Não é uma ilusão! Eu finalmente estou de volta! Tchanãnãnãnãnã! õ/
Eu disse que eu iria acabar a história do Culto... E como eu disse aqui estou para cumprir minha tarefa!
O Culto? Que ***** é essa?
u.u² Muitos devem não lembrar, outros nem conhecem, mas O Culto era meu antigo roleplay! Então, para que todos se interem dos capítulos anteriores e da história, eu irei reescrevê-los... Como esse foi meu primeiro RP, os primeiros capítulos não estão realmente bons, mas a medida eles melhoraram... Então, aqui recomeçaremos....
~*~
O Culto
Prólogo
"Era uma pirâmide negra, perdida em meio ao nada. O nada era mais negro do que aquela estranha arquitetura, com leves pigmentos azulados. Ela não possuía volume, apenas seu perímetro. No seu interior havia apenas uma esfera. Uma esfera que servia de cárcere. Um cárcere onde repousava uma criatura adormecida em um sono forçado, ansiosa para acordar. Uma criatura atormentada e com sede de vingança. Uma criatura que emanava um frio extremo, que congelaria terras e mares, que destruiria vidas. Ele é um deles...
"Um vulcão, perdido em uma tenebrosa ilha que já não existe mais. Dentro dele, no fundo do grande poço de lava, repousa um enorme bloco de fogo, um bloco que se situa na mais pura e bondosa luz. As paredes fumegantes fazem com que a criatura ali adormecida, continue imersa na poderosa magia que a trouxe ali. Ali dentro, algo repousa, algo que é repleto de escuridão. Todo seu conteúdo é repleto das mais perversas trevas, invocadas por ele, estas que já causaram tantas mortes e desgraça... Ele é um deles...
"O mundo dos mortos. Um mundo de cem camadas, onde nenhum humano ousa atravessar sequer a primeira. No final de todas as camadas,uma bolha de luz, no meio da mais pura escuridão, é cercada por mais cinco iguais, porém um pouco maiores. Dentro dela correntes brancas prendem uma criatura. Uma criatura repleta de fúria, de trevas, de rancor, que mesmo estando adormecida por uma magia milenar, uma magia poderosa, ainda transmite suas dores para os outros. O senhor do caos... Ele é um deles...
Kamus era apenas mais um morador da movimentada cidade de Carlin, uma cidade comandada pela esbelta e astuta rainha Elizabeth. Era apenas um menino de dezessete anos, que treinava para ser um poderoso guerreiro e ter uma boa vida no futuro.
Seus cabelos eram azulados. Curtos. Sempre estavam desarrumados, mas mesmo com todo o esforço, nunca paravam no lugar. Tinha olhos castanhos, olhos que expressavam confiança, coragem, sinceridade. Era dotado de uma força descomunal para sua idade, mas nada que o fizesse extremamente diferente dos outros. Sua coragem era o que mais lhe chamava a atenção, e também era sua melhor qualidade.
Kamus e seus amigos, adoravam passar por circunstâncias desafiadoras. Sentiam prazer fazendo isso, então sempre aprontavam das suas. Roubavam pequenas comidas de lojas para depois serem perseguidos por vendedores furiosos que gritavam em meio a multidão, encomodavam os pobres mendigos que na maioria das vezes nada lhes fazia contra e é claro, adoravam flertar com as garotas de Carlin, as mais lindas de Tibia. E como eram bons nisso, sempre conseguiam as melhores e sempre se davam bem.
O dia já começava a raiar. Era um dia como qualquer outro. Os raios de Fafnar e Suon atravessavam a janela e batiam em sua cara. Estava na hora de acordar, tinha coisas importantes a fazer naquele dia. Saiu de sua cama e lavou-se rapidamente. No dia passado, um viajante chegou à cidade de Carlin, coisa que acontecia todos os dias, mas ele interessou-se por Kamus e assim contou-lhes sobre as aventuras que havia tido no bosque perto dali, o que o deixou muito agitado para partir em uma jornada para lá. Havia combinado com seus outros amigos que iriam para lá hoje. Iriam entrar no bosque para derrotar alguns Orcs, criaturas verdes, corpulentas e de olhos vermelhos que viviam por aquelas bandas.
Colocou sua grande armadura e calças de prata. Foi até a estante e pegou sua espada e um escudo com a imagem de um dragão talhada a prata. Depois de aprontar-se, desceu as escadas até a cozinha. Gritou por sua mãe e até por seu cachorro, mas não veio resposta. Kamus estranhou, mas ela lhe falara que sairia fazer compras para a casa. Esqueceu isto e pegou uma fruta. Estava pronto para abrir a porta e partir pela bela Carlin até o bosque. Ao abrir a porta, não foi isso que ele viu.
Um incêndio havia tomado conta de Carlin. As chamas assolapavam as casas e as lojas, que queimavam como se o fim do mundo estivesse chegando. As pessoas corriam desesperadas pelas ruas, algumas tentavam apagar o fogo, o que era em vão. Kamus percebeu que havia criaturas estranhas que lutavam com os guardas e guerreiros de Carlin. Eram sombras humanas. Apenas sombras que empunhavam uma espada negra e um escudo também coroado pelas trevas. Os guerreiros iam acabando com elas, pouco a pouco, mas não era o suficiente, elas estavam matando mais do que morrendo.
Kamus se desesperara. Isto não poderia estar acontecendo, parecia história de livros em que as coisas não acabam bem. Estava perdido em meio aos gritos de desespero, agonia e dor das pessoas que iam sofrendo com as perdas e com o trágico destino da cidade. Uma a uma iam caindo mortas em meio às ruas ensopadas com seu próprio sangue e engolfadas pelas chamas. Mas porque Kamus não ouvira nada de sua casa? Porque ninguém, até mesmo um monstro, porque não o viam? As coisas estavam realmente estranhas.
Um estampido cortou as ruas da cidade. Em poucos segundos uma onde de gelo invadiu a cidade, transformando-a em uma réplica das ilhas de gelo. Todas as casas agora eram apenas um lugar congelado. As pessoas, meras estátuas congeladas. Carlin inteira agora era apenas gelo. Ódio e pavor começavam a escorrer pelas veias de Kamus, apenas ele não havia sido congelado. Caiu de joelhos em meio ao gelo. Sem sentir, uma lágrima correu pelo seu rosto. Sua espada e seu escudo caíram ao chão.
O céu ficou escuro e a cidade foi invadia por uma neblina negra. Em meio às sombras, uma figura humana surgia. Era imponente, alta. Era uma mulher. Seus passos ecoavam pela cidade morta, Kamus tentou levantar-se, mas seus pés e pernas não o obedeciam. Ela foi lentamente chegando até seu lado. Kamus percebeu que ela usava uma máscara de cobra e possuía longos cabelos verdes. Estava usando uma armadura roxa, com luvas e botas de escamas verdes. Aquele rosto gravou-se em sua memória. Tentou sair dali, mas novamente não conseguiu, parecia que não queria sair dali, parecia que queria que aquilo ocorresse.
Sentiu a lâmina árdua da mulher destruir sua armadura e perfurar-lhe o peito. O sangue começava a se esvair pelo ferimento. Seus sentidos estavam sumindo. A escuridão agora se tornava mais intensa. Porque não conseguia reagir? Estava morrendo. Era esse seu destino? Morrer em meio a um monte de demônios? Se sim, por quê? Algo deveria estar errado.
Kamus acordou de ressalto. O suor escorria pelo seu rosto. Seu peito doía e sua respiração estava ofegante. O que foi aquele sonho, ou melhor, pesadelo? Talvez fosse besteira, mas também poderia ser um presságio. Apenas o seu dia poderia lhe responder isso...
-=|Anubiss|=-
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Isso aí =D
Quem já conhecia comenta aí, quem não conhecia seja bem vindo! Espero que gostem e comentem plz!
Dependendo, final de semana vem o próximo!
-=|Anubiss|=-
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...A história tem um enredo interessante, tento tirar minhas próprias conclusões...Eu chutaria que a mulher é a medusa...Mas nada definido...Como eu já disse antes(Ali em cima:riso