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- Capítulo 2: A crueldade orc -
Após alguns dias de viagem chegamos a Ulderek's Rock, e já de longe avistamos uma enorme construção sobre a pedra, era a fortaleza orc.
Seguindo o plano proposto, nos infiltramos por uma saída de mantimentos ao sul da fortaleza, depois de nocautearmos alguns orc warriors que estavam guardando a região.
No plano constava o mapa para uma sala de comando, com possíveis traçados de futuros ataques aos humanos, então seguimos pelo corredor e entramos na sala descrita.
Porém, tudo o que consegui ver naquela sala escura era uma mesa com canecas de cerveja. Após um de nós esbarrar em uma delas, percebemos no que tínhamos nos metido: Um alojamento de orc berserkers!
Fomos subitamente cercados por uma dúzia de orcs furiosos, e sem ter como reagir, presos e levados ao centro da fortaleza.
Não querendo nem imaginar o que nos esperava ali, percebi que os orcs se curvaram imediatamente depois que um orc warlord disse algo no dialeto deles.
Então notei que abriram caminho entre eles, e um warlord com uma grande cicatriz sobre o olho direito se aproximou.
(Eu tinha ouvido boatos de um general orc com uma cicatriz, chamado de Warlord Ruzad. De fato, era ele)
Depois de pronunciar algumas palavras na linguagem orc -provavelmente nossa sentença- ele apontou para os dois que estavam comigo, fazendo com que fossem empurrados para frente por um orc leader. Em uma fração de segundo, o general Ruzad decapitou o homem da esquerda e em seguida cravou sua espada até a empunhadura no peito do homem à direita.
Horrorizado com o acontecimento, tentei me desvencilhar do orc que me segurava, mas meus esforços foram em vão. Ruzad chamou minha atenção e apontou para algumas cabeças de homens que estavam em lanças no topo da fortaleza. Ele estava dizendo que eu seria o próximo.
Então, fui levado até o local para ser morto e ter minha cabeça exposta como sinal para futuros invasores. Enquanto era empurrado pra frente, passando na parte da muralha de frente para o mar, me lembrei do treinamento com o General Benjamin, sobre as técnicas de defesa sem armas que ele havia me ensinado. Com os braços presos, prendi minha perna na perna do orc que estava ao meu lado e usei toda a minha força para pular da muralha. Junto com o orc caí de uma grande altura no mar, e certamente teria morrido se não tivesse usado o corpo dele como escudo para o impacto com a água.
Mesmo ferido com a queda, nadei o máximo que pude, até encontrar uma pequena jangada com um orc que pescava no local. Como era um orc fraco, com alguns movimentos o derrubei no mar e remei com todas as minhas forças em direção ao alto-mar.
Após algum tempo perdi a consciência, e o que aconteceu em seguida eu contarei no próximo artigo.
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