Saudações, frequentadores do Fórum!
Demorei mais do que gostaria, mas espero que o capítulo tenha ficado bom! Como havia comentado no meu último post, começarei com uma rodada de Extras para essa história, e já trago para vocês o link do primeiro extra desse ano, que estará também disponível na página inicial de A Voz do Vento.
Spoiler: A Voz do Vento 2016, Extra #1
Spoiler: (14/02) A Voz do Vento 2016, Extra #2
Passando agora rapidamente para as Respostas:
Spoiler: Respostas aos Comentários
Sem mais delongas, o Capítulo de Hoje!
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Spoiler: Extra Musical
Capítulo 38 — Esquecimento, a Eterna: O Desafio dos Sonhadores (Parte 2)
“For King and Country
With Honor and Virtue
We will Protect this place
So that HE can never return…”*
(Narrado por Andarilho do Vento)
Pouco a pouco, fomos nos entendendo; aquele teste de cores era mais um teste de paciência que qualquer outra coisa. Ireas, posicionado próximos às plataformas ao norte do salão, nos orientava quanto às plataformas a serem pisadas.
Começamos a ir bem; depois de perder todo aquele tempo com aquela briga — à qual certamente tentaria retomar, para que Ireas visse seu erro —, começamos a mover as almofadas para os locais corretos. Linha a linha, coluna a coluna, transformamos aquela confusão de cores em regimentos bem alinhados e segregados conforme o exemplo que havíamos visto. Ouvi o som de algo energético sendo criado ao longe, e vi um campo de força mágico aparecer no outro canto da sala: havíamos concluído a primeira etapa do desafio.
— E agora, ? — Indagou Ireas.
— Agora... É passar pelo campo, eu acho. — Jack replicou, hesitante. — Não tem mais o que ser feito nessa sala, e tenho a impressão de que isso foi apenas um aquecimento.
— Espero que esteja certo, Spider... — Resmungou Yami. Quisera eu que ele estivesse de volta à sua Lâmpada.
— Vamos atravessar o campo, então. — Ireas falou, aproximando-se de nós. — Vamos todos juntos e de uma vez, só por garantia.
Concordamos com a sugestão do Norsir, e seguimos juntos para o próximo desafio, passando pelo campo mágico sem dizer uma única palavra. Em pouco tempo, estávamos diante de um corredor escuro e comprido, sem ter muita referência para onde ir à seguir. Continuamos em frente, até uma luz azul clara se manifestar no horizonte: mais um teleporte para o desconhecido. E não tivemos outra opção senão tomá-lo...
***
(Narrado por Rei Jack Spider)
Uma salinha espremida com quatro alavancas, uma em cada canto das paredes. Era isso que nos aguardava ao final daquela estranha caminhada; além disso, havia um teleporte no centro da sala. Respirei fundo; talvez as nossas dificuldades fossem começar.
— Bem... – Comecei, hesitante. — Acredito que tenha uma ordem para se puxar essas alavancas. Agora, o que elas fazem... Eu não sei.
— Vamos descobrir, então. — Yami falou, dirigindo-se a uma das alavancas.
Assim que ele a puxou na direção oposta à que estava, ouvimos um clique, e nada aconteceu; certamente, puxara a alavanca errada. Eu o vi erguer uma sobrancelha em sinal de confusão, e logo Ireas decidiu puxar uma das alavancas. Ouvimos novamente o clique e, dessa vez, a parede desceu. Vimos três pilares suntousos à nossa frente, e não demorou muito até começarem a disparar projéteis mágicos em nossa direção.
— Droga! Exura San! — Gritei, assustado. — Não era isso que eu tinha em mente! Exura San!
— Exura Gran! — Ireas replicou, resmungando o feitiço. — Wind! Abaixa a alavanca! Exura!
Wind obedeceu o clamor de Ireas, e a segunda parede cedeu ao clique da alavanca; infelizmente, isso revelou mais três pilares mágicos, que continuram a nos açoitar com sua magia interminável.
— Yami! Sua vez! — Rugiu Ireas entre um feitiço e outro.
Yami concordou, e o mesmo problema de outrora aconteceu.
— Pelo amor de Uman, não é possível! — Vociferou Wind. — Exura Ico! Acertem a alavanca!
— É a minha! — Gritei. — Yami, comigo! Ao mesmo tempo!
O Darashiano obedeceu e todas as paredes cederam, revelando um total de doze dos pilares mágicos; Wind nos empurrou para dentro do teleporte central, na esperança de nos proteger. No fim das contas, era isso que precisava ser feito.
Estávamos em outra sala — e bem feridos.
****
(Narrado por Yami, o Primeiro)
O local parecia um antigo quartel — barris de provisões pútridas, deixadas ali ao sabor do tempo, armários, camas e algumas roupas puídas jogadas no chão. Havia, também, um espírito a nos olhar: o espírito de uma mulher, a qual parecia ter sido uma nobre em vida. Ela tremia, como se sentisse frio. Talvez ela estivesse com frio de fato.
Os outros dois pareciam observá-la atônitos, sem entender o que deveria ser feito ali; Ireas estava pensativo, intrigado com a aparição e provavelmente pensando na melhor forma de abordá-la. Eu, por outro lado, sabia o que fazer.
—Olá, senhorita. — Falei, aproximando-me da aparição, que virou seu rosto em minha direção. — O que faz aqui?
— Eu... Eu já fui viva uma vez... — A aparição tinha uma voz divina, doce. — Era um membro dos Cavaleiros do Pesadelo... Agora, não sou mais que uma sombra vagando por esses frios corredores... — Dito isso, ela voltou a alisar os braços com fervor, tentando livrar-se do frio que a afligia.
— Então, você também teve que passar por esses testes? — Ireas indagou, aproveitando minha deixa.
A aparição sorriu para nós.
— Esses salões são apenas uma distração para aqueles que não prestam atenção. — Ela silvou lentamente. — O caminho verdadeiro está bem escondido...
— Fale-nos sobre o caminho! — Jack pediu, por fim.
— Há um segredo... — A aparição estava cada vez mais errática. — Mas eu... Eu não consigo lembrar... E não poderia contar-lhes de forma alguma. Mas... Talvez... Está tão frio aqui... Se vocês puderem me dar um parzinho de botas que possam aquecer-me eu possa lhes dar alguma dica.
Dito isso, estalei meus dedos e conjurei um par de botas para a moça, entregando-lhe com simpatia.
— Aqui está. São para você.
A aparição pegou as botas, e vi os pares deixarem de ser físicos, convertendo-se em energia espiritual; achei aquilo tudo fascinante, e aguardei pela resposta da moça.
— Oh! Muito obrigada, gentil rapaz! — A aparição falou, com um sorriso no rosto. — Essas botas certamente me trarão algum conforto... Está frio assim desde minha morte... Bom, quanto à dica que lhes prometi, tudo o que posso dizer é que apenas os herois que caíram podem lhes mostrar o real caminho; e, apesar de ser um jogo, pode mudar o que acontecerá no futuro.
Com isso, a aparição dissolveu-se no ar, deixando para trás uma brisa gélida, que seguiu em duas direções: à frente e à esquerda. Eu e Ireas seguimos à esquerda, e os outros dois foram para a direita. À nossa frente estavam os seis catres velhos e os armários e baús. Começamos então a investigar aquele recinto, olhando as camas e os baús. Enquanto isso, eu ouvia os outros dois conversarem sobre alguma coisa.
— Bem, parece ser um tabuleiro de jogo-da-velha. — Falou Jack. — Fora isso, nada de mais.
— Sendo assim, vamos voltar e ver como está Ireas... — Resmungou Wind.
— Tem certeza? — Jack indagou. — Você não parece nem um pouco animado com isso...
— Eu não gosto de Yami, e tenho certeza que ele está tramando algo. — Wind replicou, abaixando o tom de voz. — E eu acho que Ireas não suspeita de nada.
Revirei meus olhos com aquilo; que absurdo! Nesse meio tempo, enquanto aqueles dois continuavam a tricotar como duas velhas agourentas, encontrei algo em um dos baús: um livro entitulado “Livro dos Herois Perdidos”. Abri-o, e encontrei as seguintes inscrições:
Askuro
Mantar
Ildoni
Maxmof
Xemodo
Oxanti
— Ireas! — Falei, erguendo o livro. — Achei algo aqui!
O Norsir veio em minha direção, para o desgosto da outro dupla; entreguei-lhe o livro e nos reunimos no centro do salão, pensando no que fazer à seguir.
— Tem uma alavanca naquela sala, e parece ser um grande tabuleiro de jogo-da-velha. — Wind falou, cruzando os braços. — O que vocês acharam?
— Os nomes de seis herois antigos dos Cavaleiros do Pesadelo. — Repliquei com leve desinteresse em minha voz. — O que faremos com essa informação?
Ireas e Jack se deslocaram para a outra sala, indo em direção à alavanca; o Norsir a puxou, e surgiram peças enormes de jogo da velha no chão: X e O em uma quantidade exata.
— Ao que parece, os herois do passado vão guiar o jogo mais monótono que conheço... — Falei após soltar um largo suspiro. — Vamos aos trabalhos.
— Bom, como só tem X e O, suponho que tenhamos que preencher apenas as lacunas correspondentes a essas letras. — Jack concluiu. — Seria legal se um de nós cuidasse da lista para os outros completarem as lacunas.
— Certamente! – Falou Ireas. — Dessa vez, Wind, você pode assumir essa tarefa.
Eu sorri um sorriso mau quando Ireas disse o que dissera; seria uma ótima oportunidade para o Yalahari falar menos que a boca. Ele abriu o livro com um resmungo, e eu me preparei para pegar as peças necessárias para a tarefa.
— Acho que devemos começar do topo, da fileira mais próxima à parede... — Falou o Yalahari, pigarreando de leve. — Askuro! — Wind ditou. — O Mantar não precisa... Deixem a fileira livre... Ildoni!... Maxmof... Xemodo... Tá certo isso? — Eu ouvi um riso baixo vindo por parte do ruivo.
Na medida em que Wind ditava, posicionávamos as peças pensando em escrever os nomes de cada heroi no chão. Para cada X ou O presentes nos nomes, colocávamos a peça equivalente. Caso fosse outras letras, deixávamos o espaço equivalente em branco.
— Oxanti! Pronto, foi o último! — O Yalahari falou enquanto enfim colocávamos a última peça no lugar. — E agora?
Ouvimos um novo sussurro no vento parado daquele salão; saímos da sala e nos deparamos com uma alavanca que outrora não estava lá; puxei a alavanca e um novo campo mágico surgiu; e eis que todos nós optamos pela travessia...
****
(Narrado por Ireas Keras)
Mais uma sala; dessa vez, havia uma alavanca, uma fonte seca e um dispositivo estranho ao centro; testei a alavanca, e, sem muita cerimônia, um líquido verde e borbulhante preencheu a fonte de pedra; ouvimos o som de estática, e logo surgiu a luz, gerada por feixes mágicos de energia , orientadas pelas cercas de metal que mantinham grandes menires mágicos. Fiquei intrigado, e decidi seguir em direção ao estranho espaço, e os demais me seguiram.
— Acho que esse é o transporte de que meus pais haviam falado. — Disse Jack ao olhar a estrutura. — Bem, nessa estrutura, têm quatro plataformas... Uma em cada direção. Para cada uma, temos que sacrificar algo que simbolize a vida e a morte.
— Podemos usar os aneis como antes. — Yami disse, conjurando mais uma quantidade de Aneis da Morte.
— Vamos precisar de Aneis da Vida também, Yami. — Disse Jack. — E acho que um para cada um de nós.
Yami assentiu e criou quatro Aneis da Vida, distribuindo-os.
— Agora... Se não me falha a memória, precisamos de fogo e água; ambos podem dar a vida, e tirá-la se assim desejarem.
Assim que Jack falou isso, Yami conjurou quatro baldes de água e quatro runas de Campo de Fogo; comecei a estranhar aquela gentileza toda; aquele não aprecia ser o Yami que conhecíamos...
Cada um de nós tinha o que era preciso para ativar a máquina. Jack foi primeiro; ele usou a runa à sua frente, fazendo aparecer o fogo dourado; ele estendeu o braço esquerdo em direção à outra plataforma e depositou o Anel da Vida ali; em seguida, jogou água no caminho da entrada, e usou o braço direito para jogar o Anel da Morte na última plataforma. Vi um campo mágico surgir no meio da estranha estrutura, e Jack entrou nele, desaparecendo logo em seguida.
Wind olhou rapidamente para mim, preocupado e decidido ao mesmo tempo. Acenei postivamente com a cabeça, e deixei-o ir à frente, torcendo para que esses testes logo chegassem ao fim. O ruivo repetiu o mesmo procedimento e, assim como Jack antes dele, jogou-se no teleporte e desapareceu. Agora, éramos eu e Yami. E ficamos um tempo ali em silêncio.
— Quer que eu vá primeiro? — Yami indagou, estranhamente afável.
— Diga-me o que quer. — Repliquei, desconfiado. — Estamos aqui há horas, e você mudou da água para o vinho; antes estava agindo como um imbecil arrogante, e agora está... Dócil. Então, eu quero saber, Yami: o que você quer, afinal?
O Efreet ficou um tempo calado, assustadoramente sério; fiquei olhando para ele, esperando alguma resposta. Alguma reação... Algo que me dissesse suas verdadeiras intenções.
— Quero entender seus motivos. — Ele replicou, levemente melancólico. — Quero entender por que você me manteve vivo, sendo que pertenço agora a uma raça em extinção. Quero entender os termos da minha penitência. Só isso.
Dito isso, ele fez o mesmo que Wind e Jack fizeram, e eu fui logo atrás, na esperança de conseguir mais respostas...
****
Vi meu próprio corpo deitado em uma cama, dormindo o sono dos justos... Mas minha mente estava ainda bem desperta... No primeiro cenário em que me vi, nos campos ainda verdes de Rookgaard, lá estava Yami, andando sem rumo e sem destino.
— Como assim, “raça em extinção”? — Indaguei, tentando atrair sua atenção.
Yami parou de andar, e vi as cores de Rookgaard mudarem tragicamente; os campos morreram, o céu escureceu e tudo ficou mais decrépito do que me lembrava. E Yami continuou lá, parado.
— Os Efreets não tem mais espaço nesse mundo, Keras. — Yami falou por fim, olhando-me de soslaio. — Acabou para nós...
Dito isso, ele começou a andar e eu o segui, procurando por respostas; foi então quando senti uma enxurrada me atingir, e vi-me embaixo de águas que eu não conhecia, com um misto de grandes estruturas rochosas e de puro gelo ao longo do assoalho oceânico. Estranhamente, eu não me sentia sufocar; na realidade, respirar era uma atividade normal, assim como andar. Agora, Yami estava com o rosto virado em minha direção, olhando-me por cima do ombro.
— Você não sabia de onde vinha ou ao quê pertencia, não é? — Indagou-me o Djinn. — Eu não sabia também até o dia em que conheci Malor... E agora, ele não está mais nesse plano. Ele está eternamente preso na Lâmpada Amaldiçoada, e clama por nós para que venhamos a dormir o sono eterno ao seu lado...
Yami virou o rosto em direção ao horizonte, ficando de costas para mim.
— Um a um, vamos todos ser mortos por aquele que nos prometeu liberdade.
O Darashiano continuou a andar e eu apressei meu passo, saindo da água e passando direto por um salão ardente, tomado por demônios de colossal estatura e Efreets de cimitarras gemadas e peles esverdeadas com o aspecto vítreo. Yami começou a acelerar o passo; e as imagens passaram rapidamente.
Vi a minha infância e a dele naquele tempo-espaço confuso; vi a vida que Yami levara com a irmã até o dia em que minha mãe surgira em sua vida; vi Esquecimento Eterno prometer-lhe liberdade caso Malor falhasse; e vi a vida de Yami quase se esvair em minha última investida, e em como ele sonhou com o dia em que sua irmã voltaria a amá-lo como o Yami que costumava ser.
Começamos a ouvir o som de relógios; eles todos soavam em cânone, com os ponteiros em diferentes horas e minutos, com os pêndulos indo para lá e para cá em uma marcha infernal; vi o medo de Yami projetado céu acima enquanto ele estava parado novamente, com a cabeça baixa.
— Malor foi traído por um dos nossos... — Yami falou em tom queixoso, meneando a cabeça. — E agora é nosso sangue que ele quer. Ele fez tudo o que fez apenas para si... A cor de nossas peles nunca importou, afinal...
“VOCÊ ESTÁ SONHANDO... VOCÊ ESTÁ SONHANDO... VOCÊ ESTÁ SONHANDO...”
— Use essa chance então para se redimir, Yami. — Falei, aproximando-me dele. Uma vez que a verdade é vista, nunca é tarde para mudar.
“VOCÊ ESTÁ SONHANDO... VOCÊ ESTÁ SONHANDO... VOCÊ ESTÁ SONHANDO... VOCÊ ESTÁ SONHANDO... VOCÊ ESTÁ SONHANDO... VOCÊ ESTÁ SONHANDO...”
O som começou a ficar cada vez mais infernal.
— É hora de acordar, Yami. Precisamos acordar!
“VOCÊ ESTÁ SONHANDO. VOCÊ ESTÁ SONHANDO. VOCÊ ESTÁ SONHANDO. VOCÊ ESTÁ SONHANDO. VOCÊ ESTÁ SONHANDO. VOCÊ ESTÁ SONHANDO.VOCÊ ESTÁ SONHANDO. VOCÊ ESTÁ SONHANDO. VOCÊ ESTÁ SONHANDO...”
Ele fechou os olhos, e eu também; segurei seu braço e corri para frente com Yami; quando abrimos nossos olhos novamente, vimos Jack e Wind falando com um senhor espectral. Eu, infelizmente, já sabia que não era com aquele senhor que eu deveria falar. Pedi para Yami fazer silêncio; abrimos um dos baús e ganhamos algumas pequenas recompensas pelo nosso esforço.
Felizmente, eles estavam distraídos demais para perceber que eu e Yami já havíamos saído do Reino dos Sonhos... Agora, íamos em direção ao fim daquele corredor sombrio, onde havia manchas de sangue e caveiras espalhadas no chão. Lá, eu já sabia quem me esperava.
O Mestre dos Ossos. Havia chegado a hora de eu conseguir o prêmio que eu tanto almejava.
Era um homem vestido de preto da cabeça aos pés; só conseguia distingir dois pontos vermelhos brilhantes por dentro de seu capuz. Ele riu de forma grave e sinistra quando eu e Yami chegamos até ele.
— Até que enfim... Aguardava ansiosamente por esse dia. — O homem tinha um Tomo em mãos, e mostrou-me com suas mãos cadavéricas. — Antes de entregar isso... Pela ironia das circunstâncias, preciso perguntar... Ireas Keras, você quer se juntar à Irmandade dos Ossos?
Continua...
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Glossário:
(*): Os dizeres completos do lema dos Cavaleiros do Pesadelo, afixados nas Ruínas de Plains of Havoc. Em tradução livre, fica:
"Pelo Rei e pelo País,
Com Honra e Virtude,
Nós Protegeremos esse Local,
Para que ELE nunca possa retornar...
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Demorei, mas postei! Fico no aguardo de seu feedback, pessoal! até a próxima
Nos próximos dias, estarei viajando, mas pretendo continuar preparando os capítulos e os extras! Abraço!
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