Muito Boa a Historia DanBoy!!! Gosto de historias de Piratas!!! hihi
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Muito Boa a Historia DanBoy!!! Gosto de historias de Piratas!!! hihi
Se eu fosse rico transformava tudo que você já escreveu em livros e publicava de graça
''Love is the feeling you get when you like something as much as your motorcycle'' Hunter S. Thompson
Com esse comentário, fluindo minha mente, fui de encontro a um sentimento saudosista: Ir nas bancas, ou livrarias da minha cidade, com algumas moedas e ir comprar algum gibi, ou mangá, ou revistas da marvel, só que nesse meu pensamento, seria de histórias do tibia, ou Dan, btw, seria massa.
Quanto a história, continuo a me surpreender com tamanha criatividade e originalidade.
Esse envolvimento do "caolho" e do Bloodbeard, a relação entre eles, nada mais "Tibia" do que isso
Enfim, achei bem tenso o final, e me identifiquei a última linha: sempre me pergunto isso em algum pesadelo. (Sim, num pesadelo, pensar: "será que isso é um pesadelo?") Hahaha
No aguardo! Se possível nessa primeira semana![]()
Black Sabbath + Megadeth 09/10/13
Eu fui!
Grêmio Rei de Copas! Copa do Brasil 2016 - Libertadores da América 2017 - Recopa 2018
Olá Leitores,
Não foi dessa vez que eu postei o capítulo uma semana antes... Mas foram quatro pessoas comentando... Só faltam mais três aparecerem...
Vamos ver se agora vai!
Relembrando:
Se menos de 7 pessoas comentarem: eu posto o capítulo daqui a duas semanas.
Se 7 ou mais pessoas comentarem: eu posto o capítulo ainda na semana que vem!
Uhull!
Valeu pelas palavras!
Eu espero fazer uns 9 livros hein!
Valeu por continuar comentando! Acho que você vai gostar desse capítulo também!
Obrigado pelo apoio! Vamos ver se você vai continuar gostando!
Não foi na primeira semana dessa vez, quem sabe na próxima!
Dica: Se você pesquisar os piratas do tibia, talvez você descubra quem é o capitão do navio mortal!
É isso galera, segue o capítulo!
Capítulo 5 - Falcão do Mar em Perigo (Parte 2/2)
Enquanto os piratas inimigos que estavam na mureta simplesmente pularam para a outra embarcação, outros se balançaram em cordas amarradas nos mastros do Navio Mortal e saltaram para cair no Falcão do Mar. Alguns ainda tentavam estender longas tábuas entre os dois navios para formar uma passagem.
O caos estava formado e todos lutavam por suas vidas.
Luna sacou seu arco rapidamente e começou a atingir os inimigos, se distanciando um pouco dos jovens para buscar uma melhor posição. Dan e Lignuns não demoraram a utilizar suas magias de fogo e gelo.
— Não vamos conseguir! — gritou Luna ao notar que os piratas do Navio Mortal em breve estariam em maior número no Falcão do Mar.
— Mas precisamos fazer alguma coisa! Exori Min Flam! — exclamou Dan disparando uma bola de fogo.
O ataque do jovem atingiu o braço de um pirata distante que reclamou da dor, mas seguiu lutando contra os marujos do Falcão do Mar. Quase o mesmo aconteceu com um ataque gelado de Lignuns.
— Nossos ataques não estão adiantando! — comentou o druida. — Exori Min Frigo.
— Deveríamos nos render. — Luna atirou mais uma flecha.
— Matem todos! — disse uma voz aguda vinda do navio inimigo. — Não façam prisioneiros! — Era o papagaio no ombro do capitão do Navio Mortal.
O capitão inimigo estava em pé em cima da cabine da sua embarcação sussurrando palavras para a ave. Ele usava um grande sobretudo, a roupa era bonita e imponente, mas não parecia adequada para aquele calor. Um grande chapéu preto tapava o rosto do pirata e ele ainda tinha um grande machado de duas mãos preso na sua cintura.
O papagaio repetiu “matem todos” por mais três vezes e quando ele parou, os marujos inimigos pareciam ainda mais motivados.
Não demorou até um pirata do Navio Mortal matar dois do Falcão do Mar, rompendo a linha de defesa deles, e assim, aparecendo na frente dos jovens.
Lignuns foi o primeiro a agir.
— Exori min frigo.
A bola de gelo atingiu o braço no qual o pirata levava o sabre e os jovens acharam que ele já estava derrotado, mas o inimigo jogou o escudo no chão, pegou a arma com a outra mão e partiu para o ataque.
— Exori Min Flam! — A bola de fogo do Dan atingiu o peito do pirata, mas apenas corroeu a armadura, sem nem ao menos retardar o ataque.
Coube a Luna agir rapidamente e em uma flecha certeira, ela atingiu o buraco na armadura do pirata que caiu com a seta atravessada no peito.
Os jovens não tiveram tempo de comemorar, dois outros inimigos vieram pelo mesmo caminho e se dividiram, um foi em direção à garota e o outro em direção aos magos. Ambos tinham sabres e escudos. E pior, um terceiro já vinha logo atrás.
Luna disparou sucessivas flechas no pirata que avançava em sua direção, mas ele rebateu todas com seu escudo. Enquanto isso, Lignuns disparava bolas de gelo e Dan alternava entre bolas de fogo e de energia no inimigo que ia em direção a eles, mas o pirata recebia os ataques mágicos sem demonstrar nenhum dano.
Quando o ataque aos garotos já era iminente, o druida, em um ato em tanto inesperado, deu um passo à frente e tentou acertar o inimigo com o seu cajado. O pirata apenas rosnou e com o escudo arremessou o jovem a dois metros de distância, fazendo o druida colidir com a mureta do navio. Lignuns ficou inconsciente e seu cajado voou para o mar. Dan se desesperou, jogou sua varinha no chão e sacou sua sempre fiel Espada de Carlin.
O inimigo pareceu gostar daquilo e atacou o jovem com seu sabre. Dan defendeu o primeiro ataque e o segundo, e por alguns segundos ele pensou que a veia de Rei estava mesmo em seu sangue — apesar de ser um Feiticeiro, ele parecia ter talento para ser um Cavaleiro.
Luna não estava tendo a mesma sorte, o pirata inimigo havia alcançado a jovem, que não conseguia mais atirar flechas e apenas tentava desviar dos golpes de sabre enquanto andava para trás, até que uma corda no chão a fez tropeçar e cair.
De soslaio, Dan viu a garota cair. E também com o canto do olho, ele viu que o terceiro pirata corria em direção a ela. Diante daquela situação, o feiticeiro não pensou duas vezes e partiu para o ataque. O pirata defendeu o primeiro ataque e também o segundo, mas quando Dan partiu para o terceiro, o inimigo contra-atacou e acertou em cheio o braço direito do jovem, fazendo um profundo corte.
Dan gritou de dor e largou a Espada de Carlin. Antes que a sua espada tocasse o chão do navio, o jovem viu sua vida passar diante dos olhos. Ele ainda teve tempo de ver que mesmo caída, Luna conseguiu colocar uma flecha no pescoço do inimigo que a atacava, fazendo-o cair em cima dela. O terceiro pirata, no entanto, estava prestes a ataca-la e o arco da garota estava preso embaixo do inimigo morto.
O pirata que feriu Dan já manejava o sabre para atingir a barriga do jovem em um golpe mortal, mas sem pensar no que fazia, o feiticeiro esticou o braço que não estava ferido na direção do rosto do pirata.
— Exori Min Flam — disse Dan rapidamente.
A cabeça do pirata pegou fogo. Ele gritou de dor e caiu, mas não antes de perfurar a barriga do feiticeiro com seu sabre.
Dan sentiu a dor e sentiu suas forças exaurirem. Ele gemeu e caiu de costas no chão. Com o pouco de força que lhe restou, ele tirou o sabre da sua barriga e virou para olhar a garota.
Luna ainda estava presa, mas o terceiro pirata estava imóvel, parecia já sem vida. Ato contínuo, o pirata caiu de frente, revelando uma pequena criatura verde nas suas costas. Era Grynch.
O goblin retirou sua pequena espada do corpo do pirata e foi ajudar Luna a retirar o outro pirata morto de cima dela.
Ao ver que, pelo menos naquele momento, a Paladina estava salva, Dan sorriu e sem saber como, ele conseguiu dizer uma palavra.
— Exura — ele sussurrou, como um gemido, enquanto fechava os olhos.
...
— Dan! — gritou uma voz feminina que o feiticeiro bem conhecia.
Naquele momento, o jovem quase teve certeza de que tudo tinha sido um pesadelo. Ele podia jurar que ao abrir os olhos estaria na sua casa em Carlin, com os seus amigos ali em pé ao seu lado.
Mas não foi o que aconteceu.
Deviam ter se passado poucos minutos ou mesmo segundos.
Luna estava agachada olhando para o jovem, mas o cenário ao redor pouco tinha mudado, os piratas do Navio Mortal já eram maioria no Falcão do Mar e a ave estridente estava gritando novamente.
— Matem todos! Matem todos! Matem todos! — o papagaio repetiu as palavras anteriores, antes de acrescentar novas. — Queimem tudo! Queimem tudo! Queimem tudo!
As primeiras flechas de fogo voaram do navio inimigo, iniciando alguns focos de incêndio, mas sem fazer ainda muito estrago.
Ainda um pouco perdido, Dan se sentou e passou mão sobre a sua barriga. Quando não encontrou o ferimento, ele se perguntou se a magia tinha sido eficiente ou se ele tinha apenas imaginado a ferida na barriga. Luna não deixou que ele pensasse.
— Vamos! Grynch vai nos tirar o navio! Agora!
— Lignuns — sussurrou Dan.
O feiticeiro virou a cabeça e viu o pequeno goblin tentando colocar o druida desacordado sobre os seus ombros.
— Humano viver — gritou Grynch. — Agora nós ir!
Luna ignorou as palavras do goblin e correu até o druida. Ela colocou um braço do seu amigo sobre os seus ombros e sinalizou para que a criatura verde fosse à frente. Recuperado, Dan se levantou rapidamente e também correu até o desacordado Lignuns, colocando o outro braço sobre os seus ombros.
Eles seguiram alguns metros ao longo da mureta até encontrarem um pequeno bote suspenso, esperando apenas alguém girar o sarilho para descê-lo ao mar.
O Capitão Kurt estava bem ali e parecia estar apenas esperando os jovens.
—Muito bem, Grynch! — gritou o pirata. — Agora vá ajudar na defesa! Eu assumo por aqui!
— Não! — protestou o goblin. — Chefe dizer Grynch levar humanos! Chefe dizer outro humano defender navio!
— O Lorde Pirata me ordenou que levasse os garotos em segurança para Venore e é isso que eu vou fazer! — rebateu Kurt. — E o Raymond não está aqui! Eu sou o capitão desse navio e ordeno que você vá defender essa embarcação!
Luna olhou para Dan, horrorizada com aquela situação. Ela pretendia intervir, mas o goblin voltou a falar.
— Chefe tolo... — disse Grynch agitando a cabeça negativamente. — Chefe acreditar humano... Chefe dizer que humano não abandonar navio... Chefe dizer humano amigo de Chefe... Chefe tolo... — o goblin seguiu falando atabalhoadamente, agitando a cabeça.
Uma nova leva de flechas incendiárias atingiu o Falcão do Mar e Kurt abaixou a cabeça.
— Raymond acreditou em mim... — ele sussurrou. — Eu abandonei meu navio uma vez, mas ele ainda acreditou em mim... —O capitão levantou a cabeça e viu que dois piratas inimigos se aproximavam. — Vá Grynch! Leve-os em segurança para Venore! Eu vou defender o navio que Raymond me deu!
O capitão deu um passo à frente, sacou seu sabre e começou a trocar golpes com os dois inimigos ao mesmo tempo.
Grynch sinalizou para que os jovens subissem no bote e rapidamente começou a girar o cilindro para que o pequeno barco descesse.
Luna e Dan colocaram Lignuns no bote rapidamente e pularam para dentro em seguida. Dan se acomodou ali e foi acomodar seu amigo ainda desacordado, enquanto Luna ficou de pé para ainda tentar ver o que acontecia no Falcão do Mar.
A garota viu Kurt passar o seu sabre em diagonal no peito de um dos piratas, mas também viu o outro acertar um golpe em cheio no pescoço do capitão. Sangue jorrou, Kurt ajoelhou sem vida e foi ao chão.
— Não! — a garota gritou em desespero.
Grynch continuou girando o sarilho por alguns segundos, o suficiente para que a visão da garota fosse totalmente encoberta.
O barco parou de descer e o som de metal colidindo com metal indicava que o goblin estava lutando. Luna pensou em atirar uma flecha dali para, guiada pelo som da luta, tentar atingir o inimigo, mas desistiu por considerar o risco de atingir Grynch. Ela ainda especulou se poderia saltar dali até lá em cima ou então subir pela corda. Mas o barulho de metal tintilando parou e o bote voltou a descer.
Metade da descida já estava concluída quando o pequeno barco parou de descer novamente. Pela distância, não era mais possível distinguir pelo barulho uma eventual luta de espadas logo acima de todas as outras lutas que ocorriam ao longo do navio.
Luna e Dan foram ficando apreensivos. O feiticeiro checava a todo momento se seu amigo ainda respirava, enquanto a paladina tentava medir a distância entre o bote e a água.
— Se Grynch não aparecer, vou cortar a corda — sentenciou Luna. — Só não tenho certeza se esse barquinho vai resistir ao impacto com a água.
— Lignuns saberia — lamentou Dan sem nem olhar para a garota.
O bote então balançou. Os jovens olharam para cima e viram algo descendo pela corda, deslizando rapidamente. Grynch pousou entre eles. O goblin tinha um corte profundo na altura do ombro, mas não parecia estar incomodado com aquilo.
— Humanos, segurar — avisou a criatura, antes de cortar a corda.
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Próximo: [Capítulo 6 - Amigos ou Inimigos?]
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Pessoalmente, esse é um dos meus capítulos favoritos!
Tem muita ação e nele eu do destaque pra um dos meus persoagens favoritos... O goblin Grynch!
O que vocês acharam?
Comentários please!!!!
Última edição por Danboy; 09-05-2015 às 23:53.
Gosta de Roleplay?
Então pegue uma xicará de chá, sente-se e leia a história de Dan da Cidade de Carlin.
(Última Atualização: Livro V: Capítulo 5 - A Guera de Reconquista (Parte 2/2), postado no dia 06.03.2017)
Eeita que a coisa ficou feia! hahaha
Belo capítulo, gostei dos detalhes das lutas, em alguns momentos vi a cena passar pela minha cabeça enquanto lia. Vc tem talento!
OI
ja cheguei na parte que o dan e os outros vao para main to chegando perto dos ultimos capitulos eu chego la![]()
E ai, Dantio. Estou de volta a sua história.
De ontem até hoje eu li desde o cap 5 do livro três até esse atual, e digo que tinha esquecido o excelente modo que você escreve a sua história, e o que fez tantos gostarem dela, e ainda por cima, fazer ela chegar as 117 caralhudas páginas. Lembro que foi sua história que me fez querer criar a minha e me fez entrar pra esse chatinho, porém, interessante mundo da literatura. Então, nada mais justo eu apoiar o titio que mantém a sua história a quase 4 anos, não?
Gostei bastante dos capítulos até agora, várias revelações e coisas bastante interessantes vem acontecendo. Achei legal o modo de como você conseguiu dar vida a personagens do Tibia que ninguém liga e como você descreve eventos passados, esse deve ser um dos pontos mais fortes da sua história. Espero que voltar a ler ela me ajude a escrever um pouco melhor(Já que não to tentando tirar a ferrugem da minha escrita por falta de vontade).
Agora, volte a ler a minha história. Nada mais justo, considerando que a minha nem leitor fiel tem mais.(Nem leitor)
Olá galera!
Desculpa pela demora! Tive uma viagem de férias no meio do caminho...
Fiquei esperando mais comentários aí acabei me enrolado!
Deixo aqui o meu muito obrigado a vocês quatro que comentaram (Arckyus, Lipe Tenebroso, CarlosLendario e Lucifer), as respostas aos comentários seguem abaixo!
Espero que vocês gostem desse capítulo!
Spoiler: Respostas aos comentários
Capítulo 6 — Amigos ou Inimigos?
Horas antes, no Castelo Real de Thais:
— Notícias sobre o nosso pequeno aventureiro? — perguntou o Revolucionário em seu trono.
— Como nós suspeitávamos, eles não voltaram para Carlin — respondeu Harsky. — O lenhador foi até Northport procurar informações e descobriu que eles foram vistos zarpando para Venore. Parece que eles conseguiram o apoio dos piratas rebeldes. Mas não se preocupe senhor, os corsários já foram enviados para encontrar e destruir todas as embarcações.
— Muito bem — respondeu o Revolucionário um pouco incomodado. — Mas por via das dúvidas, use a bola de cristal e avise ao Victious. Se aquele garoto conseguir chegar a Venore, eu o quero morto imediatamente.
— Senhor... — Harsky hesitou. — Falando nisso... Na última vez que falei com Victious, ele disse que alguns rebeldes podem ter sobrevivido... Entre eles Izan e Stutch... Embora escondidos, os tradicionalistas ainda resistem...
— Os tradicionalistas não serão um problema! Nós temos o nosso infiltrado! — O Revolucionário sorriu. — Avise ao nosso homem que se os rebeldes encontrarem o garoto antes de nós, eu vou querer saber!
Atualmente, no mar próximo a Venore:
O bote bateu com toda força na água, mas se manteve inteiro. O goblin embainhou sua pequena espada e com os remos começou a se distanciar da embarcação em chamas.
Após alguns minutos remando, o pequeno barco já estava a uma distância segura do navio e naquela escuridão, ninguém o enxergaria.
Grynch pegou um cantil com água em sua sacola e o entregou a Dan, que tentou fazer o Druida beber.
Eles estavam na metade do caminho para Venore quando Lignuns enfim acordou. Inicialmente, ele pareceu estar engasgado com algo, mas então ele abriu os olhos e se sentou. Dan e Luna apenas sorriram aliviados.
— Onde estamos? O que aconteceu? — Lignuns perguntou.
— Você foi atingido e ficou desacordado. — Dan respondeu calmamente. — Grynch nos tirou de lá...
— Mas... — Os olhos do druida encontraram o distante navio em chamas. — O Falcão do Mar...
— Eles colocaram fogo nele... — dessa vez foi Luna que respondeu. — E Kurt se foi...
— Maldito... — Os olhos enraivecidos do druida encontraram o Navio Mortal que se distanciava da embarcação em chamas. — Esse capitão vai pagar pelo que ele fez ao Kurt e ao Falcão do Mar!
— Vai sim... — Luna concordou. — Mas não hoje! Você precisa descansar! Estamos chegando em Venore e nossa missão atual é salvar os seus pais!
Lignuns anuiu e eles seguiram calados.
Quando já estavam bem próximos, Luna identificou dois cavaleiros no porto. Eles tinham as armaduras negras de cavaleiros e capacetes de guerreiros.
— Eles estão de guarda... Protegendo o porto... — comentou a garota. — Acho que ainda não nos viram... Será que eles nos ajudariam?
— Chefe diz não confiar governo venore! — Grynch forçou mais o remo em um lado, mudando de direção. — Goblin não arriscar...
Após mais um período de silêncio, eles atracaram no estaleiro da cidade, que àquela hora já estava fechado.
— Para onde vamos agora? — perguntou Dan ao Goblin.
— Goblin não saber... Humanos decidir... Humanos três dia encontrar cura... Primeiro sol três dia, ir, chefe estar porto!
— E então? O que faremos?— Dan agora perguntou para Luna e Lignuns.
— Tem uma taverna famosa nessa cidade... — comentou Lignuns. — Taverna Rock Pesado, se não me engano...
— Pode ser um bom lugar para perguntarmos sobre a cura! — Luna se animou. — Você sabe onde ela fica?
O Druida negou com a cabeça.
— Goblin saber! Goblin levar lá!
Assim, Grynch saiu do estaleiro, sendo seguido pelos jovens.
Era madruga e Venore estava sombriamente deserta. Nenhuma só alma andava pela cidade e todas as portas e janelas estavam fechadas.
Após descerem pela Rua dos Sonhos e entrarem à esquerda na Travessa Mística eles encontraram a porta de entrada para a “Taverna Rock Pesado”.
Os jovens não ficaram totalmente surpresos ao encontrarem o local fechado, com um cartaz imenso colado na porta.
“O Depósito Central e a Taverna Rock Pesado estão fechados por tempo indeterminado.
Qualquer aglomeração de três ou mais pessoas durante a noite também está proibida.
Assinado: Victious (Líder dos Escolhidos)“
Dan começou a contar calmamente quantos eles eram: “Um, dois, três...”
— Vocês! — alguém chamou por eles. — Fiquem parados aí!
Dois cavaleiros, com as mesmas armaduras negras, haviam, do mesmo modo que eles, dobrado a esquina, saindo da Rua dos Sonhos e entrando na Travessa Mística.
— Eles devem ter nos visto vindo para cá! — comentou Lignuns.
— E aparentemente, nós estamos ilegais! — Dan apontou para o cartaz.
— Corram! — gritou Luna.
Luna sacou uma flecha e atirou contra um dos cavaleiros, mas a seta bate na armadura negra e caiu. Depois disso, os três jovens e o pequeno goblin saíram em disparada.
As botas de velocidade do Dan fizeram efeito, ele atravessou algumas ruas e quando se deu conta, era o primeiro do grupo com alguma vantagem. Preocupado, o feiticeiro deu uma olhada rápida para trás e viu que os cavaleiros já estavam quase alcançando os seus amigos.
— Ei, Dan! — Alguém chamou por ele.
Um cavaleiro de cabelos pretos, com armadura prateada e capacete viking, estava escondido na entrada de uma grande loja, que naquele momento estava fechada. Ali na soleira, o cavaleiro fez sinal de silêncio e em seguida apontou para a porta aberta de uma casa em frente àquela loja.
No calor da emoção, Dan não conseguia se lembrar direito de onde ele conhecia aquele rosto sob o capacete viking, mas tinha certeza que já tinha o visto em algum lugar, há algum tempo atrás. Assim, Dan não hesitou e entrou naquela casa.
Lignuns, Luna e o goblin seguiram o feiticeiro, que tentou abrir a porta seguinte sem sucesso. Quando eles se deram conta estavam presos em um local fechado.
Os dois cavaleiros inimigos também entraram na casa e os jovens se preparam para o combate, mas o segundo deles gemeu e o cavaleiro viking surgiu tirando sua espada dentada das entranhas deles.
— Você! — exclamou Luna ao reconhecer o cavaleiro.
— Carina! — o cavaleiro gritou para alguém que eles não conseguiam ver. — Abra!
A porta seguinte então se abriu, revelando uma mulher bonita, de cabelos loiros e vestido púrpura.
— Venham... — ela sussurrou.
Os quatro ficaram imóveis. Eles não sabiam direito o que estava acontecendo e nem em quem confiar. Dan se perguntava se o cavaleiro de armadura prateada e a mulher de vestido púrpura eram realmente amigos, e mesmo se fossem, se o certo não seria ficar e ajudar na luta.
— Vão! Agora! — gritou o cavaleiro de capacete viking, enquanto defendia um golpe com seu escudo de aço e contra-atacava com sua espada.
Luna assentiu e atravessou a porta, sendo seguida de perto pelos outros.
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E aí?
Quem vocês acham que é o Cavaleiro Prateado?
Comentem com o palpite de vocês (ou pelo menos pra dizer que não tem palpite)
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Próximo: [Capítulo 7 - A Irmandade Tradicionalista]
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Última edição por Danboy; 24-05-2015 às 20:54. Razão: Corrigindo: Taverna
Gosta de Roleplay?
Então pegue uma xicará de chá, sente-se e leia a história de Dan da Cidade de Carlin.
(Última Atualização: Livro V: Capítulo 5 - A Guera de Reconquista (Parte 2/2), postado no dia 06.03.2017)
Ótimo capítulo, Dan. O clima da história tá ficando bem tenso, com o grupo ficando sem um local ao certo pra permanecer e sem pessoas pra confiar. Mas creio que este cavaleiro prateado possa ser o Izan ou arrisco dizer que possa ser o pai do Dan(Já que a mãe dele apareceu a pouco tempo).
Só notei uma palavra errada:
Ah, também queria agradecer o apoio, bro. Na minha visão, adotar um pouco do estilo de escritores melhores que você podem ajudar na evolução da escrita, dependendo do estilo dela. Pena que os antigos escritores desapareceram da seção :/— Tem uma taverna famosa nessa cidade... — comentou Lignuns. — Tarvena Rock Pesado, se não me engano...
No aguardo do próximo capítulo.
Muito bom capítulo! Tirando o fato que dá raiva esperar o próximo, a história tá muito boa... vc mantém o nível de ação sem revelar as questões que levam àquele momento, então fica uma mistura de adrenalina e mistério...
Só vê se adianta esse capítulo ae![]()
OI