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Tópico: O Exército Esmeralda

  1. #21
    Avatar de Sombra de Izan
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    Padrão Leviatã

    Nossa ficou um pouquinho mais claro, mas assim esse leviatã anda? Bom deve andar mesmo, mas agora que o bicho pega, de verdade! já que como vão parar ou se esconder de algo tão devastador, isso veremos no próximo capítulo.

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  2. #22
    Avatar de Lacerdinha
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    Os dois estão em extremo perigo, santo Zeus! Esse Leviatã deve ser muito foda!

    Cara, não pare de escrever, por favor! Sua história está ficando espetacular mesmo!

  3. #23
    Avatar de Neal Caffrey
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    Lacerdinha e Sombra de Izan salvando minha história! A presença dos senhores é extremamente satisfatória e suficiente. Obrigado por caminharem comigo.

    Vamos de Capítulo 6, pra ver se a galera se anima!

    CAPÍTULO 6 – Lendas do leste

    Travers e Dreader estavam sentados à mesa do banquete real, no palácio, junto de oito ou nove pessoas importantes do governo. Como de costume, o comandante comeu fartamente, de forma até pouco clássica, envergonhando a maioria dos chefes do Estado. Entretanto, Dreader, também como de costume, mal tocou na comida. Em vez disso, sua taça de prata era constantemente preenchida por um líquido âmbar, servido por um de seus criados. Ele bebia de forma solene, saboreando o gosto de o que quer que fosse aquilo.

    Ao fim do jantar, os homens cumprimentaram-se, embora, ao Imperador, todos tenham se dirigido com várias reverências, sem tocá-lo, e foram embora. Travers, por último, terminou de lavar os braços no córrego ao lado e entrou novamente, limpo e satisfeito.

    - Estou preocupado – dividiu Dreader, os olhos fixos, a expressão monótona.
    - Com o que, Sua Alteza? – Travers estava distraído, abatendo as migalhas das roupas.
    - Rangel – disse, os olhos fora de foco, desinteressados. – É muito sanguinário. Não sei se isso não foi precipitado demais da minha parte.

    O comandante parou, fitando o Imperador nos olhos.

    - O Leviatã rastreia muito bem, Imperador. E ele sabe seguir ordens, o senhor o domestica como ninguém. Sabe que pode ser caçado, que seu poder é maior que o dele.
    - Se estiver errado, vou matar você – disse Dreader, dando-lhe um meio sorriso.
    - A piada é boa – aprovou Travers, sorrindo também.
    - Vá descansar, Travers. Espero que esteja em forma amanhã. A família do soldado Josh já está instalada na casa de um dos traidores?
    - Sim, senhor. Josh foi posto na vigia, como o senhor pediu. Maldita seja a confiança, não?

    Maldita seja, concordou Dreader, a mente divagando.

    * * *

    Jacob e Jack já haviam percorrido uma distância extremamente extensa. Era impossível, já, divisar a cidade de Jarrah, ainda mais por causa dos morros baixos e das dunas entre suas posições. Ao chegarém ao pé da montanha, Jack já sugeria um descanso potencial.

    - Acho que é válido – aprovou Jacob, respirando profundamente. Não se sentia cansado, mas sabia que a estabilidade de sua forma física podia ser determinante.
    - Só não quero fazê-lo sozinho – disse Jack, os olhos varrendo o sopé do morro. – Meu pai conhece alguns arborígenes que desceram das árvores há algum tempo e habitam o primeiro dos seis planaltos. Podemos solicitar a eles um canto.
    - Talvez. Quanto tempo para o primeiro planalto da montanha?
    - Cinco minutos, a pé – Jack sorriu. – Sinto cheiro da carne assando na fogueira.

    * * *

    Mary, Claude, Lassale, Yuri e Rosa estavam sentados à mesa, conversando de forma tensa com Drake e Lilly, pais de Josh. Os dois, evidentemente, também temiam pelo filho, que passava informações aos amigos de acordo com o que ouvia.

    O jantar já se havia ido, e agora eles apenas trocavam algumas palavras temerosas.

    - Jacob estava muito animado com isso – disse Mary, aflita. – A hiperatividade dele um dia vai me matar.
    - Ou matar a ele mesmo – observou Lassale, despreocupada.
    - Cale a boca – respondeu a mãe, à beira das lágrimas.

    Cinco minutos mais tarde, Josh entrou, a mão sobre o peito, extremamente ofegante.

    - Josh – observou Drake, um homem alto, negro e forte, de feições firmes e pele macia. – O que houve?
    - O Leviatã – disse Josh, batendo a porta. – Mandaram o Leviatã atrás dos dois!

    Mary ajoelhou-se, fitando a imagem de Zeus em formato de estátua no alto do armário.

    Zeus, por favor, proteja-os.

    * * *

    - Mas que surpresa maravilhosa!

    Jack sorriu para o senhor, velho, cacique da tribo onde haviam acabado de chegar.

    - Você é a cara de Yuri, digno rapaz! E você, quem é?
    - Ah, desculpe, senhor – Jacob pigarreou. – Jake. Jacob Kniss. É um prazer.
    - E muito educado, veja bem – aprovou o velho franzino, de feições asiáticas e delicadas rugas intensas no rosto. – Vamos, vamos, aproximem-se! Vamos comer!

    A tribo era uma coisa extremamente contagiante. Escondia-se numa fissura de pedra que levava a uma vasta campina, com muitas árvores e ocas. O pessoal fazia muita festa, cantando com instrumentos toscos de madeira e cordas, flautas e atabaques, batuques. Era uma noite festiva, pelo que conseguiram identificar. Jacob não conseguiu refrear sua vergonha ao vislumbrar tanta nudez, mas Jack parecia absolutamente à vontade.

    - Javali assado – disse o cacique, feliz. – Espero que possam ficar!
    - Sim, Pajé – disse ele, satisfeito. – Precisamos pernoitar. Estamos entrando em expedição para a Planície Fantasma.
    - Digno de aventuras, com o pai – aprovou Pajé, dando-lhe uma batida carinhosa na cabeça com seu cajado de berimbau de contas. – Vamos, vamos comer.

    Foi uma das comidas mais maravilhosas que Jacob já provara. No centro do local, os ex-arborígenes haviam construído uma fogueira gigantesca com pedras e a haviam rodeado com troncos de árvore, muito confortáveis para se sentar. No centro, apoiado em duas forquilhas, uma de cada lado da fogueira, jaziam dois javalis imensos, mais parecidos com porcos de batalha, fritando à potência da fogueira.

    A população ia até a fogueira, retirava os pedaços que interessavam e comiam com as mãos mesmo. E o mais impressionante: um riacho raso e límpido, vivo, rasgava a rocha, dividindo a campina ao meio. Para comida, bastava que caçassem. Água, tinham ali.

    Jacob sentiu-se contagiado pelo modo de vida dos índios. De certa forma, desejou não ter que ir embora.

    - Senhores, senhores, muito bem, meus irmãos – o Pajé levantou-se. Todos os mais de trinta integrantes da tribo silenciaram-se, em volta da fogueira. Ela até pareceu arder mais avidamente, como se em expectativa. – Temos aqui, hoje, dois convidados. Jack é filho de Yuri, nosso patrono!

    O grupo aplaudiu com muito entusiasmo, ao que Jack levantou-se e agradeceu de forma desajeitada, sentando-se na sequência.

    - Junto dele, temos o jovem Jacob, seu amigo, que o auxiliará em sua empreitada.

    A mesma recepção calorosa foi dirigida ao amigo, que se mostrou igualmente encabulado.

    - Digam-me, rapazes... do que precisam?
    - Informações, Pajé – disse Jack, notando os olhares em si. – O máximo que puder, sobre as planícies.
    - Ah... sim, evidentemente – o Pajé sorriu, especulando. – Suponho que procurem... os equipamentos perdidos do Olimpo.

    Jack assentiu, inclinando-se para frente.

    - Ora, meu rapaz... há muitos anos, recebemos, aqui, a visita de um viajante cujos objetivos eram similares aos seus. Muito educado, como o são os senhores, devo dizer.

    A tribo toda inclinou-se. Pelo visto, ouvir as experiências de Pajé era muito revigorante para todos eles.

    - Ele procurava apenas por um dos equipamentos. O mais destrutivo, o mais mortal, o mais mordaz, mais ofensivo. Pode supor qual dos três será este?
    Jack fez que não com a cabeça, sentindo-se envergonhado. Não estudara especificamente as características de cada um dos armamentos.
    - Ora, Jack... o Cajado de Ártemis, evidentemente.

    “Reza a lenda que o detentor do Cajado de Ártemis é superior aos irmãos detentores das Relíquias do Olimpo. Suas atribuições são fantásticas. Diga-me, jovem Jacob, o senhor sabe de algo sobre magia?”

    - Creio que não, Pajé.
    - Pois bem – respondeu o cacique, triunfante. – O detentor do Cajado de Ártemis tem acesso irrestrito à magia e, mesmo não sendo um praticante nato dela, torna-se. Isso foi o que aconteceu com aquele rapaz e, pelo Olimpo, que Zeus o tenha.
    - Ele morreu?
    - Teve uma das piores vertentes possíveis, jovem Jake. Ele enlouqueceu. A ponto de guardar a caverna mais funda das Planícies Fantasma e impedir a aproximação de qualquer um que queira suas relíquias. Sim, ele esteve de posse das três Relíquias do Olimpo, senhores.
    - Teronus, o feiticeiro – disse Jack, dando um tapa na testa. – Foi ele quem lacrou o baú.

    Um terremoto breve sacudiu a planície, ao que Jack e Jacob seguraram-se nos bancos. O Pajé meramente piscou quando um pombo desceu dos céus, carregando um pedaço de pergaminho consigo.

    - Não se preocupe. Acontece o tempo todo. É Zeus, manifestando seu sono.

    Curioso, Jack recebeu o pássaro e desarrolhou-lhe o pergaminho pequeno, curto e escrito às pressas. Pagou a ele com um pouco de comida direto no bico e ele retornou, as asas farfalhando.

    Jack leu o pergaminho e o rosto mudou de cor rapidamente. Do corado para o vermelho, do vermelho para o branco e do branco quase para o translúcido.

    - Jack! Jack, o que houve?
    - Jacob, precisamos ir embora – disse ele, de forma resoluta. – Pajé, os senhores têm condição de passar um tempo fora desta planície?
    - De forma nenhuma, meu rapaz! Por quê?

    Um rugido de gelar os ossos, o estômago e o intestino se fez ouvir. Jack desembainhou sua espada, seguido de Jacob, e ambos olharam para a fissura na pedra por onde entraram.

    - O que é isso?
    - O Leviatã, Jacob – Jack suava em bicas. – O desgraçado do Dreader enviou o Leviatã para nos caçar!

    Jake sentiu o estômago despencar.

    - Leviatã? Vocês estão fugindo? Dreader está de posse de Jarrah? Pelos céus, o que vocês estão fazendo aqui? E trouxeram o demônio junto de si!
    - Sinto muito, Pajé – Jacob aparentava sentir mesmo. – Por favor, escoe sua tribo pela saída logo atrás.

    No instante seguinte, a rocha explodiu e uma criatura esgueirava-se por entre seus escombros.
    Jason Walker e o Retorno do Príncipe
    Sexta história da série de Jason Walker e contando. Quem sabe não serão dez?

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  4. #24
    Avatar de Lacerdinha
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    Jack e Jacob estão quase como encurralados na planície da tribo! E cara, arborígenes foi uma boa jogada, ótima mesmo.

    Espero, deveras, que a história de Jarrah dure muito tempo antes de acabar. Estou embalado com isso.

    Espero o próximo capítulo!

  5. #25
    Cavaleiro do Word Avatar de CarlosLendario
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    Eta porra, que caps massa!


    Gostei bastante desse capitulo. Esses indios eu não conheço infelismente, além de eu não conseguir imaginar direito um leviatã. O ultimo que já imaginei era aquele peixão do age of mythology...




    Realmente ta ficando muito bom ler sua historia! Esses itens do olimpo já me faz lembrar do meu objetivo da minha historia, buscar os itens supremos e evitar o mal...

    Chuto que esses itens do olimpo seja pra recuperar o exercito do titulo da historia! Se eu acertei eu edito essa bagaça aqui...


    E eu queria saber sobre o Lacerda comentar aqui e na historia do Daniel, pois certa vez dei outra lida nas primeiras paginas da minha historia, e veja só. Vi um comentario do lacerda, e tres do botas. Dois dos comentarios do botas foi mais de chat. Triste viu, esses gms chegar comentando e não comentar depois...

    aguardo proximo cap.




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  6. #26
    Avatar de Lacerdinha
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    Citação Postado originalmente por CarlosLendario Ver Post
    E eu queria saber sobre o Lacerda comentar aqui e na historia do Daniel, pois certa vez dei outra lida nas primeiras paginas da minha historia, e veja só. Vi um comentario do lacerda, e tres do botas. Dois dos comentarios do botas foi mais de chat. Triste viu, esses gms chegar comentando e não comentar depois...
    Eu comento nas histórias em que, na leitura, sinto-me bem e que me agrade de verdade. Há histórias que julgo serem ótimas aqui e que eu não comento; ACH, A Arte do Dreamwalking, Saga: A Ira Mahad, Gladius - A História de um Grande Cavaleiro, que já estão em avançado desenvolvimento, e algumas que os autores nem postam mais.

    Antes, eu comentava bem mais por aqui, porém, nesse meu atual estado, não tenho tempo pra ler mais histórias do que eu já leio. Não é questão de comentar uma vez e sumir, é questão de necessidade.

    Comentar em uma história no começo da mesma é um costume meu, para dar forças ao autor para levar a história para frente. Caso eu suma, depois eu volto, leio e vejo as melhoras do autor. Periodicidade é uma característica minha.

    Carlos, o fato de eu ser GM do Torneio Roleplay não me afasta nem me aproxima da possibilidade de comentar histórias pela seção. Eu não sou o rei da seção por isso. Se nós, eu e o Botas, paramos de comentar na sua história, não é por sermos GM, temos os nossos motivos.

    Se quiser dividir algo mais, me mande uma MP para não floodar a história do Ronaldo.

    Abraços.

  7. #27
    Cavaleiro do Word Avatar de CarlosLendario
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    Citação Postado originalmente por Lacerdinha Ver Post
    Eu comento nas histórias em que, na leitura, sinto-me bem e que me agrade de verdade. Há histórias que julgo serem ótimas aqui e que eu não comento; ACH, A Arte do Dreamwalking, Saga: A Ira Mahad, Gladius - A História de um Grande Cavaleiro, que já estão em avançado desenvolvimento, e algumas que os autores nem postam mais.

    Antes, eu comentava bem mais por aqui, porém, nesse meu atual estado, não tenho tempo pra ler mais histórias do que eu já leio. Não é questão de comentar uma vez e sumir, é questão de necessidade.

    Comentar em uma história no começo da mesma é um costume meu, para dar forças ao autor para levar a história para frente. Caso eu suma, depois eu volto, leio e vejo as melhoras do autor. Periodicidade é uma característica minha.

    Carlos, o fato de eu ser GM do Torneio Roleplay não me afasta nem me aproxima da possibilidade de comentar histórias pela seção. Eu não sou o rei da seção por isso. Se nós, eu e o Botas, paramos de comentar na sua história, não é por sermos GM, temos os nossos motivos.

    Se quiser dividir algo mais, me mande uma MP para não floodar a história do Ronaldo.

    Abraços.
    Não estou dizendo que por vc ser um GM de roleplay que vc costuma comentar e sumir. Até sei que vc acaba não tendo tempo pra comentar, mas ao menos fazer mais um comentario não custa nada não? Ou acabar lendo uns capitulos e tal.

    Mesmo fazendo um comentario ao menos, pode não ser o suficiente, pois já vi varias historias sumindo aqui. E outra, não estou flodando a historia do Ronaldo, estou fazendo um comentario para a historia dele. Se vc acha que eu falando aqui junto de meu comentario, que vcs não comentando na minha historia é flood, então realmente não sei qual é a sua.


    Foi apenas um comentario por uma certa falta de comentarios lá, e do sumiço de alguns membros aqui na seção. Há um topico aqui falando que comentarios incentivam, e é obvio que sim. Senão o cara se parece um bobo fazendo, como é o caso do Death Killer, a historia dele está vazia.

    Mesmo não tendo tempo, para que historias ótimas continuem aqui, é melhor dar ao menos um esforço pra comentar nas historias para incentivar. E é só isso.



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  8. #28
    Avatar de Sombra de Izan
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    Padrão Detona

    Opa que massa esse capítulo, é realmente esse Leviatã é bem poderoso, mas acho que assim como outros seres são mais fortes ou "espertos" que ele, acho que os dois com um pouco de criatividade também vão acabar fugindo ou derrotando ele.

  9. #29
    Avatar de Neal Caffrey
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    Opa, agora bombou! Sendo assim, já vou lançar o próximo capítulo! Obrigado pela assiduidade de quem está presente, agradeço de coração pelos comentários!

    Talvez este tenha ficado mais extenso mas, by the way...

    Vamos lá!

    CAPÍTULO 7 – Ninguém está a salvo

    A tribo de Pajé espremeu-se contra as rochas e os arvoredos no canto oposto da clareira. A entrada estreita na rocha estava sendo esfacelada por garras muito grandes. Jacob e Jack estavam estagnados no meio caminho entre o povo indígena e o Leviatã, sem saber o que fazer, as espadas, parecendo, agora, meros pedaços de graveto, pendiam molemente nas mãos dos dois rapazes.

    Outro uivo enregelante varreu a clareira e rasgou o ar noturno. Jacob e Jack recuaram, incertos. A criatura parecia não estar conseguindo romper a rocha o suficiente para empurrar seu corpo para dentro.

    - Jack, não podemos enfrentar isso – Jake falou, sua voz sendo atropelada por si própria. Foi um alívio que o amigo tenha entendido.
    - Você é o inteligente – disse Jack, a voz trêmula. – O que sugere?
    - Venha!

    Jacob saltou pela fogueira e avançou correndo para onde os indígenas aguardavam, aterrorizados.

    - Com licença, com licença, saiam, saiam, preciso passar!
    - Vai fugir? – acusou Pajé. – Covarde!
    - Vou salvá-los, velho estúpido – retrucou Jake, ao que o velho se calou.

    Com agilidade, Jacob saltou para o primeiro galho de uma árvore muito grossa e grande. Alçou-se para cima vagarosa e precisamente, de forma a ter aderência em todos os galhos nos quais pisava. Lá em cima, quase na copa das árvores que ali cresciam juntas, encontrou o que precisava: um cipó de ramo de cidreira, extremamente resistente, tanto quanto o aço, todo trançado.

    Jacob amarrou-o firmemente, com nós de marinheiro, como havia aprendido com o pai de Jack há muito tempo, no topo do galho mais resistente, na copa. Soltou-o, trançando-o através dos galhos e desceu, devagar.

    - Uma rocha. Não precisa ser grande, por favor, rápido!

    Os índios arrancaram um pedaço de pedra do chão e amarraram à ponta do cipó. O Leviatã ainda forçava a entrada pela rocha, e quase a estava vencendo.

    Certo da firmeza da amarra, Jacob subiu novamente, repousando a rocha no topo da árvore. Desceu em seguida.

    - Jack, olhe, consegui encontrar uma boa passagem pelo penhasco lá em cima. Mas preciso de mais uma rocha, e há uma fissura na pedra atrás deste carvalho – ele bateu com o cabo da espada na árvore que lhe servia de apoio. – Guie os índios para dentro da fissura, vou armar a outra rocha lá em cima. Preciso que você volte, e, então, fugimos por sobre o penhasco, se necessário.

    Jack assentiu, e dois índios puseram-se a auxiliar Jacob a alçar a rocha posteriormente necessária. Depois, ambos desceram e passaram pela fissura conforme indicação de Jack.

    Entretanto, passos lentos e cansados que fizeram a campina se sacudir enregelaram os ossos dos dois resistentes.

    - Rápido, Jack, vamos, suba! Não temos mais tempo, ele entrou!

    Jack pulou por entre os galhos e chegou à copa rapidamente. Não teve coragem de olhar nos olhos da criatura, ou de vislumbrar seu rosto.

    - O que precisamos fazer?
    - É bastante simples de pensar, mas a execução pode nos custar um braço ou uma perna – Jake sorriu de esgar. – Consegue enxergar aquela estreita passarela? A que liga o penhasco dos dois lados.

    Jack observou. Havia, de fato, uma passarela estreita demais, a menos de dois metros de distância dos dois, o suficiente para uma pessoa pequena atravessar. Não tinha cordas, apenas tábuas e cordas que as ligavam de fora a fora. Parecia mais um varal.

    - A ponte está bem próxima. Não podemos falhar. Se atirarmos a rocha de um lado e soltarmos do outro, ambas vão se chocar no mesmo ponto, lá embaixo.
    - E como vamos atraí-lo?
    - Eu vou – Jacob sorriu. – Você vai executar a parte da rocha.
    - Mas...
    - Não falhe.

    Jacob soltou-se galho por galho para a parte de baixo da árvore, chegando ao solo rapidamente. Desembainhou a espada e esperou. Estava exatamente a um passo de onde havia programado o lançamento da rocha.

    E então, ele viu.

    A criatura era gigantesca. Três ou quatro metros de altura, longo focinho, negro como a noite, dentes pontiagudos como punhais muito afiados. Seus olhos eram muito amarelos. O corpo era coberto por pelos negros, e, de forma meio deslocada, ele trajava uma armadura completa, exceto pelo capacete.

    Ao notar a presença de Jacob, a criatura sorriu, triunfante.

    - Derradeira falta de sorte – grunhiu, e sua voz parecia a voz do próprio Hades. – Encontrei-os rapidamente! Não representou nenhum desafio.
    - É... reconfortante – disse Jake, a voz falhando, e ele engoliu em seco. Sua espada pendeu de sua mão, mas ele a tentou firmar.
    - O Arrebatador os quer de volta, e ele pediu para que eu os levasse. Não devia matá-los agora, mas não posso perder a oportunidade de derramar sangue.

    Jacob cuspiu no chão.

    - Mostre-me seus atributos, cão!

    O Leviatã parou de sorrir. Aproximou-se devagar, calculando, aparentemente sem notar a presença de Jack lá em cima.

    Da copa da árvore, Jack observava. Apenas observava.

    - Mais um passo – sussurrou, amparando uma das rochas com as mãos. A corda estava toda enrolada embaixo de si, e ele tinha a nítida sensação de que aquilo jamais daria certo. – Vamos... mais um pouco...

    A dois passos do ponto específico, Rangel parou. Alguma conversa se desenrolava lá embaixo, mas Jack não conseguia ouvi-lo.

    Então, sem aviso, o Leviatã rugiu e atacou. Com destreza, Jack segurou a rocha e atirou.

    Como Jacob calculara, a rocha mais pesada puxou a mais leve e a corda enrolou-se na ponte exatamente em seu centro de gravidade, sem oscilar.

    Jacob olhou para a confusão de Rangel, satisfeito.

    O movimento pendular, então, começou.

    Uma das rochas, a mais pesada, iniciou seu derradeiro movimento, puxando a outra para si. Então, de forma esmagadora, as duas pedras chocaram-se contra o corpo do lobo enorme, uma de cada lado da cabeça, esfacelando-se e arrancando dele um uivo de se gelar o coração.

    O golpe o havia atingido direto na cabeça.

    Jack saltou os galhos um por um, com a maior destreza que pode, e chegou lá embaixo ainda a tempo de ver o animal enorme se contorcendo.

    Jacob firmou a espada e virou o corpo de Rangel para o lado com o pé. Firmou o pé sobre seu peito e apontou a espada direto para sua garganta.

    O lobo arquejou, sem forças, a cabeça amassada num ponto específico.

    - O que você faz aqui? – perguntou, com ódio.
    - Fui enviado por Dreader – grunhiu ele, a voz quase num sussurro, sem forças.
    - Por quê? E por que ele queria que você esperasse para nos atacar?
    - Ele... não me mate!
    - Fale – Jacob ordenou, espetando sua garganta.
    - Sim, sim! Ele quer as Relíquias do Olimpo! Queria que a pegassem e que eu matasse vocês na sequência, levando as relíquias para ele!

    Jack e Jacob trocaram um olhar desconfiado.

    - Como ele sabia qual era nossa pretensão?
    - Um espião... um espião contou! Ele sabe de tudo sobre você!
    - E como ele é? Quem é?
    - Não consegui ver, escondeu-se demais nas sombras.

    Jack assentiu.

    - Isso é tudo, Jake.

    Jacob enfiou-lhe a espada na garganta, travando seu uivo final de morte. O corpo de Rangel jazeu, inerte, no solo da campina.

    * * *

    Dreader desceu as escadas do castelo com agilidade, deixando para trás uma fina nuvem de poeira. Seu coração estava descompassado.

    Rangel estava morto.

    O Imperador não podia acreditar que o monstro que havia dizimado um exército inteiro havia falhado diante de dois meros combatentes.

    Uma coisa apenas era certa, agora: não havia mais como levar a coisa na brincadeira.

    - Travers – gritou, invadindo o campo de descanso do Quartel General e acordando vários soldados que repousavam com sua voz que, agora, via-se ser potente. – Levante-se e suba à minha sala. Você tem cinco minutos.

    Deixou o aposento na sequência.

    Desgraçados, pensou. Eu os subestimei e agora vocês vão pagar o preço pela morte de meu leviatã. É hora de me envolver nesta caçada.

    * * *

    Pajé, petrificado, encarava o corpo morto daquela criatura monstruosa, avultada ali, chapinhada no gramado, no chão. As moscas começavam a se juntar sobre a carne morta e os abutres e urubus rondavam o céu, esperançosos.

    Desprendia um cheiro horrível.

    Mais do que isso, o índio ficou imaginando o tamanho do talento dos dois jovens que, agora, haviam partido, seguindo sua trilha para as Planícies Fantasma.

    Selena, uma índia da tribo, aproximou-se, cautelosa, de seu cacique.

    - Cacique – murmurou ela, mas ele a dispensou com um gesto com as mãos.
    - Dreader vai nos caçar, Selena. Eis um fato. A presença dos rapazes aqui, embora revigorante, condenou-nos à morte. Precisamos sair desta campina o mais depressa que for possível.
    - Cacique, não podemos abandonar a trilha pelas Relíquias do Olimpo – argumentou ela, de forma incisiva. – Zeus nos deu essa notória tarefa, não podemos nos afastar dela, sob pena de recebermos seu catigo divino!

    Pajé respirou fundo, cansado.

    - Prefiro receber o Raio-Mestre de Zeus direto na cabeça a enfrentar a fúria de um Dreader descontrolado com suas mais de cem mil cabeças, querida.

    Selena observou o cacique andar pelo acampamento, agora destruído. Silenciosamente, esgueirou-se para dentro da tenda do cacique, que abrigava seis camas de palha e vários instrumentos de guerra pendurados no teto.

    Tomou um arco, uma aljava de flechas e algumas armaduras díspares.

    Na sequência, esgueirou-se por dentro da rocha por onde a dupla de encrenqueiros havia passado, há alguns minutos.
    Jason Walker e o Retorno do Príncipe
    Sexta história da série de Jason Walker e contando. Quem sabe não serão dez?

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  10. #30
    Avatar de Sombra de Izan
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    Padrão Vivas

    Vivas que o plano deu certo, poxa foi um ótimo capítulo mesmo, esse lobo lascado da morte mereceu o que recebeu, mas esse espião, poxa sempre os espiões que acabam com tudo e as relíquias do olimpo, devem ser de grandes poderes, to acompanhando.

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