Saudações!
Com a II Justas Tibianas finalizada, resta agora apenas entregar os prêmios. Minha facul retorna daqui uns diasestou triste
Como será meu semestre de execução do TCC, tentarei agilizar aqui o quanto eu puder. Provavelmente, a III Justas Tibianas, que começaria por agora em Março-Abril, será adiada para a data provável de Julho.
Btw, quem tiver uma história ativa ainda no período de 2016 a 2017 está mais que convidado a se inscrever para o Melhor História Roleplaying - Edição 2017 (o Oscarhonestoda Seção), que será chefiado pelo nobre @CarlosLendario.
Basta colocar o título da sua história (com link para o tópico dela), uma curta sinopse, a quantidade de Capítulos totais e se ela está ativa durante o período requisitado.
Eu inscreverei A Voz do Vento nessa edição, e desejo a todos boa sorte
Vamos agora aos Comentários:
Spoiler: Respostas aos Comentários
Sem mais delongas, o Capítulo de Hoje!
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Spoiler: Bônus Musical
Capítulo 5 — Völuspá
As Brumas revelam o caminho da guerra…
Vinte e dois anos antes.
(Narrado por Asralius)
Sentado no peitoril de pedra de meu campanário, chorava o pequeno Ireas. Seu choro baixo e solitário ecoava por aquele pequeno salão de pedra, raramente visitado, onde eu habitava. O pequeno menino de cabelos azuis chorava em seu canto, recusando-se a limpar as lágrimas que saíam de seus olhos. Compadecido, e sabendo que Cipfried já dormira após rezar sua Matina*, fui até o menino.
— Ireas? — Perguntei em um tom manso. — Por que choras, bom menino?
O garotinho abriu os olhos devagar, voltando seu rostinho para cima com hesitação. Seus olhos azuis pareciam mais claros com o reflexo da luz do luar.
— As outras crianças tem medo de mim. — Disse o garotinho de olhos azuis tristemente. — Elas não querem mais que eu brinque com elas.
Eu me abaixei para ficar a uma altura confortável para seu olhar. Ele acompanhou minha movimentação vagarosamente com sua cabeça em um misto de respeito, curiosidade e necessidade de atenção.
— E por quê elas não querem? — Manso, tornei a indagar.
— É por conta do que eu faço… Quando me chateio. — Replicou o menino, com a voz trêmula. — A terra… O ar… Quando eu estou triste… Elas ferem os outros.
Ergui uma sobrancelha, intrigado. O menino começou a brincar com seus dedos, hesitante.
— Continue. — Pedi, interessado.
— Algumas meninas implicaram comigo. — Contou o menino, triste, sem conseguir me olhar nos olhos. — Elas eram bem maiores que eu… Elas estavam fazendo maldade com as ovelhas e eu só queria que elas parassem. Uma delas me empurrou, eu me apoiei no chão para me levantar e… De repente, saíram umas… Raízes da terra.
Arregalei meus olhos, e Ireas voltou suas orbes azuis-escuras para mim, assustado. Seria possível que o menino estivesse manifestando algum tipo de poder natural em tão tenra idade?
— E o que mais aconteceu? — Indaguei, disposto a entender aquilo tudo.
— Elas… Bateram nas meninas. — Respondeu Ireas, tomado pela culpa. — Elas fugiram, com medo… As vinhas tinham espinhos, e a menina maior ficou muito machucada.
Engoli em seco ao ouvir aquilo; o pequeno abaixou um pouco o olhar, envergonhado de si.
— Eu sou um monstro. — Concluiu o menino tristemente. — Annika agora tem medo de mim… E não vai mais se aproximar.
— Você não é um monstro, Ireas. — Repliquei da forma mais mansa que podia. — Você… Talvez você tenha uma conexão nata com a Natureza, com as criações de Crunor que nem mesmo eu entendo bem… É uma questão de aprender a controlar seus sentimentos e essa… Força primitiva.
O menino, um tanto confuso, começou a dar sinais de entendimento de minha fala. Suspirei, pensando na melhor forma de ajudá-lo.
— O que mais te deixa calmo, pequeno Ireas? — Indaguei.
— M-música. — Replicou o menino tímida, mas decididamente. — Gosto de… Música. Só que não gosto tanto… da minha voz.
— Que você acha de aprender a tocar algum instrumento musical? — Indaguei, com um meio-sorriso.
— Eu queria… — Falou Ireas, menos choroso e já me olhando nos olhos. — Eu… Gosto de cordas. Do som de cordas. O vento… Parece mais agradável quando… Passa por elas.
Eu concordei com a cabeça e fui até meus aposentos rapidamente. Quando voltei, entreguei ao pequeno Keras uma caixa envolvida em um tecido.
— Então fique com este alaúde, pequeno Ireas. — Falei, afável. — Que ele seja sua maior companhia e seu maior alento de agora em diante.
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Tempo Atual.
(Narrado por Ireas Keras)
Tive que ir a Svargrond de barco; nesse meio tempo, a Capitã Breezelda, já com seus cinquenta anos de idade mas trinta de aparência e assustadora beleza, me havia permitido tocar à bordo. Ao longo de todos aqueles anos, dedicar-me ao alaúde havia sido uma das poucas coisas que me mantinha longe da insanidade completa do misto de minhas funestas memórias do passado e do meu atarefado presente, deixando-me ao menos lúcido em meio a um mundo de estranhos sonhos e sufocantes pesadelos.
Uma das cordas, desafinadas, acabou por me trazer à realidade. Senti o tranco do navio sendo ancorado, e logo os olhos claros de Breezelda me fitaram.
— Seja bem-vindo de volta, xamã de Nibelor. — falou a capitã, sempre séria. — Svargrond lhe espera depois do porto.
Agradeci-a e paguei o que lhe era devido; saí do navio e desci as escadarias para o piso central do cais; a madeira de lei gélida e cálida me era dolorosamente familiar; de onde eu estava, apesar da cidade continuar em seu movimento habitual, eu sentia uma pressão forte no ar, em meu espírito. A cidade estava reconstruída; as casas de madeira, palha, serragem, pelos e pele estavam de volta aos eixos,
A primeira pessoa que reencontrei foi Fynn; fazia cinco anos que eu não o via e, a despeito do seu semblante caloroso e de seu porte físico vigoroso, os anos certamente o alcançaram: ele parecia ao menos quinze anos mais velho do que quando eu o conheci. Engoli em seco ao me deparar com um alguém que me ajudara tanto, mas que parecia apenas sombra do que fora um dia.
Ele me cumprimentou e me senti mais leve; entretanto, podia sentir outros olhares sobre mim; olhares de desconfiança, de receio, de reprovação. Muitos dos nativos me fuzilavam com o olhar, enquanto os forasteiros olhavam a cena sem compreender, pois não era o mesmo olhar negativo que dirigiam a um estrangeiro. Não…
Era a fitada dada a um exilado. A um xamã exilado. Respirei fundo e segui meu caminho a passos hesitantes. Apesar dos pesares, eu tinha que tentar. Hrodmir, em especial Nibelor, era a área mais espiritual que eu conhecia… Mas precisava de permissão para acessá-la. E somente uma pessoa poderia me ajudar a consegui-la.
Cheguei à taverna já com o estômago embrulhado por tantos olhares revoltados e burburinhos inconformados; o velho Dankwart, cujo rosto já exibia os sinais de velhice ainda mais avançada, servia chá quente com Hidromel ao conde Sven, que, mesmo sendo jovem, já não era mais tão jovem quanto outrora. Desde o ataque da Irmandade a Svargrond e a consequente Revolução que se seguira um tempo depois, a cidade toda envelhecera um pouco. E, quando, para a surpresa de todos, Eloise aceitara a separação apenas dois anos depois dos embates se iniciarem, foi como se o peso dos grilhões soltos tivesse enfim feito aquela gente toda pagar sua última prestação de contas, deixando Svargrond mais velha e estranhamente pesada.
Mal sabiam eles que eu tive minha parte nessa vitória facilitada; graças aos meus serviços à TBI, com o acordo que fiz com Eloise, a CGB obteve todas as informações de que precisava, o golpe de estado em Carlin fora impedido e a Rainha cumprira com sua palavra para com sua ex-colônia, deixando-a livre de forma aparentemente inexplicável. A fim de libertar minha gente, me vendi a Thais na esperança de conseguir o apoio da Rainha; usei uma máscara à frente de Chester Kahs para convencê-lo de minhas intenções, enquanto mostrava minha outra face a Eloise, enchendo-a de detalhes que a ajudaram a salvar seu reinado.
Quisera eu não ter feito aquele acordo; entretanto, se não o tivesse feito, Eloise teria descido a mão de ferro em Svargrond, e novamente a neve seria manchada com o sangue de inocentes. Depois do ocorrido com a Irmandade, eu precisava proteger a minha terra natal. Afinal, eu já havia vendido a alma antes… E não via problema algum em fazê-lo novamente por um bem maior.
Não demorou muito para Sven e Dankwart notarem minha presença. Enquanto que o mais velho retirou-se para seus aposentos, claramente assustado e surpreso com minha presença, o primeiro limitou-se a olhar-me de soslaio, bebendo seu chá aos poucos.
— Ora, ora… Petturi* Ireas Keras. — Falou o Conde com um pouco de rancor em sua voz aparentemente apática. — O que te traz a Svargrond depois de tantos anos?
Engoli em seco; não sabia ao certo o que dizer. Não foi uma decisão fácil para mim virar um agente da TBI, especialmente a pedido da Rainha Eloise, virando a casaca mais de uma vez.
— Um sonho. — Repliquei, sendo aquelas as únicas palavras que me vinham à mente.
Sven ergueu a sobrancelha, desconfiado.
— Você tem muitos sonhos, Xamã. — Replicou o conde de Svargrond secamente. — A maioria deles culmina em algum tipo de agouro. Vou precisar que seja mais específico para que eu ao menos possa te ajudar.
— Não sei se é adequado falar disso. — Repliquei, receoso, mas sério. — Não quero causar nenhum alarde.
— Sua presença já o fez, rapaz. — Sven cortou-me a fala, ríspido. — A cidade inteira já sabe que você está aqui. E isso significa que Kjesse já sabe que você está aqui.
Soltei um largo suspiro, frustrado.
— Apesar de tudo, apesar das informações omitidas e das meias-verdades contadas, eu aprendi, ao longo dos anos, a te respeitar. — Agora, Sven estava com o corpo virado de frente para mim, fuzilando-me com o olhar. Estranhamente, eu não me sentia desconfortável com aquilo. — E, portanto, aprendi, também, a te favorecer, visto que você jamais descumpriu com a sua palavra.
— E quanto ao meu exílio forçado? — Indaguei, frustrado com as lembranças que aquele local me trazia. — Por que você não fez nada?
— Era um assunto de família, Keras. — Replicou Sven, franzindo o cenho. — E eu nunca te impedi de vir a Svargrond. Você, no que concerne a mim, jamais foi exilado. Agora, você tem os teus assuntos pendentes com o velho xamã, e só você pode resolver. De qualquer maneira, eu te dou meu apoio.
Ele colocou o copo em cima do balcão e levantou; de pé, após todos aqueles anos, o porte imponente se mantinha, e aquele homem de dois metros conseguiu ser tão intimidador quanto no primeiro dia que eu o havia conhecido.
— Você é um homem honrado, Ireas Keras. Não sei como Kjesse poderia pensar mal de você dessa forma. É muita falta de consideração com tudo o que você fez por nós ao longo desses anos todos. Enfim… Se foi um sonho que te trouxe aqui, só as Brumas podem te dar alguma resposta. Vai ter que falar com Kjesse. Não posso fazer nada por você em termos espirituais.
Engoli em seco e concordei com ele. Não havia mais nada que pudesse ser feito; tinha que ir até Kjesse… E exigir aquilo que era meu por direito.
******
(Narrado por Siflind)
Enfim, ele havia voltado.
Muitos anos haviam se passado desde que fui de um matrimônio a outro; Kjesse esteve presente quando Hjaern não pode mais. Não que eu desgostasse de Ireas, mas ele não era o irmão. Jamais o seria. Ele poderia ter sido muito mais presente se não tivesse tentado desafiar a autoridade de meu marido. Suspirei enquanto eu o via passar e senti uma mãozinha apertando a minha.
— Mamãe, esse é o tio Ireas? — a voz infantil e feminina falou, e eu olhei para baixo.
Era uma menina alta para a idade, branca, de olhos castanhos como os meus, cabelos castanhos-claros dispostos em dreadlocks e amarrados em um rabo de cavalo. Uma das mechas de seu cabelo era branca-azulada, trançada em um dreadlock único e também atado ao rabo de cavalo. Suas bochechas já estavam ficando rosadinhas com o frio, e ela me olhava com curiosidade e um pouco de receio.
— Sim, Skadi. — Respondi, apreensiva. — É o seu tio Ireas.
Minha filha olhou para frente, analisando o homem de cabelos azuis que se direcionava apressado ao nosso lar.
— Ele parece muito chateado. — Falou a pequena, séria e curiosa. — Será que ele vai fazer algum mal ao…
Ela se calou; apesar dos anos, os esforços de Kjesse em tentar substituir o vazio deixado por Hjaern acabaram gerando mais dúvidas em minha filha do que eu poderia imaginar. Em parte, estava feliz em ter um marido novamente, e uma figura paterna presente e constante na vida de minha filha. Por outro lado, o fato dela não conseguir chamá-lo de “pai” parecia complicar meu relacionamento com meu consorte.
— Não, minha querida… — Repliquei, segurando sua mão com ternura — Eles vão ter uma conversa de homem para homem, eu acho. Vamos, temos que comprar peixe.
— Por que não pescamos? — Indagou minha filha inocentemente.
Engoli em seco e não a respondi; a réplica ficou entalada em minha garganta e não queria sair. “Porque seu pai pescava, e eu desaprendi. E pescar traria à tona as lembranças do homem que perdi para a Irmandade dos Ossos.”. Era isso que eu queria responder.
E não foi o que consegui dizer. Apenas fiquei calada e levei Skadi ao mercado.
*****
(Narrado por Ireas Keras)
Inspirei e expirei devagar; sete anos haviam se passado desde o incidente que me forçara a sair de minha terra natal e deixar Nibelor. Cheguei à tenda de Kjesse, com os olhares já me deixando terrivelmente incomodado e irritado.
Ao entrar, fui recebido por uma bruma mais densa que o normal: e sufocante. Apertei meus olhos, tentando achar o responsável por aquilo enquanto sentia uma dificuldade anormal em respirar.
— Ireas Keras. — A voz um pouco grave, rouca e irritante de Kjesse fez-se presente. — É muita cara de pau voltar aqui depois de tudo que já foi dito e feito.
As brumas ao redor se abriram, e a imagem do velho Xamã fora enfim revelada. Sua enorme máscara tribal, feita de madeira escura e com entalhes que lembravam uma caveira exposta, escondia suas feições envelhecidas, mas as marcas do tempo em seu torso exposto e pintado estavam ali para ser lidas e interpretadas. Ele segurava uma boneca de pano com cabelos azuis: certamente, uma éfige feita com intenções totalmente duvidosas.
— Kjesse. — Rugi de raiva, reverenciando-o contra a minha vontade. — Tudo que eu fiz foi por Svargrond.
— Por você mesmo, criança arrogante. — Corrigiu-me Kjesse, fazendo carinho na éfige que tinha em mãos. Comecei a sentir algo passando pelos meus cabelos. — Tudo o que você fez foi para salvar sua maldita pele e esquivar-se de quaisquer responsabilidades ou compromissos.
— É mentira e você sabe! — Vociferei, irritado. — Você envenenou essa gente com suas mentiras!
— Tolo… — Replicou Kjesse em um tom de voz perturbador. — Eu sequer precisei. A notícia da suposta recriação da Sociedade das Almas nas mãos de um Xamã supostamente corrompido pela Irmandade dos Ossos foi o suficiente… Bem como o fato desse mesmo Xamã ser o irmão caçula de Hjaern, que morreu desmembrado como o frango que era.
Cerrei meus punhos, tomado pelo ódio; Kjesse não estava ali para conversar.
— Seu… — Comecei, apertando meus dentes em sinal de fúria.
— Mas, é claro… — Ele parou de fazer carinho na boneca e fitou-me por trás da máscara, expondo um brilho avermelhado em seus olhos. — O irmãozinho pródigo tinha que retornar. Para quê, eu pergunto?
— Um sonho. Quero regressar a Nibelor. — Repliquei, fazendo um esforço grande para não voar no pescoço do velho xamã. — Aquele foi o lar de meu pai, de meu irmão mais velho e meu. E eu vou regressar!
Senti, então, uma pontada em meu abdome, como se fosse um soco; ajoelhei e cuspi sangue. Estranhamente, Kjesse não viera de encontro a mim. Ele não me acertara, ao menos não fisicamente. Eu voltei meu olhar para cima e vi, então, o que acontecera de fato.
Ele fincou uma pequena agulha no abdome da éfige que tinha em mãos.
— Vodu?! — Indaguei, furioso. — Você me paga, velho maldito!
Levantei-me rapidamente e arremessei uma estaca de gelo em sua direção, a fim de assustá-lo; o velho Norsir recuou, deixando a agulha cair. Senti meu abdome livre de pressão, mas a éfige ainda estava em uma de suas mãos: na outra, havia uma chama negra, profana. Fiquei paralisado.
— Não se atreva. — Kjesse falou em um tom de voz sinistro. — Você já forçou demais a minha mão ao longo desses anos… Foi muito trabalhoso convencer Siflind de que sua presença significaria constante perigo para ela e a pequena Skadi. Ainda mais trabalhoso foi fazer com que ela te afastasse de vez, e nem me fale no trabalho que tive para convencer Chester a me entregar o seu nome e quase acabar com quaisquer acordos que você tinha com Rainha Eloise.
Arregalei meus olhos; as memórias do dia em que fui notoriamente expulso de Svargrond começaram a voltar naquele momento.
— Agora, seja um bom menino, dê meia volta e não retorne aqui. Svargrond não tem lugar para os Sonhos de Nornur. Esse terreno… Pertence aos Pesadelos… E ao Vodu!
Ouvi sua risada maligna uma vez mais enquanto ele aproximava, lentamente, a minha éfige das chamas corruptas que trazia consigo. Precisava impedi-lo. E rápido.
Continua….
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Glossário:
(*): “Traidor” em Finlandês.
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Aleluia, saiu!!!
Esse capítulo estava MUITO EMPACADO e saiu TOTALMENTE DIFERENTE do planejado, mas serve! Vamos que vamos! Faltam 10 Capítulos para o fim!
Espero que tenham gostado, e até o próximo!
Agradeço em especial ao @Manteiga por uma sacada de interpretação que ele teve após a minha Warlord Arena e que ajudou a deixar mais definido o antagonismo de Kjesse em relação a Ireas.
Deixem seus comentários abaixo, por favor!
Abraço,
Iridium.
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