Com o semblante tranquilo, sentindo estar bem próxima de alcançar o seu objetivo e enebriada pelas palavras ditas pela bela criatura, a jovem druida reflete: <Terra suspensa…pântano…Venore? Só pode ser Venore!>
Com esperança de alcançar tantas respostas às suas perguntas e de poder ajudar a impedir o perigo que se aproxima, Muffin rapidamente sai da cidade, na calada da noite e se direciona à VENORE.
-Não sei porque tentas me enganar! Já me avisaram das tuas artimanhas! Se queres mesmo ajudar a combater as criaturas das trevas porque não apareces fisicamente e ajuda nesta batalha? É difícil confiar em um ser que vive a se esconder! Onde posso encontrá-la fora dos sonhos?
Quando você fala isso, os números voltam a ecoar em sua mente; você olha para trás e vê um Beholder velho, de olhos tampados, podre, com uma enorme cauda de escorpião e uma boca arreganhada e cheia de dentes vindo em sua direção; a Lebre corre para te acudir, afastando o inimigo com golpes rápidos e luminosos, e você nota que, de alguma forma, ela parece enfraquecer ao entrar em contato com forças corruptas.
08-10-2016, 21:29
Dzagonel Knight
Sataanm acredita que o Beholder visto teria sido uma ilusão criada pela lebre, porém, omite isto da criatura e agradece por tê-lo ajudado e exclama:
-Obrigado, agora vejo onde está o verdadeiro mal!
Tentando ainda enganar a lebre, pede auxílio para tentar acabar com o Beholder no mundo real, para que veja-se livre das atormentações que vem sofrendo em sua mente.
Como forma de agradecimento, Sataanm fala para a lebre que se ele o ajudar a enfrentar o Beholder, em troca, iria ajudar a lebre e os Patronos em sua missão. <Neste momento, Sataanm só pensa em ganhar a confiança da lebre para que consiga captura-la>
Em seguida, enfatiza:
-Onde posso encontrar-te no mundo real para seguirmos com o plano?
Estou correndo ainda... Que estranho... Eu sinto que você sonha, mas é como se você não estivesse aqui totalmente... Eu não sei o que lhe dizer... Pergunte ao Rei...
A Lebre começa a desaparecer; você é envolto na escuridão e acorda subitamente, saído de um pesadelo... ou de um sonho não-realizado.
"Provavelmente. Mas estão atrasados. Vou preparar o ritual e esperar mais uma hora. Se não chegarem... Bem, você me disse que poderia mudar minha opinião sobre os feiticeiros, será a sua chance." as palavras de Trasgo são amistosas, mas carregadas de seriedade.
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Depois de andar sozinho por um tempo para processar tanta informação, @Anderslash chega à taverna do Frodo sem dizer uma só palavra. Ainda está digerindo toda essa história de patronos e de ritual, coisas que nunca lhe foram interessantes, mas agora lhe intrigava profundamente. Só queria uma cerveja no momento. Ele senta numa cadeira, acena com a cabeça para @Trasgo Caolho, puxa seu violão. Estende as pernas por cima de uma mesa e começa a dedilhar seus primeiros acordes, acompanhando a movimentação na taverna.
Depois de andar sozinho por um tempo para processar tanta informação, @Anderslash chega à taverna do Frodo sem dizer uma só palavra. Ainda está digerindo toda essa história de patronos e de ritual, coisas que nunca lhe foram interessantes, mas agora lhe intrigava profundamente. Só queria uma cerveja no momento. Ele senta numa cadeira, acena com a cabeça para @Trasgo Caolho, puxa seu violão. Estende as pernas por cima de uma mesa e começa a dedilhar seus primeiros acordes, acompanhando a movimentação na taverna.
Colocando delicadamente o último item do ritual, uma flor comum, seca, protegida em um pedaço de couro, Trago suspira. Não lembra do porquê aquela flor ser tão importante na sua vida, mas sente uma profunda saudade de algo quando a observa.
Vê o meio-orc finalmente entrar na taverna. Em nenhum momento duvidou de que ele viria. Parecia que fora sempre assim, mesmo tendo encontrado o bardo só agora. Ouve os primeiros acordes da música e sente a familiaridade. Vai até a mesa, pega pra cerveja, senta e fala.
"Está atrasado."
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08-10-2016, 21:49
Iridium
Pessoal, aviso urgente!
Estou indo dormir; no entanto, vocês podem continuar suas interações sociais tranquilamente e, quanto às escolhas finais, computarei todas as que tiverem sido feitas até AS 23H59 DE HOJE! Darei spoiler de todas as ações até essa hora, fechando o ciclo de interações e, no caso de outras ações em suspenso, eu peço que deixem declarados aqui ao menos 3 TURNOS DE AÇÕES (em negrito: ação 1, depois passarei para ação 2 e por fim ação 3) para que eu possa dar encerramento à essa primeira fase.
Eu lamento por quaisquer inconvenientes: quaisquer dúvidas, me mandem mensagem privada.
Abraço,
Iridium.
08-10-2016, 21:58
Anderslash
Citação:
Postado originalmente por Trasgo Caolho
Colocando delicadamente o último item do ritual, uma flor comum, seca, protegida em um pedaço de couro, Trago suspira. Não lembra do porquê aquela flor ser tão importante na sua vida, mas sente uma profunda saudade de algo quando a observa.
Vê o meio-orc finalmente entrar na taverna. Em nenhum momento duvidou de que ele viria. Parecia que fora sempre assim, mesmo tendo encontrado o bardo só agora. Ouve os primeiros acordes da música e sente a familiaridade. Vai até a mesa, pega pra cerveja, senta e fala.
"Está atrasado."
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"Aparentemente não, vejo que cheguei bem a tempo", disse ele se referindo ao ritual em andamento. "Não deveria estar acontecendo algo mais interessante?"
Ele deixa o violão de lado e pega a cerveja, esticando o braço e levantando a caneca, oferecendo um brinde àquela maluquice que se tornou as últimas horas.
08-10-2016, 22:19
Trasgo Caolho
Citação:
Postado originalmente por Anderslash
"Aparentemente não, vejo que cheguei bem a tempo", disse ele se referindo ao ritual em andamento. "Não deveria estar acontecendo algo mais interessante?"
Ele deixa o violão de lado e pega a cerveja, esticando o braço e levantando a caneca, oferecendo um brinde àquela maluquice que se tornou as últimas horas.
"Ainda falta queimar os frutos para algo acontecer, acho" Trasgo disse entre um gole e outro.
"Mas escute. Deixe eu aproveitar que estamos só nós aqui para fazer uma pergunta. Você lembra bem do seu passado?" Trasgo fez a pergunta como se fosse corriqueira, mesmo sabendo sua estranheza.
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08-10-2016, 22:34
Dzagonel Knight
Acordando de seu suposto sono, Sataanm fica convencido da esperteza da lebre e diante de sua resposta, quando questionada sua localização, imagina que a criatura havia percebido qual eram suas reais intenções:
-Maldita lebre, sabia que não iria me revelar tão facilmente assim sua localização! Terei que encontrá-la de outra maneira!
No entanto, o sonho com a lebre serviu para despertar em Sataanm uma dúvida sobre a sua estranha ligação com Beholder e de como a lebre teve este conhecimento.
Com isso, decide não perder mais tempo em Thais, ignorando o conselho da lebre sobre procurar o Rei Tibianus, se direciona a VENORE para conversar com o Druid Smiley, famoso por pelo seu vasto conhecimento sobre o mundo dos mortos-vivos e de suas conexões com o nosso. Assim, parte em busca de sua jornada por respostas sobre sua ligação com Beholder e sobre as reais intenções da lebre.
08-10-2016, 22:48
Anderslash
Citação:
Postado originalmente por Trasgo Caolho
"Ainda falta queimar os frutos para algo acontecer, acho" Trasgo disse entre um gole e outro.
"Mas escute. Deixe eu aproveitar que estamos só nós aqui para fazer uma pergunta. Você lembra bem do seu passado?" Trasgo fez a pergunta como se fosse corriqueira, mesmo sabendo sua estranheza.
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Anderslash coloca a mão sobre o queixo, acariciando o adorno de metal que utilizava no lugar do cavanhaque. Com os olhos semicerrados cheios de desconfiança, olha para os lados sem movimentar a cabeça, coloca as duas mãos sobre a mesa, inclina-se levemente na direção do outro homem e diz:
- Por que não me lembraria?
A pergunta não foi uma afirmação, tampouco uma negação. Foi feita mais para tatear o terreno de onde iria aquela conversa.
08-10-2016, 22:57
Trasgo Caolho
Citação:
Postado originalmente por Anderslash
Anderslash coloca a mão sobre o queixo, acariciando o adorno de metal que utilizava no lugar do cavanhaque. Com os olhos semicerrados cheios de desconfiança, olha para os lados sem movimentar a cabeça, coloca as duas mãos sobre a mesa, inclina-se levemente na direção do outro homem e diz:
- Por que não me lembraria?
A pergunta não foi uma afirmação, tampouco uma negação. Foi feita mais para tatear o terreno de onde iria aquela conversa.
"Olhe, vou ser sincero. Não tenho lembranças do meu passado. Tampouco posso dizer que conheço alguém. Mas chegou até mim um cartaz da apresentação de um meio-orc na Hard Rock Tavern, de Venore. Me chamou atenção, como se eu conhecesse esse bardo. Fui até o local, mas o cartaz era antigo. Resolvi procurar em outras cidades e acabei chegando aqui. Tinha esperança de descobrir um pouco de meu passado com essa pessoa. É você?"
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08-10-2016, 23:17
Anderslash
Citação:
Postado originalmente por Trasgo Caolho
"Olhe, vou ser sincero. Não tenho lembranças do meu passado. Tampouco posso dizer que conheço alguém. Mas chegou até mim um cartaz da apresentação de um meio-orc na Hard Rock Tavern, de Venore. Me chamou atenção, como se eu conhecesse esse bardo. Fui até o local, mas o cartaz era antigo. Resolvi procurar em outras cidades e acabei chegando aqui. Tinha esperança de descobrir um pouco de meu passado com essa pessoa. É você?"
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"Um bardo meio-orc em Venore? Se houvesse um imitador, eu cortaria suas bolas com aquele cabo de microfone e as jogaria num covil de wyrms. Só há um Anderslash! É claro que meio enferrujado, mas é bom lembrar dos tempos de glória. Gostaria de rever este cartaz, ainda possui? Bons tempos aqueles de Venore."
O orgulho de ter pertencido ao maior grupo de rock de todo o continente tibiano falava mais alto. Sua decadência como bardo doía mais do que qualquer golpe que já levara em batalha, então deixou-se distrair por um momento com as lembranças.
08-10-2016, 23:32
Lacerdinha
Enquanto assistia à apresentação do bardo com o qual ele poderia estar junto, Canik pensa consigo mesmo que, apesar daquela distração, seu real objetivo naquilo tudo era estar em busca da Lebre. Portanto, ele decidiu que após sua apresentação ele se integraria às forças thaianas que se dirigirão até GREENSHORE.
08-10-2016, 23:51
Trasgo Caolho
Citação:
Postado originalmente por Anderslash
"Um bardo meio-orc em Venore? Se houvesse um imitador, eu cortaria suas bolas com aquele cabo de microfone e as jogaria num covil de wyrms. Só há um Anderslash! É claro que meio enferrujado, mas é bom lembrar dos tempos de glória. Gostaria de rever este cartaz, ainda possui? Bons tempos aqueles de Venore."
O orgulho de ter pertencido ao maior grupo de rock de todo o continente tibiano falava mais alto. Sua decadência como bardo doía mais do que qualquer golpe que já levara em batalha, então deixou-se distrair por um momento com as lembranças.
"Falando em VENORE, eu acredito que é o próximo elo nesse mistério e é pra lá que eu vou assim que acabar aqui. Mas tenho o cartaz sim" Trasgo tira de um bolso um pedaço surrado de papel, antigo, quase se desfazendo, e o entrega para o Bardo.
"Falando em VENORE, eu acredito que é o próximo elo nesse mistério e é pra lá que eu vou assim que acabar aqui. Mas tenho o cartaz sim" Trasgo tira de um bolso um pedaço surrado de papel, antigo, quase se desfazendo, e o entrega para o Bardo.
O meio-orc pega o cartaz e observa com nostalgia, quase querendo voltar no tempo. Aquela foi uma noite memorável, uma de suas melhores histórias que inclusive foi eternizada em uma canção posteriormente. Mesmo assim, havia trabalho a ser feito e eles não poderiam perder tempo com histórias no momento.
"Tem razão, meu bom rapaz. Eu lhe acompanharei nesta jornada para VENORE. Mal posso esperar para ver o desfecho desta insanidade", diz ele devolvendo o cartaz ao homem encapuzado.
09-10-2016, 00:03
Trasgo Caolho
Trasgo guarda novamente o cartaz. Respira fundo e baixa o capuz. Os cabelos negros, um tanto desgrenhados, escorrem pelos ombros. A barba por fazer apresenta pontos grisalhos esporádicos. O queixo forte, com um ar de nobreza apesar dos farrapos. O rosto marcado por um passado de lutas, evidente pelo tapa-olho de couro surrado sobre o olho esquerdo. Fita Anderslash nos olhos e pergunta, com um resquício de esperança.
"Então, lembra de mim?"
09-10-2016, 00:11
Anderslash
Citação:
Postado originalmente por Trasgo Caolho
Trasgo guarda novamente o cartaz. Respira fundo e baixa o capuz. Os cabelos negros, um tanto desgrenhados, escorrem pelos ombros. A barba por fazer apresenta pontos grisalhos esporádicos. O queixo forte, com um ar de nobreza apesar dos farrapos. O rosto marcado por um passado de lutas, evidente pelo tapa-olho de couro surrado sobre o olho esquerdo. Fita Anderslash nos olhos e pergunta, com um resquício de esperança.
"Então, lembra de mim?"
O que houve em seguida foi um pouco confuso: primeiramente, Anderslash arregalou os olhos. Levou a mão à boca com incredulidade e se levantou de uma vez, era impossível confundir aquele tapa-olho. A mesa se arrastou com o abrupto movimento, fazendo a caneca voar e se espatifar na nuca de um anão que estava a uns 5 metros de distância com seu grupo, que se levantou já com armas em punho pensando ser uma das costumeiras brigas da taverna. Logo baixaram a guarda ao notarem que Anderslash estava de braços abertos e dizendo em voz alta:
"Trasgo, seu velho calhorda! Por onde andou todos esses anos?"
09-10-2016, 00:18
Trasgo Caolho
Citação:
Postado originalmente por Anderslash
O que houve em seguida foi um pouco confuso: primeiramente, Anderslash arregalou os olhos. Levou a mão à boca com incredulidade e se levantou de uma vez, era impossível confundir aquele tapa-olho. A mesa se arrastou com o abrupto movimento, fazendo a caneca voar e se espatifar na nuca de um anão que estava a uns 5 metros de distância com seu grupo, que se levantou já com armas em punho pensando ser uma das costumeiras brigas da taverna. Logo baixaram a guarda ao notarem que Anderslash estava de braços abertos e dizendo em voz alta:
"Trasgo, seu velho calhorda! Por onde andou todos esses anos?"
Trasgo abriu um sorriso. Não sabia quem era aquele bardo, mas era óbvio que tinham um passado em comum. Era a chance de finalmente saber o que aconteceu. Era a chance de ter uma vida novamente.
"Então lembra de mim! Quem eu sou? O que aconteceu? Eu não lembro de nada, mas tenho sensações... impressões... quando estou em determinadas situações. Pode me ajudar?" Trasgo levantou e foi até o meio-orc, ficando frente a frente.
09-10-2016, 00:23
Allan Kreed
Estou cansado porque esse showzinho não acaba nunca, vou sair desse teatro e beber umas no Frodo
09-10-2016, 00:32
Anderslash
Citação:
Postado originalmente por Trasgo Caolho
Trasgo abriu um sorriso. Não sabia quem era aquele bardo, mas era óbvio que tinham um passado em comum. Era a chance de finalmente saber o que aconteceu. Era a chance de ter uma vida novamente.
"Então lembra de mim! Quem eu sou? O que aconteceu? Eu não lembro de nada, mas tenho sensações... impressões... quando estou em determinadas situações. Pode me ajudar?" Trasgo levantou e foi até o meio-orc, ficando frente a frente.
"Então você não se lembra?" Coçou a cabeça. Até aquele momento, tinha achado que era tudo uma farsa inventada para manter protegida a identidade daquele homem encapuzado. Ajeitou a mesa, sentou-se novamente e pediu mais duas cervejas. Enquanto a garçonete trazia as novas canecas, começou outra canção no violão: era a música que tocou naquela fatídica noite em Venore. Se havia fragmentos de lembrança como havia falado, certamente a música ativaria pelo menos uma faísca de memória no Caolho.
Era inacreditável. Estava mesmo vivenciando mais uma aventura com o seu lendário companheiro Trasgo? Após anos, as coisas finalmente pareciam estar voltando à sua normalidade.
09-10-2016, 00:45
Trasgo Caolho
Citação:
Postado originalmente por Anderslash
"Então você não se lembra?" Coçou a cabeça. Até aquele momento, tinha achado que era tudo uma farsa inventada para manter protegida a identidade daquele homem encapuzado. Ajeitou a mesa, sentou-se novamente e pediu mais duas cervejas. Enquanto a garçonete trazia as novas canecas, começou outra canção no violão: era a música que tocou naquela fatídica noite em Venore. Se havia fragmentos de lembrança como havia falado, certamente a música ativaria pelo menos uma faísca de memória no Caolho.
Era inacreditável. Estava mesmo vivenciando mais uma aventura com o seu lendário companheiro Trasgo? Após anos, as coisas finalmente pareciam estar voltando à sua normalidade.
Trasgo recostou e ouviu a música com atenção. Fechou o olho e deixou sua mente viajar em lembranças que estavam guardadas em cantos remotos, escondidos e trancados. Luzes brilhavam, flashes de fogo e eletricidade. Rostos rodopiavam a sua frente, mas não o suficiente para serem identificados. Então uma cena se fixou. Estava na taverna de Venore, aguardando a hora do show. A banda de seu amigo meio-orc iria se apresentar aquela noite, mas era apenas uma desculpa para uma missão maior. A música acabou e aos poucos a cena se desfez em sua mente, mas uma certeza ficou.
"Eu conheço você. Espero ainda sermos amigos" e abraçou o bardo, uma lágrima solitária escorreu de seu olho bom.
09-10-2016, 01:23
Anderslash
Citação:
Postado originalmente por Trasgo Caolho
Trasgo recostou e ouviu a música com atenção. Fechou o olho e deixou sua mente viajar em lembranças que estavam guardadas em cantos remotos, escondidos e trancados. Luzes brilhavam, flashes de fogo e eletricidade. Rostos rodopiavam a sua frente, mas não o suficiente para serem identificados. Então uma cena se fixou. Estava na taverna de Venore, aguardando a hora do show. A banda de seu amigo meio-orc iria se apresentar aquela noite, mas era apenas uma desculpa para uma missão maior. A música acabou e aos poucos a cena se desfez em sua mente, mas uma certeza ficou.
"Eu conheço você. Espero ainda sermos amigos" e abraçou o bardo, uma lágrima solitária escorreu de seu olho bom.
"E somos! Minhas viagens já não são mais as mesmas, meu velho amigo. Tenho muitas histórias para lhe contar, mas ainda há trabalho para fazer. Vamos terminar nossas cervejas e descansar um pouco antes de partir. Venore, sempre Venore, hein?"
Anderslash estava muito curioso para saber até que ponto seu amigo Trasgo se lembrava. Será que ele também tinha a impressão de que o continente havia mudado demais desde os tempos áureos? E era este o início de mais uma grande aventura? Ele não sabia ainda, mas esta pergunta seria respondida mais tarde.
09-10-2016, 01:33
Trasgo Caolho
Citação:
Postado originalmente por Anderslash
"E somos! Minhas viagens já não são mais as mesmas, meu velho amigo. Tenho muitas histórias para lhe contar, mas ainda há trabalho para fazer. Vamos terminar nossas cervejas e descansar um pouco antes de partir. Venore, sempre Venore, hein?"
Anderslash estava muito curioso para saber até que ponto seu amigo Trasgo se lembrava. Será que ele também tinha a impressão de que o continente havia mudado demais desde os tempos áureos? E era este o início de mais uma grande aventura? Ele não sabia ainda, mas esta pergunta seria respondida mais tarde.
"Tens razão." Trasgo terminou sua cerveja, pegou as frutas de inverno e prosseguiu o ritual. Não esperava que funcionasse, mas não importava, já sabia dos Patronos em Venore e assim que o ritual acabasse iria partir para cidade dos pântanos.
09-10-2016, 08:04
Iridium
A todos, bom dia!
Em vista dos problemas que essa regra causou, eu decidi revogar a exigência de post mínimo por fase. Por conta disso, aqueles que chegaram a fazer uma escolha final sem ter atingido a quota pré-estabelecida NÃO SERÃO ELIMINADOS PELA QUANTIDADE MÍNIMA DE POSTS. Entretanto, a questão de ser eliminado pelas escolhas erradas ainda permanece.
Estou fazendo isso para facilitar a vida de vocês e a minha; ainda assim, incentivo e encorajo a participação ativa de todos ao longo do jogo ;)
Primeiramente, divulgarei os spoilers de fechamento das fases. Em seguida, passarei à abertura dessa segunda fase. Atualizarei o campo das regras para que o que declarei agora passe a vigorar até o fim do jogo. Agradeço desde já todos vocês por terem se disposto a confiar em mim e fazer parte dessa jornada.
Você continua seu ato e é aplaudido com vigor; sua peça foi criativa, ousada e inteligente, e a plateia se sentiu satisfeita com o que você veio a fazer. Você recebe seu cachê, (cerca de 50 moedas de platina e um bônus de um Escudo de Dragão) e ainda tem tempo de ver Canik tocar o alaúde lindamente, como alguém que sentia saudades de fazer algo tão bonito.
Em seu combate contra aquele Silencer, você seus companheiros de batalha caírem um a um; você tenta, em um ato desesperado, descarregar toda sua gama de magias sagradas, mas desfalece, e a última coisa que você ouve são os rugidos agudos e esganiçados da criatura que resolveu silenciar você e seu grupo.
Feeling goosebumps through you entire time in Thais, you chose to leave town and go to Greenshore village, north of King Tibianus’ Kindgdom’s main town.
Rain begins to fall in thin drops as you walk into the wild roads leading to the hills of the small tillers’ shire; a strange noise comes to your ears as Greenshore gets closer.
You see hare footprints and hasten you pace, confident that those are the Halloween Hare’s tracks; you walk upstairs through the stony stairs leading towards Greenshore and you cannot believe in your eyes.
The letter was, indeed, right! There was a big problem indeed with the land, but not in the way decipted before: a large insectoid raid sweeps the fields and the town houses and most of Greenshore’s folk lies dead in the grassy floor. The humming becomes becomes louder and unbearable and defending yourself from the large insectoids proves to be an impossible task.
You try to get back to Thais heavily injured; however it was too late: Greenshore was completely taken by the Hive Born and there was nothing you could have done to stop them.
Unfortunately, you went straight into a DEAD END. Therefore, you are out of the game.
Better luck next time.
Feeling goosebumps through you entire time in Thais, you chose to leave town and go to Greenshore village, north of King Tibianus’ Kindgdom’s main town.
Rain begins to fall in thin drops as you walk into the wild roads leading to the hills of the small tillers’ shire; a strange noise comes to your ears as Greenshore gets closer.
You see hare footprints and hasten you pace, confident that those are the Halloween Hare’s tracks; you walk upstairs through the stony stairs leading towards Greenshore and you cannot believe in your eyes.
The Halloween Hare is right in front of you!
--- Do not get into the city, Adventurer! Greenshore has been sieged and lost, the Hive Born insectoids raided and there's no living soul there! I couldn't do anything to save them, but I know they had something addressed to Hugo Chief! We are going back to Thais, calling for reinforcements and then heading to Venore! There's not much we can do...
You reluctantly agree with the Hare and run to Thais. Rain thickens and you arrive soaked at the gates of Tibianus III's Kingdom's capital and inform the guards of what you've seen. Then, you head to Venore, following the footsteps of the Halloween that, for some reason, began to move faster than you.
You reach Venore safe and sound with the mission of finding Hugo and moving along in your journey.
Feeling goosebumps throughout all you stead in Thais, you decide to leave town and head to the merchant town of Venore, west of King Tibianus’ capital.
Rain begins to fall in thin drops as you take the wild roads leading to the land of casinos, great selling warehouses a free-flux money. The hare’s footprints appear once more and you run to track them before the rain erases them.
As you walk the beaten path to the overhead swamp town, you notice the vegetation drier, more rotten and more dreadful than usual, making you more cautious even to your standards.
When you finally reach Appaloosa’s stables, you notice a familiar creature watching you sitting on the grass and smiling. Seems to be a hare with addition of a magical, eerie aura that show it is no regular creature. She hops at you and says:
--- Oh! An Adventurer! They made it! You arrrived just in time... Go to the town and talk to Hugo! Listen to everything he says and come back to me if you want to save Tibia!
You bow to the little creature and you go upstairs to Venore, sure and confident that you are strong, steady and sound from all this journey. With the whole Venore at your disposal to explore, it is up to you finding Hugo and listen from him what you need to know.
Before you can do anything, you feel a strong hit in your head and faint. You are UNABLE TO DO ANYTHING until next instructions.
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Phase 2 - Beginning
Hugo and Venore's Crossroads
You finally arrive at the big warehouse "Dress to Success", where the famous stylist and most eccentric merchant Hugo Chief resides. His assistant Irmana receives you and addresses you to her superior. Once you are there, she gives you full privacy and permission to talk to Hugo about your business.
The Warehouse can be explored BEFORE AND AFTER talking to Hugo.
When you get closer to the stylist, he begins to talk.
--- These adventurers from nowadays, so poorly dressed up! Look at you! They do not make hunts like the days of old... Anyways, what I have to say to you is that something rotten is tearing the produce apart! Look at this wool: I used to take it from Greenshore at excellent quality and now it is terrible! The crops haven't grown and supplies are barely reaching our gates! Look, I have a guess to all of this: the Captain of the ships has been going on and on about this since the mists came back to our shores and gave him the worst eyesight for sailing. Maybe... Maybe this have something to do with the Ghostship... Or perhaps it is all about Ankrahmun and that Pharao of theirs... I don't know. I just know that this situation is a complete mess and I will reward those that can find a solution for it. Now go! I need to work on new designs to keep Irmana busy... Excuse me.
Dismissed by Hugo, you leave with a choice to make: Darashia ou Ankrahmun?
Spoiler: Stand-by Players
You wake up in a dark cell full of sand and clueless about time. The illumation is limited and you wake up with all your equipment. All you can see through the poor illuminated scenario are the following carved in stone:
WHAT KEEPS THE SAME SIZE REGARDLESS OF WEIGHT?
SOMETHING IS ALWAYS AHEAD, BUT WE CAN NEVER SEE. WHAT IS IT?
SOMETHING UNAVOIDABLE, AWAITED, PERPETUOUS AND DARK COMES TO POOR OR RICH WITH OR WITHOUT NOTICE ANYTIME, ANYWHERE. WHAT IS IT?
Thais foi explorada e as escolhas foram feitas; eis os resultados:
Sentindo calafrios a cada passo dado dentro de Thais, você optou por sair da cidade e dirigir-se ao vilarejo de Greenshore, ao norte da capital do reino de Tibianus III.
A chuva começa cair a fios finos enquanto você percorre a estrada selvagem que leva às colinas do pequeno condado de fazendeiros; um estranho barulho chega aos seus ouvidos na medida em que Greenshore fica mais próxima.
Você vê pegadas de lebre na estrada e acelera o passo, confiante de que possivelmente são os rastros da Lebre do Halloween. Você sobe as escadarias de pedra que dão acesso a Greenshore e não consegue crer em seus olhos.
A carta estava certa! Havia um grave problema, sim, com a terra, mas não da forma como estava sendo dito: uma grande invasão de insetoides toma conta dos campos e casas da cidade, e a maioria dos habitantes jazem mortos no chão; o zumbido torna-se cada vez mais alto e insuportável, e defender-se dos enormes insetos que vêm em sua direção mostra-se uma tarefa impossível.
Muito ferido, você tenta retornar à cidade, mas é tarde; Greenshore foi completamente tomada pela Colmeia, e não havia nada que você pudesse fazer.
Infelizmente, você foi direto a um BECO SEM SAÍDA, e está, portanto, eliminado do jogo.
Sentindo calafrios a cada passo dado dentro de Thais, você optou por sair da cidade e dirigir-se ao vilarejo de Greenshore, ao norte da capital do reino de Tibianus III.
A chuva começa cair a fios finos enquanto você percorre a estrada selvagem que leva às colinas do pequeno condado de fazendeiros; um estranho barulho chega aos seus ouvidos na medida em que Greenshore fica mais próxima.
Você vê pegadas de lebre na estrada e acelera o passo, confiante de que possivelmente são os rastros da Lebre do Halloween. Você sobe as escadarias de pedra que dão acesso a Greenshore e não consegue crer em seus olhos.
A Lebre do Halloween está à sua frente!
--- Não entre na cidade, aventureiro! Ela está sitiada e perdida, os insetos da Colmeia a invadiram e não há mais ninguém lá! Não pude fazer nada para salvá-los, mas sei que guardavam algo endereçado a Hugo Chief de Venore! Vamos passar por Thais de novo, chamar por reforços e seguir para Venore! Não há muito que possamos fazer…
Você concorda de forma relutante com a Lebre do Halloween e corre para Thais; a chuva começa a engrossar e você chega ensopado aos portões da capital do reino de Tibianus III, informando aos guardas o que você viu; de lá, segue viagem para Venore, seguindo as pegadas da Lebre do Halloween que, por algum motivo, começou a se deslocar bem mais rápido que você.
Você chega intacto a Venore com a missão de encontrar Hugo Chief para seguir adiante em sua jornada.
Sentindo calafrios a cada passo dado dentro de Thais, você optou por sair da cidade e dirigir-se à cidade mercante de Venore, a oeste da capital do reino de Tibianus III.
A chuva começa cair a fios finos enquanto você percorre a estrada selvagem que leva à terra dos cassinos, dos grandes armazéns de compra e do fluxo de dinheiro vivo e desimpedido. As pegadas da lebre aparecem uma vez mais, e você corre para acompanhar seu caminho antes que a chuva suma com os delicados rastros.
Na medida em que você percorre o surrado caminho para a cidade suspensa, você nota a vegetação mais decrépita e podre que de costume, fazendo com que você fique mais cauteloso do que seus padrões usuais.
Quando você enfim chega perto dos estábulos de Appaloosa, você nota uma criaturinha familiar observando você, sentada na relva lodosa e com um sorriso. Parece uma lebre, com o diferencial de ter uma aura mágica ao seu redor, mostrando que a criatura não é comum. Ela pula até você e diz:
--- Oh, um Aventureiro! Eles conseguiram! Você chegou bem a tempo… Vá até a cidade e fale com Hugo! Escute tudo o que ele lhe disser e venha até mim novamente se quiser ajudar Tibia!
Você reverencia a pequena criatura e sobe as escadarias que levam à Venore, com a certeza de que você segue firme, forte e ileso nessa jornada. Com Venore toda à sua disposição para explorar, cabe a você encontrar Hugo e ouvir dele o que você precisa saber.
Antes que você consiga fazer qualquer coisa, você sente uma forte pancada em sua cabeça e desfalece. Você está IMPOSSIBILITADO DE AGIR até segunda ordem.
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Fase 2 - Início
Hugo e o Dilema de Venore
Você enfim chega à grande loja “Vestido para o Sucesso”, onde reside o famoso estilista Hugo Chief, um dos comerciantes mais reverenciados e excêntricos de Venore. Irmana, sua assistente, recebe você e logo te direciona ao seu superior; uma vez no local, ela te dá liberdade para tratar de seus assuntos com Hugo.
A loja pode ser explorada antes e depois de falar com Hugo.
Quando você se direciona ao estilista, ele logo começa a falar.
--- Esses aventureiros de hoje, cada dia mais mal-vestidos! Olhe só para você! Já não se fazem caçadas como antigamente… Enfim, o que tenho para lhe falar é grave: algo pútrido está acabando com as colheitas da região! Olhe! Essa lã, que eu costumava pegar de Greenshore em excelente qualidade, está péssima! As colheitas não tem vingado e os suprimentos quase não chegam às nossas portas! Olha… Eu tenho um palpite para isso tudo… O capitão dos navios tem falado sobre isso desde que as névoas retornaram aos nossos mares e nos têm dado uma péssima visão para navegar. Talvez… Talvez tenha algo a ver com o Navio Fantasma… ou com Ankrahmun e seu Faraó… Eu não sei. Só sei que essa situação está um caos e eu recompensarei muito bem quem ajudar a solucionar esse problema! Agora vá… Preciso trabalhar em desenhos novos para manter Irmana ocupada. Com licença.
Dispensado por Hugo, você sai com uma escolha a fazer: Darashia ou Ankrahmun?
Spoiler: Jogadores em Suspenso
Você acorda em uma cela cheia de areia sem noção de tempo; a iluminação é precária; seus equipamentos ainda estão com você. Tudo o que você consegue enxergar através da iluminação precária são os seguintes dizeres gravados em pedra:
O QUE MANTÉM O MESMO TAMANHO INDEPENDENTE DO PESO?
ALGO ESTÁ SEMPRE ADIANTE, MAS JAMAIS CONSEGUIMOS VER. O QUE É?
É ALGO INEVITÁVEL, AGUARDADO, PERPÉTUO E ESCURO, E VEM A RICOS E POBRES A QUALQUER MOMENTO, COM OU SEM AVISO. O QUE É?
A cidade de Venore pode ser explorada pelos jogadores que não estão em suspenso; os Eventos de Cenário I e II estão DESATIVADOS.
The city of Venore can be explored by non-suspended Players; the Scenario Events I and II are DEACTIVATED
Os jogadores Sheshie, Fivein Sek, slamtilt99, Aquiles de Guardia, cassimirox, helintonlunardi, Gilgamach, DEz, Blind Glark, Mary Luiza, Amy Winehousse, zagusto, Jeilyn e Miss Aoki foram eliminados por inatividade. Ufa Luffa foi eliminado por quebra de regas, Heenett foi eliminado por não postar sua escolha final (como aboli o post mínimo, ele poderia ter passado se tivesse postado a escolha final antes) assim como Rocko, Cardoso e Allan Kreed.
De 39 Participantes, restam apenas 18 na briga.
09-10-2016, 12:05
Xiwoki
- Certo, Hugo, muito obrigado pelas dicas e boa sorte com a Tibian Fashion Week, no momento eu tenho coisas mais importantes pra resolver do que uma roupa..
Dito isso, vou em direção ao Barco de Venore mas antes, passo no crematório de Venore e faço algumas perguntas para Ashtamor
- Você sabe de algo que está acontecendo? O porquê das nevoas estarem cobrindo os mares?
09-10-2016, 14:12
Shirion
Spoiler: Outros Resultados 08:04
Fico muito triste depois de saber o que aconteceu com Greenshore. Eu gostava muito da cidade tinha amigos lá. Vou ate os portoes de Thais e aviso aos guardas o que aconteceu. E pego a estrada para Venore. Vejo as pegadas da Lebre e vou seguindo mas ela ja se adiantou e nao vejo mais a lebre, mas vou indo para Venore. Estou muito triste sobre Greenshore e as vezes choro um pouco. Paro a beira do caminho as vezes para recuperar as forças e o animo. A estrada esta vazia nenhum viajante passa por mim. A paisagem ao redor esta feia e triste e a chuva nao para de cair. As vezes sinto vontade de desistir e voltar para Thais, para a fazenda dos meus pais ou para junto do meu Mestre Marvik. Mas sigo adiante por causa do que a lebre falou. Finalmente avisto o portao de Venore. Paro um pouco no estabulo de Apaloosa para apreciar os cavalos, eu gosto muito de animais. Pergunto a Apaloosa se ela sabe onde fica a confecção de Hugo. Ela me da uma explicação, eu agradeço e entro na cidade. Pergunto ao guarda na entrada sobre a confecção do Hugo para me orientar melhor e ele tambem me da instruções de como chegar la´. Vou andando pelas ruas de Venore admirando as casas que sao todas feitas de marmore e enfeitadas com estatuas. As pessoas sao muito bem vestidas com roupas de luxo a ate olham para mim com desdem pois minhas vestes são simples como de um druida. Eu penso: - Nao sei para que tanta vaidade mal sabem que o mundo pode acabar em breve como a lebre falou de que vai adiantar tanta vaidade. Seguindo as instruções de Apaloosa e do guarda eu avisto a confecção do Hugo. Entro e uma moça vem me receber. Ela olha para mim de cima a baixo e parece nao gostar dos meus trajes simples. Eu peço para ver Hugo e ela me leva até ele no segundo andar. Assim que me dirijo a ele ele me diz: - Esses aventureiros de hoje, cada dia mais mal-vestidos! Olhe só para você! Já não se fazem caçadas como antigamente… Enfim, o que tenho para lhe falar é grave: algo pútrido está acabando com as colheitas da região! Olhe! Essa lã, que eu costumava pegar de Greenshore em excelente qualidade, está péssima! As colheitas não tem vingado e os suprimentos quase não chegam às nossas portas! Olha… Eu tenho um palpite para isso tudo… O capitão dos navios tem falado sobre isso desde que as névoas retornaram aos nossos mares e nos têm dado uma péssima visão para navegar. Talvez… Talvez tenha algo a ver com o Navio Fantasma… ou com Ankrahmun e seu Faraó… Eu não sei. Só sei que essa situação está um caos e eu recompensarei muito bem quem ajudar a solucionar esse problema! Agora vá… Preciso trabalhar em desenhos novos para manter Irmana ocupada. Com licença.
Eu fico meio sem jeito por causa da maneira dele um pouco esnobe e por causa do jeito efeminado dele eu sou um homem do campo simples e rude nao estou acostumado com essas coisas quando saio da loja a assistente dele me dirije o olhar com o nariz empinado e nem fala comigo. Saio chateado da loja e vou andando pelas ruas para tentar encontrar o porto da cidade e falar com o capitão dos navios. Hugo falou em Ankrahmun. Será que eu vou ter que viajar até o continente de Darama? Isso não me agrada. Onde está a lebre? Queria falar mais com ela fazer mais perguntas mas ela toda hora some de vista. Andando avisto uma praça com muitas colunas e uma escada. Desço a escada e me vejo dentro de um templo e junto de um altar um monge reza. Decido me aproximar dele para fazer algumas perguntas sobre o que está acontecendo. Os monges são sábios e ele pode saber de alguma coisa.
09-10-2016, 14:30
Venner
Upon waking up I thought to myself „how could I be so reckless to get jumped like that”... Was I wrong to trust the Hare, knowing how many adversities have fallen on Thais? Or was it just my imagination playing tricks on me? I had to do everything I could to protect Venore from similar fate…
but the headache was excrutiating, even staring at the carvings seemed impossible, not to mention focusing on their meaning… I needed to do something and do it fast, tibia's future was in my hands. Going through my pockets I could sense a familiar object. Ah, what a chance! It was a vial of soothing mixture I prepared for poor Lynda so she could find some peace. How lucky was I that my abusers didn't take my equipment away. Is it just another test to see who is worthy of discovering Hare's secret?…
After drinking the fluid I gathered my strengths and set about unfolding the mystery behind those carvings. Having faced it many times before, the answer to the last riddle came to me almost immediately. Using my hatchet I carved DEATH and thought about the sad fate of courageous Gorn…
That was it! FATE! That had to be the answer to the second question! Feeling more and more confident I started thinking about the first puzzle. At first, still drunk with happiness I was sure that it won't take me long to figure that one out too. Oh, how wrong I was… After hours and hours of deliberation I slowly became disheartened. Close to giving up, I started playing with my weapon. Not paying enough attention it escaped my tired hands and to my surprise it achieved a perfect BALANCE on its handle. It took me a while to aknowledge the significance of what just happened. What I realised woke me up instantly. I had my final answer! Feeling embarassed, but also content with my discovery I put the final answer in stone and started awaiting my destiny… I guess it's true that sometimes if you are relentless all you need to succeed is just a little bit of luck.
09-10-2016, 15:13
todo poderoso
Após alguns dias de viagem, finalmente consigo ver a cidade de Venore. As muralhas da cidade dão as boas-vindas de longe. Entro na cidade e seguindo o conselho da Lebre vou ao encontro de Hugo.
Caminho pelas belíssimas ruas de Venore, admirado com a arquitetura moderna, totalmente diferente dos padrões encontrados em Thais. Não deixo que o encanto da cidade tire o foco da minha missão e vou correndo para a Loja do Hugo.
Ao chegar na loja peço permissão para falar com o proprietário. Prontamente sou informado que ele estava tomando banho em seu escritório e que logo falaria comigo. Enquanto espero Hugo, discretamente começo a investigar a loja em busca de algo suspeito.
Após alguns minutos de investigação, Hugo me recebe em seu escritório.
Escuto atentamente suas palavras
Citação:
Postado originalmente porHugo Chief --- Esses aventureiros de hoje, cada dia mais mal-vestidos! Olhe só para você! Já não se fazem caçadas como antigamente… Enfim, o que tenho para lhe falar é grave: algo pútrido está acabando com as colheitas da região! Olhe! Essa lã, que eu costumava pegar de Greenshore em excelente qualidade, está péssima! As colheitas não tem vingado e os suprimentos quase não chegam às nossas portas! Olha… Eu tenho um palpite para isso tudo… O capitão dos navios tem falado sobre isso desde que as névoas retornaram aos nossos mares e nos têm dado uma péssima visão para navegar. Talvez… Talvez tenha algo a ver com o Navio Fantasma… ou com Ankrahmun e seu Faraó… Eu não sei. Só sei que essa situação está um caos e eu recompensarei muito bem quem ajudar a solucionar esse problema! Agora vá… Preciso trabalhar em desenhos novos para manter Irmana ocupada. Com licença.
Antes que eu possa explicar a situação de Greenshore, Hugo se vira num rápido adeus e volta ao seu trabalho.
Saio da loja e começo a pensar no meu breve encontro com a Lebre do Halloween.
<pensamento> Por que a Lebre me impediu de entrar em Greenshore? Ela me salvou de um possível encontro com a morte. Tenho certeza de que não fui parado sem razão. O destino deve ter me colocado no caminho da Lebre... não sei. Espero que eu possa encontrá-la novamente.
Após o meu breve devaneio, vou buscar algumas informações a respeito do Navio Fantasma com o Capitão Fearless (8)
09-10-2016, 16:11
Edge Fencer
Acordo com a cabeça explodindo em dores. Percebo que ainda estou de posse dos meus pertences, o que me deixa um pouco aliviado; o cômodo em que me localizo está muito mal iluminado, sendo visível apenas 3 perguntas escritas na parede:
Citação:
O QUE MANTÉM O MESMO TAMANHO INDEPENDENTE DO PESO?
ALGO ESTÁ SEMPRE ADIANTE, MAS JAMAIS CONSEGUIMOS VER. O QUE É?
É ALGO INEVITÁVEL, AGUARDADO, PERPÉTUO E ESCURO, E VEM A RICOS E POBRES A QUALQUER MOMENTO, COM OU SEM AVISO. O QUE É?
Que tipo de brincadeira é essa? Preciso descobrir uma forma de sair daqui... Mas essa sala não parece fornecer muitas alternativas; além das perguntas na parede o que tem de mais interessante aqui é uma quantidade infernal de areia. Será que fui trazido para alguma das cidades do deserto? Não é possível que tenha ficado tanto tempo desacordado...
O tempo vai passando, e eu não sei o que fazer. A dor de cabeça melhorou um pouco, mas não tive sucesso em encontrar mais pistas de como sair daqui; além disso, essas perguntas sem sentido ficam dançando em frente aos meus olhos... Será que quem me prendeu aqui espera que eu as responda? Que brincadeira mais idiota. Mais algum tempo se passa -- não sei dizer se foram minutos ou horas -- e minha cabeça volta a doer, talvez por tanto eu ter pensado nessas malditas perguntas. Estava deitado, com o rosto virado para a parede, já quase adormecendo, por mais que eu lutasse contra isso. Quando já estava prestes a fechar os olhos, a resposta para a primeira pergunta veio de súbito a minha mente; era algo tão corriqueiro para um comerciante como eu que fiquei frustrado por ter demorado tanto para perceber: A balança, tão usada por mim para pesar variadas mercadorias -- de leves peles de minotauros até grandes e pesadas armaduras -- variava de peso constantemente, apesar de manter sua forma e tamanho originais.
Subitamente me animei ao descobrir a primeira resposta, e consegui ficar mais alerta para pensar nas outras duas. Algo que está sempre adiante, mas não posso ver... Será a minha sombra? Não, ela pode estar atrás de mim, e eu também posso vê-la... O horizonte, talvez? Eu posso vê-lo também, que burrice... Minha paciência já estava se esgotando, quando consegui pegar uma linha de raciocínio interessante: O passado de honras e glórias de minha família, todas as nossas riquezas e o respeito de todos no Reino com os guerreiros mais fortes de cada geração... Isso ficou no passado, é algo que eu posso olhar para trás e pensar numa forma de ter isso de volta. Mas, o que vem pela frente é incerto e depende do que eu farei hoje para que possa acontecer; o futuro! Claro! Está sempre por vir, apesar de nunca sabermos o que ele irá trazer.
Animado com a última descoberta, a terceira pergunta pareceu-me bem mais simples que as outras. O que todos esperam, independentemente de suas riquezas, conquistas, honra ou lealdade... Algo que atinge Reis e mendigos da mesma forma, sem distinção... A morte, é claro!
Pensei em entalhar as respostas na parede, mas não consegui imaginar uma forma de isso dar certo. Quem quer que tenha me prendido ali queria OUVIR de mim as respostas, tenho certeza! Portanto, juntei todas as minhas forças e gritei a plenos pulmões, como minha última esperança de sair dali:
BALANÇA!
FUTURO!
MORTE!
09-10-2016, 17:46
Lordrius
Ao sair da casa de Eclesius, Lordrius conjura um copo e coleta um pouco de água do rio próximo, e gentilmente coloca o broto do Patrono do Outono dentro; após isso ele lança um poderoso encantamento no copo, que começa a suspender no ar e uma barreira arcana é criada em volta, protegendo assim a pequena rosa de qualquer dano. "As pessoas vão me questionar ao ver um copo flutuante me seguindo de um lado para o outro...", pensou o mago, antes de lançar um feitiço de invisibilidade nele. "Agora somente eu o verei, é o melhor que posso fazer para protegê-lo no momento..."
Ao chegar na taverna de Frodo, Lordrius percebe o quão atrasado está - todos já partiram.
- Lordrius! Você está atrasado! Seus amigos vieram aqui, beberam várias cervejas enquanto te aguardavam mas partiram a pouco tempo - saudou Frodo.
- Um mago nunca se atrasa Frodo, nem se adianta, ele chega exatamente quando pretende chegar - disse Lordrius - Caso alguém apareça perguntando por mim, se não for ninguém suspeito, diga que parti para Venore. Avise-os que estarei na taverna da Rocha Dura, peça para eles procurarem por Urkalio.
"Preciso chegar rapidamente a Venore...", disse o mago.
Venore era uma das cidades favoritas de Lordrius - seus negócios constantemente faziam com que ele viajasse para ela, principalmente após a cidade receber uma reforma incrível e se tornar uma das mais belas do velho continente. Porém ainda era perigosa, principalmente por conta dos seus pântanos traiçoeiros.
O broto do Patrono do Outono seguia de perto o mago, que não tirava os olhos dele por nenhum minuto. "Já estou quase na cidade...", pensou Lordrius. Foi aí que ele notou pegadas de lebre, e imaginou que elas pertencessem a uma velha amiga. Ao segui-las, o mago nota como a região está mais estranha que o normal, como se uma podridão tomasse conta da terra. Ao chegar próximo aos estábulos de Appaloosa, ele reencontra a Lebre, que sorrindo, diz:
Citação:
- Oh, um Aventureiro! Eles conseguiram! Você chegou bem a tempo… Vá até a cidade e fale com Hugo! Escute tudo o que ele lhe disser e venha até mim novamente se quiser ajudar Tibia!
Antes que Lordrius pudesse mencionar qualquer coisa, a Lebre do Halloween desaparece. O mago então decide falar primeiro com Hugo, antes de procurar saber mais sobre o broto do Patrono do Outono. Assim que entra na cidade, porém...
<BAAM>
Uma forte pancada o atinge na cabeça...
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"Ahh o que houve, onde estou?" - pensa Lordrius, começando a acordar. "Hmm acho que fui raptado... Era só o que me faltava", e bufando, ele levanta-se para tentar descobrir onde está.
Lordrius percebe que está uma sala cheia de areia, mas não consegue notar mais nada, visto que a iluminação da sala era horrível. "Utevo gran lux...", sussurra, sem sucesso. "Será que essa sala é protegida contra magias? Ou será que sou eu, que estou nunca fraco..."
Somente então Lordrius se lembra - "O BROTO DO OUTONO, onde está?!" e agitando suas mãos no ar ele esbarra em algo - o copo com o broto continua protegido, flutuando ao seu lado, sem qualquer dano. "Ah que sorte... Mas de nada adiantará se eu não conseguir sair daqui..."
Olhando novamente ao redor da sala, ele nota uma pedra diferente das demais, com os seguintes dizeres:
Citação:
O QUE MANTÉM O MESMO TAMANHO INDEPENDENTE DO PESO?
ALGO ESTÁ SEMPRE ADIANTE, MAS JAMAIS CONSEGUIMOS VER. O QUE É?
É ALGO INEVITÁVEL, AGUARDADO, PERPÉTUO E ESCURO, E VEM A RICOS E POBRES A QUALQUER MOMENTO, COM OU SEM AVISO. O QUE É?
"Hmm uma charada? Será que devo adivinhá-la caso queira sair daqui?", indagou o mago, levantando uma de suas mãos para sua barba e coçando a cabeça com a outra.
Essa situação, por mais incrível que pareça, não era inédita para o mago. "Isso me lembra de quando participei de um duelo de charadas com um Goblin, em troca de um peculiar Anel do Céu... Qual era o nome dele mesmo? Bollum? Smuagol? Ah isso não importa agora..."
"O que mantém o mesmo tamanho, independente do peso... Essa é fácil!", pensou Lordrius, que por ser comerciante, constantemente utilizava uma balança para pesar gemas preciosas e outros produtos. "A balança!".
O mago então sentou-se e começou a pensar na segunda charada... "Está sempre adiante, mas jamais conseguimos ver? O que é", pensou ele, enrolando sua barba. "Já não estou mais tão jovem assim... Talvez há 10 ou 15 anos atrás a resposta viria em um minuto, no passado eu era tão bom com charadas... Espere um pouco, passado... Presente... FUTURO! Essa é a resposta, o futuro!", e gargalhando, leu a última charada.
Sua expressão rapidamente tornou-se fria e séria, seu semblante se escureceu e com um ar de tristeza ele pensou "A morte".
- A balança, o futuro e a morte... - recitou o mago em voz alta, aguardando que algo acontecesse - e de preferência não o matasse.
09-10-2016, 17:51
Sola
Esses problemas parecem afetar bastante Hugo no momento. Vou conversar com Irmana para ver se ela tem mais alguma informação sobre esses acontecimentos. Vou aproveitar também para perguntá-la sobre a origem das novas matérias-primas e se ela tem uma de antes e uma atual para que eu possa comparar.
09-10-2016, 18:38
Skunky
O QUE MANTÉM O MESMO TAMANHO INDEPENDENTE DO PESO?
ALGO ESTÁ SEMPRE ADIANTE, MAS JAMAIS CONSEGUIMOS VER. O QUE É?
É ALGO INEVITÁVEL, AGUARDADO, PERPÉTUO E ESCURO, E VEM A RICOS E POBRES A QUALQUER MOMENTO, COM OU SEM AVISO. O QUE É?
- Mas o que?! Onde é que eu estou? Assim que subi a escada não me lembro mais de nada.... E esta dor de cabeça, está me matando!! Estas escritas na parede, seriam para eu sair daqui?? Céus, nunca fui bom com charadas! Vamos, lá... Não posso morrer aqui! .... Morrer!
A única certeza que todo mundo tem é a morte, por mais que ninguém queira, todo mundo a espera!
Haha! Isso não vai me parar! O futuro do Tibia e da lebre estão em minhas mãos! Se eu sair daqui, é claro. .... FUTURO Eu sei que está ali mas não tenho como prevê-lo! Só pode ser isso!
- Agora só falta uma e poderei sair daqui... Quem sabe?!
Nessas horas eu penso como seria se eu tivesse passado meu tempo lendo livros ao invés de forjando armas. Com certeza as horas de leitura me ajudariam nessas charadas... Mas, falando em forja, estou começando a sentir falta daquele calor, das marteladas do aço, do barulho da brasa queimando no forno da forja.
Até mesmo da paciência que os ferreiro tem que ter em ficar pesando o material, grão a grão para atingir o peso ideal do equipamento! Temos que ter as balanças mais precisas e fortes para aguentar o "tranco"....
Observando a pedra em que estavam as escritas "O QUE MANTÉM O MESMO TAMANHO INDEPENDENTE DO PESO?" - Mas é logico! A balança, que independe do peso que eu colocar nela, ficara do mesmo formato! Nao importa o peso!
- So pode ser isso!
Levanto, encho os pulmões de ar e grito na ordem das charadas: BALANÇA FUTURO MORTE
09-10-2016, 22:01
Dark Black Magician
Dark caminhou até Venore perdido nos seus próprios pensamentos, e sem falar com ninguém. Por mais que a lebre o tenha impedido de entrar no vilarejo de Greenshore, ele pôde sentir o cheiro de sangue no ar, e o zumbido inimaginável dos insetos. A antiga casa de sua mãe estava lá. Por mais que ela a muito tenha se aposentado e mudado, eles ainda tinham sua casa lá, agora, toda destruída pela Colméia. Jurou vingança, e sabia o que fazer assim que completasse sua jornada envolvendo a lebre: voltaria e destruiria todos os insetos.
Entretanto, sua jornada o levou até Hugo que, rapidamente o dispensou, principalmente por ver Bloodwing em seus ombros. Apenas com a dica envolvendo Ankrahmun ou Darashia, ele ficou perdido. Afinal, qual dos dois caminhos seguir?
Ele então, se lembrou do pedido de Marvik, dizendo que precisava entrar em contato com Ottokar para ajudá-lo com as pessoas doentes em Thais devido a chuva. Como uma boa forma de compensar o que ele fez por Bloodwing, Dark segue para a saída principal de Venore, para falar com ele.
09-10-2016, 22:47
Iridium
Boa noite!
Spoiler saindo em um instante... dia corrido, não pude ficar no fórum como gostaria. Lamento muito! Amanhã estarei mais ativa!
Comunicado importante: por quebra de regras a posteriori, que me foram comunicadas pelo participante via MP, o jogador @todo poderoso está eliminado por edição de posts. :(
Estou de saída por hoje. Podem continuar a postar que responderei amanhã o quanto antes. Boa noite!
Ao chegar, você nota que Ashtamor está preparando dois corpos de pessoas pobres e, aparentemente, doentes. Ele pára o que está fazendo para falar com você.
Citação:
Postado originalmente por Ashtamor
Olá, Xiwoki... Desculpe-me o transtorno... Essas pobres criaturas terminaram seu ciclo de sofrimentos nesse mundo e eu agora os estou preparando para sua jornada ao Além. Eu acredito que sejam as almas penadas dos que faleceram pela praga recente que estão causando todos esses males... Fiz de tudo para apaziguá-los mas acho que três dias de rituais fúnebres não são o bastante para amenizar uma vida inteira de erros e maus-tratos.
Você chega ao Templo de Venore a tempo de testemunhar o fim da missa. Yberus, o monge chefe da cidade, estava terminando de fumegar os incensos de lavanda e língua-de-hidra para purificar o ambiente quando notou sua chegada. Ele sinaliza para você se aproximar e termina todo o rito. Assim que os fieis começam a sair, ele fala com você.
Citação:
Postado originalmente por Yberus
Saudações, jovem druida! Eu vejo que você parece muito cansado e perturbado... O que posso fazer por você?
When you witness they saying those three words out loud, a lock opens beneath you revealing the image of a city shrouded amongst a tempest of sand with the sillouette of a pyramid inside it. Six sarcophagi, each with different decoration patterns make a circle around this image, indicating a sense of relation or belonging of the cell to that given place.
And which placce would that be:
Ao dizer em voz alta as três palavras, um trinco se abre abaixo de vocês, revelando a imagem de uma cidade oculta em uma tempestade de areia com os contornos de uma pirâmide, com seis sarcófagos, cada qual com uma decoração diferente, fazendo um círculo ao redor da imagem, indicando uma relação ou pertencimento daquela cela ao tal lugar.
Bom, não sei muito sobre a névoa... Mas sei que tive que passar a me virar com outras matérias-primas ao longo desse tempo. Digo, estou apelando para Couro de Crocodilo, penas de Perseguidor do Pântano, Pêlo de Lobo, Couro de Orc, Couro de Minotauro e pedaços de vestes de Bruxas ou Amazonas.
Em melhor qualidade, eu tenho pelos de lobo e o couro de crocodilo --- que é TERRÍVEL de se costurar, mas tem um acabamento natural muito bom, devo admitir. Sai, 15 moedas de ouro o metro de Pêlo de Lobo e 20 moedas de ouro o metro de Couro de Crocodilo.
Você sai da cidade e chega à humilde casinha de Ottokar, que já estava à sua espera.
Citação:
Postado originalmente por Ottokar
Seja muito bem-vindo, Dark! Marvik me havia avisado de sua chegada. <Vê Bloodwing> Ao que parece, sua companheira está bem mais forte... E eu tenho que te ajudar com algo. Diga-me, como posso ser útil? Que dúvidas você tem que eu possa responder?
09-10-2016, 23:02
Dark Black Magician
Dark retira o chapéu em respeito aos doentes que ele sempre tinha aos montes em sua casa.
-Ottokar, não sei se você está ciente da situação de Thais e Greenshore <conta a respeito>.
-Marvik havia falado que precisava de sua ajuda com os doentes de lá, não sei se ele chegou a comentar isso com você. Se possível, poderia providenciar algum tipo de ajuda para eles? Eu sei que você é bem atarefado por aqui também, mas devo um favor para ele, e gostaria de cumprir.
-Além disso tenho uma pergunta para você. - Ele retira a carta amassada que havia pegado na taverna de Frodo, no início de sua jornada, e mostra para o homem. - Aparentemente a Lebre do Halloween precisa de nossa ajuda esse ano. Em Thais, os boatos estão rondando. Mas e aqui? Você tem ouvido alguma coisa sobre?
09-10-2016, 23:10
Shirion
Spoiler: Shirion 22:47
Falo para Yberius: -Monge o senhor nao imagina o que tem me acontecido. Na minha cidade, Thais, apareceram umas pegadas junto de umas cartas misteriosas. Depois eu e vários aventureiros ficamos sabendo que as pegadas e as cartas eram de um ser fantástico chamado de a Lebre do Halloween. Ela quer ajudar o nosso mundo a evitar o fim que as forças das trevas querem trazer. Ela disse que o mundo dos sonhos foi invadido por varias criaturas trevosas. Eu mesmo vi com meus próprios olhos que isso é verdade. Eu e outros aventureiros ajudamos a proteger a lebre contra umas criaturas horríveis. Meu Meste o druida Marvik disse que eu preciso achar um meio de ajudar a Lebre. Eu fui entao para a cidade de Greenshore buscar respostas mas antes de eu entrar na cidade a Lebre apareceu mais uma vez e me disse para vir pra Venore procurar o costureiro Hugo e ouvir o que ele tinha para dizer sobre isso. Eu achei estranho mas vim. Pior de tudo que Greenshore foi destruida por seres insectoides devo ter perdido amigos que tinha la. Estou muito triste e confuso. Hugo sugeriu que eu procurasse o capitão dos navios de Venore mas quando eu estava tentando achar o caminho para o porto eu vi esse templo e resolvi entrar. O senhor tem alguma idéia do que esta acontecendo? Poderia me dar alguma informação a respeito?
Após um rápido descanso, Trasgo e Anderslash viajam para Venore, a verdadeira capital comercial de Tibia. O caminho está estranho, a vegetação parece menos viva, o que redobra a atenção dos aventureiros. Perto dos estábulos de Appaloosa uma Lebre envolta em uma aura mágica aparece e se comunica.
Citação:
Postado originalmente por Lebre
Oh, um Aventureiro! Eles conseguiram! Você chegou bem a tempo… Vá até a cidade e fale com Hugo! Escute tudo o que ele lhe disser e venha até mim novamente se quiser ajudar Tibia!
Após um rápido cumprimento à criaturinha, eles se dirigem à loja de moda de Hugo. Antes de chegar ao seu destino, porém, Trasgo sente uma forte pancada em sua cabeça e tudo fica escuro.
Ao acordar nota que está em uma cela cujo chão é areia pura. Não sabe dizer que horas seriam, a iluminação precária do local não é natural, nenhuma janela que indicasse ser dia ou noite. Procura em seus bolsos e vê que nada lhe foi tirado. "Muito estranho", pensa, "porque me desacordar e prender se vão me deixar com todos meus meios para fugir?".
Olhando ao redor vê o meio-orc também desacordado. Rapidamente o acorda para acharem uma saída. É então que nota os escritos na parede.
Citação:
Postado originalmente por Parede
O QUE MANTÉM O MESMO TAMANHO INDEPENDENTE DO PESO?
ALGO ESTÁ SEMPRE ADIANTE, MAS JAMAIS CONSEGUIMOS VER. O QUE É?
É ALGO INEVITÁVEL, AGUARDADO, PERPÉTUO E ESCURO, E VEM A RICOS E POBRES A QUALQUER MOMENTO, COM OU SEM AVISO. O QUE É?
"Pelo menos temos alguma iluminação, pior seria se fossem charadas no escuro..." fala para o bardo com um meio sorriso. Não sabe de onde vem esse humor estranho, mas pelo suspiro de Anderslash parece que o meio-orc está acostumado. As respostas não demoram muito, são charadas relativamente fáceis. Trasgo não acredita que foram feitas realmente para impedir ninguém. Talvez atrasar. "Balança, futuro e morte". Trasgo faz uma nota mental de discutir mais tarde com o bardo a validade dessas respostas, pois acha que a morte talvez não seja perpétua e que o futuro possa ser vislumbrado por alguns seres em momentos especiais.
Ao dizer em voz alta as três palavras, um trinco se abre abaixo de vocês, revelando a imagem de uma cidade oculta em uma tempestade de areia com os contornos de uma pirâmide, com seis sarcófagos, cada qual com uma decoração diferente, fazendo um círculo ao redor da imagem, indicando uma relação ou pertencimento daquela cela ao tal lugar.
E que lugar seria esse?
" @Anderslash, você já viu este lugar antes? Só me recordo de pirâmides em Ankrahmun" uma expressão de desgosto passa rapidamente pelo rosto de Trasgo ao mencionar a cidade. Ele observa os sarcófagos e tenta identificar as diferentes decorações.
09-10-2016, 23:45
Edge Fencer
Para minha surpresa, as respostas corretas para as charadas escritas na cela realmente me tiraram dali. Mas minha animação pela liberdade não durou muito; pirâmides, areia, sarcófagos... Será que estava na cidade do faraós, Ankrahmun? Não pode ser, estava a caminho de Venore para encontrar Hugo -- ainda não acredito que dei ouvidos a uma lebre falante que pretende salvar o mundo --, não posso ter ficado tanto tempo assim desacordado para ter sido trazido para tão longe de meu destino... Decido procurar por sinais nos sarcófagos do lugar, que pareciam estranhamente organizados, para tentar achar alguma pista sobre o que houve.