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Tópico: Dragão Escarlate

  1. #11
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    Olá, muito obrigado pelos comentários, eles são como combustíveis para continuar escrevendo. Bom, a história se baseia puramente no Dragon Lord tibiano, só que eu achei que ficaria muito clichê e repetitivo descrever uma aventura com os personagens tibianos, até mesmo porque eu nunca cheguei ao nível de matar um. Resolvi dar novos nomes, novos personagem me baseando apenas no Dragon Lord da qual também mudei o nome e um pouquinho da morfologia draconiana. Sério, obrigado mesmo pelos comentários.

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  2. #12
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    Pergaminho IV

    Estava tudo destruído ao redor. Tudo aquilo que foi construído com afeto. Erwin'Mor após a última batalha saíra acolhendo a todos os oprimidos e marginalizados. Oferecera-lhes lar, proteção e aconchego. O reino cresceu nos seus conformes. Reduziu-se a pó, o sonho de um reino próspero e levou consigo o desejo de um mundo pacato do falecido Erwin'Mor.

    Dos escombros surgiu um ser com uma massa corpórea um tanto avantajada, um jovem musculoso. Trajava um kimono surrado e velho, saiu dos escombros com o rosto ferido mais não demonstrava dor. Era Dylan que ao fio da morte ouvira o grito de dor do amigo. Queria mas, não se deixou levar pelo ímpeto de morrer, perdera tudo, família, amigos e o lar. Mais acabava de ganhar um desejo fomento que queimava no coração, o desejo de vingança.

    Erwin’Mor perdera as forças, era lástimavel, mas não podia deixar-se levar pela tristeza. Erika ao seu lado pensava numa maneira de ajudar o amigo.

    Dylan caminhou coxeando em direção à saída da cidade, não conseguia enxergar de um olho, deduziu que o recente ferimento em seu rosto havia causado a perca de um de seus olhos. O que só aumentava o ódio.
    O sol se caia ao poente e aquela beleza natural tinha o poder de tornar tudo gracioso, até mesmo uma cidade destruída. Uma brisa passageira moveu-lhe os cabelos, e quando sua face voltou em direção reta, viu ali o amigo encostado em uma pedra e acompanhado de uma garota. Conteve sua alegria, sentiu-se aliviado. Começou a sentir toda a dor de seu corpo, mas caminhou o mais rápido que conseguia:

    - Erwin’Mor. - gritou Dylan

    Erwin’Mor levantou a cabeça, seria aquilo uma alucinação? Não, seu melhor amigo estava ali vivo, ferido, mais vivo e ambos tinham muito a conversar.

    Correu para apoiar o amigo ferido e o acomodou sobre a pedra. A noite caia, Erika invocou fogo, e aquela fogueira iluminou os três, sombreando-lhes as faces. A bruxa viera preparada, pegou da mochila algumas ervas, enquanto Erwin’Mor limpava as feridas da face do amigo com compressas de água e ervas. Feito o curativo, Dylan se dispôs a falar:

    - As tropas invasoras tinham o brasão do rei do leste, mas as suas feições eram diferentes, pareciam possuídos. - A voz de Dylan era fraca.

    Erwin’Mor refletia, e lembrava-se da insistência de Emperatus em despertar o Senhor Escarlate. E também era o rei mais influente. Alguma coisa estava errada, concluiu.

    - Canalha. - o Jovem resmungou

    - Conte comigo ‘Mor. - A voz ainda era fraca. – Estamos trilhando o mesmo caminho de ódio, já que perdemos tudo. - terminou com o tom sincero.

    - É um caminho sem volta, não há arrependimentos. - Respondeu Erwin’Mor.

    Mas Dylan já havia caído no sono, à fogueira estava fraca e a lua prateada reluzia ao céu.

    - Durma também Erika.

    Erika se acomodou no ombro do jovem. Erwin’Mor passou a olhar sua face tão intensamente, que a sua própria corou. Tinha uma missão, proteger seus amigos e acabar com a ameaça. Não conseguiu dormir. E viu as estrelas irem se apagando uma a uma.
    Última edição por Mephisto Waltz; 03-03-2013 às 02:08.

  3. #13
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    Pergaminho V

    Amanhecia serenamente. Dylan acordou, sentia algumas dores musculares e o curativo em seu olho ainda ardia. Moveu a cabeça procurando olhar ao redor e sentiu-se triste por ver que todo o ocorrido no dia anterior não era um pesadelo. Erwin’Mor ainda acordado cumprimentou o amigo. Erika também acordou, desapegou-se do colo de Erwin ficando um pouco corada. E prontificaram a planejar o dia.

    - Temo que o conselho não saiba da traição de Emperatus, avisá-los é o nosso primeiro objetivo. - Iniciou o jovem rei, Dylan e Erika assentiram.

    - Suponho que ainda estão nas redondezas. - Advertiu Dylan lembrando-se dos soldados - Eles não eram comuns, eram espectros. - Continuou Dylan.

    - Apenas os magos mais poderosos invocam esses demônios, isso é magia negra pura. Tem certeza de que eram realmente espectros? – Perguntou Moon.

    - Suas faces pareciam se decompuser, não eram nem de longe humanos. – respondeu.

    Os espectros eram criaturas demônios, necrofílicas que são invocados por contrato, mas para permanecerem na terra precisam de um receptáculo. Todo poder místico que causa dor e que fere, é considerado magia negra. E a magia de invocação é proibida, e os que ousam violar pagam com a eterna escravidão.

    - Bom, temos ai então uma prova, só precisamos encontrar o líder do conselho. - Concluiu a bruxa, todos assentiram e caminharam em direção a noroeste, onde reside Namur, o rei ancião.

    Namur reconhecia a ambição de seu filho, então cedeu-lhe o reino ao leste. Sabia também que essa tal ambição algum dia o prejudicaria. Tudo isso se resultou na religião Nova que fundou, não pudera fazer nada para impedi-lo. Ia envelhecendo e enfraquecendo, e esperava por esse dia. Lembrou-se de seu amigo, lembrou da última batalha, lutara lado a lado de Erwin’Mor, mas agora só o que podia fazer é apoiar o herdeiro. Confiaria um segredo de seu velho amigo a seu filho, e só então poderia morrer e descansar em paz.

    Os jovens caminhavam em planícies repletas de árvores e flores selvagens. Os passos faziam alguns pequenos animais correrem. Já era possível visualizar as torres do castelo de Namur, fumaças subiam indicando a presença humana. Algumas aves perambulavam pelo céu, a manhã era calorosa, mas os havia mentes perturbadas percorrendo pelo mundo.

    Ao chegarem ao reino de Namur, viram que tudo ainda se mantinham ás ordens, seus súditos mantinham-se leais ao seu rei. Tamanha era a sabedoria com que regia Namur. Foram recepcionados pelos guardas na entrada como que já os esperassem. No salão principal encontraram o rei sentado em seu trono. Namur já os aguardava, ordenou para que deixassem a sós e a audiência começou.

    Dylan impaciente movia-se para se retirar. Encerrado os jovens iam se retirar. O rei começou a tossir, engasgar-se, estava sem ar. Levou as mãos ao pescoço como a estrangular-se e emitia um agudo de agonia. Erwin'Mor acudia o rei sem saber o que se passava. Erika visualizava algo como uma fumaça preta saindo da boca do rei. Foi a única.

    Era um selo que foi posto no ancião por ninguém menos que seu próprio filho. Esses selos eram acionado por palavras chaves, morreria sufocado. Nesse caso supôs a bruxa que “Mate”, era a chave pois esta foi a última palavra dita pelo ancião.

    Não demorou muito para os guardas real entrarem e se depararem com seu rei morto. Dylan entrou em posição de ataque e a bruxa também ia se preparar, mas Erwin’Mor acenou negativamente com a cabeça. Não era para resistir. Também não havia jeito, a prova do suposto crime era provável demais. Renderam-se calmamente e foram levados para a masmorra do castelo onde ficaram presos e desarmados.

    - Daqui para forca! - Exclamou Dylan injuriado. Erika concordou.

    - Pensaremos em algo. - Jovem tentou se defender.

    - Irão comunicar a Emperatus sobre a morte do pai e dirão também que os responsáveis estão encarcerados. Simplesmente o nosso fim. - A bruxa estava aturdida.

    Erwin'Mor se mantinha positivo. Via alí uma possibilidade de encarar frente à frente Emperatus. Erika aquietou-se. Dylan tentava usar da força bruta para alargar a grade. Erwin’Mor estava pensativo, talvez houvesse ali algum arrependimento, não estava confiante. Seria demais ter tentado a resistência?

  4. #14
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    Interessante... Os dois capítulos ficaram bons, que pena o reino do 'Mor ter sido destruído...

    A parte de Namur foi bem estranha, não entendi de primeira, que eu saiba não tinha ninguém que tinha dito a palavra-chave. Estranho, hein... D:

    E acho que deviam ter tentado a resistência, era uma opção, a única, para não serem presos e mortos e a história acabar mais rápido. Mas vejo que tem mais vindo aí, então vou aguardar.

    Espero que continue, estou acompanhando sempre que possível!



    ◉ ~~ ◉ ~ Extensão ~ ◉ ~ Life Thread ~ ◉ ~ YouTube ~ ◉ ~ Bloodtrip ~ ◉ ~ Bloodoath ~ ◉ ~~ ◉

  5. #15
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    Estou gostando do ritmo da história, mas tenho que concordar com o Carlos, você pulou uma parte ali: o diálogo inteiro da reunião. Alguns errinhos nesses dois últimos capítulos, mas nada demais. Só vou apontar que você vem usando o hífen (-) no lugar do travessão (―) nos diálogos. Para fazer o travessão no Word, use Alt + 0151.
    Abraços!




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  6. #16
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    Como recém-chegado a estas terras, vou conter-me em dizer que está ficando muito boa e pedir que continue escrevendo-a. Deixo as críticas e sugestões para os mais sabidos do assunto.

    Acompanharei-o de perto!
    Assistam minha Annihilator no YouTube! /watch?v=1WkBBJFRT44

    02:24 Katther Piller [68]: oq eu levo pra kebra teias?
    02:25 Diamond Hearth [139]: leva qqr arma
    02:25 Katther Piller [68]: q tipo de arma?
    02:25 Diamond Hearth [139]: axe...sword...club
    02:29 Katther Piller [68]: 01:29 You see a kitchen knife. comprei essa
    02:29 Katther Piller [68]: sera q presta?

  7. #17
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    Bom dia!

    Desculpe a demora em comentar aqui x.x

    Bem, vou dizer que adorei esses ultimos capitulos xD As criticas que eu tinha para fazer ja foram feitas pelos que comentaram antes de mim.

    Espero que voce continue! Sua historia eh muito boa!

    Abraco,
    Iridium

  8. #18
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    Pergaminho VI



    ― Senhor temos um mensageiro. ― Disse o súdito.

    ― Deixe-o aproximar. ― ordenou Emperatus.

    ― Foi anunciada a morte do rei ancião, os responsáveis ficarão sob custódia até você consentir uma punição. ― Disse o mensageiro.

    ― Quem são os prisioneiros?

    ― São três jovens, meu senhor. Dizem os boatos que entre ele está o herdeiro de Erwin’Mor.

    ― Mais que ótima notícia, volte e ordene que os mantenham presos até a minha chegada. ― Emperatus soava triunfante. Talvez a sorte estivesse ao seu lado, pensou.

    Ordenou aos cultistas que mantivessem o ritual. A presa, a peça chave estava chegando, pensou.

    ― HAHAHA. ― A gargalhada entoou por toda a caverna. Emperatus entrou em sua carruagem e seguiu em direção ao castelo.



    Na prisão, Erwin’Mor se lamentava o vacilo. Sentiu-se culpado por não proteger os amigos. Erika percebeu a tristeza do amigo e aproximou:

    ― Sairemos dessa, com certeza. ― disse numa voz suave e apaziguadora.

    ― Certamente que sim. - disse Dylan interrompendo seu estado de concentração.

    ― Então o jovem rei, do reino ao sul está enclausurado? ― Disse cinicamente Emperatus.

    Os três viraram em direção à voz, e lá estava em pessoa o inimigo. Dylan avançou em direção as grades numa tentativa de agarrar o pescoço do mago, foi em vão. A bruxa e o jovem o encaravam.

    ― Calma ai cãozinho raivoso, terá sua chance. Claro se saírem daqui, HAHAHA. ― Emperatus parecia se divertir.

    ― Matou seu próprio pai, canalha! - Gritou a bruxa

    ― Eu? Não, não, aquilo foi uma maldição que ele mesmo conjurou em si. ― Respondeu Emperatus, ainda cínico. – Mas ele iria morrer de qualquer jeito.

    ― Maldito! – Bradou Dylan ainda grudado às grades.

    ― Sim, esse é um nome muito adequado para mim. Bom chega dessa ladainha toda. – O mago ergueu as mãos e sussurrou algumas palavras.

    Acabara de conjurar uma magia. Uma nuvem de pó de com marrom surgiu sobre o teto da prisão, Erika se antecipou levando a mão ao nariz. Dylan foi o primeiro a cair, Erwin tossiu e cambaleante também caiu. Erika sentiu um forte peso em suas costas, tentou conjurar uma contra-magia porém, não conseguia pronunciar as palavras, sonolenta, foi ao chão. Os jovens dormiram forçadamente. A sala foi invadida por uma tropa espectral.



    Erwin’Mor finalmente se recobrou, estava acorrentado e deitado num altar provisório, que dava de frente para uma criatura. Não se assustou. Parecia já ter conhecido aquela criatura. Era o ser mais incrível que já vira, e também a mais terrível de aparência. Começou a se debater tentando sair, mas ainda estava com sono e incapaz de falar. Acalmou-se.

    Erika e Dylan estavam prostrados sobre uma guilhotina. Á frente deles, uma multidão, algumas pessoas sussurravam algo, outras estavam empolgadas. A bruxa pensava um meio para se livrar, Dylan mantinha-se sereno, as feridas de seu rosto estavam quase cicatrizado, e causava o desvio de olhar das pessoas.

    ― Sentencio com a morte por decapitação esses dois criminosos, culpados de matar vosso rei. ― Disse um velho juiz.

    ― Esperem! – Uma voz gritou.
    Todos se voltaram para a voz que havia proferido aquela palavra. Era um senhor com moldes reais que vinha se aproximando.

    ― Suponho que a morte forjada de vosso rei não seja culpa desses jovens. ― Disse o mesmo.

    ― Com que baseia estas palavras, Tuner, rei das terras ao noroeste? ― Perguntou o Juiz que o reconheceu. Tuner era muito amigo do falecido rei.

    ― Permita-me ler esta carta que chegou às minhas mãos. Quero que reconheçam depois a assinatura autentica de meu amigo Namur. ― Tuner pigarreou e continuou em voz alta. ― Ao meu honroso amigo Tuner. Se esta carta chegar em suas mãos, quer dizer que já estou morto. Não se preocupe, já o perdoei seu voto positivo no conselho, sei mais do que qualquer um que suas terras e seu povo, são os que mais sofrem com o caos. Mas lhe envio esta carta com o propósito de te fazer um pedido póstumo. Foi-me lançado uma maldição, por meu filho Emperatus. Eu tinha que ceder um segredo ao herdeiro de Erwin’Mor, era minha missão. Lamento esse meu destino, pois não fui capaz de enfrentar meu filho. Temo que o herdeiro de Erwin’Mor seja vitima dessa cilada, peço que salve a luz do nosso mundo. ― Terminou o rei, e olhou a procura do jovem. Todos ouviram e se espantaram. Uns ficaram sem entender o que se passava.

    ― Lamento senhor, mais Emperatus levou consigo o jovem e nos ordenou a execução destes dois. Somos tão vitimas quanto eles. ― Disse o velho juiz e em seguida ordenou que os liberassem.

    Um dos servos de Emperatus estava ali de espião, quanto ao discurso de Tuner nada pudera fazer, e apressou-se em enviar um mensageiro para Emperatus. Sabia o que teria que fazer se tudo desse errado destruiria a cidade assim que eles saíssem.

    Dado a ordem o juiz se lamentou o ocorrido. Os prisioneiros se foram com o rei, para o sudoeste. No caminho os jovens contaram o que Namur havia dito.

  9. #19
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    Opa, capítulo novo!
    Ficou um pouco estranha a narração nesse capítulo. Acho que é porque os personagens ficaram sem uma personalidade bem definida. O Emperatus, por exemplo, que nos outros capítulos sempre se mostrava pensativo e sério, de repente perde toda a compostura? Me causou estranhamento.
    Agora, sobre os pontos positivos: gostei muito da virada na história, é bom finalmente um capítulo acabar bem para o lado do bem. E vi que você começou a usar o travessão, muito bom! Agora evite ficar apertando tantos "Enter"s durante os diálogos, ao invés de
    ― Senhor temos um mensageiro. ― Disse o súdito.

    ― Deixe-o aproximar. ― ordenou Emperatus.

    ― Foi anunciada a morte do rei ancião, os responsáveis ficarão sob custódia até você consentir uma punição. ― Disse o mensageiro.
    poderia ser
    ― Senhor temos um mensageiro. ― Disse o súdito.
    ― Deixe-o aproximar. ― ordenou Emperatus.
    ― Foi anunciada a morte do rei ancião, os responsáveis ficarão sob custódia até você consentir uma punição. ― Disse o mensageiro.
    Estou esperando o próximo capítulo!
    Abraços!
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  10. #20
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    Opa amigo, obrigado. Vou reservar um fds só pra corrigir os erros mencionados, inclusive fazer uma correção nos capítulos anteriores. Quanto ao Emperatus, penso eu que agora ele pode mostrar o outro lado dele. hehe

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