Primeiramente, o triple post foi um tanto quanto desnecessário - podia ao menos fazer só um double.

Postado originalmente por
Lolinu
Ela queria mostrar ao mundo tudo o que os políticos roubavam, assassinos matavam...
O mundo já sabe disso muito bem, portanto acho que não essa frase não tem nada de mais.
Uma profunda ferida
ficou no coração de Gregor.
Antes estava falando no passado, portanto, ficara.
Gregor ainda recorda da chance que seu atual chefe havia lhe consedido: investigar o caso da morte de sua filha, sendo um policial sem qualquer treinamento.
Estranho não? Eles eram grandes amigos, mas isso não justificava a intenção de seu amigo chefe lhe dar uma oportunidade dessas.
O assunto era por conta de Gregor, ir atrás de suspeitos com tanta raiva e vontade de encontrar o
"assassino".
Sublinhado: Meio desnecessário. Acho que foi o Emanoel que falou uma vez - perdoem-me, não sei ao certo - não subestime a inteligência do leitor. Ficou parecendo que você achou que ninguém entenderia e meteu essas duas palavrinhas. :o
Negrito: Aspas. Porquê? Poderia retirá-las que eu não sentiria falta.
E também acho que, na polícia, não haveria esse tipo de coisa. Ninguém começa sendo um detetive e pegando um caso complicado.
Gregor decidia ir cada vez mais fundo nas suas pesquisas, vigiava suspeitos, as vezes prendia alguns, mas eram de outro assassinato, outro assunto.
Um dia, Gregor havia acordado de sonhos intranqüilos, um dia cinzento
s, clima de tristeza, moral lá em baixo, mas Gregor ainda não sabia que esse dia seria um dia no qual sua vida mudaria.
Contraditório. Policial sem nenhum treinamento que sai prendendo várias pessoas de crimes pelos quais ele nem investiga. E o dinheiro, como fica? Ele não é pago para ficar sem achar ninguém.
Em seu trabalho, seu colega lhe informou: -Encontramos um suspeito que diz saber sobre a morte de
Halice Koffman, sua filha. Não temos certeza se ele foi o assassino, mas vale a pena investigar.
Gregor não reagiu de outra forma.
Queria conversar com ele, interrogá-lo.
Parece que você forçou essa frase apenas para dar o nome. Ficou fora da realidade. '' Esse é Pedro, seu filho. ''
Gregor, ainda sem experiência nenhuma ao interrogar um suspeito, abre a porta e dá um murro na mesa, gritando:
-O QUE ACONTECEU COM MINHA FILHA!
Foi toscamente uma iniciativa errada. O que o homem diria sobre esse tipo de pressão? NADA.
O que um policial, rude com os suspeitos, sem treinamento, com um caso difícil, ganha? NADA. :rolleyes:
-Sei sim!
E Gregor, inusitadamente:
-NÃO SABE NÃO!
Imagine a cena. Se não digno do Todo Mundo em Pânico 5, descartável. O diálogo ficou infantil.
-De fato, foi algo que nem eu sei explicar, mas há pessoas por ai que querem minha palavra de confiança, não contar nada para ninguém. Estou sob pressão, o que acha que vão fazer comigo se eu lhe contar? Me matar é a primeira coisa...
Esse cara parece que guarda terríveis segredos macabros (você não conseguiu criar o clima necessário, infelizmente), mas conta que os guarda para um policial que está pronto para extrair qualquer coisa da sua boca?
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Espero que você entenda que eu só fiz as críticas para te ajudar. Se sentiu-se ofendido, desculpa. Mas tenho uma coisa a acrescentar, cara.
Acompanhe: Esse será um livro real, publicado!
Você não escreve bem o suficiente ainda, sério. Leia mais, escreva mais, mas não será dessa vez que você vai se tornar um escritor profissional. :o