Olá pessoal!
Como prometido segue o pequeno capítulo 11!
Muito obrigado ao Fujitera e ao NoobiQuatrupi por terem comentado no último capítulo!
Espero que gostem desse!
Capítulo 11 – Morte à Bruxa
Dan ficou por alguns instantes em choque, enquanto as amazonas avançavam.
– Vamos, Dan! Acorde! Faça alguma coisa! Pelo menos, corra e deixe que nós as derrubaremos! – pediu Lignuns, em um tom desesperado.
– Não vou correr! – respondeu o feiticeiro sem pensar. – Ou melhor, eu vou correr, mas vou correr até aquela maldita bruxa e mata-la! Ela matou a minha mãe, vai morrer! E não vai destruir a minha cidade!
E então, Dan correu.
Uma primeira amazona saltou sobre ele, mas foi atingida em cheio por uma flecha da Luna e caiu sem ação. Uma segunda valquíria atirou uma faca, mas Lignuns conseguiu congelar o objeto no ar.
– Exori mim flam... Exori mim flam... Exori mim flam... – Dan foi utilizando as suas magias para se livrar das demais amazonas.
– Exori flam. – Uma grande bola de fogo surgiu das mãos da bruxa e seguiu em direção ao feiticeiro.
Dan se jogou no chão para evitar o ataque, mas conseguiu se levantar rapidamente e continuou correndo.
– Exori mim flam. – dessa vez o alvo do ataque era a líder.
A pequena bola de fogo atingiu o braço esquerdo da bruxa, que reclamou da dor e logo contra-atacou:
– Exevo grav flam – e o chão na frente do jovem começou a pegar fogo.
Sem conseguir diminuir a velocidade, Dan atravessou o fogo, sentiu os pés queimarem e caiu do outro lado, a um passo da bruxa.
Lignuns e Luna estavam lutando com as amazonas que restavam e quase foram derrotados quando pararam de atacar para ver se Dan estava bem.
Para felicidade dos jovens e apreensão da bruxa. O jovem se levantou, jogou sua varinha para longe e sacou sua Espada de Carlin.
A mulher, assustada, tentou dar um passo para trás, mas esbarrou na parede. Dan levantou sua espada para dar um grande golpe, mas uma voz suave o interrompeu:
– Donan... Não... Por favor... – as palavras surgiram na boca da bruxa.
– Como...? – Dan parou o ataque e desceu a espada calmamente. – Como você sabe desse meu nome? – Por estar tão próximo da mulher, o feiticeiro pôde prestar atenção no seu rosto, e viu algo familiar nos seus olhos e no seu nariz.
– Sou eu Dan... – A bruxa abaixou a cabeça e sussurrou olhando para baixo. – Eu sou a Gabriela... Sua mãe... Não me mate...
Dan então se deu conta que algumas feições da mulher pareciam com a suas. Ele largou a espada de vez, que colidiu com o chão produzindo um alto ruído.
– Você é a minha mãe? ... – as palavras iam fugindo. – Mas por quê? ... O quê?
A mulher deu um passo à frente e abraçou o jovem feiticeiro que seguiu sem reação.
Próximo: Capítulo 12 - Sua Mãe é uma Bruxa
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