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tive a chance de ler um pedaço... mais preferi não ler!!!
demorei!!! mais estou aqui!!!
muito boa a sua historia!!! a sua maneira simples e direta de escrever deixa seu texto muito bom!!!
Guns... aaahhhhhh!!!! perfeito, esse advogado é meu amigo hsuahsuahsuha!!!
sem mais follow
Última edição por Dark Heru; 17-11-2008 às 14:58.
Haha... Você é um leitor fiel, me esperou postar o capítulo inteiro para depois ler...
Obrigado pelos elogios..
Quanto ao Guns... Bom, é uma banda das antigas mas que também atrai públicos jovens (I love Sweet Child o' Mine)... E Slash era o fodão né... Então eu tinha que citá-lo. :>
AbraçO!




Boa Noite!!!
Eu acho que esse garoto tem muito futuro, li vários outros textos e poucos me deixaram com tanta vontade de ler o próximo capítulo. A forma como escreve, descreve como se estivéssemos vivenciando tudo oque ele cita. Show de bola!!! Parabéns muleke.




Seu texto está muito bem escrito. Uma ou duas coisinhas que eu achei estranho/errado.
A leitura flui fácil.
A mudança de cenário as vezes me parece meio brusca. Talvez seja por eu não estar acostumado a esse tipo de escrita.
O suspense tá legal... estou captando as informações aos poucos...
Você colocou elementos que me deixaram motivado a voltar ao tópico para continuar lendo, e confesso que esse foi um dos poucos textos que me despertaram essa vontade.
Leia novamente seu texto, em voz alta. Veja o que pode mudar (se é que tem algo pra mudar). Evite uma repetição apenas que eu notei.
Aguardando o próximo cap ^^
ps: bah, guns? mercedes? pensei que fosse dar outro aspecto ao texto quando vi Osasco.
Mas tá muito bom! =]
Última edição por AAlan; 19-11-2008 às 23:30.
Primeiro de tudo, muito obrigado, AAlan.
Vou procurar estes erros/coisas estranhas que você notou e tentar arrumar, mas amanhã, hoje já estou de saída.
Isso hehe, volte sempre, será bem-vindo.
Ah, veja que coloquei coisas bem diversas, exemplo: Ele era do interior, se mudou pra Osasco. Ganhou bastante dinheiro a ponto de comprar uma Mercedes, e seu nome é John.
Prometo explicações nos próximos capítulos, mas gosto disso; ir jogando as peças aos poucos para vocês montarem.
Abraço e Boa noite
EDIT: Vou passar no seu conto amanhã, não sei nem porquê não passei ainda
Última edição por Legendary Claus; 18-11-2008 às 23:22.
Capítulo III - Eliminação
O estranho ser caminhava pela rua escura sem se incomodar com o vento frio que fazia todos ficarem dentro de suas casas. Ao longe, já podia avistar a vítima, Helena. Ela caminhava rapidamente, vindo em sua direção, e estava cada vez mais próxima. Ela estacou no meio da rua. O homem de negro abriu um pequeno sorriso, adorava aquela sensação de medo que via nos olhos da vítima, como um cão assustado.
Pensou em tirar sua adaga, que estava presa a calça, por baixo da blusa negra. Mas não precisou. Helena estava apavorada, via em seus olhos. Um carro em alta velocidade se aproximava dela, e nem assim ela se moveu. Quando ela sentiu o farol alto em seu rosto, era tarde demais...
O sangue se espalhou por toda a rua, inclusive na roupa negra do ser encapuzado. O motorista, que provavelmente estava bêbado, freou o carro bruscamente, mas não teve como evitar o acidente, deslizando pela rua e terminando ao encontro de um poste.
“Serviço concluído, posso voltar ao esconderijo”.
Virou-se e caminhou pela rua escura de esquina, era hora de voltar.
- Parado aí! – Um grito de mulher foi ouvido. Virou-se lentamente e a encarou. Ela estava apontando uma arma em sua direção. – Não se mova.
- O que pretende com esta arma? Não acha melhor ajuda-la? - Uma voz grave saiu de sua boca, era terrível.
- Fique onde está. – Veronika levou a mão à cintura e pegou seu Walkie-Talkie, e mandou chamar uma ambulância – Me explique o que aconteceu por aqui.
- Não tenho tempo pra você. – Após dizer isso, arriscou uma ação rápida em direção a rua do lado, pretendia esconder-se no cruzamento. Um disparo foi dado, e mais sangue foi espalhado, agora pela calçada. O tiro foi certeiro na perna do homem de negro, mas mesmo assim, não foi o bastante para impedir que ele fugisse pela rua ao lado.
Ela correu em direção em sua direção. Mas, não havia nada ali, nem mesmo rastros de sangue.
Uma sirene se aproximando, a ambulância vinha em grande velocidade pela rua, a mesma ambulância que ela chamara...
****
John levantou-se sem lembrar de muita coisa, uma forte dor de cabeça o afetava. Era estranho, só se lembrava de ir em direção a cama e puxar o cobertor para se enfiar debaixo, quando apagara. Sentou-se em sua cama e vagou pelas lembranças, tentando buscar um motivo por aquilo ter acontecido. Em vão, desistiu de tentar. A dor só aumentava, resolveu então ligar a tv para se distrair.
Sintonizou a televisão na rede globo. Estava passando o jornal da manhã, com notícias do dia anterior, e pouquíssimas do dia atual, quando uma notícia em especial lhe prende a atenção.
“Ontem, as 23:30, ocorreu um acidente fatal na avenida principal de Osasco, um carro desgovernado atropelou uma pedestre, que não agüentou e morreu na hora. A vítima já foi identificada: Helena Cristina Rocha, 25 anos, trabalhava em uma empresa perto de sua casa, como telefonista. O motorista, Paulo Sérgio dos Santos, que dirigia embriagado, também morreu na hora do acidente...”.
John travou diante da notícia quando uma foto da vítima foi exibida no noticiário. Coincidência ou não, era a garota que vira na rua ontem à noite, a mesma do seu sonho. Sonho? Não poderia ser um simples sonho, estava acontecendo. Visões? John se negava a acreditar.
Ficou preso a aqueles pensamentos, e resolveu não ir trabalhar aquele dia...
****
“Maldita”. Praguejava o ferido. “A vadia acertou minha perna”. Um barulho de porta foi ouvido no escuro esconderijo.
- Quem está aí? – Perguntou e foi mancando até a porta.
- Sou eu. Não se assuste. – O ferido reconheceu a voz do seu parceiro, que já estava entrando.
- Droga. Conseguiu as informações?
- Mas é claro que sim. E você, se livrou da primeira? – Enquanto falava, olhou para perna do segundo encapuzado e começou a gargalhar e falar ao mesmo tempo. – O que aconteceu? Ela te deu trabalho, foi?
- Me livrei. Não tive problemas com ela, mas uma policial apareceu e tentou me deter.
- Ela não o seguiu, não é?
- Quem acha que sou? Mesmo com esta perna ferida, escapei com facilidade, usando o resto de minhas forças, mas preciso descansar.
- Espera. Você disse uma policial? Dá uma olhada nesta foto de uma das outras quatro vítimas.
Retira das fotografias a foto de uma policial, que o ferido logo reconhece. Por sorte, ou destino, era a mesma que o atingira.
- Foi ela! A vadia que me acertou! – Seus olhos vermelhos brilharam, acendendo por um pequeno momento no aposento escuro.
- Seu nome é Veronika Mayers, foi transferida aqui pra Osasco e acho que nem preciso sortear, não é?
- Deixe-a comigo. Gostarei de faze-la sofrer muito antes de morrer. Mas, preciso descansar antes, ela quase acabou com minhas forças... – Sentia a dor da perna incomodando, era algo raramente sentido por ele.
- Descanse e, enquanto se recupera, irei atrás de outro, esse tal John Morris...
Última edição por Legendary Claus; 25-11-2008 às 20:15.
Muito bom, tava esperando esse capítulo, sauhasuh, realmente ficou bom, suspense ta bem colocado, já mencionei que amo suspense? asuhuhas
Leia minha roleplay :Terras Distantes
Bom kra... não o li todo, só a parte que a Helena morre e os policiais chegam.
Nessa cena, eu não entendi por que os policias queriam prender ele...
Quer dizer... nós que estamos lendo, sabemos que ele é culpado, mas os "tiras" (adoro esse termo. dá um som meio brega) não sabiam...
E pq ele correu? Eles não tinham um porque de culpar ele...
Lerei o resto, mas agora vou "nanar" ()
Abraços![]()