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Tópico: As Crônicas do Mundo Antigo – A lenda do Cavaleiro Negro.

  1. #41
    Avatar de Dark Psycho
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    bom...

    Hovelst, acho melhor voc~e ler direito as coisas antes de sair exculachando com a cara dos outros. Acho que esse era um dever do Pernalonga, mas como ele postou um comente e não fez menssão ao ocorrido, eu, como sou muito intrometido, vou mostrar uma coisinha à você.

    Aqui está um trecho da história, no primeiro capítulo, onde um garoto fala com o velho que conta a história o seguinte:

    - Hoje teremos mais histórias de demônios, Sir. Ludain? – indaga com receio uma das muitas bocas de rostos hipnotizados.
    Então, temos que presumir que o nome do Velho É ludain.

    Agora umtrecho do capítulo um, onde o ludain fala com o tal cevaleiro negro:

    - Qual o seu nome, cavaleiro?

    - Sir. Ludain de Fíbula. E o seu?

    - Sir. F... – sua resposta foi interrompida pelas cornetas que tocaram. Era, finalmente, o som da volta para casa, o som para a glória e para uma esperança de paz.
    Outro trecho, do capítulo três agora, um bêbado falando:

    - Antes de eu desabar bêbado sobre uma das mesas... – começou a falar um louro, chamando a atenção de todos. – Quero fazer... Um brinde coletivo aos... Aos dois que nos levaram a vitória! – seus soluços interrompiam sua declaração constantemente e a tontura aos poucos o vencia. – UM BRINDE...! Ao Sir. Ludain e ao Sir. Fa... – não houve continuação, o homem desmaiou antes de completar suas palavras. Porém, o brinde requisitado foi aceito.
    Então, destemido Hovelst, peça desculpas ao rapaz que você ofendeu e leia os textos com mais atenção.

    Sem mais,
    Euronymous.

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  2. #42
    Banido Avatar de Hovelst
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    Citação Postado originalmente por Dark Psycho
    bom...

    Hovelst, acho melhor voc~e ler direito as coisas antes de sair exculachando com a cara dos outros. Acho que esse era um dever do Pernalonga, mas como ele postou um comente e não fez menssão ao ocorrido, eu, como sou muito intrometido, vou mostrar uma coisinha à você.

    Aqui está um trecho da história, no primeiro capítulo, onde um garoto fala com o velho que conta a história o seguinte:



    Então, temos que presumir que o nome do Velho É ludain.

    Agora umtrecho do capítulo um, onde o ludain fala com o tal cevaleiro negro:



    Outro trecho, do capítulo três agora, um bêbado falando:



    Então, destemido Hovelst, peça desculpas ao rapaz que você ofendeu e leia os textos com mais atenção.

    Sem mais,
    Euronymous.
    Foi mal:riso:...Não lembrava dessa parte, então desculpas ae...

  3. #43
    Avatar de Pernalonga
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    Sem tempo para dizer algo legal aki... espero q curtam










    Cap. IV

    Meu rosto estava colado a mesa de madeira e minhas narinas inalavam o forte cheiro da pequena poça de vinho, que se formara perto do copo tombado, quando a dor de cabeça acordou-me do sono profundo.

    Recuperando-me da sonolência, levantei a cabeça e me deparei com as mesmas pessoas das lembranças borradas de horas atrás. Porém, em vez de pessoas cantantes e ativas se embebedando; vi homens caídos banhados pela lama e mulheres nuas dormindo graciosamente nos lugares mais improváveis. A orgia tomara conta do lugar e derrubara até os guerreiros mais fortes.

    Ainda cambaleante, levantei da cadeira e caminhei ao balcão da taverna. Atrás deste, Frodo jazia caído e inconsciente, como todos os outros do bar, e com uma mulher, com a boca semi-aberta, agarrada em suas pernas, babando nos pêlos de seu membro flácido.

    Lembrando de um lema antigo da taverna que dizia: “Se estás de ressaca. Cure-a bebendo.”, peguei uma garrafa e a levei a boca sem hesitar, derrubando o líquido escuro e quente na garganta, acabando com a secura e, posteriormente, com a dor que apertava meu crânio.

    Minutos se passaram e meus braços já levantavam a terceira garrafa. As pálpebras pesadas, que embaçavam a visão e aumentavam o sono, lutavam para se manterem abertas; e os olhos avermelhados procuravam o meu novo amigo pelo bar. Não o encontrei.

    Por um momento, lembrei da expressão de ódio que flamejava em suas pupilas quando Tibianus I pronunciava suas palavras, mas logo apaguei isso de minha mente. Ele, como eu, estava muito bêbado e, além do mais, ninguém era louco o suficiente para desafiar o rei.

    - Por Tibianus! – bradei para os moribundos da taverna, levantando a garrafa de cerveja.

    Ele não era louco... Foi o que eu achei.

    * * *

    Os passos pesados ecoavam pelas ruas escuras da cidade de Thais e a lâmina branca do machado de duas mãos sonorizava de forma estridente com o chão aquela marcha. A boca abria-se e fechava-se constantemente produzindo uma cantiga baixíssima, quase um sopro:

    Cavaleiros, que mataram
    Com corte alvo do machado
    Majestosa espada, perfurado
    Os inimigos q’odiaram

    O homem caminhou pelas ruas da cidade durante alguns minutos, fazendo com que todos os guardas de plantão ignorassem sua presença. O olhar vago, o cantarolar baixo e o caminhar lento era típico de um bêbado qualquer.

    De repente, o homem se calou e os ruídos produzidos pelo machado cessaram. Com uma expressão de raiva, ele admirou as trêmulas bandeiras, iluminadas por piras de fogo, localizadas nas muralhas que cercavam o castelo real. Este, ficava localizado em uma ilha ligada por uma ponte ao resto da cidade e possuía torres em cada vértice do grande muro. Abrindo um pequeno sorriso, continuou sua caminhada em direção àquela fortaleza, passando pela pequena ponte e deparando-se com o segurança daquela noite.

    - Aon... Aonde pensa que vai? O rei está... Dormindo agora. – falou o soldado em meio a bocejos, levando sua mão ao peito do homem supostamente ébrio.

    - Você também deveria estar...

    A resposta seca só fez sentido quando o olhar fundo do cavaleiro se tornou lívido e maléfico. Num movimento indefensável, o homem segurou e torceu o braço do soldado, fazendo-o gemer de dor e girar sobre os próprios calcanhares, parando de costas para seu agressor. Desesperado, a vítima correu sua mão livre a bainha, mas não encontrou o que desejava.

    Com uma força inimaginável, o cavaleiro de machado alvo acertou a nuca do guarda com o cabo da espada, fazendo-o cair lentamente e inconsciente.

    - ... Durma bem. – falou o homem com um sorriso no rosto. – Depois lhe devolvo a espada.

    Sem perder tempo, pegou seu grande machado e encaixou a espada roubada em uma das frestas de sua armadura. Ele sabia que não tinha muito tempo e, por isso, saiu em disparada ao encontro do rei.

    Subiu escadas, percorreu corredores e escondeu-se de outros guardas até chegar no quarto real. Sem cerimônias, arrombou a porta violentamente e deparou-se com o lugar mais bonito que já vira: O quarto possuía quadros espalhados por todas as paredes; uma grande e bonita pele de urso branco no centro; as janelas estavam espalhadas harmoniosamente com a mobília e deixavam penetrar os raios graciosos da bela lua; e dezenas de tesouros, como espadas, elmos e dinheiro, jaziam largados pelas mesas e guardados dentro de baús abertos. Ao penetrar no quarto, parou no pé da cama; esta era de madeira, com figuras celestiais talhadas em todo sua extensão e possuía um colchão de algodão e palha coberto por uma colcha vermelha.

    - Quem é você?

    A voz inconfundível saiu de suas costas e o assustou. Surpreender ao invés de ser surpreendido... Seu plano inicial havia falhado.

    - O que você quer? – perguntou novamente de forma impaciente.

    - Respostas....

    - Vire-se, cumprimente-me e pergunte. Faça como todos os outros fazem. Mostre respeito pelo seu rei.

    - Rei... – falou o cavaleiro num tom de desdém, virando-se para seu interlocutor logo em seguida. Este, estava a dois metros de distância e vestia trajes de dormir, seus cabelos estavam desgrenhados e sua aparência era de alguém que não dormia há séculos. – Que respeito eu mostraria para um rei que nem o próprio povo ele respeita? Que respeito eu mostraria a alguém que vendeu a própria honra, juntamente com a de todos nós?

    - Do... Do que você está falando? – indagou com um ar de surpresa nos olhos.

    - Você sabe do que estou falando... Sabe até mais do que eu.

    - Juro pelos deuses que não sei do que se trata esta conversa... – falou, ainda mais surpreendido. – Aliás, não sei nem o que o senhor está fazendo em meu quart...

    - Jura? – perguntou arrogantemente, interrompendo o rei e sentando em sua cama logo em seguida. – Tibianus, você acha que eu vou acreditar que esse seu cérebro calculista não sabe do que estou falando?

    Não houve respostas. Durante segundos, o barulho dos dois pares de olhos que se encaravam e brigavam a distância foi o único som que ecoou no local.

    - Me diga, porque obrigou-nos a lutar? Porque convenceu-nos a odiar outro povo e fez com que derrubássemos a um outro exército? – continuou o cavaleiro, deitando o resto de seu corpo na cama.

    O rei sorriu com a audácia daquele homem, mas logo fechou as expressões, falando em seguida:

    - Seu rosto realmente faz diferença no meio da multidão, sabia?

    - O que? – a pergunta surpreendeu o cavaleiro, fazendo-o levantar a cabeça para contemplar o rei. Este, estava caminhando para o outro lado do quarto.

    - Seu rosto. – continuo o rei, parando em uma escrivaninha, abrindo a gaveta e retirando uma espécie de fumo de dentro. - Ele é... Impactante. – falou sentando numa cadeira que estava próximo. Em seguida, levou o fumo aos lábios e, com um cochicho pelo canto da boca, uma pequena chama de fogo saiu da ponta de um de seus dedos, acendendo o narcótico. - Desde a hora em que te vi bradando aquelas palavras pelos seus amigos que morreram; eu sabia que você se tornaria um problema.

    - Ah! Então, finalmente, vai deixar de se fingir de bobo. – falou o homem levantando o seu tronco, sentando na cama de novo. A conversa estava tomando o rumo que ele queria.

    - Ai, ai... Você não entenderia se eu te explicasse o por quê de tudo que te incomoda.

    - Não entenderia? Eles nos atacaram, pegaram nossas mulheres e riquezas e depois fugiram. Nós perseguimo-los, matamos a muitos, ganhamos a batalha e, a vitória total seria o próximo passo! ... Então, você, num ato de heroísmo, acaba com isso tudo! – a raiva estava começando a aflorar. Sua cabeça se movimentava negando constantemente e seus dedos batiam ritmados seus joelhos. - Que droga de rei é você que larga um espólio quando ele está em mãos e que usa seu povo como peças de algum jogo?!

    - Sou um rei como qualquer outro. Faço o que todos fazem. – falou num tom de desapontamento.

    - É isso que gostaria de entender... Sua covardia, seu medo de conquistar.

    - Às vezes, acordos são melhores que qualquer espólio de guerra. – falou o rei, confiante.

    - Mesmo se o espólio for uma cidade inteira?! Venore estava debaixo de nossos pés! Na palma da sua mão! – o tom de voz saiu alto, surpreendendo o homem.

    A nuvem de silêncio tomou conta do lugar, aumentando a tensão do cavaleiro e amenizando os pensamentos do rei.

    - Sir... Seja lá qual for seu nome, - começou indiferente em relação aos gritos. - política não se resume em batalhas. O domínio está muito além da posse e...

    - Mas que droga! – interrompeu aos gritos, levantando da cama. – Para que dominar se você pode ter!?

    - Qual o seu problema?! Por acaso sua mãe morreu num dos ataques deles?! – interpelou o rei no mesmo tom, sem levantar da cadeira.

    As palavras surtiram efeito na sanidade do cavaleiro. Num acesso de fúria, sacou a espada que estava em uma das frestas de sua armadura e voou para cima do homem. Parou a lâmina brilhante a poucos centímetros da aorta dele e colou seus olhos negros nos olhos azuis dele.

    - Se você não domina-los, eu mesmo farei com que o próximo rei faça.

    As palavras ameaçadoras, o metal frio da arma branca e o olhar furioso do homem não o assustaram. Sua boca estava abrindo-se para falar algo quando gritos saíram da porta aberta e penetraram o lugar.

    - LARGUE A ESPADA AGORA!

    Sem olhar para os soldados, o cavaleiro continuou parado, olhando fixamente nos olhos dele. Sua boca estava começando a sibilar uma nova frase, mas, desta vez, ele foi o interrompido.

    - JÁ DISSE! LARGUE A ESPADA!

    O cavaleiro, então, cochichou algumas palavras para o rei em meio aos gritos do soldado, se afastando lentamente com um sorriso de felicidade e um olhar extremamente psicótico no rosto. Aquele, por sua vez, estava com uma expressão de extrema dúvida e sua boca se preparava para dizer algo. Mas não houve tempo.

    Em poucos segundos, o homem já havia sido retirado, os soldados haviam arrumado a bagunça que fizeram e tudo havia voltado ao normal.

    - Desculpe o incomodo, Vossa Majestade. – falou um dos homens que permanecera no local. – Foi uma falha minha e eu me responsabilizo por tudo.

    - Não se preocupe. – falou pacientemente o rei, levantando-se da cadeira e colocando a mão no ombro do soldado. – Apenas faça com que esse homem não pise mais nesta cidade. Ele não a ama e, também, ele é perigoso... Não quero sujar minhas mãos de sangue.

    - Sim, senhor. Tomarei as providências.

    O guerreiro saiu rapidamente do quarto, fechando a porta suavemente e deixando o rei num turbilhão de pensamentos.
    Última edição por Pernalonga; 10-06-2007 às 14:40.

  4. #44
    Banido Avatar de Hovelst
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    Pernacurta...

    Não houve respostas. Durante segundos, o barulho dos dois pares de olhos que se encaravam e brigavam a distância foi o único som que ecoou no local.

    Nessa tive que dar risada:riso::riso::riso:...Agora os olhos também fazem barulho. Já percebeu a ironia ou vou ter que falar?

    - O que? – a pergunta surpreendeu o cavaleiro, fazendo-o levantar a cabeça para contemplar o rei. Este, estava caminhando para o outro lado do quarto.
    Errinho bobo, mas eu encho o saco mesmo... Cadê o acento de final de frase?Coloca o chapeuzinho do vovô rapaz...

    - Ai, ai... Você não entenderia se eu te explicasse o por quê de tudo que te incomoda.
    Porque de motivo é junto...Imagina, pôs até acento, mas esqueceu de juntar os dois...

    - política não se resume em batalhas. O domínio está muito além da posse e...
    Letra maiúscula
    Well, well... Meu caro...O que posso dizer, achei os pequenos erros...Os grandão deixo com o Wakka que entende...:riso::riso::riso:

    Eu gostei. Eu esperava mais ação pelo que você me disse, mas do jeito que está, está bom. Uma coisa mais para lhe falar, essas rixas entre o rei e outra pessoa é bastante comum, você pode até reparar na história do Dard... O que eu posso declarar sobre isso, tome cuidado com o clichê, apesar de eu achar que não haverá.
    O enredo está ótimo e a história também. Esperemos então que hajam mais comentários do povo sumido dessa sessão.

  5. #45
    Avatar de Pernalonga
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    Hovelst... é, esses erros que tu fala eu nem paro pra editar... hauhauhauha
    E o bagulho do olho... Convenhamos, foi melhor das que você colocou na sua história.

    Editei uma coisa importante no texto, tirando uma fala... Para os que já leram, perdão. Para os que não leram, que bom.




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  6. #46
    Avatar de wicht'druid
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    humm. olá! tio pernacurta.
    capitulo bom, mas o que mostra um rei muito mal guardado não?
    Hove, credo velho tudo aki se fala que é clichê o tio perna fala sobre os conflitos de um rei e sues suditos se fala que é clivhê do Dard. o manteguito vai lá e poe algo sobre rookgaard você fala pra não cair em clichê com o seu, reveja seus conceitos de clichê oksw? abrasos
    ao perna um 1º estamos falando de um rei, e ele dvia ser muito bem guardado, a verdade é que a segurança praticamente não existiu.
    e outra a guarda deveria estar totalmente fortificada, ele acabara de assinar um acordo de paz, e ele não tinha garantias se o mesmo seria cumprido ao pé da letra.
    3º o poder é cruel, domina, mata, forja, força, ilude e destroi.
    nenhum rei, nenhum deixaria que um spoil como Venore por um simples tratado de paz. já que venore foi idéia do próprio tibianos.
    pense melhor no que diz, um rei, o que o poder faz com um homem.
    um rei vive acoado pela própria sobra, achei ridiculo a forma com que o cara entra. acho que poderia ter elaborado algo melhor. o que não tira o brilho das tuas linhas. abrasos
    Um dia um homem me falou que a vida é um simples prazer em estar vivo! A partir deste dia aprendi a viver
    leiam the best
    O BRUXO E O FEITICEIRO
    http://i9.tinypic.com/4uawxhi.jpg
    Ataquem me pedras, com toda a força do teu coração eu lhes peço, pois com elas construirei meu novo caminho

  7. #47
    Avatar de Tuelho
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    Oe, tio Pernacurta.

    Agora que consegui ler todos os capítulos só posso falar "Muito bom".

    Então...

    Muito bom!

    Erros mínimos, que não afetam ou atrapalham a leitura.

    Enfim... esperando o próximo capítulo...
    Tuelho~


    ---------------------------------------------------------

    "Atenção, povo de Metal Land!
    Chegou a hora de cantarmos o nosso Hino!
    Comigo agora:
    Mão no peito!
    Mão no saco!
    Mão na xoxota!"

    ---------------------------------------------------------

  8. #48
    Avatar de Ayakumus
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    O capítulo está mutio bom.

    Só achei meio viajem a parte de ele entrar tão fácil do quarto do rei. A guarda normalmente é feita em pares, e outra, não tinham guardas na porta do aposento real logo depois de uma guerra? Meio irreal.

  9. #49
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    Citação Postado originalmente por Ayakumus Ver Post
    O capítulo está mutio bom.

    Só achei meio viajem a parte de ele entrar tão fácil do quarto do rei. A guarda normalmente é feita em pares, e outra, não tinham guardas na porta do aposento real logo depois de uma guerra? Meio irreal.
    É, tu e o witch falaram a mesma coisa... Devo ter errado mesmo nisso.
    Sei lá, o castelo fica dentro da cidade saca? É mais fácil fazerem uma segurança reforçada nos muros da cidade do que encher de soldado no castelo do rei, ainda mais no turno da noite. Mas não to descartando a possibilidade disso, claro que teria seguranças no castelo do rei... Admito que poderia ter caprichado na invasão.
    Mas bah, num vo reescrever não. Iria dar mais ação só... E a conversa dos dois que é o mais importante.
    Última edição por Pernalonga; 10-06-2007 às 20:22.

  10. #50
    Avatar de Ayakumus
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    E nem deveria reescrever meu caro amigo Pernalonga.

    Sem dúvida eu não tinha pensado nessa questão do muro, mas agora só pra acrescentar, o rei foi bem frio não? Na frente dos suditos quando ele estava sendo ameaçado poderia ter sido um pouco mais energico, mas o diálogo entre eles ficou realmente bom.

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