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Tópico: Noite e Sangue

  1. #1
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    Padrão Noite e Sangue

    Juntamente a minha outra história estou fazendo essa, que me senti um tanto atraido por ela.
    Citação Postado originalmente por Índice
    Prólogo.

    Do alto da roda gigante ela podia ver todo o parque, as luzes iluminavam todo o parque, cada uma convidando a menina para ir aos brinquedos, seus grandes olhos azuis brilhavam junto à iluminação da roda.

    Aquele era o aniversario mais feliz da vida dela, estava emocionada por estar no parque.

    Então a cabine da roda chegou ao topo e parou. Ela sabia que aquilo deveria acontecer, mas mesmo assim teve medo, altura nunca tinha sido algo que ela tivesse simpatia, um pouco nervosa ela começou a brincar com a saia rosa que vestia, olhando para o chão cinza metálico sujo por diversos pés que pisaram ali. Juntando um pouco de coragem ela olhou pela janela da cabine, e o medo a tocou novamente, tentando se distrair ela soltou seus longos cabelos dourados da fita azul, percebendo que acabava de destruir sua única distração ela olhou para o homem a sua frente, desde que ela entrou na cabine ele estava ali parado sem sequer se mexer. Com seus olhos negros fixos nela, com um sorriso um pouco bobo no rosto.

    Por algum motivo que nem ela entendeu na hora o homem a assustou, tentando afastar todo o medo que a situação estava lhe dando ela lembrou dos seus pais, que tinham ficado fora da roda gigante, afinal seu pai odiava alturas e a mãe não gostava de deixar o marido sozinho por ai. Ela lembrou do sorriso de sua mãe e todo o medo sumiu, ela deu um breve sorriso com o olhar perdido.

    Então ela notou que a roda voltara a girar e com um simples som de ossos estralando o homem a sua frente avançou em sua direção.

    Tão rapidamente as lagrimas escorreram de seus olhos ela viu tudo escurecer.

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    Última edição por Konata; 18-02-2008 às 20:31.

  2. #2
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    Capítulo 1

    Estava um dia nublado.

    Ela estava sentada na mesa com a cabeça baixa, diante dela alguns cartões estavam jogados sem serem lidos, uma caixa de confeitaria estava jogada no chão. Algumas lagrimas escorreram dos seus olhos perfeitamente azuis e ela ficou ali, sozinha no escuro chorando por alguns minutos.

    Os ponteiros dourados do relógio se mexeram e com certo eco soaram oito badaladas. Ela virou a cara para o relógio, sentia como se cada badalada sentisse uma mistura de graça e pena da situação dela. Ela respirou fundo e foi para um dos quartos, contando apenas com a pouca iluminação que a Lua lhe dava ela tirou o pijama azul que vestia e colocou um vestido escuro, foi em direção ao espelho e olhou, mais uma vez respirou fundo e foi até uma das janelas, colocou cada uma das mãos sobre uma das barras da janela e puxou com pouca força, as barras rangeram e se soltaram, depois ela repetiu o movimento até tirar barras o suficiente para que ela pudesse passar. Olhou para baixo e deixando mais algumas lagrimas escorrerem do rosto, deixou seu corpo cair.

    Capítulo 2

    Suas lagrimas corriam sem parar por seu rosto, ela estava parada no pátio do prédio, olhando de longe outras crianças brincando, passou as mãos no rosto limpando as lagrimas do rosto.

    - Feliz aniversario Ana.

    - Olá Ian – Ana limpou mais uma vez os olhos enquanto virava.

    - Aqui está seu presente! – Ian entregou um grande pacote vermelho sangue.

    Ana ficou séria, odiava a cor vermelho sangue e Ian parecia achar graça da raiva dela. Ian era um garoto que aparentava ter dezessete anos, tinha um cabelo escuro e grandes olhos negros como o vestido de Ana.

    - Vamos logo – a voz da menina soou triste e melancólica.

    Ian sorriu e colocou as mãos no bolso do casaco, e tirou uma pequena caixinha dourada.

    - O que é isso?

    O garoto sorriu mais uma vez e tirou um baralho da caixinha dourada. Com certa habilidade ele foi embaralhando as cartas sem sequer prestar atenção.

    Ana começou a andar na direção do elevador e logo foi seguida por Ian, que já não sorria mais.

    Alguns minutos depois eles estavam em frente ao apartamento cento e dois.

    - Odeio essa porta – Ana respirou fundo e saiu da frente da porta. Ian suspirou e chutou a porta, que se abriu com um estalo.

    Os dois entraram no apartamento, o relógio marcava oito e meia, Ian pegou a caixa da confeitaria do chão e colocou em cima da mesa, arrumou os cartões, puxou uma cadeira e se sentou. Ana estava com a cara séria, sentou a frente de Ian e começou a tirar seu vestido bem devagar.

    - Eu sei que é seu aniversario, mas temos que fazer isso mesmo?

    - É a única coisa que vale a pena no meu aniversario – Ana já não chorava mais e sua pele branca como a neve ficou avermelhada.

    Ian jogou a cabeça pra trás e disse:

    - Já faz dez anos. Você fez isso comigo e ainda me obriga a fazer isso.
    - Se você não gostasse disso não estaríamos aqui – Ana ficou com a cara séria e terminou de tirar a roupa.

    Ian se levantou, pegou a menina no colo e a deitou na mesa, abriu sua calça e beijou a boca da menina.
    Última edição por Konata; 24-01-2008 às 20:16.

  3. #3
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    Do alto da roda gigante ela podia ver todo o parque, as luzes iluminavam todo o parque, cada uma convidando a menina para ir aos brinquedos, seus grandes olhos azuis brilhavam junto à iluminação da roda.

    Aquele era o aniversario mais feliz da vida dela, estava emocionada por estar no parque.
    Não seria melhor algo mais variado?
    Por algum motivo que nem ela entendeu na hora o homem a assustou,
    Não entendi. Pode reformular a frase?
    que a Lua lhe dava, ela tirou o pijama azul
    com essa vírgula fica mais melhor de bom

    Dois capítulos, que nem juntos fariam um capítulo de verdade. Não tenho muito a dizer, tem alguns erros bobos que eu já não acho mais.

  4. #4
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    Citação Postado originalmente por EleMenTals Ver Post
    Não seria melhor algo mais variado?

    Não entendi. Pode reformular a frase?

    com essa vírgula fica mais melhor de bom

    Dois capítulos, que nem juntos fariam um capítulo de verdade. Não tenho muito a dizer, tem alguns erros bobos que eu já não acho mais.
    Quanto a repetição você tem razão, costumo repetir palavras.

    Reformular a frase? No mais simples possivel, ela não entendeu porque, mas o homem dava medo nela.

    Sobre a virgula não tenho o que comentar.

    Dois capítulos, que nem juntos fariam um capítulo de verdade?

    Costumo fazer capítulos do tamanho que acho necessario, capítulos não precisam ser grandes. Diversos autores costumam fazer capítulos ainda menores que esses. O tamanho não importa nem um pouco.

    Se você não queria dizer sobre o tamanho ignore tudo acima e me explique o que quis dizer.

  5. #5
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    Capítulo 3
    Era bem tarde da noite, poucos carros passavam sob o céu estrelado. Em uma das muitas ruas da cidade, entre grandes casas antigas, havia uma casa especial, era a que menos chamava a atenção na rua, era a mais velha e a mais mal tratada. No porão da casa haviam dois homens, um deles nu amarrado em uma cadeira no centro do ambiente, o outro de pé o encarando, o homem amarrado se chamava Bradley, ele era um vampiro. O outro se chamava Sebastian, ele era um caçador de vampiros.

    Sebastian tinha em uma de suas mãos uma pequena pistola prateada, a qual estava apontada para o peito de Bradley.

    Eles estavam ali conversando há quase duas horas, o vampiro mostrava suas grandes presas brancas numa tentativa de intimidar o caçador, que parecia se divertir com a situação.

    - Bem, você não parece ter muito mais a me oferecer.

    O vampiro o encarou.

    Sebastian sorriu e mirando o meio dos olhos do homem a sua frente ele disparou, quando a bala atravessou a cabeça do vampiro ele grunhiu, o caçador colocou uma das mãos no bolso e tirou uma faca de cozinha grande, na lamina ele podia ver o próprio reflexo, mas sem se admirar por um mínimo instante enfiou a faca no coração do vampiro. Como que por mágica o vampiro parou de grunhir, seus olhos castanhos se arregalaram o maximo possível, seus movimentos cessaram, enquanto o vampiro ficava imóvel o caçador o soltou da cadeira, carregou o corpo até o grande aquecedor do porão e puxando a portinha de ferro colocou o corpo lá dentro, fechou a porta e aumentou a temperatura do aquecedor colocando mais lenha. Alguns minutos depois se sentiu um completo idiota, a faca tinha um corte perfeito.

    Era o terceiro corpo da semana, tinha satisfeito sua vontade, havia caçado o suficiente, sem tirar as roupas caiu duro na cama e dormiu quase que instantaneamente.

    Sebastian Matheson um dia havia sido um caçador, era formidável com seu rifle, passava seus dias enfiado em florestas procurando veados e outros animais, tinha uma sala cheia de peles e couro de animais que ele mesmo havia matado, mas como todo homem ele queria mais, estava insatisfeito com a facilidade de matar esses animais, resolveu procurar vitimas mais interressantes. Lembrou-se de ter lido sobre um assassino que considerava os humanos a melhor presa que poderia haver. Alguns dias depois resolveu tentar essa nova caçada, saiu no meio da noite carregando uma faca e uma pistola, enquanto andava pelas ruas escuras via diversas pessoas, mas nenhuma que lhe parecesse interressante.

    Até achar um homem solitário na rua, parecia estar bêbado, trombava nos postes e balançava sem motivo. Sebastian olhou ao redor, sacou sua arma e mirou no peito do homem, estava suando frio, olhou nervoso para o homem e refez a mira, dessa vez sem perder tempo apertou o gatilho, o som foi alto, mas não parecia que havia alguém disposto a sair na rua para ver o que tinha sido aquilo.

    Sebastian sorriu quando viu a bala atingir o homem, seu coração batia rápido, estava agitado.

    Mas o homem que foi atingido ainda estava de pé, sangrava pouco, sua pele estava branca e seus olhos brilhavam em um azul fascinante. A caça tinha se tornado o caçador agora, a vitima pulou sobre Sebastian com força e agressividade, suas grandes presas refletiam os olhos escuros de Sebastian.

    - O que raios é você?! – disse Sebastian enquanto puxava sua faca e acertava o pescoço do homem a sua frente.

    O homem havia caído, seu pescoço havia parado de sangrar e começava a cicatrizar, o caçador pegou sua arma – que havia caído – e deu dois tiros no homem caído. Sebastian estava ofegante, sua presa havia se levantado novamente e o atacava com força, cada soco da criatura era como levar pedradas no corpo, o caçador havia caiu no chão, seu corpo todo doía, sua vitima o encarava, o levantou pela gola e olhou se pescoço com prazer.

    - MORRA FILHO DA PUTA!

    Enquanto berrava no meio da rua Sebastian enfiou sua faca no meio da cara do homem que o segurava, enquanto ele gritava de dor e sangrava Sebastian cortou seu pescoço com violência. Enquanto tentava se recuperar do corte do pescoço o homem sentiu um outro corte forte no pescoço.

    Sebastian viu o corpo do homem a sua frente começou a escurecer, sua pele pareceu virar o mais próximo de pó possível, até que realmente chegou ao estado de pó.

    Quando o pó começou a voar com o sopro do vento Sebastian ficou alegre, sorriu como nunca havia sorrido se sentia mais excitado do que nunca. Depois daquela noite Sebastian decidiu que dedicaria sua vida a caça mais emocionante que havia visto, caçaria vampiros.

    Mas antes teria que descobrir mais sobre eles.




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    Última edição por Konata; 20-02-2008 às 20:58.

  6. #6
    Avatar de Emanoel
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    Achei legal. Acho que alguns personagens mereciam uma descrição física mais detalhada... Bem, você diz que tem consciência da repetição de palavras, então por que não tenta variar o vocabulário?

    Existe o tipo de repetição que eu acho interessante... É a que serve para dar ênfase:

    Quando ele acordou estava exatamente onde lembrava que estava, no mesmo chão, na mesma cozinha, nos mesmos restos de mesa quebrada e no com as mesmas costelas quebradas. A sua frente havia uma pilha de pó negro.
    Entretanto, outras são bastante desagradáveis e desnecessárias:

    Do alto da roda gigante ela podia ver todo o parque, as luzes iluminavam todo o parque, cada uma convidando a menina para ir aos brinquedos, seus grandes olhos azuis brilhavam junto à iluminação da roda.

    Aquele era o aniversario mais feliz da vida dela, estava emocionada por estar no parque.

    Entende o que quero dizer? O enredo está interessante, mas uma história precisa ser escrita de modo agradável, senão corre o risco de ficar truncada.

    Outra coisa que eu estranhei foi a velocidade de alguns acontecimentos no terceiro capítulo. Dez anos se passam em um piscar de olhos, deixando os leitores com mil perguntas. Espero boas explicações!

  7. #7
    Avatar de Konata
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    Capítulo 4
    Já fazia uma semana que Ian não via Ana, é claro que ele podia simplesmente ir até o apartamento cento e dois e entrar, mas ele não queria fazer aquilo, o apartamento da menina o perturbava, tão escuro e tão morto, ele sempre pensava que era uma casa digna dos vampiros dos filmes.

    - Não é hora de pensar nisso – E suspirando ele levantou da cama.

    Era um apartamento bem simples, cinco cômodos, uma cozinha, dois quartos, um banheiro e a sala, todos bem pintados de amarelo e branco, todos tinham poucos móveis, a única coisa em excesso na casa seriam as plantas, Ian gostava de manter elas por toda a casa, achava que elas davam o toque de vida na casa.

    - Estou deprimido.

    E tentando abrir um sorriso ele colocou água nas plantas e foi para o banheiro.

    Seguindo o padrão da casa o banheiro era coberto de azulejos brancos com pequenos desenhos amarelos que não faziam sentido. Ele jogou a calça preta que vestia em uma pilha de toalhas e entrou no box, deu outro suspiro e abriu a água, no começo ela estava quente, depois ele foi abrindo cada vez mais até que a temperatura baixou tanto que seria insuportável tomar banho daquele jeito. Mas ele suportava, fazia pouco mais de dez anos que suportava aquela temperatura.

    Seu banho durou vinte minutos, saiu com um sorriso do box e foi para o quarto que era de seus pais, as quatro paredes amarelas davam tontura para qualquer um que entrasse desprevenido lá, pela grande janela entrava a luminosidade do Sol que batia direto na cama de casal arrumada com algumas cobertas brancas e dois grandes travesseiros.

    - Mas que belo dia, acho que vou para o parque.

    Ele abriu as portas do closet, passou os olhos pelas pilhas de roupas e pegou qualquer coisa. Depois de um tempo notou que não tinha paciência para escolher roupas que combinassem, então deixava roupas que combinavam separadas em pilhas, assim não perdia tempo fazendo combinações.

    Terminou de se vestir, passou a mão pelo cabelo que continuava despenteado e pegando alguns objetos na mesa da sala saiu pela porta.

    Enquanto passava pelo pátio do prédio pensou em chamar Ana, mas afastou isso da cabeça ao lembrar da reação da menina. ‘’É claro que não! Você viu como está Sol lá fora?’’, ele sabia bem que não era o Sol que a incomodava, afinal por mais que as historias contem o Sol não é fatal para os vampiros, na verdade não causava mais do que uma leve dor de cabeça.

    - É só não ficar muito tempo – ele abriu um sorriso e suspirou – ando falando sozinho demais ultimamente.

    Estava fazendo muito calor naquele dia, a maior parte dos garotos do parque estavam sem camisa, Ian era um deles, o calor o estava incomodando mais que o normal, sua camiseta branca balançava acompanhando o movimento dos braços. Do bolso da bermuda preta ele tirou uma pequena garrafinha de metal prateada, ele tirou a tampa calmamente e levou a garrafa à boca, deu um longo gole e afastou a garrafa, passou a mão pela boca calmamente e tirou uma pequena quantidade de sangue do canto da boca. Suspirou duas vezes e guardou a garrafa no bolso.

    Ele então se sentou em um banco azul e ficou olhando um grupo de crianças brincando no playground, ficou ali parado por alguns minutos olhando.

    - Posso me sentar aqui?

    Ian tomou um susto quando ouviu alguém falar com ele, olhou para o lado e viu uma garotinha de óculos e vestido azul, nas mãos ela carregava um grande livro azul. Ela sorriu quando Ian se virou, ele também.

    - Pode sentar – Ian ficou olhando para ela enquanto ela se sentava.

    A menina então abriu o livro e começou a ler, por alguns minutos ela ficou lendo e Ian olhando ao redor na procura de uma mãe procurando pela filha.
    - O que está lendo? – Ian finalmente perguntou depois da busca inútil pela mãe da menina.

    - Um livro sobre vampiros – respondeu a menina marcando a pagina e fechando o livro – peguei na biblioteca.

    - Que coincidência.

    - O que?

    - Nada, nada. Então, gosta de vampiros?

    A menina fixou os olhos castanhos em Ian.

    - São os únicos monstros de historia que não me assustam.

    - Por quê?

    - São fáceis de combater, eles têm medo do Sol, não gostam de alho e tem medo da cruz.

    Ian achou graça de tudo aquilo, gostava da inocência das crianças, era incrível como todas as pessoas pensavam que essas coisas mantinham vampiros afastados.

    - Você tem uma cruz.

    - Eu? Ah, tenho sim – Ian colocou a mão no pescoço e tirou um pequeno crucifixo dourado do pescoço – Fique com ele.

    A menina abriu a boca para falar algo e ficou em silencio, Ian colocou o objeto no pescoço da menina e com um sorriso disse:

    - Agora você está protegida.

    Eles ficaram por algum tempo conversando, a menina contou tudo que sabia sobre vampiros, Ian ouviu tudo atentamente e foi contando mentalmente quantas coisas que ela dizia estavam erradas.

  8. #8
    Avatar de Gabi Souza
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    oi
    começei a ler a sua história.. hum, mto show o enredo dela
    mas tipo, ela tah bem confusa, mas dá pra entender

    mas posta mais aew \o/

  9. #9
    Avatar de Konata
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    Capítulo 5

    Ian estava voltando para casa, o Sol forte estava começando a lhe fazer mal, tinha dado uma desculpa qualquer para a menina, enquanto voltava com certa pressa dava pequenos goles na garrafinha prateada, sem se importar com o resto do liquido vermelho que escorria pela boca.

    A cada passo que dava se sentia pior do que antes, achava que estava de alguma forma morrendo, foi quando notou que morrer uma segunda vez seria algo banal.

    - Precisa de ajuda? – Ana havia surgido praticamente do nada, tinha um olhar irônico e um sorriso mais irônico ainda.

    Ian pensou em dizer algo sobre o vestido branco que ela vestia, mas deixou para lá e simplesmente avançou sobre o pescoço dela, cravou seus caninos e sentiu o sangue escorrendo, começou a sugar com toda a força que tinha, mas ainda não adiantava, ainda estava muito quente, e mesmo que sugasse todo o sangue da menina não adiantaria.

    - Ei, vai com calma. Você está me machucando!

    Ian ignorou. E quando deu conta de si estava caindo no chão.

    Ele começou a escutar uma musica leve, o sentimento que passou por ele era algo indescritível, sentia uma pequena mão fria passando por seu rosto e por seu cabelo, contra sua própria vontade abriu os olhos, viu duas grandes esferas azuis sobre ele, tentou sorrir, mas não conseguiu. Fechou novamente os olhos e murmurou algo.

    - Achei que você ia morrer – a voz de Ana tinha certa preocupação.

    - Eu também – Ian abriu de novo os olhos e viu que a menina tinha se afastado – Bem, agora estamos quites.

    Ana olhou para ele com cara de interrogação por alguns segundos, depois fez cara de quem entendeu depois de quem estava brava e depois pulou na cama.

    Ian olhou para o quarto, as paredes brancas com as janelas bem fechadas com cortinas rubras cobrindo qualquer entrada do Sol. Ele não sabia onde estava.

    - Era o quarto dos meus pais – Ana estava olhando para ele com um sorriso – Não costumo usar esse quarto, me trás lembranças ruins.

    Ela continuava sorrindo. E ele olhava para ela, era sempre assim, um pouco depois do aniversario ela sempre ficava feliz e alegre.

    - Vamos fazer alguma coisa hoje?

    Ian sorriu, era raro ela o chamar para fazer qualquer coisa.

    - Que tal a noite?

    Ana concordou com a cabeça e o abraçou.

    E eles ficaram assim.

    Eles estavam dormindo fazia algumas horas, quando um toque de celular acordou os dois bruscamente, Ian tentou colocar as mãos no bolso da bermuda, mas notou que não a estava vestindo, Ana esticou o braço e pegou um celular preto no criado mudo. Sem nem levantar a cabeça direito ela lhe deu o telefone.

    - Alo? – a voz de Ian fez um pouco de eco no fone.

    - Alo. É você Ian? – uma voz feminina veio do outro lado.

    - Sim, sou eu. Quem é?

    - Sou eu, Helena.

    - Helena? O que foi?

    - Nada só queria saber o que você vai fazer a noite?

    - Eu vou sair com... hã... Com minha irmã.

    - Ahh entendo, bem então deixe para depois.

    Ela desligou e Ian ficou um tempo mudo, Ana ao seu lado estava com a cara cansada. Ele se virou para ela e lhe deu um beijo na testa.

    - Eu vou ao meu apartamento me vestir e te encontro lá em baixo daqui a meia hora, ok?

    Ana fez que sim com a cabeça e deitou de novo.

    Ian levantou, colocou sua bermuda e ignorando a presença (ou a não presença) de sua camisa foi até a sala, chegou à porta e notou que ela não tinha fechadura ou maçaneta.

    - Só abre por fora? É por isso que a Ana nunca fecha a porta quando eu estou aqui.

    Ele parou e pensou, depois enfiou o pé na porta para que ela se abrisse e saiu com pressa.


    Ian levou vinte minutos para fazer tudo que queria e por fim desceu, ele estava praticamente com a mesma roupa que usou para ir ao parque, segundo ele esse era o ruim de ter roupas parecidas, para ser sincero a única diferença é que sua camiseta tinha um pequeno emblema de uma loja no peito, de resto estava igual, o cabelo preto e molhado despenteado, a bermuda preta com a garrafa prateada no bolso e o tênis preto e branco.

    - Desculpe a demora – Ana apareceu por trás dele, usava uma minissaia preta e uma regata branca.

    - Diferente do de sempre.

    - O que está diferente?

    - Nada, nada. Você desceu pela janela de novo?

    Ana fez que sim com a cabeça e começou a andar na direção da portaria do prédio.

    - Você sabe que eu deixei a porta aberta?

    Ana não deu resposta e continuou andando, Ian a seguiu e eles saíram do prédio. Foram caminhando sem rumo pela cidade, passando sempre em lugares pouco iluminados e pouco movimentados, por fim pararam em frente a um cemitério.

    - Que coincidência estranha não? – Ian estava realmente surpreso de como haviam acabado ali.

    Ana sorriu e atravessou a rua, Ian ficou olhando ela atravessar e quando ela chegou do outro lado ele foi atrás dela.

  10. #10
    Avatar de Rodrigo Klaus
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    Não gostei muito. O enredo é legalzinho, apesar de clichê, mas a escrita, coalhada de erros de pontuação, repetições, dentre outros, é sofrível e deixa o texto cansativo.

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    Created: Jun 27 2004, 16:44:08 CEST



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