Segue abaixo, a história que irei desenvolver a partir de um rascunho já completamente escrito, espero que apreciem a história
Pergaminho I
Dragão Escarlate
À medida que o caos e a desordem passam a dominar a terra, onde a anarquia é quase completa e os reis perderam sua autoridade, é esse o momento do despertar da criatura mais forte, que será capaz de reduzir tudo a zero, causando a destruição total.
- Senhores aqui presente nessa conferência, sabemos que é de maior prioridade que despertemos o Senhor Escarlate. - disse um idoso que redigia a palavra para todos os reis que ali estavam presentes.
- Sabemos do que o Escarlate é capaz, meu voto é sim. - Disse um rei que comandava algumas milhas de terras ao norte.
- Este é um ato impensável. Jogaremos ao ar todo o esforço que os nossos antepassados tiveram. - Bradou o rei do trono ao sul. Alguns assentiram, concordando com a última frase que ouviram.
Esta conferência era conhecida como o conselho dos Dez. Os reis que lideravam o mundo sentavam-se a uma mesa retangular e faziam seus votos. Os reis jamais chegariam a um acordo se os votos ficassem empatados. E novamente todos discutiam novas ideias a fim de convencer uns aos outros.
- Estamos perdendo nossa posição real, cuspiram-me no rosto, literalmente falando. Um servo que se tornou influente causou a maior baderna que já ocorreu em meu reinado. - A voz era passível, seu semblante também. Um homem de altura mediana, cabelos longos e loiros, rosto fino, trajado em um sobretudo negro, o rei mais perverso, reinava a leste. Este empunhou sua espada. - Morte aos rebeldes!- bradou.
Isso fez com que todos os cavaleiros reais levassem à mão a espada, mais sem retirarem da bainha. Cada rei tinha seu cavaleiro real, sua lealdade era tamanha que dariam a vida em proteção ao seu rei.
Emperatus, o rei mais influente sabia qual era o resultado daquela conferência. Havia comprado o voto de alguns, e após bradar “morte aos rebeldes” garantia seu resultado esperado.
- Como vocês já sabem, minha posição como rei do sul, não é nada mais do que garantir proteção ao meu povo. Esta é a missão passada por gerações pela família Mor, tenho que assegurar que Escarlate durma tranquilamente seu sono eterno. Desperte-o e não economizarei forças para detê-lo. - Disse o rei do sul, um jovem com os cabelos arrepiados, trajado em uma couraça que parecia escama, e com uma espada na cintura. O jovem rei do reino ao sul declarou seu voto negativo seguido de uma ameaça, não que seu voto garantisse a conclusão.
- Por essa eu não esperava, descendente de Erwin’Mor. Terei eu mesmo o prazer de despertar o Senhor. - A voz de Emperatus ressoava pelo salão. O último rei acabara de votar. Emperatus percorreu a sala com os olhos.
- A decisão está tomada. - disse.
- Cuide com o que fala meu filho. Eu estou com o posto de ancião; - Disse o mais idoso dos reis, que era pai de Emperatus. - Infelizmente a decisão está tomada. - Concluiu.
De todos ali presente apenas três votaram negativo, apoiando o rei do sul, os demais votaram positivo uns porque temiam perderem suas posições como rei, e alguns gananciosos por influência de Emperatus.
O jovem Erwin’Mor II ameaçou sacar a espada, mas os cavaleiros reais se adiantaram e mobilizaram o jovem rei, que aliás era o único mais ousado que não trazia consigo um cavaleiro real.
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