagem da RP pra você, quer?
Ps²: Cara, você parece o Sam do senhor dos anéis O.O'
Abraço!