Capítulo 16 - Encarando as Trevas
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Postado originalmente por
Skirt Underdome
Esse últimos capítulos tem tido um clima, assim assim, analítico, o Crowler botando a cachola para funcionar.
Esse moleque Dartaul ainda vai aprontar to pressentindo isso. Ta se descontrolando e ta paradão na sorcerer ali.
Tenho sentido falta da Lea. Gosto de mulheres como ela, corajosas, mulheres de peito!:fckthat:
E que voltem as tretas naruteiras!
Opa Skirt, obrigado pelo comentário.
Esses capítulos serviram para mostrar as habilidades de Nightcrawler em investigação. Logo será mostrado ele em ação de novo, o que será melhor ainda.
Dartaul tá de olho, mas pode acabar se dando mal. Ou talvez se dê bem, quem sabe. E quanto a Lea, ela retornará, não se preocupe.
Espero que continue voltando aqui sempre. e para de falar de naruto nao tem naruto aqui nao mano
Citação:
Postado originalmente por
Edge Fencer
Gostei bastante do clima desse capítulo. Foi tenso a parte em que o Trevor chegou e encurralou o Nightcrawler, parecia que ia dar ruim pro detetive dessa vez. Agradavelmente, era tudo zoeira, e das boas :biggrin:
O capítulo trouxe uma mudança considerável nos rumos da história. Até aqui, o Crawler parecia estar vários passos a frente dos outros personagens detetives/policiais/investigadores, e a guarnição de Thais parecia bem ineficiente. Com essa invasão ao esconderijo dele, ficou claro que não dá pra desconsiderar a presença dos caras; sem dúvida serão ótimos aliados pro mascarado. Outro ponto interessante foi a Aika, agora livre e solta para, em tese, somar forças com a equipe. Algo ainda está muito estranho com ela, e acho que o Dartaul está bem propenso a tomar as dores da moça em uma eventual traição dela. Só resta esperar pra ver onde isso vai parar...
A escrita melhorou, notei bem menos erros de revisão do que na última vez. O que me saltou aos olhos foi a forma como você usa a palavra "tem" em algumas frases, como "A Baía da Liberdade foi atacada tem alguns dias pela Irmandade", acho que "há alguns dias" soaria melhor. Mas acho que do jeito que você fez nem tá errado, citei mais pela estética mesmo ;)
É isso aí, a história continua crescendo a cada capítulo. Por mim, pode mandar o próximo :D
Abraço!
Diga aí Edge, obrigado pelo comentário e pelos elogios. Acabei tendo que mandar o capítulo hoje mesmo.
Minha intenção não era desmerecer a guarnição e dizer que ela era ineficiente, porém, acabou que não consegui passar a impressão de que eles eram fortes, mas não tão inteligentes quanto o Crawler. Com esse capítulo, deixei claro o que eles podem fazer se forem bem comandados, ainda mais com Trevor no comando, que conhece o detetive e sabe como ele age devido ao convívio que teve por ele por uns tempos.
Aika talvez seja uma boa adição a equipe, mas ainda há coisas planejadas para ela, então, aguarde e verá. Ela os trairá? Ela se juntará a eles? Só o futuro irá dizer.
O uso do "tem" nessa frase está correto, mas devo dizer que talvez haja alguns problemas mesmo com essa palavra. Nesse caso, irei olhar.
Espero que goste do capítulo!
Pessoal, não aguentei. Tive que postar esse capítulo.
O motivo é simples: No meu ver, ele está foda. Raramente digo que um capítulo meu está assim, então, talvez vocês consigam perceber o nível da coisa.
Espero que gostem dele assim como eu gostei!
No capítulo anterior:
Enquanto planejam os próximos passos, Nightcrawler é surpreendido por Trevor, que o embosca e por pouco não o captura, afinal, ele estava brincando. Com isso, ele soma forças com o seu time para seu próximo ato contra a Irmandade. Enquanto isso, os vermelhos estão em Meriana e irão se dirigir para outro lugar para causar um novo massacre.
Capítulo 16 – Encarando as Trevas
Naquela noite, Dartaul se intrigava com algo que descobriu dias atrás no seu quarto: Um rádio.
O equipamento utiliza uma fonte desconhecida de energia, pois não possui cabos. Tem apenas um, feito de alumínio e com estrutura espessa, do qual Nightcrawler chama de antena. Sua estrutura é feita de madeira, possui regiões metálicas como duas metades de uma esfera de cada lado usadas para sintonizar em uma rede e aumentar o som – ou volume – para entender melhor o que está sendo dito pelas pessoas naquela sintonia. As vozes saem por um buraco no centro do aparelho, protegido por uma camada fina de alumínio forrada de buraquinhos.
As sintonias podem ser vistas através de um retângulo de vidro, que possui um forro de material desconhecido, descrevendo as sintonias por números. A que Dartaul usa para ouvir algumas notícias é a de número 10.5, dentre as 14 existentes, espalhadas pelo mundo tibiano, em centros jornalísticos. A tecnologia pouco a pouco evoluía dentro do Tibia.
— ...Perseguição e busca de um mau elemento que assassinou um homem doente em Venore. Descreve-se que a doença esteja se espalhando pelas áreas do oeste da cidade agora que o individuo foi morto. Seu corpo foi encontrado em estado de decomposição avançada e seu ceifador está escondido no Pântano Garra-Verde*.
Dartaul escuta notícias como essas enquanto deitado. Naquele dia, pouco se fala sobre algo de fato relevante, e também não há mais sintonias comentando sobre o massacre na Baía. Mas, dias atrás, é o que mais se falava nas rádios, principalmente porque a morte de Eleonore poderia incitar uma rebelião geral na Baía da Liberdade. Os piratas restantes que fugiram de Nargor se aproveitariam disso para se aliar aos rebeldes e destruir a influência thaiana no lugar, e então partir para Porto Esperança fazer o mesmo.
Apesar das preocupações, Meriana se mantém quieta sobre o assunto. Por isso, Dartaul tem se mantido atento, pois ele seria capaz de descobrir algo relevante para a investigação e o plano discutido horas atrás. Enquanto isso, novas notícias vão surgindo.
— ...Informações novas na Baía da Liberdade. A morte de Eleonore Silverhand segue um mistério assim como a ausência de reação dos piratas de Meriana. Percy Silverhand, regente da cidade, planeja algo a respeito sobre Sabrehaven, pois suspeita que o responsável esteja se escondendo lá. Seria esse um possível estopim para uma guerra definitiva entre os piratas e as forças thaianas?
Aquilo parece preocupar Dartaul, principalmente a parte onde Meriana está quieta. Piratas raramente se calam nesses casos. Piratas raramente se calam.
Dartaul se levanta e pega um bloco de notas ao lado do seu criado-mudo e começa a escrever algo. Ele anota, detalhadamente, as possibilidades de algo ter acontecido em Meriana e a Irmandade estar por trás disso.
”O formoso monte, o capitólio humano, antes cinza, será vermelho.”
A mente do investigador é martelada por essa frase e seu corpo esquenta. Por que a Irmandade deixaria de olhar para Yalahar para pousar os olhos sobre o sudoeste de Tibia, o outro lado do planeta? As coisas parecem não fazer sentido para ele, tanto que seu olhar oscila entre pasmo e preocupado.
O que seria o capitólio humano? De que monte Aika se referia? Aika realmente falou essas coisas? Ele então começa a pensar sobre o que pode ser o capitólio humano, deitando-se em sua cama e deixando o bloco ao lado, se concentrando. A resposta parece óbvia demais, mas ele demora pra entender. A resposta vem após um tempo de vazio mental.
— Thais. — Sussurra Dartaul, cada vez mais espantado.
Thais já é vermelha, visto sua bandeira e seus telhados levemente avermelhados. O que seria cinza e subitamente seria pintado de vermelho?
Antes que a resposta viesse, a porta do seu quarto se abre, seu corpo é paralisado e sua mente falha. Então, após alguns instantes, ele adormece.
A visão de Dartaul está distorcida, como num filme antigo. Ele não parece estar vendo a si mesmo, mas sim os atos de outra pessoa. Ele conclui estar sonhando.
Um homem vê alguns papéis enquanto bebe um pouco de água. Está sentado em frente pra uma mesa larga de madeira grossa, concentrado. A casa onde está é feita de madeira de palmeiras, amarradas com barbantes de bambu. O teto é feito por folhagens igualmente amarradas e presas. O chão é de bambu, com um tapete sobre ele.
Alguém aparece correndo. Usa trajes semelhantes aos de um pirata, mas com algumas diferenças. Ele alerta o homem sobre alguma coisa, mas a voz não é audível. O cenário está completamente sem som, despertando certa agonia sobre Dartaul.
O rapaz levanta e pega seu sabre numa armaria numa parede próxima, apenas para olhar para o lado e ver uma faca brilhante atravessando o peito de seu companheiro. Ela subitamente desaparece e o pirata parece completamente diferente, com veias saltando nos olhos e começando a soltar sangue pelas narinas e pela boca, avançando sobre o amigo. Ele reage rápido, cortando sua garganta e dando-lhe um chute, derrubando-o no chão. O rapaz aparenta estar gritando, mas o som não vem. Ao invés disso, outra coisa corta o silêncio no ar.
Há rumores sobre a tal Irmandade do Caminho de Sangue... Rumores a cerca dos locais que eles atacaram nos últimos anos.
O som é de rádio, vindo de um narrador oculto. Ele parece estar contando sobre algo com relação à Baía, pois a voz é semelhante a da sintonia que o investigador estava ouvindo.
No sonho, o homem com o sabre corre para fora em busca de ajuda, apenas para ver a população correndo confusamente de um lado para o outro. A chuva de fim de tarde dá uma característica sombria àquele cenário, enquanto algumas pessoas uniformizadas de vermelho perambulam pelas extremidades da vila de Sabrehaven.
Eles já lançaram um ataque sobre Nargor há quatro anos atrás e um sobre Porto Esperança há cinco anos. Agora, esse assassinato de Eleonore parece ter dedo deles no meio.
Uma mulher pega uma garrucha de um dos dois coldres ao lado das coxas e atira contra um dos vermelhos. O membro explode em sangue, então ela se vira para atirar em outro, que também tem a mesma reação. Subitamente, todos os outros explodem, levantando a dúvida sobre os habitantes.
O homem que Dartaul está encarnado começa a se mover em direção da mulher, parece fazer questões do que aconteceu e também pede ajuda. Quando a mulher pirata vira-se para ele, algo surge do chão; Um formato semelhante a pedras de coral levantando do chão, muitas delas tingidas de sangue. Aquilo toma o formato de uma estalagmite afiada, perfurando o peito da mulher.
Aqueles homens... Todos foram encontrados sem sangue no corpo e completamente mutilados de todas as formas imagináveis. Apenas seu patrão foi encontrado de forma... Normal, digamos assim. Mas também foi morto brutalmente.
Ao virar para o lado, outras pessoas parecem gritar enquanto pedaços de papiro começam a perfurar as pessoas. Subitamente, eles se transformam em correntes e puxam duas pessoas até um membro de saia longa, que, ao ver as pessoas vindo em sua direção, levanta suas mãos. Elas passam pelo peito destas pessoas e tiram seus corações do lugar, abrindo buracos em seus peitos. Outra estalagmite de corais passa pelo peito do homem com o sabre, tornando sua visão escura.
A visão de Dartaul pula para a de um homem barbado que tenta esconder seus livros numa escotilha para então entrar nela. Quando ele entra nela, uma luz estranha se encontra no corredor, iluminando-o. Ela se expande e explode em cor âmbar, próxima do vermelho, tornando a visão do homem muito clara para se enxergar, para em seguida ficar escura.
Desconhecemos a habilidade deles e suas intenções. Mas tenho a mais absoluta certeza de que planejam algo... E não se resume só ao sudoeste de Tibia.
Depois, ela passa para um homem que combate um deles, cujo está usando uma adaga longa e branca. Este indivíduo é jogado para longe subitamente, caindo no chão de areia. Subitamente, ao tentar levantar, seu corpo é coberto por um fogo vermelho intensamente vivo. Sua visão demora mais para sumir, enquanto ele tenta apagar o fogo com as mãos, em vão, sendo carbonizado rapidamente.
Por fim, sua visão pousa sobre o provável único sobrevivente: O gênio azul que vive nas montanhas. Ele vê tudo aquilo acontecendo e se desespera, mas decide ir ajudar, virando-se e puxando seu sabre. Logo ao sair de sua casa, ele nota uma presença logo atrás dele. Por reflexo, ele se vira rapidamente, apenas para ver um membro lançando um número imenso de agulhas escarlates contra ele, ocultando sua visão.
Eles atacaram o sudoeste de Tibia. Atacaram Ab’Dendriel no passado. Também direcionaram ataques aqui, em Venore, dois anos atrás! Até mesmo o Forte dos Orcs ao norte foi atacado por eles... E Rookgaard também, e isso tem nove anos, ambos os ataques. São mais de dez anos de terror, ouvintes. Dez anos de Irmandade.
A última pessoa está na doca, observando tudo. O olhar de Dartaul se pousa sobre ela, apenas para ver sua morte rápida. Ao virar para tentar fugir no navio ancorado próximo dele, ele é surpreendido por um membro com um desenho de um rosto na face, feito numa superfície de madeira lisa. Seu olhar é ocultado por muitas folhas de papiro, enfim ceifando o último humano em Meriana.
Seus ataques são confusos e raramente sabemos se são eles ou não. Mas de uma coisa tenho certeza: Algo próximo de Thais será atacado por eles. E pode ser o prelúdio de algo muito maior, meus ouvintes... Um monte de vezes maior.
Um monte de vezes maior.
Monte de vezes maior.
Monte maior.
Monte.
Dartaul acorda como se tivesse saído debaixo da água, tamanho a quantidade de suor no seu rosto e sua busca sedenta por ar. Ele começa a ofegar, enquanto se senta devagar, apoiando seu corpo na cabeceira da cama, enquanto o rádio toca uma música, uma combinação de piano com violino. Ele nota alguém no quarto, sentado do outro lado do colchão.
Aika olha para ele sem esboçar reação, vestida apenas de uma camisa preta larga. O investigador está surpreso com sua presença repentina ali.
— Desculpe pela invasão... — Murmura Aika, visando falar o mais baixo possível para ninguém notar, pois ainda há pessoas acordadas na torre — Eu... Não consigo dormir. O pesadelo que você teve agora é o que eu estive sofrendo tem alguns dias... Ao passar para você, acho que posso voltar a dormir e me concentrar naquele plano.
Dartaul não responde. Ele parece paralisado, mas o motivo não é mágico e sim a garota.
— Mas claro... Você não ficará sonhando com isso por dias e dias. A Irmandade não pode fazer nada contigo, Dartaul. Mas desde que aquele pulsante me atingiu... — Disse Aika, envolvendo seus braços em seu corpo — Tudo tem sido estranho. É como se eles tivessem uma conexão comigo.
Os dois ficam calados por pelo menos um minuto. Nenhum som pode ser escutado na torre, nem nos arredores. O barulho do distrito não chega ali, afinal. Apenas o que acontece no edifício é que pode ser ouvido, algo que Nightcrawler fez questão de deixar preparado. Entretanto, aquilo parece incomodar a maga. Ela deita na cama, mas fica desconfortável com isso, então ela logo senta novamente e tira suas pernas do chão para ficar na cama, e então, fita Dartaul, com um pequeno sorriso de canto.
O investigador fica apreensivo, cerrando as mãos e puxando o lençol. Despreocupada, Aika se aproxima dele, engatinhando na cama, passando pelas suas pernas e chegando mais perto.
Tudo ao redor do rapaz começa a ficar esquisito. As paredes começam a derreter e tomar o formato de sangue, seus braços derretem, suas pernas derretem, tornando-se um puro e avermelhado sangue. A garota está presa a correntes vindas dos lados da sala, mas continua se aproximando, apesar de algumas áreas de seu rosto também estar perdendo a pele e sendo substituído por músculos e veias, e, em seguida, por algo semelhante a papel.
Num piscar de olhos, a ilusão cessa e tudo volta ao normal. Aika está muito próxima, suas mãos tocam as dele, suas pernas estão repousando em parte sobre as dele, seus seios levemente visíveis devido ao decote da camisa. Seus rostos estão a apenas dois metros de distância. A maga sorri, vendo o nervosismo de Dartaul, apesar de o rapaz ser mais velho do que ela. E, involuntariamente, ela vai até ele e o beija.
Alguns segundos se passam com os dois daquela forma. A maga recua, olhando-o com um pouco de afeição.
— A ilusão passou? — Indaga a maga. Sua voz é a mesma de sempre, mas seus sentimentos não.
— B-Bem... Ela passou antes de você fazer isso.
Aika cora as faces e vira para o lado, com um sorriso tímido.
— D-Desculpe. — Balbucia Aika, rindo um pouco — Uma vez, alguém me ensinou que pessoas sobre o efeito de ilusões podem ser curadas dessa forma. Um sentimento sobrepõe o outro e quebra as plataformas que a sustenta.
— Como você sabia que eu estava sobre uma ilusão?
— Foi uma magia visual que me ensinaram. Eu não consigo apagar ela, por isso meus olhos são azuis. Entretanto, consigo enxergar tudo normalmente e notar distúrbios ao meu redor.
— E qual é a cor real dos seus olhos?
— Vermelho.
Os dois ficam calados por um instante. Aika desaba sobre o corpo de Dartaul, ocultando sua face sobre o peito do investigador e o fazendo corar e seu coração bater mais rápido.
— Você... Bem... Er...
— Sim. Eu aprendi beijando alguém. Mas só funciona se houver amor entre os dois.
— Espera... Então, você...
— Assim como você.
Aika envolve seus braços nas costas dele, o abraçando. Dartaul não consegue entender como aqueles sentimentos se nutriram tão rápido entre os dois, mas sabe que, dentre todos que estavam no arsenal, apenas ele se importava e a protegia. Ele preparava e dava comida para ela, assim como a dava outras peças de roupa e um balde d’água com um pano para se limpar.
Eles conversavam, riam, se entretinham com algumas atividades como damas, xadrez ou cartas. E Dartaul foi o primeiro a intervir, de forma involuntária, quando ela foi capturada por Nightcrawler sem ele falar absolutamente nada sobre. Ele apenas foi lento demais pra entender que ele não estava mais de olho nela ou cuidando dela, mas sim se importando com ela como uma pessoa real.
O rádio para de tocar aquela música e passa para outra, com uma flauta transversal tocando de inicio.
— Posso dormir aqui hoje? Esse lugar me incomoda muito...
— Pode... Mas não foi só pra isso que você veio aqui, não é?
— Bem, mais ou menos. — Disse a garota, pegando algo de dentro da camisa — Você tinha esquecido seu distintivo lá embaixo. Sei que ele é importante pra você.
— Ah sim... Obrigado. — Disse o rapaz, pegando o objeto e colocando sobre o criado-mudo — Durma aqui. Só espero que o chapeleiro não se importe.
Aika ri, assim como ele e passa a aceitar aquele sentimento, abraçando-a e a forçando contra seu corpo. Segue-se um clima de paz, com uma música baixa e simples na rádio. Entretanto, a feiticeira parece se incomodar com algo.
— E-Ei... Isso aí e-embaixo é o que estou pensando?
Dartaul arregala os olhos e cora fortemente seu rosto.
Próximo: Capítulo 17 – Promessa
não, não é o dartaul pedindo a aika em namoro, aquieta o rabo que eu nao sou romantico assim
Notas:
* Tradução livre para Green Claw Swamp.