Olá, Galera!
Em primeiro lugar, desculpem-me pela demora...
Eu não esperava demorar tanto tempo para postar... E espero não demorar tanto de novo!
Muito obrigado pelos comentários! É por eles que eu sempre tento postar logo!
Enfim, esse capítulo ficou muito grande... Acabei dividindo ele em dois!
Eu não devo demorar mais de duas semanas para postar a continuação! Esse livro já está se aproximando do fim! Mais três ou quatro capítulo no máximo!
E btw, esse é o capítulo número de 70 da história! E mês que vem a história irá completar 4 anos!!!!
Obrigado a todos vocês! Espero que gostem desse capítulo e comentem!!!!
Spoiler: Respostas aos comentários
Capítulo 10 - Perseguição aos Trolls (Parte 1/2)
– Quando isso aconteceu? – perguntou Canik.
– Foi pela manhã... – explicou o velho com alguma dificuldade. – Eu ouvi um barulho e acordei... Quando me dei conta, a casa estava infestada de Trolls... Eu tentei impedi-los de levarem o meu estoque de cura, mas apesar de fracos, eles eram muitos... Eles me atacaram e eu acabei inconsciente...
Lignuns abaixou a cabeça.
– Ray irá nos buscar amanhã – comentou o druida. – Está tudo perdido... Não consegui salvar os meus pais...
Dan sentiu uma tristeza profunda ao ouvir aquelas palavras e não se conteve.
– Nós vamos atrás dos Trolls e vamos recuperar a cura! – disse ele.
– Mas como vamos saber para onde eles forem? – desdenhou Lignuns.
– Trolls são grandes e pesados! Eles deixam pegadas! – Dan sorriu. – Foi assim que eu te encontrei em Rookgaard quando eles te sequestraram! Podemos fazer o mesmo aqui!
Lignuns ficou em silêncio, avaliando aquele plano.
– Não sei se posso ir com vocês... – comentou Canik. – Minha missão era apenas trazer vocês até aqui em segurança. Vocês deveriam ir embora de Venore logo depois...
– Goblin ir! – bradou Grynch. – Goblin proteger os jovens!
– Você não conhece o pântano... – lamentou o Cavaleiro. – É muito perigoso...
– Eu vou com eles! – interveio Pequeno. – Eu conheço essa região! E vou matar todos esses Trolls que atacaram o meu pai!
– Você não pode fazer isso! – retrucou Canik irritado. – Você deveria voltar comigo! A Irmandade não vai gostar...
– Que não gostem! Eu vou com eles e ponto!
– Meu filho... – o velho Ottokar se levantou. – O que você está fazendo? Não desobedeça aos Tradicionalistas... Eles são os únicos que podem salvar essa cidade...
Pequeno não respondeu, apenas se afastou balançando a cabeça e foi em direção à porta da casa.
– Canik, nós vamos com ele! Temos pouco tempo! – alertou Dan.
– Tudo bem... Podem ir! Eu vou voltar para o Quartel General!
Os jovens anuíram e já estavam se virando para sair da casa, quando Ottokar os chamou.
– Esperem! Vocês precisam saber de uma coisa... – o velho tossiu. – Eu conversei com Paul e Will esses dias... Eles me fizeram notar uma coisa: na mesma época em que o pântano começou a se rebelar contra Venore, o atual líder dos escolhidos começou a tender para as trevas... As criaturas e as doenças iniciaram um caos na cidade que permitiu aos nossos inimigos tomarem a cidade... Eu acredito que essas coisas estejam relacionadas... Pode ser que os escolhidos estejam controlando esses Trolls...
– Não fale besteira, pai! – desdenhou Pequeno. – Aqueles dois são uns palhaços, você realmente acredita neles?
– Eles não pareciam estar brincando! – o velho pareceu irritado com o desafio do seu filho. – Acho melhor vocês esperarem um pouco até eu me recuperar, e então eu vou com vocês até o pântano.
– Nós não temos tempo, pai. Você não ouviu o que eles disseram? – Pequeno ficou nervoso com aquilo. – E você precisa se recuperar direito! O ideal era você ficar aqui deitado por hoje!
– Vão... – resmungou Ottokar. – Apenas pensem no que eu disse...
Assim, o grupo saiu da casa. Canik seguiu sozinho de volta para o Quartel General enquanto os outros começaram a seguir as pegadas dos Trolls.
Como esperado, as grandes marcas no chão indicavam que as criaturas tinham vindo pelo sul e para lá retornaram, em direção ao pântano.
Logo no início, Grynch se mostrou um exímio rastreador, sempre encontrando as pegadas antes de qualquer um dos jovens. O goblin seguia na frente com Pequeno, Luna ia no meio e os jovens magos seguiam por último.
Após algumas horas andando, Dan achou ter visto um paladino o encarar de uma árvore à sua esquerda, mas observando mais atentamente notou que não havia ninguém ali. Ao olhar para o outro lado, o feiticeiro novamente achou ter visto um arqueiro, mas no instante seguinte ele simplesmente desapareceu.
– Você viu aquilo? – Dan perguntou para Lignuns.
– O que? – indagou o druida.
– Tinha um paladino bem ali – Dan apontou. – Mas ele sumiu... E eu acho que vi outro paladino do lado de lá também – terminou apontando para o lado esquerdo.
– Tem certeza? – perguntou Lignuns, frisando os olhos para tentar enxergar.
– Na verdade não... – respondeu Dan pensativo. – Eles sumiram no ar...
– Fique atento e avise se realmente tiver alguém nos seguindo! Podem ser escolhidos! – alertou o druida. – Mas vamos, ande, temos que encontrar logo esses trolls!
Eles seguiram andando, com Dan extremamente atento ao que acontecia ao redor. Ele viu um paladino mais uma vez do lado esquerdo, mas agora aquele arqueiro estava tão próximo que o feiticeiro podia ver as feições no seu rosto. Após aquele paladino sumir, Dan virou-se rapidamente para o lado direito e lá estava outro paladino. O jovem encarou aquele arqueiro por alguns instantes, e assim que ele sumiu, Dan sacou sua varinha.
– É o mesmo paladino! – gritou ele.
Ao ouvir o grito, Luna sacou seu arco, os dois que iam à frente também pararam de andar e se viraram para trás.
– O que? Do que você está falando? – perguntou Lignuns confuso. – Você conhece um desses paladinos?
– Não! Não são dois! É apenas um paladino! Ele está nos seguindo, mas ele se move muito rápido e some de um lado e aparece do outro!
– Não... Isso não é possível... – Lignuns balançou a cabeça negativamente. – Nós sentiríamos se ele passasse... Teria vento... E ruído...
– Então ele se tele transporta! Luna, paladinos podem fazer isso? – perguntou Dan. – Não podem? – ele perguntou novamente, inseguro.
– Não, Dan... Não podem... – respondeu a paladina enquanto abaixava novamente o arco.
Dan olhou para Lignuns, mas o druida estava tão perdido quanto ele. O feiticeiro ainda começou a olhar ao redor novamente, na esperança de ver os arqueiros novamente, mas já começava a achar que eles eram uma miragem.
– Acho que sei o que está acontecendo... – comentou Pequeno enquanto se aproximava dos jovens. – Paul e Will parem de brincar e apareçam! – gritou o garoto, sem se preocupar em ser ouvido pelos inimigos.
Risos foram ouvidos dos dois lados. Um paladino apareceu de um lado e depois outro paladino do outro. Eles eram um pouco mais velhos, deveriam ter em torno de vinte anos. Ambos usavam as mesmas roupas e tinham o mesmo rosto.
– Irmãos gêmeos... – comentou Lignuns.
– Gritando por aí, Pequeno? – perguntou um deles.
– Não tem medo dos escolhidos? – completou o outro.
– Vocês são inacreditáveis... – o garoto parecia irritado. – Tiveram todo o trabalho de ir até o deserto e invadir a torre dos minotauros, para gastarem os anéis de invisibilidade com brincadeira...
– Os anéis são nossos e nós fazemos o que quisermos com eles! – comentou o arqueiro que estava do lado direito.
– Você sabe o que o líder dos escolhidos faz com o anel dele, não sabe? – comentou o arqueiro do outro lado. – Por que você não vai lá brigar com ele? – mal terminou de falar e ele começou a gargalhar, sendo acompanhado pelo seu irmão.
– Tudo bem... – pequeno não resistiu e também riu. – Agora vão embora! Nós não temos tempo!
– Ir embora para onde? – perguntou o arqueiro do lado direito. – Nós somos os membros da Irmandade responsáveis por patrulhar essa região...
– Façam o que quiserem então, nós estamos em uma missão!
– Que missão é essa? – perguntou o mesmo arqueiro. – Estão atrás de Trolls do Pântano?
– Como vocês sabem? – Pequeno perguntou assustado.
– Somos videntes... – respondeu o outro paladino.
– Um grupo grande de Trolls passou por aqui mais cedo... – o arqueiro do lado direito voltou a falar. – Eles voltaram para a caverna deles...
– Obrigado... – agradeceu Pequeno. – Vamos, pessoal...
– Nós vamos com vocês! – anunciou o paladino do lado esquerdo. – Eu sou Paul e o meu irmão ali é o Will... Ou será que é o contrário? – ele riu.
– Não é o contrário... – respondeu aquele que seria Will também rindo. – E quem são vocês?
– Eu sou Dan – respondeu o feiticeiro. – Esses são Lignuns e Luna. E aquele ali na frente é o Grynch.
– Um goblin com vocês! – Paul sorriu. – Eu vou te dizer que quase coloquei uma flecha nele!
– Não sei se isso seria tão fácil... – comentou Luna em um tom irônico.
Paul se aproximou da paladina, sussurrou alguma coisa e a garota riu. Dan fez uma cara feia, mas eles não tinham tempo a perder. Pequeno também não pareceu gostar da companhia dos arqueiros, mas fez um sinal para que todos continuassem o caminho.
Assim, eles seguiram pântano adentro. Com o chão ficando mais lamacento e mais raízes de árvores aparecendo, o caminho deveria ficar mais difícil, mas não foi o que aconteceu. Paul e Will pareciam conhecer cada pedaço daquele pântano. Eles sempre sabiam qual era o melhor lugar para pisar e pareciam saber exatamente de onde surgiriam criaturas, atirando flechas, antes mesmos que os jovens vissem os monstros.
– Nós crescemos nesse lugar – Dan ouviu Paul se gabar para Luna.
Apenas o fedor da região não tinha como ser evitado. Ele ia aumentando cada vez mais e aos poucos o grupo parou até de falar entre si. O fedor chegou ao máximo no mesmo momento em que o primeiro Troll do Pântano apareceu. Paul, Will e Luna encheram a criatura de flechas rapidamente. Após quase uma dúzia de setas encravadas, a criatura enfim tombou.
Paul não perdeu tempo e foi até a criatura, retirar as flechas para reaproveita-las.
– Você não perde o espírito de pobre, irmão... – comentou Will.
– Se você tem flechas sobrando então me dá! – retrucou Paul.
– Ali, venham... – Will comentou ao avistar algo, ignorando seu irmão. – Essa é a caverna dos Trolls do Pântano, foi aqui que eles entraram... Tenham cuidado! E a propósito, eles são fracos contra fogo! – o paladino piscou o olho e se afastou.
Ao ouvir aquilo, Dan sacou sua varinha. Pequeno pegou algumas runas alaranjadas na sua mochila e Grynch apenas olhou para o chão para se certificar de que as pegadas dos Trolls foram naquela direção.
Antes de entrar na caverna, Dan deu uma olhada rápida para trás e viu os paladinos sumirem novamente.
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E aí? O que acharam?
Esses dois personagens já tinham aparecido antes, alguém lembrava deles?
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Próximo: [Capítulo 11 - Perseguição aos Trolls (Parte 2/2)]
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haha fiquei em duvida quanto a vocação que Dan deveria escolher haha lembrou de mim no começo do jogo que sempre jogava de druida por "pressão" por ter que curar meus amigos, porem sempre fui apaixonado nos feiticeiros, os mais poderosos haha
.
se Dan fosse de Solera eu o ensinaria que não precisa ser das trevas para usar algumas SD's pois todos tem um lado mal só não podemos deixar ele tomar conta de nós haha enfim continue com a historia que esta otima kk parei de upar só para ler ela... GOGO DAN
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