Primeiro venho pedir desculpa pela minha ausência com a escola, trabalhos não anda nada fácil. Quer pedir realmente as minhas desculpas. Mas para compensar venho postar o próximo Capitulo que estará dividido em 3 partes (provalvelmente). Espero que gostem!
Parte I | Capitulo 5 – O Naufrágio
Parte II | Capítulo 5 - A Ilha PerdidaHans olhava fixamente para Jéssica à espera de uma resposta, sentia uma impaciência em todo o seu corpo, ela ficara sem palavras.
- Jéssica por favor diz alguma coisa – suplicava Hans.
- Claro que aceito! – Jéssica ficou aliviada
Hans levantou-se e deu-lhe um beijo prolongado, ele esquecera todos os seus problemas e só queria que aquele momento não acabasse.
- Icem as velas, vamos virar para estibordo – gritou o Capitão,
Hans esfregou os olhos, e logo a ver-se ao lado de Jéssica colocou um grande sorriso na sua cara. Mais uma vez gritava o capitão:
- Icem as velas, rápido aproxima-se uma tempestade!
Levantou-se num sobressalto acordando Jéssica, vestiram-se e foram ter com o capitão.
- O que se passa? – Perguntou Hans.
- Uma tempestade aproxima-se, - explicava o capitão- temos de nos apressar, ajudem-nos a içar as velas.
O barco rangia, parecia que as tábuas se iriam partir uma a uma, deixando-os em alto mar, a tempestade sentia-se cada vez mais no barco, no convés já entrava água, todas as pessoas que podiam ajudavam a tirar a água do barco.
- Cuidado – gritou Jéssica – uma pedra!
O capitão só teve tempo de virar para bombordo, despedaçando o casco do barco, naquele momento era o mar que mandava, puxava-os para baixo, com o casco partido era uma questão de minutos até o barco afundar. Avistou uma ilha, sem nenhuma dúvida tinha logo a certeza que a única salvação deles era parar naquela ilha, para poderem reparar o barco e terem mais hipóteses de conseguirem voltar.
O barco, com dificuldades, esforçava-se para ir para parar na ilha, a tempestade era tão forte que parecia que sugava tudo o que conseguia. De repente um pequeno coral, perto da costa embateu no barco, o capitão não conseguiu reagir, ninguém o vira parecia que tinha aparecido vindo do nada.
Sentia a água a bater na cara, acordou confusa e olhando à sua volta só via restos de destruição, via-se o rosto de aflição no rosto de Jéssica, não se conseguia lembrar do que acontecera, mas as imagens e os sucedidos acontecimentos começava a montar-se na sua cabeça. O rosto de aflição voltara. Pensava para sim mesma “Onde está Hans?”, “Está Vivo?”, “As outras pessoas que vieram connosco alguma estaria viva?”.
Hans, Hans?! Onde estás? – Gritava Jéssica.
Numa balbúrdia virava todos os destroços na esperança de encontrar alguém, que o pudesse ajudar.







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