encontrei o dan ontem, foi daora (y)
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encontrei o dan ontem, foi daora (y)




Charlie Kieran um feitiçeiro alcoolatra. que após varias tentativas de dominar carlin sente que não ira conseguir, e por isso parte numa jornada em busca de amigos para se tornar forte
Quando q vai ser a quest?!
~~ My Stuff ~~
[II Justas Tibianas] - Tópico de Inscrições e Dúvidas --- Tópico de Abertura e Atualizações
[Roleplaying] - A Voz do Vento - Behogár Bradana
[L.T.] - Ireas e Cia.
Iridium Extensão Tour
Bem-vindo Charlie!
@Iridium
Acho que daqui uns 2 ou 3 dias eu já vou estar fechando com o pessoal. Tem que ver certinho quando bate os horários e quem vai participar.
Esse é o espírito Iridium!
Gosta de Roleplay?
Então pegue uma xicará de chá, sente-se e leia a história de Dan da Cidade de Carlin.
(Última Atualização: Livro V: Capítulo 5 - A Guera de Reconquista (Parte 2/2), postado no dia 06.03.2017)
20h please.
@Charlie
Bem vindo, nego! Que Izan proteja você.
Double post necessário
Novo post de Crusifel, espero que gostem :a
Um novo perigo
Permaneci horas em Folda. Descobri uma caverna profunda e longa, cheia de anelideos gigantes, aranhas e trasgos congelados. Eles eram a mim bem interessantes, tanto como seu jeito de se jogar no chão ao receber um golpe certeiro de meu cajado.
Até que certa hora, decidi sair de lá. Perto da saída, eu saio de mim novamente e vou parar na torre do Paradoxo novamente, era aquele oráculo de novo. Ela me alerta sobre Canik de novo, e diz para eu procurar também uma outra pessoa: Cathellina Lenita. Disse para eu levar os dois a torre do Paradoxo, quando estivermos fortes o bastante. Eu pedi respostas, motivos. Ela desapareceu e eu voltei a mim de novo. Por que diabos ela queria que eu fosse para aquela maldita torre?
Sai de Folda com Svenson e segui diretamente para Carlin, pegar as flechas e o segundo escudo de espinhos que eu tinha. Em seguida, segui caminho até Ab'dendriel. Chego lá no fim da tarde.
No deposito, reconheci Canik do lado de fora da construção. Exclamei seu nome. É claro, ele se assusta, mas sem termos contato com os olhos. Conversei com ele sobre o Oráculo e a toda hora eu percebia ele com um olhar esquisito.
No meio do assunto, um homem joga a ele uma estrela assassina. Desconheci a atitude, e logo mais ele entrega uma besta e vários dardos a Canik, junto de uma bota de Crocodilo. Ele também joga uma para mim, do qual pego rapidamente e as calço. Lanço minha antiga bota de couro fora. Canik sente-se muito feliz, mas ainda desviara do assunto principal, que em seguida me faz desmaiar.
Fico inconsiente novamente...
Apenas eu e minha cabeça...
Novamente.
Desta vez, estou num lugar diferente que imaginei nunca alcançar em minha vida: Draconia. Estava no alto da torre que ficava no centro daquela ilha, e lá estava outro oráculo. Um oráculo muito esquisito... Um Oráculo Masculino? Julguei ser algum ser disfarçado, enquanto este falava comigo sobre a outra irmã dele. Ele me falava várias coisas estranhas, e agora parte para as ameaças. Novamente, ele parece-me um demônio; este percebe meu pensamento, e me ameaça pela última vez:
"- Tome muito cuidado com o que pensa, Crusifel Bradha. Você desconhece suas origens, mas eu sei muito sobre elas. Você é um druida forte, mas eu sou muito mais forte que todos daquela cidade fresca e idiota do qual seu corpo repousa agora. Eu vou te achar quando menos espera, e quanto eu tiver meu poder total, destruirei aquela cidade, e você!..." Após a última frase, engoli em seco e me vi sendo consumido pelo fogo enquanto várias pequenas criaturas arrancavam minha carne. A sensação era terrível, eu sentia muita dor, e não conseguia me libertar.
Apenas alguns segundos depois, tropecei e cai de cima da torre, e ao cair no chão, acordei.
Expliquei a Canik. Ele entra em desespero. O Oráculo era um demônio muito arcaico e pouco conhecido, mas muito temido: Zoralurk. Canik, ao ouvir minhas conclusões, se enche de medo. Digo para ele sair de Ab'dendriel, mas ele era teimoso demais. E acaba se afastando de mim. Iniciamos uma briga. Meu cajado contra sua agilidade e lanças. É claro, ele não me atacara, e eu continuo os golpes. Até que paro, e o alerto para sair da cidade, e o provoco dizendo sobre alguém que eu já conhecia de Thais: Rufos Octanifer. Falei o que eu ia fazer caso ele não partisse da cidade. Era uma boa apelação. O cabeça-oca acaba se enchendo de determinação e moral a ponto de me ameaçar. Danesse ele. Sai de Ab'dendriel rumo a casa de um fazendeiro que na minha primeira ida para Carlin, ele havia me cedido a casa. Deve estar vazia novamente, então fui para lá, que ficava ao sul da cidade dos elfos.
A noite, não tão longa, me fez acabar dormindo na cama do local facilmente. Teria outras coisas a fazer no dia seguinte: Visitar Venore.
Não pude tirar mais SS pois eu me esqueci de tirar. Mas amanhã eu mostro mais coisas maneiras deste RP sinistro a vocês
Abraço,
Carlos.
Triple post necessário. O que Izan está acontecendo neste tópico que era tão movimentado? .-.
Espero que gostem desse, tem mais prints :a
Nova Venore e seus riscos...
Fui visitar Venore pegando uma canoa do fazendeiro. Fico imaginando onde que ele estava, e o que estava fazendo. Passei horas seguindo o trajeto para Venore. Passei por Ulderek's Rock, vi um exercito enorme de Orcs, eram muitos. Me preocupava.
Ao chegar em Venore, fui investigado por alguns agentes da AVIN, que nem quero explicar agora o que são. Me deixaram passar e entrei na doca para subir ao andar de encima, e conversar com a guia Elane. Conversei um pouco com ela e ela me ensinou tudo sobre o que havia em Venore, e me deu um mapa para visitar as melhores partes, e as necessárias. Guardei e em seguida perguntei sobre algo curioso que ainda me lembrava e que aprendi em Svargrond também: A Febre do Pântano. Ela me disse que estava tudo instável, porém está sendo necessário mais remédios para previnir outra invasão dos doentes.
Me despedi dela e encontrei uma estátua logo quando eu virei. Ficava logo adiante, acima de uma plataforma. Era feita de ouro, e parecia um anjo. Desci para o andar de baixo da doca e andei até uma parte em que eu poderia vê-la mais de perto.
Ah... Realmente Venore estava muito diferente. Sua arquitetura possuia casas feitas de um mármore muito bonito, dourado, com tetos de uma cor verde do mar, de uma água muito cristalina dos mais profundos poços. Me impressionei com a beleza daquele lugar, e fiquei bobo frente aquele lugar lindo. Novamente achei algo que me deixasse feliz, me trouxesse bons sentimentos de volta. Andei por toda aquela cidade, e me lembrei que Elane me falou sobre a Guilda dos Aventureiros. Eu poderia pegar o cristal teleportador no templo de Venore para ir para a ilha, mas depois eu faria isso. Queria conhecer melhor a região.
Segui ao leste da cidade e segui por uma saída de uma torre. Segui a frente, me surpreendendo com várias casas acima de plataformas mais "pobres", e várias pessoas trabalhando. Passei por lá, observando o trabalho, me sentindo um estranho. Poxa, parece que aquela Venore realmente esconde sua realidade através de ótima arquitetura e bem feita.
Desci daquela região e explorei o pântano. Algo me surpreende. Cheira realmente mal, se misturando ao cheiro ruim do pântano. Era um amontoado de lixo, poluindo uma região onde poderia ter uma vida melhor...
Permaneci explorando o pântano e encontrei somente algumas cobras para atrapalhar. Porém, encontrei alguns bichos novos, como uma ave verde que não voava, e apenas dava bicadas. Me defendi dos ataques e a matei, simplesmente. Acho que mesmo se eu não estivesse sob os efeitos da renascenção da morte, eu a mataria de qualquer jeito. Caminhei mais abaixo do pântano e fui encontrando mais dessas aves.
Mais para o oeste do caminho onde eu estava, encontrei uma estranha Guildhall, uma casa gigante que reconheci como "O Lar". Tinha visto fotos sobre ela no tempo em que eu ainda estava em Thais, antes de morrer. Reconheci-a muito bem, e achei ela em si muito bonita vista de frente.
Voltei para Venore pela saída sul, e fui a uma casa ao oeste da cidade para comprar uma corda com o dinheiro que tinha pego na exploração. Tinha perdido a que eu tinha. Voltei para o pântano para ir num local que alertava para não descer num buraco próximo, pois havia criaturas pertencentes a algo relacionado "Charlatan". Não sabia o que era, então decidi ir para lá, sem medo. Tive um contra-tempo péssimo no caminho que quase me custa a vida.
Dois assassinos me pararam e começaram a me atacar. Fugi, óbvio. Não podia enfrentar dois de uma vez, e eu estava sem poções e sem runas de energia. Merda.
Tentei dribá-los na saída sul, mas não consegui. Um deles me derrubou e cravou sua espada-serpente no meu peito. A dor era muito intensa, e eu sentia que ia morrer de novo. Por descuido. Antes de morrer, joguei minha mochila no pântano. Assim, os pobres coitados não iam tirar nada de mim.
Quando fechei meus olhos, perdendo para o abraço da morte, eu reapareci no templo de Carlin, local onde escolhi ser meu lar. Puts, pensei que tinha morrido realmente... Me esqueci da utilidade dos sacerdotes no templo. Quem me salvara era Alia, e só tenho que agradecer, realmente... Levantei do chão e a abracei sem rodeios, e agradeci. Em seguida, mencionei a Guilda dos Aventureiros, e ela me falou que para ir para lá, era necessário uma pedra especial. Pedi e ela me entregou. A usei e fui parar numa ilha muito distante de Carlin, perto de Thais.
Havia um homem perto de mim, Charos. Falei com ele, mas ele me disse que não podia conversar no momento, e que eu não servia para cumprir algumas missões dele. Ignorei e desci um andar abaixo, surpreendido pelo local bonito; pelo menos pra mim.
Conversei com um homem próximo de mim. Esqueci o nome dele... Mas o que ele me falou, não esqueci. Ele me falou sobre as aventuras que eu poderia viver no Tibia, me falou dos novos locais, alguns novos monstros e como funcionava a vida de aventureiro. Me falou de algumas coisas que eu já sabia, e etc.. Gostei de conversar com ele, era amigável, mas mesmo assim não contei sobre minha morte que durou dois meses.
Logo depois, explorei um pouco a ilha e não encontrei ninguém. Ao ver Thais no horizonte escuro, com grande iluminação, senti raiva e nojo. Voltei para dentro da construção e parti num portal no andar de cima, para voltar para Carlin.
No dia seguinte, explorei a região ao redor de Carlin e entrei numa fazenda. Como não havia ninguém lá, fiz algo que nunca imaginei que faria: Roubei algumas frutinhas, as blueberrys, guardei na minha mochila e dei o fora.
Voltei para Carlin com uma cara meio suspeita. Fiquei no deposito por um tempo, pensando no que deveria fazer agora. Se eu deveria seguir o que aquela Oráculo dizia, ou procurar por Rufos Octanifer para atrair Canik para fora daquela cidade de elfos. Mas algo me dizia que isso realmente não ia dar certo.
Última edição por CarlosLendario; 24-03-2013 às 18:37.
Nossa, nem dá pra não ver as fotos
Gostei da história, bem legal!
[L.T] Khyronn (RP) & Panor Amix (ED) [L.T]
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Trust No One
"We must do what we can with the time its given to us"
21:52 Daix Trevax [208]: ultima vez que eu fui na igreja o padre tento me exorcisa << wtf
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