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Tópico: Noite e Sangue

  1. #11
    Avatar de Konata
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    Capítulo 6

    A dupla continuava rumando sem destino pelas ruas, ocasionalmente parando para ver algo que chamasse a atenção. Era algo um tanto ridículo para eles ficar olhando lojas, dinheiro não era um problema para eles - por motivos que serão explicados mais tarde – o fato é que eles não precisavam de mais nada, eles tinham tudo que precisavam e ter mais do que o necessário não é uma coisa que combine com nenhum dos dois.

    - Ei, vamos comer alguma coisa?

    - Está com fome?

    - Estou, isso não é meio obvio?

    - Pode ser, pode ser – Ian deu um longo suspiro – o que acha daquele cara?

    - Quero comer algo, não alguém.

    Ian olhou para o nada por alguns instantes, depois começou a andar sem dizer nada, Ana ficou olhando ele se distanciar por um tempo, quando ele estava atravessando a rua ela o seguiu.

    - Onde você está indo?

    O garoto parou, apontou para frente e Ana notou que havia um restaurante italiano na frente deles.

    A fachada do restaurante era toda de tijolos, com uma grande bandeira da Itália próxima a porta, por dentro ele era bem iluminado, era um restaurante bem típico, estava movimentado e os garçons estavam passando com presa levando diversos pratos e bebidas.

    - Lugar para quatro?

    Ian se assustou com o garçom que se aproximou.

    - Quatro? – a voz do garoto era áspera e seu olhar se fixou nos olhos do garçom

    - Sim, você sua irmã, e seus pais não?

    Ian ficou com a cara séria e antes que pudesse dizer qualquer coisa Ana deu um passo à frente.

    - Nossos pais não estão vindo, vamos jantar sozinhos – Ana abriu um meigo sorriso, o garçom não disse nada e os levou para uma mesa quase que exatamente no meio do restaurante.

    Durante o jantar os dois ficaram em silencio, comiam sem presa, sem sentimento, depois de certo ponto a comida ficou até fria e os dois pareceram nem perceber.

    Ian acabou de comer antes de Ana e ficou a observando, ela comia devagar e com menos emoção do que ele percebia. Quando a menina acabou de comer o garoto sorriu, ela não entendeu o porquê do sorriso e ficou o encarando. Ele esticou a mão e limpou o pouco de molho que restava em sua boca, depois a ficou encarando docilmente e chamou o garçom. ‘’A conta’’ e com um movimento seco mandou o homem embora.

    - Quando sairmos daqui...

    - Vamos.

    O garçom trouxe a conta e antes que ele tivesse tempo de se virar Ian jogou a quantidade exata de dinheiro na mesa e foi saindo junto a Ana.

    A rua estava mais escura que antes e menos pessoas circulavam por ali, os dois ficaram parados ali, em frente ao restaurante, aproveitando o vento frio que passava por ali.

    - Podemos pegar um táxi...

    - Achei que gostava de ir a pé.

    - Depois podemos pegar o taxista.

    - Ana, você é terrivelmente cruel às vezes.

    - O que tem de cruel em matar a fome?
    - Você não entenderia, mas desde que conseguiu esse par de dentinhos afiados ficou um pouco mais cruel.

    Ana bufou, depois esticou o braço e chamou o primeiro táxi que estava passando pela rua.

    Era um táxi um pouco novo, ele passou por eles e depois parou com um freio brusco, voltou um pouco e a porta se abriu, os dois entraram.

    - IAN!

    Ian deu um gritinho feminino de susto e olhou para o taxista que estava sério e já retomava sua direção. Foi ai que ele reparou que no táxi havia um terceiro passageiro, sua companheira de escola, Helena.

    - Há quanto tempo Ian, você não aparece na escola faz quase duas semanas.

    - Helena! Que coincidência...

    A conversa fluiu de modo que Ana havia insistido para Helena visitar a casa deles naquela mesma noite, Helena por algum motivo desconhecido pelos dois vampiros aceitou imediatamente o pedido.

    - Chegamos – o taxista deu uma freada forte e com uma voz sem sentimento continuou falando – Não precisam pagar. Agora por favor, saiam.

    Helena estranhou a atitude do taxista, mas antes de fazer qualquer questionamento foi empurrada para fora do táxi por Ian que havia ficado um pouco irritado subitamente, Ana saiu com um sorriso na cara e os três entraram no prédio.

    - Sua irmã não parece muito com você.

    - Nossas mães são diferentes – Ana falou forte – para dizer a verdade somos de pais diferentes até.

    - Ian, sua irmã é muito fofa!

    Ian deu um risinho e disse:

    - Você não ia querer ficar sozinha em um quarto com ela.

    Ian tirou as chaves do bolso da bermuda e empurrou a porta do elevador, apertou o botão do primeiro andar e esperou as duas acompanhantes entrarem.

    - Sabe, eu estava pensando, vocês dois não estão com frio?

    - Não sentimos frio – Ana falou antes que Ian pudesse dizer qualquer coisa.

    Antes que Helena pudesse perguntar outra coisa o elevador parou e Ian saltou para fora, com um pouco de presa abriu a porta e deixou Helena entrar, Ana ficou parada a porta, olhando para dentro do apartamento, seus olhos azuis fixando Helena que zanzava pela sala com poucos moveis.

    - Pode entrar – Ian disse empurrando Ana para dentro do apartamento.

    - Ana, você está pálida!

    - Não se preocupe comigo Helena, logo eu vou ficar bem.

    Ian suspirou, foi em direção à cozinha branca e murmurou alguma coisa.

    Helena ficou por um momento reparando nas paredes brancas e amarelas sem quadros nem algum outro tipo de decoração. Ana passou a língua vermelha pelos lábios claros, abriu a boca e agarrou Helena pelo pescoço, a vampira estava séria, sua língua percorria seu lábio mais rápido, sua mão apertava cada vez mais o pescoço de sua vitima, que por sua vez estava tentando respirar, seus olhos castanhos cheios de pânico, seu longo cabelo escuro balançava acompanhando os movimentos da cabeça que tentava se libertar das mãos da menina.

    Ian apareceu na sala, seu olhar estava frio, Helena esticou um dos braços como pedindo ajuda para o garoto.

    - Eu disse que você não gostaria de ficar sozinha com ela – sua voz era cruel, mas cansada - Ana vá logo.

    A menina soltou o pescoço da vitima e em um pulo rápido avançou contra o pescoço de Helena, seus dentes fincaram com força a carne e ela chupou o sangue com agressividade e velocidade, saciando sua fome.

    Ian se aproximou devagar e passou os braços pelo corpo pequeno da vampira, com calma ele passou a mão delicadamente pelos cabelos dela.

    A menina levantou a cabeça, a boca e seu queixo cobertos de vermelho, contrastando com a pele branca.

    - Aproveite antes que acabe – enquanto falava gotas de sangue escorriam e manchavam sua blusa branca.

    - Pode ficar com tudo, vou apenas observar.

    Ana sem pensar duas vezes voltou ao pescoço hemorrágico e continuou sugando.

    ‘’Ela é realmente cruel quando quer. Helena ainda está viva e pelo visto vendo e sentindo a mordida’’, Ian afastou os pensamentos e continuou passando as mãos pelo cabelo dourado da menina.

    O olhar de Helena estava sem vida, de sua boca saia uma espécie de gemido de dor e agonia.

    Depois de alguns minutos Ana soltou o pescoço da já sem vida Helena, Ian prontamente lhe deu uma toalha vermelha, ela limpou todo o sangue de sua boca e mostrou a língua para Ian que a olhava com certa ternura.

    - Posso dormir aqui?

    Ele fez que sim com a cabeça e a pegou no colo, abandonando o corpo sem vida no meio da sala foi até seu quarto e a deitou na cama desarrumada, fechou as cortinas claras e se deitou junto a menina.

    Durante a noite Ian se levantou e foi até o corpo abandonado no chão, levantou o braço esquerdo frio e branco como as paredes, murmurou alguma coisa e deu uma mordida forte, sugou o pouco sangue que escorreu e com força arrancou parte da carne fria, mastigou um pouco e engoliu, fez isso novamente, e de novo e de novo, até que o braço esquerdo estava quase totalmente em ossos. Balançando um pouco foi até o quarto e voltou a se deitar na cama.
    ______________________________________

    Só pra variar, gostaria de ver alguns comentarios.

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    Última edição por Konata; 15-02-2008 às 20:29.

  2. #12
    Avatar de Gabi Souza
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    oi
    num comentei no otro capitulo por causa dessa merda de internet... ou o fórum q tva lokiando.. mas isso num vem ao caso
    tah, sobre a história
    eu senti medo :3 xD
    ewuehwueh a Ana eh do mal, e o Ian eh piooooor :o
    e tipo, tah bem melhor de lê, não tem mtas repetição e a descrição dos personagens tb ^^
    e ateh me inspiro pra escreve a FanFic (uma história) q eu escrevo xD

    continua

  3. #13
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    Padrão Muito Bom =D

    Muito bom o texto, adorei... Também não sei por que cortar a cabeça mata vampiros O.o se bem que já que precisam de sangue, o coração deve funcionar como o dos humanos, mesmo em baixa escala, então sem sangue para o cerebro eles morrem... =] bem, continue e espero que não demore =D
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    Nota: Alguns minutos depois ele esclareceu que foi zuera... mais que foi engraçado foi.. haha

  4. #14
    Avatar de Draconian
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    opa opa, li essa budega e resolvi comentar.

    Citação Postado originalmente por Konata
    "Sebastian Matheson foi criado pela avó, seu pai tinha matado sua mãe
    e dias depois morreu por uma doença estranha. Por toda a sua infância gostava de
    brincar de policial, quando se formou se tornou policial, seu maior sonho. Passou
    poucos meses fazendo o melhor serviço policial que podia,"
    peguei apena suma parte do capitúlo três, mas acho que você realmente bateu o
    recorde de citar a palavra "policial" em um texto... Se realmente pretende
    transformar isso aqui em um livro como me disse, troque alguns deles por tira, ou
    Qualquer outra coisa do gênero.

    Citação Postado originalmente por Konata
    com tamanha força atingiu o peito de Matheson com uma força
    descomunal
    Um erro de concordancia? Opite por apenas por "tamanha força" ou "força descomunal".

    Citação Postado originalmente por Konata
    ‘’
    Isso não é aspas!

    Citação Postado originalmente por Konata
    respostas para perguntas que ele achava não haver respostas, mas
    coisas assim devem ser deixadas para depois.
    Repetição de palavras...

    Acho que o pior capitúlo foi esse, o terceiro.

    O resto está realmente bom, só tome cuidado com repetição de palavras... E se errou não foi algo muito notável.

    Realmente o enredo promete, continue!

    E eu não quero e nem devo me despedir sem te chamar de punheteiro e viciado em pornográfia (não mais pedófilo)

    Sem mais, Draco.

  5. #15
    Avatar de Konata
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    Capítulo 7

    Ian estava em algum lugar escuro, uma nevoa passeava por suas pernas, sua visão tentava encontrar alguma coisa. Então ele viu ao longe um vulto se aproximando, com passos pequenos, vinha de modo sensual, como se dançasse uma musica inexistente, foi se aproximando, agora ele podia ver mais claramente, era uma mulher, tinha longos cabelos negros que começavam a ficar grisalhos, seus olhos estavam fechados, parecia estar em transe. Em certo ponto ela parou, estava a menos de um metro de Ian.

    - M-mãe? – sua voz fraca ecoou pelo ambiente escuro.

    A mulher subitamente abriu os olhos, os glóbulos vazios eram tão escuros como tudo que os cercava, a nevoa cobriu o corpo da mulher, deixando apenas seu rosto a vista.

    - EU SABIA O QUE VOCÊ FAZIA, SABIA O QUE VOCÊ ERA E POR NÃO TER FEITO NADA... ISSO ACONTECEU – a voz da mulher era grossa e áspera.

    Ian tentou dar um passo para trás, mas suas pernas não obedeceram, ele ficou ali imóvel diante da aparição de sua mãe. A mulher esticou suas mãos e as colocou sobre o ombro do filho. O medo tomou conta do garoto, ele sentiu algo molhado passando por suas costas, era algo que subia devagar, quente e grudento. Ele ouviu uma voz, não reconheceu ou entendeu o que dizia, mas ela tinha acabado de ecoar por todo o ambiente escuro. Tão logo apareceu tudo começou a desaparecer, a começar pela mulher, sua cabeça simplesmente havia sumido, a nevoa havia se dissipado, pouco a pouco Ian sentiu seu corpo sendo sugado pela vastidão escura, cada vez mais rápido, quando se deu conta tudo havia mudado de cor e conseguido forma.

    Se deu conta que estava em sua cama, apoiado de lado, uma pequena mão fria passeava por seu peito, a sua frente não havia ninguém, a parede branca estava com grandes manchas vermelhas. ‘’Bem elas não estavam ai quando eu dormi’’. Novamente alguma coisa molhado pareceu descer por suas costas, afastando o sonho de sua cabeça ele resolveu ver o que era. Rapidamente se virou. Agora a sua frente estava Ana, sua cara mostrava uma expressão de surpresa por velo acordado, seus olhos azuis estáticos, seu cabelo loiro ainda despenteado.

    - Ah, era você, o que estava passando nas minhas costas?

    A menina ficou parada, sem falar nada, apenas olhando, Ian passou a mão pelas costas e sentiu a pele úmida.

    - O que você passou nas minhas costas?

    A menina ainda estava parada do mesmo jeito.

    - Fale alguma coisa criatura!

    Devagar a menina abriu a boca, ficou por um instante com a boca aberta, mais devagar ainda colocou a língua pra fora, Ian ficou encarando a língua vermelha da menina.

    - Ficou me lambendo?

    Da língua da menina escorreu algo, era branco e descia devagar, ela fechou a boca e um pouco do liquido branco ficou preso no canto de sua boca.

    - Isso é...

    Antes que pudesse terminar a frase ela passou a língua pelo canto da boca e engoliu algo.

    Ana sorriu, Ian verificou se estava vestindo algo, descobriu que não, depois resolveu não falar nada e seguir o dia normalmente.

    Era um dia bonito. Nenhuma nuvem no céu azul. Seria um dia perfeito para ir para a praia. Claro que ninguém realmente espera que vampiros fiquem passeando na praia.

    Na verdade com a ajuda de um ar condicionado eles resolveram ficar no apartamento, Ian estava deitado no sofá, tinha colocado um robe azul escuro e ficava olhando para uma televisão desligada. Ana passou o dia andando pela casa, fazia muito tempo que não ia lá, notou que o número de plantas havia – no mínimo – dobrado, praticamente todos os aposentos contavam com cerca de cinco grandes plantas.

    - Por que junta tantas plantas?

    - Dá um toque de vida para o apartamento.

    Ela ficou por alguns segundos olhando um bonsai no parapeito da janela.

    Ian estava deixando sua mente vagar por suas memórias, lembrando de varias e varias coisas.

    - Ei.

    Ana que ainda estava olhando as plantas soltou um ‘’Hum?’’

    - Se lembra de quando isso tudo começou?

    - Na verdade não. Tenho poucas lembranças da época.

    Ian suspirou.
    __________________________

    Por favor, continuem comentado para o bem da minha sanidade.




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  6. #16
    Avatar de Rayer
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    Talking

    afe, num vo durmih xD

  7. #17
    Avatar de Brenoo
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    Citação Postado originalmente por Konata Ver Post
    Capítulo 7

    Por favor, continuem comentado para o bem da minha sanidade.

    Espero que naum fique doido hein =]

    Espero não ter forçado você a postar o capitulo mas ficou bom, um tanto curto, porém muito bom... Eu fico curioso como aconteceu deles virarem vampiros, e botar a mãe de um deles no texto foi uma boa ideia... Espero para saber o que aconteceu na roda gigante e como Ian tornou-se Vampiro =]Como sera o confronto desses dois vampiros e Sebastian, o caçador? Espero pelo proximo capitulo =]

    Brenoo
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    Nota: Alguns minutos depois ele esclareceu que foi zuera... mais que foi engraçado foi.. haha

  8. #18
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    Citação Postado originalmente por Konata
    Por favor, continuem comentado para o bem da minha sanidade.
    Aqui estou, contribuindo para o bem da sua sanidade.

    Sim, o capitúlo bom ao meu ver, deixou-me preso a história, e realmente intrigado com a mãe de Ian.

    Citação Postado originalmente por Konata
    Da língua da menina escorreu algo, era branco e descia devagar, ela fechou a boca e um pouco do liquido branco ficou preso no canto de sua boca.

    - Isso é...

    Antes que pudesse terminar a frase ela passou a língua pelo canto da boca e engoliu algo.
    Realmente gostei dessa parte. Essa história deveria ser proibida para menores de 16 anos. (Ai então eu não poderia lê-la e entraria na ilegalidade.)

    Continue assim Konata, sua história está ficando realmente boa.

    Citação Postado originalmente por Brenoo
    Espero não ter forçado você a postar o capitulo...
    Não, fique de conciencia limpa, dessa vez fui eu.

    Sem mais, Draco.

  9. #19

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    Gostei de algumas partes do que foi postado até agora.

    Só é meio monótono ver como a história segue o mesmo rumo da maioria das "historinhas de vampiros" dos últimos anos... Negando repetidamente o folclore (alho, cruz, etc) para tentar fazer parecer mais real. É como se durante todo o texto tivesse uma legenda escrita em baixo dizendo em letras grandes: "é uma história de vampiros, mas não é tradicional!!!". O problema é que, ultimamente, o não-tradicional tornou-se o mais comum e banal. (e como exemplo para esse aspecto "gritante" da história, basta citar a parte em que Ian conversa com a criança do livro azul, e "conta mentalmente quantas coisas estavam erradas"... Foi um trecho da história que aparentemente só serviu para opor o lendário à realidade da história. O mesmo acontece na cena do "caçador de vampiros" e em algumas outras. Essa constante oposição está ficando cansativa. Acho que o leitor já entendeu o recado faz tempo.

    Outra coisa: O personagem do caçador de vampiros está mal. Releia o que tu escreveu, e veja como tudo sobre esse personagem é idealizado. Ele era um policial "bonzinho", temente a Deus, altruísta. De repente, do nada, logo após quase morrer num incidente bizarro e traumatizante, ele simplesmente decide combater os vampiros usando o tal livro que o seu salvador deixou para ele? Isso ta mal explicado. Básico demais. Quando a única coisa que move um personagem é o desejo de fazer puramente o bem/mal, esse personagem fica artificial. Faça alguma coisa sobre isso.

    Ah, e o enredo me lembrou muito aspectos de Van Helsing e "Entrevista com Vampiro".

    O texto está melhorando conforme passam os capítulos, mas você ainda pode fazer muito mais.


    Próximo Capítulo?


    A.E. Melgraon I
    Última edição por Melgraon I; 20-02-2008 às 11:00.

  10. #20
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    Capítulo 3 repostado.

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    Última edição por Konata; 20-02-2008 às 20:58.



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