Bolsonaro é nazista e vai instaurar a ditadura igualzinho o muro que o Trump construiu e a crise que era invenção de coxinha.
Mongoloides
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Bolsonaro é nazista e vai instaurar a ditadura igualzinho o muro que o Trump construiu e a crise que era invenção de coxinha.
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Só sei que nada sei, porém saber o que não se sabe e o porquê de não saber, já é muito saber.
toma essa seus fakenewseeiros
https://www.obrasilfelizdenovo.com/fakenews/
PT esteve no poder há 16 fucking anos... vieram com essa palhaçada de golpe para destruir a imagem do PT, e conseguiram. Aí aparece o Bozonaro, inventam essa facada mentirosa (ou no mínimo premeditada) para o cara parecer um mártir que forças malignas querem destronar. O cara até agora não participou de um debate sequer...
Se o PT quisesse ter implantado o Comunismo, já teria feito isso há muito tempo, embora eu tenha meus temores de que uma ditadura comunista possa se instalar no país para reprimir uma possível insurreição militar. O PT tem o benefício da dúvida, mas o Bolsonaro? Bom, ele já disse em seus tempos de juvena que se fosse presidente fecharia o Congresso e daria um golpe militar... eu não estou de sacanagem, ele falou isso mesmo, vejam vocês mesmos (a entrevista dele começa em 2:25):
Querem votar no Bozonaro? Vai em frente, mas depois que o cara começar a subsituir vossos paus de selfie por paus de arara, não venham pedir arrego. Eu sei que o Haddad e sua miríade de processos não é o melhor candidato para o país, essa chance nós tivemos no primeiro turno, mas entre um governo de merda e uma ditadura, eu fico com um governo de merda.
Mestre do Yellow vs Nobre Valente no octógono
-Ambos a 80 km/h
-Ambos motivados
-Ambos com os remédios em dia
Quem vence?
Liga das Lendas: Vintas




Vou anular meu voto no segundo turno. Cá estão meus motivos, a quem possa interessar.
O Haddad poderia ter desistido de se candidatar, ou de prosseguir ao segundo turno, ante a evidência de que a rejeição ao seu partido minaria qualquer chance que ele pudesse ter. Desistir da candidatura e apoiar o Ciro jamais passou pela cabeça deles. Dizer que o importante é parar o Bolsonaro, então, é uma demagogia indecente, de um cinismo que causa fastio a qualquer diálogo com quem apoiou o PT já no primeiro turno.
Fui chamado de fascista, por defender propostas liberais, por dizer que a recessão se deve, muito mais do que a outros fatores, à política econômica petista, e também por cobrar dos meus amigos de esquerda que se posicionassem contra o regime de Maduro. Hoje, o Haddad finge reconhecer a culpa da Dilma, mas seu plano de governo herda a mesma boa vontade irrazoável, sem robustez prática, com o gravame de pretender ser aplicada a uma realidade três vezes mais problemática. O PT escondeu as cartas de suporte à ditadura venezuelana, mas seus representantes são irremediavelmente cúmplices do que acontece por lá, enquanto lutam contra o fascismo por aqui...
Como disse, fui chamado de fascista, várias vezes, por defender um plano econômico liberal. Por mais que eu saiba que uma coisa não tem absolutamente nada a ver com a outra, é bastante chato receber este selo. Agora as mesmas pessoas se esforçam para achar posicionamentos em comum, e para me sensibilizar, com uma lucidez e disposição à conversa que teriam sido muito bem-vindas, alguns meses atrás, quando já faziam campanha para o PT. Não é rancor. Continuo gostando de todos os meus amigos vermelhos, do jeito que sempre gostei, porque sei que eles anseiam sinceramente por igualdade de oportunidades. Meus melhores amigos são de esquerda, moderados. Só discordo, visceralmente, da maneira com que pretendem alcançar isso, demonizando a riqueza e interferindo na liberdade das pessoas.
Não sou libertário, e talvez nem totalmente liberal, para dizer a verdade, porque acredito que o governo deve, sim, instituir mecanismos de distribuição de renda, principalmente por meio da educação, gratuita, e também manter alguns direitos trabalhistas, mínimos, como o salário mínimo - por hora trabalhada. O PT, longe disso, prega a manutenção de posturas que incontestavelmente fracassaram nos últimos anos. O país passa por um período de crescente desindustrialização, intensa fuga de capitais, de forma que os empreendedores estiveram temerosos do que o próximo governo petista faria. O que o partido propõe são medidas que, na minha leitura, inevitavelmente agravariam esse cenário. Não é só a concentração de renda que faz mal. Quando não se gera riqueza, não há, muito menos, o que se distribuir. Como é que se calcula o custo disso?
Quem é que conjecturou, e pormenorizou, para além do número de desempregados, o custo social que nós pagamos, por conta da política petista, lúdica, deslocada - no tempo e no espaço -, na saúde, segurança e educação, nesses últimos anos? Eu estou contabilizando as crises políticas, os escândalos, e, mesmo assim, parece claro que a política econômica deveria ter sido ajustada, há alguns anos, ao novo cenário internacional, e interno, que já não nos privilegiam tanto. Quanto as mentiras da Dilma, que acobertou criminosamente a situação do país, nos custaram?
Prefiro, mil vezes, o que diz o Paulo Guedes, ao que está escrito no plano de governo do Haddad. Esse é meu posicionamento ideológico, e aqui entendo que possa haver divergência. Entendam, no entanto, que os liberais estão surgindo aos montes. Muita gente está ansiosa por tentar um caminho diferente e essa vontade, legítima, não deveria ter sido repreendida da forma estúpida com que foi.
Mas o Paulo Guedes não é o candidato, e o Bolsonaro não é liberal. O Bolsonaro é conservador, nacionalista, e brada que quer mais liberdade na economia por esperteza, só. É uma artimanha vazia de significado, encenada. Nunca vi o Bolsonaro falar, com brilho nos olhos, e afinco, da liberdade econômica, como fala de suas pautas conservadoras. É por isso, aliás, que ele se furta aos pronunciamentos sobre economia - por mais que atribua isso a outras razões. Ele reproduz, com má vontade, o pouco que é capaz de assimilar. Como acreditar que ele realmente levará a cabo o que o Paulo Guedes diz, ou que está escrito no plano de governo? Ainda assim, mesmo que cumprisse à risca o plano de governo, no que diz respeito à economia, as atrocidades que ele diz não podem ser subestimadas. Ainda que, eu acredito, alguma parte do que ele diz se deva à sua limitação intelectual - do mesmo tipo que afligia a Dilma, atrapalhando-os a se expressar corretamente -, ele profere pensamentos violentos e racistas, e isso não pode ser, senão, a expressão do seu âmago. As palavras dele encorajam tendências nefastas, antiprogressistas, e são uma ameaça real a ganhos civilizacionais que foram conquistadas a um custo elevadíssimo, e muito tardiamente.
Quisera eu que meus amigos de esquerda tivessem tido o mesmo empenho em convencer mais pessoas a votar no Ciro, ou em pedir a renúncia do Haddad à candidatura, que têm ao atribuir àqueles que anularão o voto a responsabilidade pelo desfecho que se desenha. É fácil apontar o dedo na cara de um liberal. Eu queria ter visto vocês apontando o dedo na cara dos petistas, no primeiro turno, com essa mesma insolência. Quisera, igualmente, que meus amigos que votam no Bolsonaro, por ojeriza ao PT, tivessem se posicionado em favor do Amoêdo, que é verdadeiramente liberal – ao menos economicamente -, e não tivessem se aproveitado, ao que parece, de alguns argumentos justos, para defender, vivamente, o indefensável.
Queria eu ter escutado menos "ele é ruim, mas o outro lado é pior" e mais "nenhum dos dois é razoável", já no primeiro turno.
Eu não estou me omitindo, ao anular meu voto. Eu reprovo os dois, por motivos, no meu entender, bastante parecidos, como tentei explicar - ainda que a ameaça do Bolsonaro pareça mais aguda, por ferir mais descaradamente direitos fundamentais -, e o voto nulo é a maneira de expressar isso. Mas, para além de afirmar categoricamente que isso não é omissão, e ter que discutir semântica num debate infértil e irresolúvel, quero dizer que revi, nos últimos anos, muitos posicionamentos políticos que eu tinha, que eu também não sou flor que se cheire e que confio que os demais "isentos", como eu, sejam um indicativo de que o voto por medo fortalece os extremos. Não tem voto útil, ou veto, que dê fim a esse ciclo. Ao anular meu voto, permaneço “íntegro”, ao menos aos olhos dos menos compreensivos, para dialogar com todo mundo, sem o obstáculo do ressentimento. É claro que sou privilegiado, e talvez a sensação de urgência não grite em mim tanto quanto em outros - e talvez por isso, aos seus olhos, eu possa ser considerado imparcial -, mas a verdade é que nós perdemos essas eleições no 1º turno. Eu já estou militando pelas próximas, para desarmar esse mecanismo de ódio, em que os vilões se retroalimentam, então não me julguem mal.
Última edição por robin; 13-10-2018 às 22:47.
Seja bem vindo, caro mancebo.
Há um tanto de incoerências em seu post, heim?
"Como disse, fui chamado de fascista, várias vezes, por defender um plano econômico liberal."
"Quisera eu que meus amigos de esquerda tivessem tido o mesmo empenho em convencer mais pessoas a votar no Ciro"
?!
"Eu não estou me omitindo, ao anular meu voto. Eu reprovo os dois, por motivos, no meu entender, bastante parecidos, como tentei explicar - ainda que a ameaça do Bolsonaro pareça mais aguda, por ferir mais descaradamente direitos fundamentais"
Agora me conta ai: qual direito fundamental será ferido pelo governo dele? Até onde vi, o único que expõe isso claramente em seu plano de governo é o Haddad com sua famigerada regulação da mídia (aka censura)
E, sim: se omitir também é uma maneira de se posicionar, goste ou não. Se não escolher, outro escolherá por você, quer você queira, quer não.
Att,
GrYllO.
Meu coração pertence à Valéria Freitas.Precisa de suporte? Crie um tópico público! Sua dúvida pode ser a de outra pessoa. Pesquise se por um acaso a sua dúvida já não foi solucionada antes e, em caso negativo, abra um novo tópico no Suporte ou mesmo em Tecnologia (pro caso de uma dúvida técnica não relacionada ao jogo). Beleza?




Pois é. Fui chamado de fascista por ser a favor da reforma trabalhista. Como eu disse, logo embaixo, "sei que uma coisa não tem absolutamente nada a ver com a outra". Então, talvez não tenha ficado claro, mas não fui eu que associei as duas coisas. Essa é, justamente, minha birra.
Considero o Ciro, por ter menos máculas de natureza moral, e por sua atuação no plano real, um candidato mais razoável. Por isso militei para que a oposição do Bolsonaro fosse o Ciro, não o Haddad.
Para deixar claro, votaria no Ciro, caso ele disputasse o segundo turno contra o Bolsonaro.
O Bolsonaro é o baluarte de uma camada conservadora da população, que oprime homossexuais, negros e nordestinos. A redenção dele será festejada por essas pessoas, e não é difícil de compreender que ele é, sim, racista e homofóbico. Desculpe dizer isso, friamente, mas não vou me dar ao trabalho de explicar.
Edit: Deixa eu explicar, para não soar feito feminista. O Bolsonaro representa a negação à ditadura brasileira, e ao que aconteceu. Representa o desdém aos nordestinos, que podem, sim, ser censurados, mas somente com brandura, devido às fragilidades dele. Ele é racista, por mais que tenha o sogro preto. Disse que um quilombola pesa em arrobas, em clara referência ao gado, igualando, numa declação nada sútil, quilombolas a animais. Você sabe o que é racismo? Já viu alguém ser vítima de racismo? Eu sou branco, de classe média alta, e vejo direto, nos meios que frequento. O Bolsonaro, com essas declarações, contribui para tudo isso.
Em relação a anular o voto ser ou não um posicionamento, eu acredito que ao anular eu manifesto minha reprovação aos dois, por igual. É esse o meu sentimento, e essa a maneira de expressá-lo.
Última edição por robin; 13-10-2018 às 23:31.
Entendo... Recomendo fortemente que pesquise mais sobre aquele que seria o seu candidato. Ciro nem de perto pode ser considerado um candidato liberal ou com algum viés liberal.
(de qualquer modo isso não importa, afinal, já sabemos que ele está fora do páreo)
Eu diria que, analisando hoje, a megalomania do PT por poder (ao trair Ciro e buscar candidatura própria), enterrou as chances da esquerda ser eleita para o cargo máximo da nação. Uma disputa de Ciro vs Bolsonaro seria bem mais equilibrada - afinal, não se trataria do poste de um presidiário. Não tiro a razão do Ciro em rachar fora do país pra descansar na Europa justamente quando o PT, agora, tanto precisa dele para ter algum lastro. Ele está magoado.
Agora, voltando ao Bolsonaro: você está batendo em um espantalho ao ser taxativo sobre ele ser racista e homofóbico, ainda mais atribuindo isso ao eleitorado dele. Esse é o erro fundamental que e esquerda insiste em cometer. Temos então, 49 milhões de racistas e homofóbicos? Do varredor de rua ao CEO de empresa? Tá certo...
Aliás, o cara é tão racista que emprestou o nome e ajudou a eleger o negro mais bem votado do Rio nessas eleições, ficou sabendo?
https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45831493
Tá vendo como a realidade tá bem distante do discurso? E é por isso que muito provavelmente Bolsonaro será o nosso presidente a partir de 2019, pois a escolha é muito simples:
- Dar continuidade ao projeto de poder do PT, o qual já teve 16 anos pra mostrar ao que veio (roubando o Brasil de todas as formas possíveis).
- Tentar um governo declaradamente de direita e com viés liberal pela primeira vez em 30 anos de redemocratização do Brasil.
O resto é fanfic da esquerda.
ps: Gustavo Franco é o verdadeiro formulador do Plano Real, não o Ciro (que quando chegou ao ministério, o plano já estava formulado). À propósito, Gustavo é o coordenador econômico do Romeu Zema (MG), excelente escolha e só confirma o meu voto nele.
Att,
GrYllO.
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Amigo, minha mãe votou no Bolsonaro. Ela é a pessoa mais amorosa, empática e bem intencionada que eu conheço.
Não acho que os eleitores do bolsonaro são todos isso que falei. Acho que o Bolsonaro, em várias de suas declarações, se posicionou contrariamente a conquistas sociais importantes, como a igualdade racial, entre homens e mulheres e entre pretos e brancos. Ele já deu declarações bastante incisivas, outras mais brandas, mas eu sou muito rigoroso com o que ele diz, e é assim que tem que ser. Não tem como relativizar, ou desconsiderar o simbolismo intrínsico que reveste qualquer declaração de um presidenciável. As palavras dele têm mil vezes mais peso, e importância, porque vão ser interpretadas por seres humanos desprezíveis, como neonazistas, no mínimo, como um consentimento velado, e talvez como um incentivo.