Tive que criar uma acc só pra comentar aqui, nossa que historia de Dan, muito fod* gogo main.. E sorcerer? pq?? =/ era pra ser knight kkkk, mas de boa, ótima historia, ansioso para o próximo capitulo
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Tive que criar uma acc só pra comentar aqui, nossa que historia de Dan, muito fod* gogo main.. E sorcerer? pq?? =/ era pra ser knight kkkk, mas de boa, ótima historia, ansioso para o próximo capitulo
Penúltimo capítulo do Livro II!!!! :)
Obrigado a todos que acompanham a história!!! :y:
E sejam bem vindos os que começaram a comentar agora! :D
Aproveitando, tendo em vista que eu não tenho tido tempo para fazer os resumos dos capítulos anteriores, se alguém animar de fazer o resumo pro próximo capítulo, eu posso dar como prêmio a prévia do capítulo final (um dia antes)!
(se mais de uma pessoa animar em fazer, então eu escolho o que for melhor :D)
Capítulo 15 - É Preciso Sair
Foram poucos segundos rolando a escada, mas que causaram fortes dores no jovem, até que ele enfim chegasse ao andar inferior. O corte do morcego ainda era a maior ferida, mas a sucessão de lesões o deixou praticamente sem forças.
Confuso, Dan abriu os olhos e por alguns instantes achou que havia morrido e ido para o inferno. Ao olhar ao redor, ele notou que estava cercado por uma parede de ossos, com fogo queimando do outro lado.
Ainda perdido, ele apenas ajeitou o seu corpo e ficou sentado ali mesmo, encostado no último degrau da escada. Aos poucos, o jovem foi recuperando plenamente a consciência e se dando conta do que havia acontecido, "minha mana acabou", concluiu.
Ainda com dores, Dan abriu calmamente a sua mochila e pegou a poção que ele havia recebido durante o festival dos iniciantes. O primeiro gole já foi suficiente para que o jovem sentisse sua energia voltar ao corpo, e assim, ele não hesitou em tomar todo o frasco.
[Dan] – Utevo Lux – disse agitando a sua varinha, enquanto deixava o recipiente vazio no chão.
Um ligeiro sorriso de satisfação surgiu no rosto de Dan ao constatar que podia invocar magias novamente.
Apesar de ter sua mana de volta, o jovem ainda estava ferido e muito cansado. Assim, ele colocou sua mochila no degrau atrás dele e se encostou, para ficar mais confortável. Dan ainda ficou por alguns minutos admirando a sua varinha iluminada, satisfeito, antes de suas pálpebras começarem a pesar e ele adormecer.
Após certo tempo, o jovem abriu os olhos vagarosamente e percebeu que não estava no mesmo lugar. Apesar de ver aquele sujeito se aproximando, com a sua armadura vermelha, Dan ficou em dúvida se havia morrido ou apenas no entrado no reino dos sonhos. O Cavaleiro parecia estar longe e mais difícil de enxergar do que das outras vezes.
[Cavaleiro] – Vamos, Donan! Levante-se! – disse estendendo a mão, como se pudesse alcançá-lo. – Você precisa ir logo para o continente! – a voz do Cavaleiro também parecia mais longe.
[Dan] – Mas eu não consigo achar a resposta... – respondia encolhido, apenas levantando os olhos para ver o Cavaleiro – E não sei se vou conseguir sair...
[Cavaleiro] – Isso não vai ser problema para você. – disse um pouco mais rápido que o habitual – Apenas saia logo dessa ilha e procure a sua mãe! Eu não sei se iremos nos encontrar novamente, minhas forças estão acabando e você precisa encontra-la!
Aquelas palavras deixaram o jovem preocupado e ele levantou a cabeça para falar com o Cavaleiro.
[Dan] – Mas o continente é imenso! – protestou pensativo – Como eu vou conseguir encontrar a minha mãe sem a sua ajuda?
[Cavaleiro] – Vá para Carlin! Peça ajuda aos Druidas!
Dan pareceu concordar com o que o Cavaleiro dizia, mas ainda tinha outras perguntas para fazer.
[Dan] – Eu entendo. Mas quem é você afinal? E me ajude com uma coisa: o que é quente como o fogo e se move como a água?
Um forte estalo despertou o jovem, retirando-o dos seus sonhos. Dan demorou a entender o que havia acontecido e quando compreendeu ficou um pouco irritado por não ter tido a sua resposta a tempo.
Ainda sentado, ele se endireitou e começou a procurar a origem do barulho. Dan virou um pouco a sua cabeça tentando olhar para o andar de cima e apesar de não ver nada de diferente, pensou "deve ser aquele esqueleto".
Sonolento, ele se encostou novamente e fechou os olhos para tentar voltar a dormir, na esperança de reencontrar o Cavaleiro de armadura vermelha, mas o barulho se repetiu e desta vez ele estava muito mais perto.
Ainda sentindo um pouco de dor, Dan se colocou de pé segurando a sua varinha na direção da escada.
Uma criatura então apareceu, por detrás da escada, no mesmo andar em que o jovem estava.
Por instinto, Dan acabou atirando uma bola de energia, que não surtiu muito efeito, mas antes que a criatura o alcançasse ele abriu o seu livro de feitiços para relembrar as palavras mágicas de sua magia de ataque.
[Dan] – exori min flam – disse firmemente enquanto lia.
A bola de fogo surgida da ponta da sua varinha atravessou o esqueleto na altura do peito e o desmontou.
Antes que Dan pudesse respirar aliviado, ele notou que o barulho continuava e com cuidado deu um passo ao lado para enxergar o que havia atrás da escada.
Em um longo corredor, formado por pelas paredes de ossos, outro esqueleto se aproximava.
[Dan] – exori min flam – exclamou, apontando para a criatura.
O ataque atingiu o lado direito da criatura, que hesitou, mas voltou a andar. Sem perder tempo, Dan disparou uma bola de energia, que atingiu o lado esquerdo do esqueleto, terminando aquele trabalho.
Após uma olhada cautelosa para ter certeza que nenhuma outra criatura se aproximava, Dan começou a observar o seu redor, tentando entender onde exatamente ele estava, antes de decidir para onde seguir.
Apesar do forte calor e do tom vermelho, o jovem não via labaredas do lado de fora, então ele se aproximou da parede para enxergar por entre os ossos. Não havia fogo, apenas magma.
Um rio de lava fluía e ele não demorou a entender o que estava acontecendo, "é quente como o fogo... E se movo como a água...É isso!"
Foi como se um peso enorme saísse das costas do jovem, que apenas lamentava não ter nenhum amigo ali para ele poder dar um forte abraço.
Radiante, Dan se posicionou em frente à escada e começou a olhar para o andar superior. Agora que sabia a resposta do enigma, ele apenas precisava sair daquele lugar, mas uma coisa ainda o incomodava: ele não tinha mais poções de mana.
Antes que fosse tomado pela insegurança, ele começou a subir as escadas. Ao chegar ao andar superior, Dan notou que mais de um esqueleto o esperava, mas aparentemente o esqueleto maior, que havia lhe derrubado, não estava ali. O local não estava muito iluminado e o jovem se arrependeu de não ter invocado novamente a sua magia de luz antes de subir, pois naquele momento não havia mais tempo para isso.
[Dan] – exori min flam – gritou apontando para o esqueleto que estava bem na sua frente.
Aquela bola de fogo saiu perfeita, destruindo a primeira criatura. Mas antes que ele pudesse fazer qualquer outra coisa, outro esqueleto o atacou. Dan desviou daquele ataque e vendo que restavam duas criaturas e que poderia ficar cercado por elas, ele correu até a parede, que estava à sua esquerda.
[Dan] – exori min flam – brandiu mais uma vez, encostado à parede, disparando uma bola de fogo na criatura que havia tentado lhe atacar.
Desta vez, o ataque não foi suficiente. Os esqueletos se aproximavam novamente, mas percebendo que eles eram lentos e que ele teria a vantagem se ficasse distante deles, o jovem correu até a parede à sua direita, disparando sucessivas bolas de energias, até que o segundo esqueleto se desmontasse.
Percebendo que sua estratégia estava dando certo, Dan seguiu correndo junto às paredes daquele local, enquanto atirava bolas de energia. A sua armadura o atrapalhava um pouco e naquele momento, o jovem entendeu porque a Feiticeira Estrella havia dito para ele usar roupas leves e se livrar do que fosse pesado.
[Dan] – exori min flam – disse apontando para o último esqueleto.
A bola de fogo foi o golpe final naquele esqueleto, que se desmontou no mesmo instante.
Aliviado por ter se livrado daqueles três esqueletos, Dan respirou fundo e invocou finalmente a sua magia de luz.
[Dan] – Utevo Lux.
O local ficou plenamente iluminado e o jovem levantou a cabeça para se dirigir à saída, mas se assustou ao ver o que estava ali. Parado, embaixo do portal de ossos, estava o esqueleto maior, o mesmo que o havia feito cair na escada. Aparentemente, ele esteve ali durante toda a luta do jovem contra os outros três esqueletos, mas curiosamente, ele havia decidido não participar. Logo que Dan o viu, a criatura enfim começou a andar em sua direção e o jovem até podia jurar que havia um sorriso no rosto daquele esqueleto.
[Dan] – exori min flam – o jovem não hesitou em disparar o seu ataque mais forte.
Um pequeno buraco se abriu na armadura do inimigo, que continuou andando como se nada tivesse acontecido. Percebendo que mais ataques seriam necessários, Dan se posicionou atrás da escada para não ser alcançado pela criatura e invocou novamente a sua magia.
[Dan] – exori min flam – disse de forma confiante.
Um novo buraco se abriu, ao lado do anterior, mas o esqueleto continuou andando, contornando a escada para alcançar o jovem. Dan percebeu que um novo golpe entre os dois anteriores seria suficiente para derrubar aquele esqueleto e sem perder tempo, deu a volta pelo outro lado da escada e correu até o portal de ossos.
[Dan] – exori min flam – gritou enquanto virava para mirar no esqueleto, mas a magia não funcionou.
O jovem foi rapidamente tomado por um desespero e começou a tentar atirar bolas de energia, na esperança de acertar o pedaço da armadura do esqueleto que ainda resistia. Uma primeira bola de energia acabou surgindo, mas não foi forte o suficiente para derrubar o esqueleto. Dan tentou se concentrar, mas nenhuma outra magia surgiu de sua varinha. Ele estava sem mana novamente e sabia disso.
Quase em pânico, ele ouviu alguns estalos ao fundo, indicando que haviam outros esqueletos ao longo daquele corredor, e assim, fugir não era uma opção.
Calmamente, o esqueleto contornava novamente a escada, se aproximando do jovem que pela segunda vez podia jurar que a criatura estava sorrindo.
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Próximo: Capítulo 16 - O Mestre da Cripta (Parte 1)
por que eu acho que o dan vai começar a odiar ser acordado por alguem quando estiver dormindo mais do que o normal?
mas ja tá saindo da masmorra dan?pega um pouco de experiencia com a arte das magias antes, fica vai ter bolo (revivendo memes antigos)
esse capitulo ficou foda dan, parabens dessa vez você se superou
O Dan vai morrer :smile: Come food e sai dae o/
De onde o Dan tira tanta mana? Ja está no level 10? :motherofgod:
Bom capítulo, espero pelo próximo, e talvez eu faça o resumo.
Bom capítulo! Finalmente ele achou a resposta HUHEUHEUHAEH
esse capítulo teve bastante ação :3
Curti bastante esse também, hehe
Bastante ação mesmo como disseram.
Agora quero ver ein.
Muito bom esse capítulo, muito massa ele, agora a coisa ficou preta:D
Shoow! Gogo Dan, fazer mais historias do Dan =P
Curti mt, quero ver como o Dan vai escapar agora. Acho que vai tomar TP pro templo hein.
Amigos,
Vou tentar postar o capítulo novo até segunda!
Deve ser mesmo o capítulo final, mas ele está ficando muito grande então ainda estou vendo se vou dividi-lo em dois...
Obrigado por todos que ainda acompanham e comentam na história! :y:
Edit: Não vou dar duplo-post, então estou aguardando alguém comentar para postar o capítulo...
Opa! Que bom que gostou do capítulo! :)
Estou me esforçando para o próximo capítulo ficar bom também! :y:
Hehehehe, a mana tá durando mais mesmo! :D
Mas se bem que ele já deve estar pelo menos no 9, pois já quer sair de lá... :hmm:
Valeu por comentar! :y:
E no próximo deve ter mais! :D
Obrigado pelo comentário, man! :)
Vou tentar colocar mais ação nesse!
Valeu por seguir acompanhando! :y:
Vixi, agora a coisa ficou russa! :D
Será que ele vai tomar tp pro templo? :hmm:
Onde será que fica o templo na island of destiny? :hmm:
Valeu por seguir acompanhando a história! :y:
Putz, gogo proximo capitulo !
Muito bom suas histórias !
Tive que dividir o capítulo final em dois! :D
Segue a primeira parte! :)
Obrigado a todos que ainda comentam! :y:
Coloquei um espaçamento entre os parágrafos... nunca é tarde para se corrigir os erros! :D
Capítulo 16 - O Mestre da Cripta (Parte 1)
Enquanto observava o esqueleto se aproximando com aquele possível sorriso no rosto, Dan viu a sua vida passar diante de seus olhos.
Ele sentia que havia fracassado e por isso jamais conheceria seu irmão, não poderia ajudar a sua mãe, não saberia a história de seu pai, não poderia acompanhar seus amigos no continente e nem ser motivo de orgulho para os Druidas que lhe criaram em Carlin. Dan se perguntava aonde havia errado: talvez ele não fosse tão forte quanto imaginava ou talvez ele tivesse escolhido a vocação errada. Ele sempre soube que seria um bom Cavaleiro e por isso talvez devesse ter escolhido a mesma vocação que o seu irmão, afinal, ele não tinha dúvidas de que seria eficiente no combate corpo-a-corpo.
Ironicamente, aquele pensamento lhe deu uma ideia. Renovado de esperança, o jovem guardou sua varinha e começou a andar na direção do esqueleto. Não havia dúvidas, Dan estava sorrindo naquele momento.
A criatura não hesitou e logo que alcançou o jovem, usou a sua maça para golpeá-lo com toda força. Uma espada evitou o golpe, era a Espada de Carlin, Dan sacou-a no momento exato para se proteger daquele ataque. Mesmo sem mana e sem poder invocar magia alguma, ele ainda podia lutar como fez durante todo o tempo em que esteve em Rookgaard. O esqueleto tentou um novo golpe lateral, mas foi defendido novamente, em seguida, um ataque em diagonal, também evitado.
Após defender uma sucessão de golpes, Dan adquiriu a confiança suficiente para contra-atacar. Ele usou toda a sua força para atingir o local já danificado da armadura do esqueleto, mas a criatura conseguiu defender com o outro braço e revidou com um golpe certeiro de sua maça, no rosto do jovem. Dan caiu, ficou um pouco desorientado, sentindo muita dor e com seu rosto marcado.
Por instinto, ainda no chão, o jovem foi recuando até um canto, sem perder de vista o inimigo. O esqueleto ficou parado, apenas observando, enquanto Dan sacou o seu escudo de cobre das costas e levantou com dificuldade, esperando reiniciar o combate.
O esqueleto continuou imóvel, apenas assistindo, enquanto dois outros esqueletos, sem armaduras, entraram no local e seguiram na direção do jovem. Dan esperou eles estarem ao seu alcance e iniciou a luta. Golpes trocados e defendidos foram se sucedendo, como uma luta equilibrada, apesar da desvantagem numérica do jovem. Aos poucos, Dan foi ficando cansado e mais lento, parecia que ele não resistiria por muito mais tempo naquela luta.
Em um breve momento de inspiração, o jovem conseguiu cravar sua espada em um dos esqueletos e a arrastou para o lado, desmontando a criatura. Como efeito colateral, o outro esqueleto atingiu as suas costas, levando Dan ao chão. O jovem não perdeu tempo e se virou para defender os ataques, enquanto se levantava.
Ele não demorou a retomar a vantagem do combate, e após fazer o esqueleto defender vários golpes, conseguiu fazer sua espada atravessar o esqueleto de um lado para o outro, desmontando-o também.
Dan se posicionou e começou a andar calmamente na direção do esqueleto maior, que continuava sob o portal de ossos, apenas observando o jovem. Dan já estava bem próximo, quando a criatura apontou com a sua maça para ele e começou a falar.
[Esqueleto] – Você jamais sairá daqui! – dizia em um tom agudo – Esta é a minha cripta! Você morrerá aqui e se tornará um dos meus servos! – a fala da criatura foi seguida um por uma alta risada, com uma grande boca aberta no rosto do esqueleto.
Dan compreendeu que os esqueletos mais fracos deveriam ser de aventureiros que não conseguiram sair das masmorras. Assim, com muita raiva, o jovem avançou contra a criatura.
O esqueleto defendeu facilmente aquele golpe impetuoso e logo começou a atacar o jovem. Dan se defendia, esperando pelo momento certo de contra-atacar, mas a oportunidade não aparecia.
Após ser forçado a dar alguns passos atrás, o jovem decidiu arriscar um ataque, mas não foi bem sucedido e se viu forçado a recuar ainda mais para defender os golpes do esqueleto. Quando já estava próximo à escada, Dan não conseguiu segurar o seu escudo ao defender um ataque e o objeto foi arremessado até se colidir com a parede ao lado. Sem defesa, o jovem foi atingido novamente no rosto por aquela grande maça e foi mais uma vez ao chão.
Assustado, Dan procurou o seu escudo e correu até ele. O esqueleto, por sua vez, seguiu calmamente atrás do jovem. A criatura sabia que Dan estava ficando cada vez mais sem forças, e assim, seria apenas questão de tempo até ele ser derrotado, se tornando um dos seus servos.
Ainda no chão, com seu escudo na mão, Dan apenas se virou para começar a defender os ataques incessantes do esqueleto.
Acuado e sem forças para reagir, o jovem começou a pensar no que fazer. Tentar fugir parecia ser a única opção, mas Dan estava enfraquecido e sabia que se encontrasse mais algum esqueleto no caminho, ele não sobreviveria. Assim, ele tentou repensar a sua estratégia inicial para ver onde havia errado. Sem poder invocar magias, a ideia de lutar corpo-a-corpo parecia ser uma boa opção, afinal, foi assim que ele derrotou todas as criaturas que enfrentou em Rookgaard. Ele só não contava com dois problemas: aquele esqueleto era muito mais forte do que os monstros que habitavam a ilha dos iniciantes e, principalmente, desta vez ele não podia contar com a ajuda de seus amigos.
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Próximo: Capítulo 17 - O Mestre da Cripta (Parte 2) - Season Finale
Só eu estou achando que Dan daria mais certo como knight? hhahaha
mt boa a teoria dos esqueletos (serem aventureiros mortos) :D
Hahá, agora sim a coisa ficou preta, eita que massa, sem tempo para respirar, sem chance para sobreviver, um milagre a vista:ok:
Bergh concordo com vc kkk, #forçadan kkk '-'
Boa DanBoy entao teremos o capitulo mais rápido esta semana!!! Ansioso pela ultima parte!!!
Parabéns Daniboy, você escreve muito bem :)
Ainda acho que o Dan daria mais certo como Knight do que Sorcerer, bom capítulo, o Dan está ferrado, vish.
Posta a parte 2 ai o/
Essa história de Dan me reabriu os olhos para o roleplay. A muito tempo atrás eu gostava de jogar em rookgaard, mas parei por questões pessoas, e com o tempo fui esquecendo a alegria de montar seu personagem, tornado-o cada dia mais forte. Essa história uniu a já real história de toda a rookgaard, além dos treinamentos e té mesmo os livros com o personagem Dan, eu adorei o jeito que você misturou isso, me senti como um aventureiro passando pela ilha inicial. Isso me deu forças e fez eu criar um personagem em rook novamente e me inspirou a escrever, quem sabe um dia eu não posto alguma de minhas histórias por aqui.
Obrigado Danboy por alegrar as minhas noites no trabalho. Continue com o ótimo trabalho. Infelizmente só conheci a história ante-ontem, e não parei de ler até chegar ao quase fim do segundo livro. Espero que esse comentário lhe sirva de inspiração para muitos outros livros, você é um ótimo escritor, continue assim.
Atenciosamente, Samuel.
Olá Galera,
Segue o fim do Livro II!
O Livro II pode não ter ficado tão bom quanto eu queria, mas já estou preparando o Livro III e prometo fazer dele o melhor até o momento!
Vou dar uma pausa entre os dois livros, para poder estruturar a história toda antes de começar em postar! Mas eu tenho certeza que um ou dois meses de espera não serão nada comparados com o Livro que vem por aí! :D
Spoiler: Respostas aos comentários
Capítulo 17 - O Mestre da Cripta (Parte 2) - Season Finale
Quanto mais tempo ele passava ali apenas se defendendo, mais dores ele sentia e mais cansado ficava. Ele precisava fazer alguma coisa rapidamente, mas sem os seus amigos e contra um inimigo tão forte, tudo ficou mais difícil.
Dan então lembrou-se de um momento em Rookgaard, em que ele esteve sozinho e teve que lidar com um inimigo tão poderoso quanto aquele esqueleto: foi quando ele enfrentou Kraknaknork. Naquele dia, sua força não foi suficiente e para vencer o seu inimigo, ele precisou recorrer a um objeto mágico, a maçã dada por Cerdras.
Apesar de carregar aquela fruta em sua mochila, Dan não sabia se ela ainda mantinha as suas propriedades mágicas e se uma nova mordida faria algum efeito, mas naquela situação, a maçã era a sua única esperança e ele precisava arriscar.
Após juntar suas últimas forças, Dan conseguiu empurrar o esqueleto com o seu escudo, afastando um pouco a criatura. Sem conseguir correr, ele apenas andou até um canto e se encostou, já colocando a mão em sua mochila para pegar a fruta.
Antes que fosse alcançado novamente, o jovem pegou a maçã e deu uma nova grande mordida ao lado da anterior. Dan se protegeu com o escudo de um novo golpe, enquanto sentia algo diferente acontecendo. Do mesmo modo que em Rookgaard, ele sentiu suas forças voltando e até mesmo mais do que ele tinha antes, como se com um golpe ele pudesse quebrar uma rocha.
Após receber mais alguns golpes no seu escudo, Dan decidiu dar logo um fim àquilo tudo, ele empurrou novamente o esqueleto, sacou sua espada e começou a golpeá-lo.
Para a sua surpresa, a criatura pareceu ter pressentido um perigo maior e conseguiu desviar de alguns golpes, recuando e mostrando ainda alguma agilidade. Dan teve que defender um golpe com o seu escudo, mas sem dificuldades seguiu atacando a criatura até que ela alcançasse a parede.
Sem ter mais para aonde recuar, a criatura tentou usar sua arma para se defender, mas um novo golpe do jovem fez a maça voar para longe. Dan usou toda a sua força no ataque seguinte, o esqueleto tentou bloquear com o braço, mas foi em vão, a criatura viu o seu membro virar pó, antes de ser atingida em cheio na parte já frágil da sua armadura. Dividido em dois, o esqueleto caiu no chão e se desmontou completamente.
Dan enfim se sentiu a salvo naquela cripta. Ele deu uma rápida olhada para os seus braços e teve a sensação de que eles estavam maiores do que o comum. O jovem guardou sua espada, sacou sua maçã e ficou por alguns segundos admirando aquele objeto mágico, que por duas vezes salvou a sua vida. Ele notou que poderia ainda dar mais uma ou duas mordidas e ficou ansioso por encontrar Cerdras novamente, para lhe agradecer e lhe perguntar sobre a origem daquele magnífico objeto.
Com seus olhos já acostumados com a escuridão, Dan não se preocupou em usar uma nova magia, ele guardou a fruta, sacou sua espada e seguiu tranquilamente pelo corredor rumo à saída da masmorra. O jovem ainda encontrou dois esqueletos e não teve dificuldade para eliminá-los, provavelmente por ainda estar com uma força extra. Quando já estava no andar superior, também derrotou facilmente os morcegos e as aranhas até encontrar a escada para o local onde ele havia se equipado. Dan subiu, atravessou o salão, passou pela porta e seguiu pela escada, até enfim enxergar novamente a luz do dia.
[Estrella] – Mas o que é isso? – disse a bela Feiticeira, logo que viu o jovem.
[Dan] – É... – confuso, ele não entendeu o que estava acontecendo – Isso o que?
[Estrella] – Essa armadura! Essa espada! – ela parecia assustada e dizia como se sentisse um pouco de nojo – Esse escudo! Você não ouviu o que eu disse sobre equipamentos leves? Você se tornou um Feiticeiro! Por que está usando essas coisas?
Encabulado, Dan pensou em se explicar, mas desistiu e se apressou para abrir a sua mochila e pegar a capa de feiticeiro que ele havia guardado.
[Estrella] – Ande! Jogue tudo isso fora! Armaduras, espadas e escudos! – dizia visivelmente contrariada.
[Dan] – Mas... – disse com um olhar triste para a sua espada – Essa é a Espada de Carlin, da minha cidade, significa muito para mim... Eu não posso jogá-la fora assim...
[Estrella] – Tudo bem... Alguns Feiticeiros usaram espadas por muito tempo, então não vou lhe recriminar por isso! Mas jogue todo o resto fora!
Preocupado com a reação da mulher, Dan jogou rapidamente fora o seu escudo e sua armadura, colocou a sua capa e ficou parado, esperando uma nova orientação.
[Estrella] – O que é isso no seu rosto? – disse apontando para as marcas da maça do esqueleto – Você não manteve a distância como um verdadeiro Feiticeiro? Ficou lutando como um Cavaleiro, não foi?
Incomodado, Dan concordou, lamentando que a fruta mágica não tenha tirado as marcas do seu rosto.
[Estrella] – Você fez tudo errado... – disse balançando a cabeça negativamente – Espero que ao menos tenha encontrado a resposta! O que se move como a agua e é quente como o fogo?
[Dan] – Eu encontrei sim... É um rio de lava, estava nas profundezas das masmorras...
[Estrella] – Você foi até lá? – disse assustada novamente – Me surpreende que tenha voltado vivo... Normalmente os novos Feiticeiros descobrem apenas usando a lógica... – ela olhou novamente para as marcas no rosto do jovem – Você deve ter encontrado o esqueleto... O mestre da cripta... Ele deve ter feito isso... – comentou com um pouco de remorso antes de concluir – De todo modo, você passou no teste e é um verdadeiro Feiticeiro, então eu vou lhe ensinar uma magia para curar os ferimentos leves como esses!
Dan pensou em falar que não estava mais sentido dor devido à maçã que comeu, mas decidiu por ficar quieto e aproveitar que o humor da Feiticeira já estava melhor.
[Estrella] – Passe suas mãos pelo seu rosto e diga “exura”!
[Dan] – Exura – disse fazendo como a Feiticeira havia dito.
[Estrella] – Isso! Continue! – disse animada.
[Dan] – Exura... Exura... – ele percebeu que algo estava acontecendo no seu rosto, então foi repetindo as palavras mágicas até não sentir mais nada.
[Estrella] – Perfeito! Meus parabéns, Feiticeiro Dan! Agora vá e tenha o seu livro de feitiços sempre à mão! O Mundo de Tibia lhe espera!
Sorridente, Dan seguiu para a saída e retornou ao grande pátio entre as casas. Para a sua surpresa, seus dois amigos estavam bem no centro do local, conversando, ao lado do bonito chafariz.
[Lignuns] – Dan! Eu sabia que você não desistiria do seu sonho! – gritou, sorridente, logo que viu o seu amigo. – Se tivéssemos apostado, eu ganharia! – Completou sorrindo para Luna
A garota, que estava de costas, se virou para vê-lo e pareceu surpresa.
[Luna] – Eu realmente esperava que você virasse um Cavaleiro... – disse um pouco decepcionada – Você era muito bom no combate corpo a corpo...
[Dan] – É... – disse encabulado – Talvez eu fosse mesmo... – ele teve vontade de rir ao lembrar do que passou nas masmorras – Mas a decisão está tomada! E agora vocês terão um amigo Feiticeiro!
Os três sorriram e calmamente foram seguindo para o norte, onde podiam avistar um porto com um pequeno navio atracado. Durante a caminhada, eles contaram rapidamente uns aos outros sobre as suas aventuras nas casas das vocações.
[Lignuns] – E então? Para onde vamos agora? – perguntou logo que eles chegaram ao porto.
[Dan] – Para onde vamos? Eu achei que você fosse voltar para Northport e a Luna para Thais...
[Luna] – Você é mesmo tonto, Dan. – Respondeu prontamente. – Não sabe do que aconteceu em Thais? Eu não sei onde a minha família está... Eu não sei nem se eles estão vivos... – ela não conseguiu evitar um tom de tristeza – Mesmo se eles estiverem vivos, devem estar bem escondidos e eu não saberia nem por onde começar a procurá-los... Enfim, eu não tenho razões para voltar a Thais agora, então acho que vou ficar com vocês por mais algum um tempo...
[Lignuns] – Eu tenho certeza de que a minha família está bem no meu vilarejo e pelo que você nos contou... – disse se dirigindo a Dan - É a sua mãe que precisa de ajuda! Então diga, meu amigo, para onde vamos agora?
[Dan] – Então... – Dan ainda estava um pouco confuso, mas ao se dar conta de que não havia contado sobre o seu último sonho, completou. – Temos que pedir ajuda aos Druidas de Carlin para encontrarmos a minha mãe.
[Lignuns] – Então, está certo! Vamos todos para Carlin! – exclamou enquanto Dan não conseguia esconder a felicidade por poder ir com seus amigos para a sua cidade natal.
FIM
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Próximo: [Livro III: Capítulo 1 - Um Paladino das Trevas]
Boa Dan, Muito bom o fim deste livro, que venha o Terceiro!!!
pooooooo Dan!!! Logo quando ia ficar legal cara! :(
Bom que quando volte poste pelo menos uns 3 capitulos de vez ù.ú kkkkkk
Bom saber que todos vão ficar juntos na mesma cidade :D
Bom capítulo, com certeza agora vai demorar para lançar o próximo livro.
Sabe, eu achei o capítulo legal, mas o final, eu esperava mais algo surpreendente, mas foi bem simples em, rs, mas não deixou de ser um bom capítulo. Realmente achei o livro de Rookgaard mais interessante, se bem que nessa ilha não tem nada de interessante.
Tem ideia de quando vai lançar o próximo capítulo (livro)? Quero ver eles se aventurando em main e morrerem pra um PK :D
Eita que tava passando e vi que postou a continuação, poxa bem bacana a parte da reviravolta, muito massa os capítulos:y:
uau nem acredito que encontrei tempo para comentar nesses últimos capitulos!
e devo dizer que tempo bem gasto.malditas sejam as provas do ultimo bimestre :-P
parabéns dan por mais um livro feito, e muito bem feitoagora acelera com o próximo
no começo quando primeiro achei sua historia (nem sei como)pensei "meh pode ser bom ler algo legalzinho pra variar" mas com o tempo passando e eu acompanhando a historia crescendo e aparecendo, eu comecei a perceber "uau esse cara tem talento!!!"
Estou aqui para duas coisas, primeiro para agradecer aos fiéis leitores que seguiram acompanhando a história e comentando até aqui:
Cicero Kwey, Bergh Ramone, Kevin The Destroyer, Sombra de Izan e thomzi.
Segundo, para anunciar o lançamento do Livro 3 - De Volta à Carlin!
"As vocações enfim foram reveladas: Dan, o Feiticeiro, Lignuns, o Druida e Luna, a Paladina.
Agora nossos heróis estão prontos para retornar ao continente principal, mas o mundo que eles conheciam não existe mais como antes.
Perigos estão em todos os lugares!
Batalhas serão travadas!
Novos inimigos serão conhecidos!
E segredos serão revelados!
Tudo isso no Livro III - De Volta à Carlin!
Afinal, um bom filho a casa torna."
http://i44.tinypic.com/16ifltw.png
O desenho, como sempre, é do nosso amigo showman23.
Primeiro Capítulo: "Um Paladino das Trevas" - Em 26/01/2014
Aeeeeeee, deve ser muito daora agora.
Boa sorte e acompanharei !
Ae, falta 13 dias o/ E capa está bem massa, os personagens sempre ficam diferentes a cada capa u.u Gostei.
legal...pf...ÓTIMAS NOTICIAS...ppfffffpfpf.....e a capa do livro ficou...pfpfpffff...espetacular...pffhff...tirando por...pphhfffhffhffhihi...o dan ta...bom...pphhffhffhfhihihihahahahaHAHA~HAHAHAHAH AHA:lol:...ele ta parecendo muito..."engraçado" como o chapéu de mago...pffhihihih.:rofl:MEU DEUS ELE TA PARECENDO UM PALHAÇO!!!HAHAHA DAN NUNCA MAIS COLOQUE ESSE CHAPÉU NA CABEÇA,LOL
AIai deixando isso de lado, muito entusiasmo pela frente e muitas as aventuras tambem tenho certeza que meu português tá SERTICIMO nessa ultima linha
Começando o Livro III!
Como foi feito no livro anterior, o primeiro capítulo será um pouco diferente! :D
Aproveitei para mudar um pouco o estilo e a forma da escrita, vocês podem achar um pouco diferente... Mas acho que no longo prazo será melhor... :hmm:
Agradeço muito ao Derp, ao Kevin The Destroyer e ao thomzi, pelos comentários!!! :)
Espero que gostem! Abraços!
Capítulo 1 - Um Paladino das Trevas
Era um bonito dia no mundo conhecido de Tibia, que vivia os seus tempos áureos.
Nos arredores de Venore, um grupo de garotos brincava, fingiam ser bravos cavaleiros que derrotavam os Orcs.
Ao todo, eles eram cinco garotos, com idades entre 10 e 12 anos. Izan, era o mais velho, Angios, o mais forte, Paul e Will, eram irmãos gêmeos, novos e brincalhões, e Thales, o mais tímido.
Angios fazia o papel de Orc, rugindo e ameaçando avançar contra seus amigos. Paul e Will apenas zombavam do "Orc", enquanto Izan fingia coordenar um ataque. Atento, Thales admirava o líder, esperando por uma ordem. Assim a brincadeira seguiu, até que os humanos enfim vencessem.
Cansados, eles sentaram no chão, ali mesmo, para recuperar as energias.
– Izan... – disse Thales de forma contida ao seu amigo.
– O que foi? Já quer ir embora? Ainda está cedo... – protestou Izan, antes mesmo de ouvi-lo por completo.
– Não! – respondeu prontamente. – Pelo contrário! Eu quero lhe acompanhar para sempre! Aonde você for eu irei também! Juntos, vamos derrotar todos os Orcs!
– Então está bem! – retrucou Izan, sem dar muita importância. – Eu vou morar para sempre em Venore! Se você ficar por aqui também, derrotaremos todos os inimigos!
– É! Mas nós podemos morar juntos! E também viajar ao longo do Tibia procurando aventuras. – Thales foi falando tímido e pensativo.
Um pouco assustado, o jovem Izan recuou e começou a falar mais sério.
– Não, Thales! Eu vou me casar e morar com a minha futura mulher!
– Por quê? Elas são fracas e não ajudam em nada! – falou um pouco mais alto.
– Porque é o certo! – respondeu Izan já um pouco irritado.
Aos poucos os outros meninos entraram na conversa.
– Meu pai diz que homem que mora com homem, na verdade, é uma mulher! – comentou Paul olhando para o tímido garoto.
– Eu não sou uma mulher! – exclamou Thales irritado.
– Mas está parecendo uma mulher... – zombou Will.
– Eu não sou! Eu só gosto do Izan e quero acompanhar ele para sempre! – protestou tão alto que poderia ser ouvido na cidade.
– Você vai poder me acompanhar nas batalhas! Mas nós não vamos morar juntos, isso não é certo! – explicou Izan, ignorando os comentários dos outros.
– Esse Thales é uma menina mesmo... – disse Angios pensando alto.
– Eu não sou uma menina! Vocês não me entendem! – gritou Thales enquanto se levantava.
O garoto deu uma rápida olhada para os seus amigos, fazendo um sinal negativo com a cabeça, e começou a correr, aparentemente sem rumo.
– Vocês entenderam o que acabou de acontecer? – perguntou Paul aos seus amigos enquanto via Thales correndo na direção do pântano.
– Não... – apenas Will respondeu.
– É... Eu também não... – concluiu.
O menino continuou correndo, sem saber para onde estava indo e nem quando parar. Aos poucos o terreno foi ficando mais pantanoso e os seus pés começaram a afundar.
Poucos segundos depois, ele tropeçou.
Sujo e machucado, Thales se levantou e procurou algum canto mais seco para se sentar.
Por alguns minutos, quase horas, o garoto ficou sentado, amaldiçoando os seus amigos e desejando que alguém lhe pudesse compreender.
Um ponto vermelho surgiu no meio do pântano, parecia longe e foi se aproximando. Não demorou para Thales perceber que era um cavaleiro.
Na medida em que o homem se aproximava, o garoto o enxergava melhor, ele tinha cabelos pretos e um pouco longos.
Quando já estava a poucos metros, Thales viu uma letra "R" escrita em dourado, bem no centro da armadura vermelha, nesse momento, o cavaleiro pareceu notar a presença do garoto e se aproximou.
– Está tudo bem com você? – perguntou o alto cavaleiro, parecendo preocupado.
– Não me machuque, por favor! – disse assustado, recuando.
– Não vou lhe machucar... – respondeu calmamente.
O cavaleiro sacou uma pedra branca, com um losango desenhado no centro, apontou na direção do menino, que arregalou os olhos, enquanto a pedra se desintegrava e os ferimentos desapareciam.
– Obrigado... – respondeu o menino inseguro.
– Não foi nada! Agora me diga, o que você faz aqui sozinho?
Atentamente, o cavaleiro ouviu a história do menino, até ele contar como chegou ali.
– Seus amigos são mentirosos. Não são seus amigos de verdade. Eles acham que são melhores que você. – disse o homem, enquanto o garoto concordava. – Me diga, qual vocação você pretende seguir?
– Pretendo ser um Paladino! – respondeu Thales com confiança.
– Interessante! – disse sem esconder um sorriso – Posso fazer de você o Paladino mais forte de todo o Tibia. Todos irão lhe respeitar e você poderá fazer o que bem entender! Ninguém poderá lhe dizer o que é certo ou não! - um sorriso tímido surgiu no rosto do garoto e o cavaleiro pôde terminar de falar. – Vamos! Vou lhe mostrar a minha casa! Quando você for um Paladino, poderá morar lá comigo se assim desejar!
Sem hesitar, o garoto levantou e seguiu o homem que ele já admirava mais do que a todos os outros.
Dias Atuais
Em Venore
Uma bela jovem, com pouco mais de vinte anos, estava sentada em um dos bancos da cidade de Venore, jogando migalhas de pão para os pombos.
Subitamente, as aves voam e a jovem nota a presença de um paladino já quase ao seu lado.
– Amor... – suspirou Valliris. – Nem acredito... Está tão difícil lhe ver... Meu pai saiu para pescar com o meu primo... Hoje finalmente vamos poder ficar sozinhos lá em casa...
– Sinto que não... – respondeu o Paladino, com desdém – Só vim lhe dizer que estou indo agora mesmo tomar o controle da cidade...
– Tomar o controle da cidade? A cidade já é nossa! – falou confusa.
– Não exatamente... Ela agora pertencerá aos templários... Nós fomos os escolhidos para governar essa cidade...
– Escolhidos por quem? – retrucou Valliris – A cidade será muito bem governada do jeito que está! Sem a interferência de Thais!
– Eu não concordo! Eu irei governar essa cidade! Avise a sua família que todos agora obedecem a mim! Não se preocupe, eu sou o melhor governante que essa cidade pode ter! – disse tentando convencê-la ao final.
– Não é verdade, Thales! Eles são mais inteligentes e mais espertos, além de serem sempre honestos... Você não vai governar essa cidade tão bem quanto eles... Escute-me... Você não pode fazer isso! Isso não é certo, Thales!
– Ninguém! – disse transtornado, segurando a garota pelo braço. – Ninguém poderá me dizer o que é certo e o que não é! – usando toda a sua força, ele arremessou a jovem contra o chão. – Eu sou o maior paladino de todo o Tibia e eu faço o que eu bem quiser!
Desolada e se recusando a acreditar no que havia acontecido, a garota deixou escorrer uma lágrima enquanto o paladino se distanciava.
No Castelo de Thais
Sentado no trono real, vestindo o seu sobretudo preto e segurando uma bonita bola de cristal, o Revolucionário ouvia os seus conselheiros e dava as ordens.
– Senhor, temos novas informações sobre Rookgaard – disse o afobado ex-guarda real Harsky.
– O que é? – perguntou interessado.
– Nosso informante disse que o Monge está perto de descobrir como obter a Espada. A situação está sendo monitorada de perto e quando soubermos exatamente como consegui-la, nós a pegaremos antes – tentou mostrar confiança, sem muito sucesso.
– Muito bem – o Revolucionário balançou a cabeça afirmativamente. – Mais alguma informação sobre aquela ilha?
– É... – o cavaleiro hesitou por alguns instantes. – Segundo o nosso informante, o garoto já saiu da ilha há algum tempo e a essa altura já deve ter uma vocação – terminou receoso com a reação de seu chefe.
– Se quiser, mande aquele velho de barba vermelha fazer alguma coisa, mas não se preocupe com esse garoto – o Revolucionário abriu um largo sorriso. – Temos outras boas notícias, ainda hoje, Venore será nossa!
– Mas Senhor? – perguntou Harsky um pouco incrédulo – De onde vem essa informação? Não não mandamos nenhum exército para lá...
– Não foi necessário nenhum exército, um deles está lá, um dos quatro...
Mas o plano não era eliminar os quatro? – confuso, Harsky fez uma sucessão de perguntas – Um dos quatro? Qual deles?
– É o Paladino! – o Revolucionário começou respondendo a ultima pergunta antes de responder às outras. – E apenas o garoto precisa ser eliminado! Se eu tentar matar os outros dois, eles podem se virar contra mim... Eu prefiro tê-los como aliados... – vendo que o cavaleiro seguia assustado, ele tentou tranquiliza-lo. – Não se preocupe com esse Paladino, eu mesmo o criei, ele é um verdadeiro Paladino das Trevas! – sorridente ele perguntou mais uma vez. – Isso é tudo?
– Só mais uma última coisa – ele entregou um pergaminho ao seu líder. – Essa é a lista que você pediu!
– Ótimo! – disse ainda sorrindo, enquanto lia os nomes. – Procure cada um deles! Traga–os até aqui e torture-os até obter todas as informações que puder! E por fim, mate-os! – terminou devolvendo o pergaminho.
Harsky concordou e virou–se para sair da sala, enquanto o Revolucionário apenas sorria, admirando a sua bola de cristal.
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Próximo: Capítulo 2 - Perigos em Alto Mar (Parte 1)
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isso quer dizer o que?
obviamente eles tão falando do Dan.Por que ele tem que morrer?
os 4?os 4 o que?
disso só pode tirar 2 coisas:
os 4 (insira uma das 4 vocações aqui)das trevas
ou os 4 (insira uma das 4 vocações aqui)mais forte de todo o Tibia
por que se o Thales é um dos 4 e ele só pode ser o o paladino mais forte de todo Tibia ou paladino das trevas,o Dan só poderia ser o Druida mais forte de todo Tibia ou o Druida das trevas nunca achei que usaria a palavra Druida com a palavra trevas como adjetivo
espero que o "os 4"seja os mas fortes por que o dan NÃO PODEvirar das trevas.
[mind=blown]
agora as coisas vão rolar
O forma escrita está um pouco melhor que antes, gostei. Não sei o que comento sobre o capítulo, ficou cheio de mistério, Dan, era melhor ter ficado em Rook e_e
Mais um capítulo, plx *-*
Primeiramente, tenho que agradecer ao thomzi e ao Kevin The Destroyer.
Se não fossem os comentários de vocês, a história tinha acabado... :(
Mas já que não foi assim, segue o capítulo 2 do livro III! :D
Com nosso heróis de volta! :)
Ps: Avisando que (se houverem comentários) eu pretendo postar sempre 1 capítulo a cada 2 semanas (seguido à risca)... :D
Capítulo 2 - Perigos em Alto Mar (Parte 1)
Contentes com as suas novas vocações, os jovens encontraram um pequeno navio atracado no porto, ele possuía somente duas velas e tinha apenas um andar.
Os três não hesitaram e após entrarem na singela embarcação, foram recebidos por um sujeito barrigudo, com barba e cabelos brancos.
– Olá! Chamo-me Kurt, sou o capitão deste navio – o velho fez uma singela referência. – Vocês devem estar ansiosos para retornar ao continente... Para onde vocês querem ir?
Todos olharam para o feiticeiro, esperando que ele respondesse.
– Olá, senhor, eu me chamo Dan, estes são os meus amigos Lignuns e Luna – apontou com sua varinha. – Nós queremos ir para Carlin.
– Carlin? – contrariado, ele retrucou. – Estão certos disso? Querem mesmo ir para aquela cidade governada por mulheres? – perguntou em um tom rude.
– Algumas mulheres podem ser mais poderosas do que muitos homens – Dan respondeu sorrindo para Luna, que corou.
– Eu entendo o que você quer dizer, garoto, mas vocês não preferem ir para outro lugar? – o capitão hesitava brevemente, transparecendo o seu incômodo com a situação. – É a cidade inimiga de Thais... Todos vocês querem mesmo ir para Carlin? – perguntou como se pedisse ajuda aos outros dois jovens.
Eles apenas balançaram a cabeça afirmativamente e o capitão, resignado, prosseguiu falando.
– Tudo bem... Lá vamos nós... Fiquem à vontade e podem se abrigar ali – disse sem muita alegria apontando para um pequeno quarto na popa do navio, sob o timão. – Se tudo correr bem, chegaremos em Carlin antes que um novo dia comece!
Os jovens fizeram como indicado e foram para o pequeno abrigo. O local estava protegido do sol, assim, Luna e Lignuns aproveitaram para tentar descansar um pouco. Dan também tentou cair no sono na esperança de reencontrar o cavaleiro de armadura vermelha, mas não conseguiu. Após se revirar de um lado para o outro e ajeitar a sua mochila, usada como travesseiro, diversas vezes, Dan desistiu de tentar dormir.
Entediado, ele começou a observar aquele quarto. Havia um quadro na parede com o nome das “Rotas do Rei”, algumas madeiras em um canto e papéis pregados na parede que pareciam descrever com detalhes cada rota, mas uma mesinha em um canto lhe chamou especial atenção: havia um bonito livro de capa preta sobre ela.
Dan hesitou por algum tempo e tentou pensar em outra coisa, mas não resistiu, se levantou e foi até a pequena mesa no canto para ver que livro era aquele.
“Diário de Bordo do Capitão Kurt”, estava escrito com letras douradas na capa do livro. Dan não se aguentou de curiosidade, abriu aquele livro e rapidamente começou a ler. Ano XX estava escrito logo no alto da primeira página, indicando que provavelmente aquele era o vigésimo livro.
Com alguma dificuldade, Dan conseguia entender os garranchos do capitão e assim ler sobre as suas últimas aventuras. Como o jovem não estava com muita paciência para o excesso de detalhes técnicos de navegação, ele foi apenas olhando uma frase ou outra e passando as páginas apressadamente, em busca de alguma história mais emocionante.
Em certo ponto, uma palavra diferente surgiu, atraindo a atenção do jovem, “Piratas”, estava escrito bem no meio de uma página, fazendo Dan, pela primeira vez, ler um parágrafo inteiro.
“Dia 67: Observei mais de uma vez a carta náutica e o mapa e tenho certeza absoluta que não desviei do trajeto considerado seguro desde o tempo dos irmãos piratas, mas juro ter visto hoje um navio de bandeira preta, com a caveira estampada, se aproximando, nos arredores de Venore. Por via das dúvidas, girei completamente a roda do leme e mudei o trajeto, passando a navegar amurado por bombordo, aproveitando o vento para escapar. Os jovens aventureiros não gostaram do atraso na viagem, mas a segurança dos meus passageiros vem em primeiro lugar”.
Aquilo pareceu ser apenas um devaneio da cabeça do capitão e desapontado, Dan voltou a ler rapidamente, sem se apegar em detalhes, até que nos registros do dia seguinte, a palavra “Pirata” apareceu novamente, por mais de uma vez.
“... encontrei o meu amigo pirata hoje na taverna e ele disse-me para abandonar a navegação. Ele insiste que um dos antigos piratas está de volta e que agora estaria recrutando aliados. Outros marinheiros confirmaram terem visto um maior número de piratas nos últimos dias e eu relatei que talvez tenha visto um em rota segura. Segundo o meu amigo, desde a morte do Rei Tibianus III, não existem mais rotas seguras. Apesar de tudo, não pretendo abandonar o meu trabalho na ilha do destino. ”
Já entretido, Dan virou a folha e encontrou o último relato do capitão, com a segunda página escrita até a metade.
“Dia 69: Os pontos conspícuos não metem, eu já estava próximo à Carlin, retornando para a ilha onde eu faço o meu trabalho, quando avistei a estibordo um navio fazendo manobras de fuga de difícil execução. Preparei a minha embarcação para me aproximar e oferecer ajuda, mas acabei vendo algo que ainda me recuso a acreditar. Parecia ser o maior navio existente e eu podia jurar que aquela era a famosa bandeira vermelha...”
A leitura do jovem foi interrompida por uma voz grave, vindo da entrada do quarto.
– Como é mesmo o ditado? “A curiosidade congelou o mago”, não é? – na entrada do quarta estava o sorridente capitão, citando o famoso dito popular.
– Desculpe-me... Eu não consegui dormir e achei que uma leitura pudesse me ajudar... – Dan disse a primeira coisa que veio na sua cabeça.
– Eu entendo, se você quiser saber alguma coisa, venha me perguntar! Não é certo fuxicar as coisas dos outros! – disse Kurt, calmamente, embora sério. – Agora me dê o diário de bordo! Preciso fazer as anotações de hoje! E se eu fosse vocês – disse olhando também para Luna e Lignuns que estavam despertando – Eu sairia desse quarto para ver um bonito pôr dos sóis.
Ainda sem entenderem direito o que estava acontecendo, os dois se levantaram e seguiram Dan até a parte externa da embarcação, enquanto o capitão se sentou para escrever em seu livro.
Os jovens foram até a lateral esquerda do navio, apoiaram seus braços e ficaram olhando admirados, enquanto os dois sóis sumiam no fim do bonito mar. Após o espetáculo, enquanto a escuridão tomava conta do local, Dan contou para os seus amigos sobre o que ele havia lido no diário do capitão.
– Não é possível, Dan... – disse Lignuns balançado a cabeça negativamente. – Pelo que você falou, ele diz ter visto o navio do famoso pirata Barba Sangrenta, um dos antigos irmãos piratas... Eles são uma lenda... Não são vistos há muitos anos... – ele fez uma pequena pausa e completou. – Os navegadores passam muito tempo sem nada para fazer no mar e por isso criam essas histórias... São apenas frutos da imaginação... – ele acabou sendo interrompido
– Pelos deuses, que você esteja certo, garoto! – gritou o capitão há alguns metros atrás dele. – Essa é a única esperança que me resta e que me mantém vivo!
O velho segurava o seu livro com uma mão e com a outra um lampião.
– Perdoe-me, senhor! Eu não deveria ter dito isto... – disse o jovem druida, extremamente preocupado com aquela situação.
– O que você disse não é totalmente mentira, garoto! Mas você parece muito jovem para falar com tanta propriedade sobre os marinheiros! – disse apenas sério.
– Eu fui criado no vilarejo de Northport, em meio a comerciantes, piratas e outros navegadores. – respondeu mais aliviado. – Lá eles costumavam inventar histórias...
– É um tolo se não acredita nas histórias! – disse sem alterar o tom. – E é um tolo maior ainda se não acredita que os antigos piratas possam voltar! – Ele fitou o jovem, que se manteve impassível. Dan, por sua vez, quis se manifestar, para defender a honra de seu amigo, mas desistiu. – O mar não é o mesmo desde a morte do Rei! – completou o capitão.
O velho deixou o seu lampião ali no chão, virou-se e foi caminhando na direção da proa do navio.
– Você não podia deixa-lo falar assim de você! – disse Dan em um tom baixo para não ser escutado, porém firme para que seu amigo entendesse o recado. – Você não é um tolo! É uma das pessoas mais sábias que eu conheço!
– Eu não sei de tudo, Dan... E posso ser um tolo em matéria de navegação... Conheço algumas histórias e lendas, mas na verdade, poucas vezes eu estive em navios... E sempre fui apenas um passageiro... Ele deve estar certo... – Lignuns apoiou-se no seu cajado de druida e sentou-se no chão, encostado na mureta do navio.
Dan balançou a cabeça negativamente, discordando do seu amigo, mas decidiu dar de ombros e começou a olhar para o mar, admirando a água e o bonito céu estrelado. Luna pegou um pedaço velho de madeira e começou a treinar a mira de seu arco, enquanto Lignuns abriu um livro sobre magia e começou a ler.
– Você devia ler isto também, Dan... Explica a origem das palavras mágicas... – disse Lignuns, com o olhar fixo no livro.
– Parece interessante – comentou ao ler a capa “Círculos da Magia”, escrita em prateado, no bonito livro roxo. – Quando você terminar de ler, me empreste – disse com um pouco de desprezo.
– Eu tenho outra cópia! – respondeu o druida animado, antes de colocar a mão dentro de sua mochila e tirar um livro igual – Tome! – entregou sorrindo para o seu amigo. – Pode ficar para você!
– Obrigado... – respondeu de forma tímida.
Com o livro na mão, Dan também se sentou e encostou-se à mureta do navio. “Círculos da Magia”, após alguns minutos apenas observando aquelas palavras, o título enfim ficou na sua cabeça, e surgiu uma curiosidade em começar a ler, mas seus olhos começarem a pesar, enquanto um leve cansaço finalmente surgiu. Ajudado pelo balanço do navio e a baixa claridade do lampião, Dan seguiu apenas admirando o título daquele livro, até que finalmente caiu no sono.
– Acorde Dan! Rápido! – Lignuns gritou, ele estava agachado segurando os braços do seu amigo e olhando nos seus olhos.
– O que foi? – perguntou Dan sem saber por quanto tempo ele havia dormido.
– Estamos sendo atacados! – o jovem druida se apoiou no cajado e levantou-se rapidamente.
– O que? Como assim? – perguntou novamente, ainda sonolento.
Uma flecha veio silenciosa na escuridão e fincou-se na mureta, bem ao lado dos jovens.
– Saiam logo daí se não quiserem ser mortos! – gritou o Capitão enquanto girava o leme do navio para a direita.
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Próximo: [Capítulo 3 - Perigos em Alto Mar (Parte 2)]
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Ae DanBoy que surpresa agradável o retorno da história, muito boa e muito limpa, gostei do novo formato, continuo acompanhando seus livros e pelo visto este vai ter bastante aventura para o Dan e sua Turma! Ansioso pela continuação.
Gostei muito da historia...nao para nao que eu vo acompanhar hahah :D
"Ps: Avisando que (se houverem comentários) eu pretendo postar sempre 1 capítulo a cada 2 semanas (seguido à risca)..."
Aham sei, u.u Bom capítulo, será que o Dan vai conseguir chegar em Carlin? Sei não.
Continua a história ai que +2 comentou o/
Não venha com essa de parar a história, faço uma rat plague na sua casa!
Capítulo muito bom, já fazem alguns anos desde a última vez que fiquei ansioso pela continuação de uma história...
Aguardando 2 semanas pra ver se esse papo aí é verdadeiro :)
Opaaa, quero ver ein !
Capitulo muito bom pra variar.
Cumpra mesmo, quero saber o final disso hehe.
Oba! Alguns leitores de volta! Então capítulo novo! :D
Cicero Kwey: Valeu por voltar! Que bom que gostou do novo formato!
Naosou Criativo: Que bom que gostou! Valeu por comentar!
Kevin The Destroyer: Não acreditou, né? Mas tá aí! heheheh
Arckyus: Aqui o papo é reto e verdadeiro! hahahaha
Derp: Ta aí o capítulo! Valeu por comentar!
Enfim, segue a continuação do "Perigos em Alto Mar"! :)
Ps: Seguindo à risca a minha promessa de postar sempre 1 capítulo a cada 2 semanas... :D
Capítulo 3 - Perigos em Alto Mar (Parte 2)
O barco fazia a curva e era atingido por flechas, quando Dan se levantou e seguiu Lignuns até o pequeno quarto. Luna já estava ali, de pé, guardando algumas flechas na aljava.
– Mas o que está acontecendo? – Dan perguntou para Lignuns. – Quem está atacando a gente?
– Só podem ser piratas... Mas eu não entendo o que eles estão fazendo aqui... Está é uma rota real... – respondeu balançando a cabeça – Ninguém deveria ser atacado aqui...
– Você não ouviu o que capitão nos disse, Lignuns? – a garota sacou o seu arco. – Não existem mais rotas seguras desde a morte do Rei! – Após terminar de falar ela seguiu em direção à saída do quarto.
– Aonde você vai? – perguntou Dan assustado.
– Lutar pelas nossas vidas! – ela achou que eles fossem entender, mas ambos continuaram confusos. – Vocês não viram, não é? – perguntou retoricamente. – Não viram a bandeira no navio que está nos atacando? – a garota fez um pequeno suspense antes de completar. – Ela era vermelha com uma caveira branca.
– Pelos deuses! – exclamou Lignuns, atônito. – Aqueles marinheiros estavam certos! Um dos antigos piratas está de volta! E Barba Sangrenta é justamente o pior deles...
– Mas o que você pretende fazer? – Dan não sabia muita coisa, mas lembrava de já ter escutado uma canção sobre os irmãos piratas, Barba Negra e Barba Sangrenta, mas de todo modo, se as lendas eram verdadeiras, eles não conseguiriam lutar contra um deles.
– Essa pequena embarcação não vai conseguir fugir daquele navio... – Luna respondeu olhando nos olhos do feiticeiro. – E eu não vou ficar aqui esperando para ser morta por piratas nojentos!
Ato contínuo, ela saiu do quarto e começou a atirar flechas na direção do mar. Dan e Lignuns se entreolharam e juntos decidiram seguir a garota.
Apesar da noite, Dan conseguiu enxergar o inimigo que se aproximava. O navio era pelo menos três vezes maior, impulsionado por seis velas. Uma grande bandeira vermelha com uma caveira branca no centro tremulava no alto de um longo mastro. Diversos arqueiros estavam na borda, atirando sucessivas flechas, enquanto outros piratas andavam pelo navio.
– Mas o que diabos vocês estão fazendo? – o capitão sacou sua espada e golpeou uma flecha que vinha em sua direção – Voltem para dentro do casebre! Eu não posso proteger vocês aqui!
– Viemos ajudar! – por precaução, Dan decidiu também sacar sua espada antes de começar a atacar com sua varinha. – Exori Min Flam – gritou apontando para o navio distante.
A magia saiu como de costume, porém antes de alcançar a embarcação inimiga, ela perdeu força e caiu no mar.
– Exori Min Frigo – gritou Lignuns, apoiando o cajado no chão do navio e estendendo a mão para o mar.
A bola de gelo que surgiu por entre os dedos do druida acabou tendo o mesmo destino da bola de fogo do feiticeiro, só as flechas de Luna iam um pouco mais longe, mas todas também caiam na água.
– Recém-saídos de Rookgaard não vão conseguir fazer nada contra esses lobos do mar! – gritou contrariado. – Se vocês querem mesmo ajudar, ao menos disparem suas magias para o alto para pedir ajuda!
Dan anuiu com a cabeça e olhou para Lignuns. Os dois rapidamente começaram a disparar suas magias o mais alto possível, na esperança de serem vistos.
Os feitiços não foram tão eficientes e mal ultrapassavam o mastro do navio. As setas de Luna conseguiam ir bem mais ao alto, porém, mal podia ser vistas naquela escuridão.
– Dan! Rápido, use a sua magia aqui! – disse a garota aproximando a ponta de uma flecha. – Lignuns! Meu escudo, pegue! – completou dando as costas para o druida.
Os dois rapidamente entenderam o que ela queria.
– Exori Min Flam – disse incendiando a ponta da seta, enquanto Lignuns segurava o escudo pronto para desviar de possíveis ataques.
Sem hesitar, a garota apontou se arco para o alto e disparou. Uma flecha de fogo subiu até se tornar um pequeno ponto no céu, antes de virar e começar a descer na direção do mar. Satisfeitos, os jovens seguiram sinalizando para o alto.
Após certo tempo, Dan não conseguiu mais invocar a magia de fogo, sua mana havia acabado. Os três já estavam assustados, quando Lignuns notou algo no céu, parecia ser uma flecha de fogo, mas Luna não havia atirado mais nenhuma.
Antes que pudessem se dar conta do que estava acontecendo, a seta em chamas atingiu o navio dos jovens.
Lignuns usou sua magia de gelo para apagar o princípio de incêndio e teve sucesso, mas uma segunda flecha atingiu uma das velas, que começou a pegar fogo.
Uma sucessão de flechas incendiárias começou a ser atirada. Todas as três velas foram atingidas e começavam a se transformar em pó.
O fogo já começava a tomar conta do navio, que perdia velocidade, quando o capitão avistou outra embarcação à frente, tão grande quanto a anterior, se aproximando no sentindo contrário. Um fio de esperança surgiu, parecia que alguém estava respondendo aos pedidos de ajuda, mas a felicidade acabou logo que eles puderam ver a bandeira preta com a caveira branca, era outro pirata.
– Mas que droga! Estamos perdidos! – esbravejou Kurt, soltando o leme e admitindo a derrota.
Os três jovens se encolheram atrás do escudo, enquanto podiam ver os piratas do novo navio preparem suas flechas com fogo, apontarem a atirarem.
Para a surpresa deles, as flechas passaram sobre as suas cabeças e seguiram em direção à embarcação inimiga, de onde foram ouvidos alguns gritos em um pequeno alvoroço.
– Eu não acredito! É o navio Striker! – disse o capitão cerrando os olhos para olhar com mais calma o navio que se aproximava. – De todos os piratas do Tibia, tinha que ser justo o meu amigo!– gritou sem esconder a alegria.
O capitão começou a andar, se aproximou dos jovens e sinalizou para que eles o seguissem.
Após desviarem de um mastro incandescente que caia e de alguns outros objetos em chamas, eles chegaram até a proa do navio poucos segundos antes da embarcação aliada os alcançar.
– Raymond Perna de Pau! Eu não acredito que é você! – gritou Kurt para o sujeito que estava em pé na frente do navio.
O pirata já havia passado dos quarenta anos e tinha uma expressão cansada. Um pequeno pedaço de madeira substituía sua perna direita perdida em batalha.
– O que está fazendo aqui, Kurt? Você já sabia que essa rota não era mais segura! Eu mesmo ando por aqui! – completou sorrindo.
– Não vamos perder tempo com sermões! – disse contrariando. – Ande logo, salve estes jovens!
– Grynch, venha aqui ajudar! – gritou para alguém de dentro do navio. – Como assim salvar os jovens? Eu também pretendo salvá-lo!
– Eu sou um capitão, Ray... – disse resignado olhando para baixo. – Não posso abandonar o meu navio...
Antes que o pirata pudesse protestar, um pequeno goblin verde, vestido como pirata, surgiu atrás dele, assustando os jovens, que recuaram um pouco.
– Bugga! Bugga! – exclamou a criatura.
– Vamos Grynch, ajude esses jovens a subirem no nosso navio.
O feio goblin subiu na mureta do navio e esticou a mão para os três. Os dois garotos sinalizaram com a cabeça e Luna foi a primeira a sair.
– Vamos Kurt! – gritou Raymond para o seu amigo. – Não seja tolo! Venha logo com a gente! Mais vale um capitão fujão do que um capitão morto!
– Mas eu irei perder a minha honra... – disse ainda triste enquanto o fogo aumentava e seu navio começava a afundar. – Serei menos do que um pirata...
– Ou então, você pode se tornar um pirata, como eu... – ele se certificou que os três jovens já estavam na sua embarcação e completou confiante: – Agora venha! Eu prometo que vamos encontrar um novo navio para você em breve!
Ray encostou na mureta e esticou o braço. Kurt hesitou por um instante, mas enfim aceitou a ajuda e segurou a mão do seu amigo.
No interior do navio, diversos piratas andavam de um lado para o outro, alguns preparavam flechas e armas para um combate, outros cuidavam das velas, mas todos estavam bem ocupados. Apesar de muitos serem extremamente feios, com marcas de queimaduras e cicatrizes, o pequeno Goblin era o único não humano no navio.
– Para onde vocês iam mesmo? – perguntou o pirata com a perna de pau aos três ainda assustados.
– Para Carlin, senhor. – respondeu Dan timidamente.
– Para Carlin, marujos! – brandiu Raymond para os outros piratas.
Após o anúncio do novo destino, alguns piratas mudaram suas atividades, mas a agitação no navio continuou a mesma, talvez até um pouco maior.
– Um pirata como você pretende aportar em Carlin? A Rainha não vai admitir isso... – disse Kurt balançando a cabeça negativamente.
– Tenho certeza que ela iria se incomodar muito mais se um pirata como ele aportasse em sua cidade – retrucou com certo desprezo, sinalizando para onde estava o navio do inimigo.
– E o que impediria ele de lhe seguir e também aportar lá? – disse evitando falar o nome do inimigo. – Você sabe quem ele é, não sabe? É um dos lendários irmãos piratas...
– Eu conheço muito bem o Barba Sangrenta – disse fitando a sua perna de madeira. – Ele é o motivo pelo qual eu me tornei um pirata... – ele voltou a olhar nos olhos de Kurt antes de mudar o assunto. – Mas ele não se atreveria a me seguir agora – o pirata sacou a sua luneta, olhou na direção onde estava o inimigo e entregou o objeto ao seu amigo. – Veja você mesmo!
– Ele está... fugindo? – perguntou Kurt confuso, observado enquanto o navio de bandeira vermelha se distanciava. – Mas por quê?
– Olhe para ali – disse apontando para o seu lado direito. – E para ali – terminou apontando para o lado esquerdo.
Mesmo a olho nu, os jovens puderam ver duas embarcações se aproximando, uma em cada lado do navio.
– São outros piratas? – o marinheiro foi perguntando, ainda confuso. – E estão te apoiando? Por que eles fazem isso?
– Você está falando com o primeiro Lorde Pirata! – exclamou sorrindo. – Eu lhes dei esses navios e eles juraram me servir... E eu espero que você faça o mesmo quando eu lhe der o seu!
– Kurt, o Pirata... – o antigo capitão pensou alto. – Vamos ver... Mas primeiro me ajude a terminar o meu último serviço como um capitão do meu próprio navio...
– Muito bem. – ele se virou aos jovens antes de continuar a falar. – Sentem-se em algum canto, em pouco tempo estaremos em Carlin.
Eles caminharam até um banco ao lado da escada para o convés. O primeiro sol já surgia, anunciando que um bonito dia estava por vir.
Após poucos segundos sentados, Lignuns começou a falar:
– Você não deve ter percebido, Dan. Mas estamos a bordo do navio Striker e o pirata capitão dele se chama Raymond, alguns o chamam apenas por Ray... – disse calmamente, com um sorriso discreto. – Ele é o tal Pirata Ray Striker! – completou sem esconder o sorriso.
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Próximo: Capítulo 4 - Raymond Striker
Muito Bom o Capitulo!!! E eu conheço esse ditado ai do Ray "Mais Vale um Covarde Vivo, do que um Herói Morto" hahahaha Muito Bom!!!
Eu me desligo do mundo com essas histórias heuahuea
Ótimo, continue assim xD