Enquanto o cidadão não entender que esses caras precisam ser cobrados com rispidez e tapa na cara, não vai ter democracia funcional. Só votar de 4 em 4 anos não é democracia. Tem que poder cobrar, tem que poder exigir e tem que ter transparência.
Se eu faço umas gracinhas dessas em evento na minha instituição de ensino, provavelmente tomo advertência com base na lei de ética do servidor público. O Rei do Gado aí quebra o decoro constantemente e a claque ri e bate palma, em verdadeira idolatria.
Por falar em idolatria, aproveitei o Kindle Unlimited e comecei a ler o livro do Pastor Yago Martins sobre o ponto de vista evangélico (no caso, um Batista) sobre essa questão da idolatria que cerca o Bolsonaro e tem um caráter religioso e messiânico:
Achei interessante, porque a gente percebe (e as pesquisas confirmam) que ainda existe um grande apoio evangélico ao Bolsonaro (mas que vem caindo), que é o que está segurando taxa de aprovação do governo na casa dos 20-30%. Então é importante um evangélico que tenha conseguido decodificar os fatores que compõe esse apoio ter escrito sobre isso.
(É claro que isso não muda muito, porque para a massa evangélica desembarcar do Bolsonaro os grandes pastores precisam desembarcar antes. Isso não vai acontecer sem um terceira via real, Malafaia, Edir Macedo e cia não dão ponto sem nó).