Capitulo 26 - Batalha Sangrenta pt. I
Olá galera!
Hoje trago o capitulo 26 sem muita demora.
Respondendo comentarios:
@Gabriellk~
Sim. É muito desmotivador isso. Essa época de final de ano está muito ruim, não gosto disso. Mas é assim mesmo.
Obrigado por curtir meu capítulo! Tive que pensar muito em como descrever aquela cena final, pois eu queria algo épico no final. O acampamento é muito perigoso, os assassinos trabalham rituais lá por anos. Mas, só depois você confere o que vai acontecer nos capítulos seguintes.
Vou ir melhorando o "tempo" da escrita. Acho que é meu único problema mesmo.
Continue acompanhando e comentando!
@Sombra de Izan
Sei que cedo ou tarde você comentaria aqui, só que tá faltando aqui bastante gente que prometeu acompanhar e sumiu da seção. Realmente desmotivador, mas quem sabe na época do proximo torneio o movimento retorne. E seu amigo aí não é nada motivador viu.:assovia:
Que bom que gostou do capitulo! Mas, não eram mil, eram mais de dez mil... A quantidade está neste capítulo aqui. Enfim, esse desenho que você citou, realmente nunca ouvi falar... Você é velho mesmo hein? Pra se lembrar de tantas coisas antigas...
Bom, este capítulo promete mesmo hein! Espero que não demore muito para ler.
Obrigado por acompanhar!
Obrigado pelos comentarios motivadores de Gabriellk~ e Sombra de Izan. Vou tentar continuar escrevendo da melhor maneira que posso.
Hoje presenciaremos uma tecnica de assustar de George.
Boa leitura :smile:
No capitulo anterior:
George, Jack e Watson chegam ao acampamento dos assassinos, e são surpreendidos pelas habilidades de um bandido muito ágil. O bandido ameaça Jack e Watson de serem mortos caso George não entregar suas armas, mas ele consegue liberar um grande poder de sua espada e salva seu irmão e seu amigo. Logo depois, eles presenciam a cena mais assustadora da vida deles.
Capitulo 26 - Batalha Sangrenta pt. I
Capitulo 26 – Batalha Sangrenta pt. I
Enquanto aquelas milhares de coisas desciam para a terra, George se lembrou de uma coisa que antes Banor contou a pouco tempo; Pensar no céu. O que vinha a sua cabeça era que Acrios também havia falado sobre isso. Usando os mínimos segundos que ainda havia, pensou rápido no que Acrios quis lhe dizer.
~~*~~
Tibia, ?? de ?? de 480.
George estava observando seu próprio reflexo na água do oceano Tibiano. Estava em Northport, num local pouco provisório de treino psicológico, de frente para o oceano. Era uma pequena doca.
George daquela época ainda era um tanto feliz; tinha uma namorada fiel, ainda era muito bonito e também poderoso. Ele passava sua mão pelos seus cabelos ruivos que quase iam aos seus ombros, pensando.
[George] – Realmente ainda vai demorar muito tempo para eu deixar de ser lindo. – Dizia para si mesmo, esboçando um sorriso orgulhoso. Um bastão de madeira bate contra a cabeça do garoto, que se desequilibra e leva seu rosto de encontro à água.
[Acrios] – Vaidade e orgulho não te levarão a nada, George. – Indagou para o garoto, enquanto ele se levantava e cuspia um pouco de água de sua boca. – George, já lhe disse sobre o que você apresenta hoje em dia. É muito poderoso e útil, mas também pouco coordenado com sua mente.
[George] – Foi por isso que me trouxe a Northport?
[Acrios] – Exatamente. Aqui pode ser um simples vilarejo de pesca, mas abaixo dessa terra, abriga segredos que nunca ninguém viu.
[George] – Como assim? Já virou formiga para saber disso?
Acrios era um homem que vestia uma longa túnica, tinha cabelos marrons e eram longos que iam ao começo de suas costas. Por isso mesmo, ele os enrola. Alguns dizem que é uma coisa estranha, outros dizem que é um sinal de respeito. Sua túnica tinha cor branca com azul claro. Possuía um bastão que levava em seu braço direito. Com o sinal de desrespeito de George, Acrios usa seu bastão na cabeça do jovem guerreiro, que murmura palavreados.
Mas que velho mais c... Acrios ouve e usa novamente seu bastão contra a cabeça de George.
[Acrios] – George, você está cercado de pecados. Deve ter sua mente limpa, frente a batalha ou perigo, para saber o que fazer. Por isso, você tem que olhar para o céu... – Levanta seu bastão para cima, enquanto George também fita o céu – E limpar sua mente.
[George] – E como vou fazer isso?
[Acrios] – Lembres que tem que se concentrar. Se não fizer isto, não alcançará teu objetivo. Quando aprendeste isto, voltará para casa. Vai ser seu treinamento psicológico, ou digamos... Primeira parte. – Disse se afastando de George, dando meia volta e indo para o centro do vilarejo.
[George] – Ei, espera aí! – Gritou tentando parar Acrios, enquanto começa a persegui-lo. Ao alcançá-lo, pega em seu braço direito e tenta o puxar frente a ele. O tutor dá uma ágil rasteira na perna de George fazendo-o cair, e aponta seu bastão para sua face.
[Acrios] – Pergunta-se como fazer isto? – Indagou para o jovem. – Não se pergunte. Quando algo inesperado acontecer... Terá seu foco em seu objetivo. Lembres disto: O céu será sua resposta.
O céu... É sua... Minha resposta...
Sensaton, 18 de maio de 500.
[George] – Então é isso... – Disse ofuscando sua imagem aos adversários e focando-a ao céu. Novamente ele murmura a palavra céu, fechando seus olhos e se concentrando no tempo que se dedicou ao treinamento psicológico.
Jack pega a pequena cápsula marrom de sua mochila e rapidamente a transforma na sua besta gigante. Ele encaixa a parte de trás no chão e aumenta o tamanho, transformando-a numa balista. Pega quatro dardos, aperta-os e transforma em seus dardos gigantes negros. Coloca o primeiro na sua besta-balista e atira para o céu, contra as coisas que continuam a descer para o chão. Watson carrega suas forças obscuras e flameja na cor roxa. Enquanto prepara suas bolas de fogo, ele percebe George fitando o céu, mas com os olhos fechados e mexendo seus lábios. O mago não o entende, e rapidamente fita o céu quase escuro de tantas daquelas coisas que rapidamente ele e Jack perceberam o que eram: Assassinos.
George permanecia da mesma forma, quase imóvel. Mas seus amigos não enrolaram; Jack lançou o primeiro dardo negro, e Watson concentra muita energia em suas mãos, e lança uma bola gigante de fogo roxo para o céu. O dardo choca-se com um dos assassinos e explode com uma força surpreendente, formando um buraco negro no céu se espalhando e pegando centenas de coisas do céu. Enquanto isso, a bola gigante de Watson faz uma explosão poderosa no céu, pegando também centenas de assassinos. Mas ainda não estavam salvos; havia mais de vinte mil assassinos chegando ao chão, e não estavam tão longe. Jack pega mais dardos e os transforma nos dardos negros, e continua a lançá-los para o céu. Watson continua a lançar varias bolas de fogo contra os assassinos. O único problema era que George não reagia. Mas finalmente o homem abriu seus olhos que estavam na cor azul clara, um poder extremo. O guerreiro fazia vários movimentos com suas mãos, mas permanecia sem mover nenhuma parte do corpo, apenas sua boca e seus braços.
O mais esquisito é que varias nuvens se agrupavam no céu, e ganhavam forma. Tornavam-se mais poderosas, enquanto trovões e raios cercavam as nuvens unidas. Seu formato era colossal e seus efeitos eram de assustar qualquer um. George para de mover suas mãos, do qual tomavam um formato estranho: Sua mão esquerda estava fechada e junta da direita; a direita, estava um pouco fechada e raios corriam por ela. Enquanto George tentava abrir sua mão direita, as nuvens conseguiam se formar e tomavam a forma de um leão de pé, enquanto ele se virava para os milhares de assassinos.
O guerreiro abre sua mão, e dela um raio explode. Neste momento, o leão no céu abre sua boca e lança um raio azul-claro colossal, atingindo milhares de assassinos. George começa a controlar as nuvens, enquanto a nuvem em forma de leão de raios continua a mandar o raio, pegando quase todos os assassinos. Aos poucos, o local acima deles ficava mais limpo, e por sorte o raio não atingia o chão. Somente quando havia menos de quatrocentos assassinos o raio diminuiu de tamanho, tornando-se então mais fraco, e pegando os assassinos restantes. De final, o trabalho do leão estava para acabar quando duas bolinhas vermelhas no céu cortam as nuvens, desativando o poder de George.
George sai do seu transe e desfaz sua formação com os braços. Cansado, respira um pouco rápido, enquanto Jack e Watson ainda estavam muito tensos de terem presenciado a técnica.
[Jack] – Acho que você já fez isso... Não é? – Disse com a voz baixa para George.
[George] – Não... Incrível. Era isso que Banor e Acrios queriam me dizer...
Vinte assassinos chegam ao chão, cercando o trio. Jack retira sua besta gigante do chão e a transforma em sua cápsula. Watson permanece parado, com seus poderes ativos. E George pega sua espada de sua bainha, e a apresenta para combate. Os Assassinos pareciam demonstrar-se surpresos pela espada.
Um assassino dá alguns passos a frente, enquanto o trio se junta e fita o homem. Ele para de andar. O assassino vestia um manto negro, tinha seu rosto coberto, com apenas seus olhos a mostra.
[Assassino] – Veja o que o caçador trouxe pra casa... Três idiotas vindos de Tibia. Acho que não preciso me surpreender tanto, ou devo? – Disse enquanto fitava a espada de George. – Este estrangeiro chegou a menos de uma semana aqui e já está empunhando a espada suprema de Sensaton World... Ou digamos... Uma das armas de Lezario. E veja... Está bem equipado... Com uma armadura e um escudo muito raros. Coisa de louco hein!
[George] – Quem é você e como sabe de onde viemos?
[Assassino] – Sei que aquele bandidinho é um otário de não dizer quem ele é, mas você é mais ainda de perguntar o nome de seus oponentes. – Neste momento, a mascara de seu rosto cai, e parte de sua roupa também. George o reconhece; tinha vários traços vermelhos em sua roupa, tinha barba branca e olhos vermelhos.
[George] – O assassino que mandou aqueles capangas para me matar!
[Uarcul] – Exatamente. Chame-me de Uarcul.
Os traços vermelhos em sua roupa brilhavam intensamente, e os assassinos a sua volta partiram para o ataque com mais velocidade do que nunca.
~~*~~
Algum lugar perto dos heróis.
[???] – Há... Creio que os tibianos já estejam mortos, não? – Dizia alguém, era um assassino, tinha uma capa vermelha com um P medieval amarelo marcado nela.
[???] – Não. George, o filho de Banor, é mais poderoso do que eu pensava. Eliminou trinta mil assassinos e continua forte. – Respondia a questão do assassino, solene. Este sujeito tinha a aparência de um cultista, porém até mais poderoso.
Dois homens conversavam numa sala escura com duas tochas acesas. Havia um pequeno campo no centro da sala, com sete estacas de madeira negra cravadas no centro. Desenhos de pessoas mortas e sendo torturadas faziam parte da sala. Esses desenhos ficavam marcados nas paredes negras da sala, tanto nas paredes quanto no campo com as estacas. Numa mesa com madeira marrom escura, estavam sentados os dois homens, um de cada lado. O assassino levantou-se com um semblante apavorado, fitando o cultista.
[Assassino] – MAS TINHA MAIS DA METADE DE NOSSO EXERCITO LÁ! ERA O NECESSARIO PARA ACABAR COM OS TRÊS E CONTINUAR NOSSOS PLANOS PARA DOMINAR ESTE MUNDO!
[Cultista] – Acalme-se. Não temos tanto que nos preocupar. Temos tudo o que é necessário para que nosso lorde Pumin renasça do inferno. Ele me escolheu para ser seu recipiente. E quando isso acontecer, os tibianos estarão perdidos. Sente-se amigo. Ou melhor... Pegue parte de seu exercito e tente atrasar George e os outros, para que o ritual se inicie. – As estacas localizadas no centro da sala simplesmente se soltaram do chão. Um brilho amarelo intenso surgia do circulo do pequeno campo.
[Cultista] – Vá... Pise no circulo. Nosso lorde lhe dará o poder necessário para conte-los.
O assassino, sem hesitar, deu alguns passos a frente e se afastou da mesa. Entrou no pequeno campo, e aproximou-se do circulo. Então, finalmente pisou no circulo. Enquanto o assassino parecia levitar, suas roupas eram rasgadas e escorria sangue de partes de seu corpo. O assassino berrava, sua carne estava sendo rasgada por algo obscuro. O cultista não fazia nada. Apenas observava a cena com um sorriso maléfico no rosto.
[Cultista] – Isso... Deixe o poder de Pumin se apoderar de você...
Proximo: Capitulo 26 - Batalha sangrenta pt. II, O cultista e o assassino mestre.
E esse é o capitulo de hoje pessoal! Até mais, se cuidem! :y:
Capítulo 26 - Batalha Sangrenta pt. II
Cheguei galera! Com o novo capítulo!
Surpreso com Gabriellk~ ter chegado aqui para comentar. ;)
@Gabriellk~
Que bom que tem boa memória, eu também tenho, só que as vezes dou uns deslizes :fckthat:
Infelismente não percebi os erros, e alguns destes erros do tempo são do Word, então é melhor ir se acostumando. Pois geralmente esqueço quais são quais.
Sim, este capítulo foi como um pequeno passaporte para o que está por vir. As coisas vão ficar muito quentes, e uma das batalhas mais ossudas do livro está vindo aí. E espero que você goste. :D
Acho que sei porque lembra, pois tenho o mangá 11 de Dragon Ball, o assassino do quarto andar da muscle tower lançava essas capsulas de fumaça pra ele conseguir tempo pra fugir do Goku. :P
Espero que continue acompanhando!
E vamos à parte 2!
No capítulo anterior:
O trio é surpreendido por 30 mil assassinos formando um Arqui-demônio no céu e preparados para eliminar os heróis. A nova tecnica de George elimina todos os servos das trevas e 20 sobrevivem para tentar enfrentar os três, junto do assassino mestre que mandou alguns dos seus servos matarem George. Um assassino misterioso e um cultista discutem sobre algo que pode matar George e seus amigos.
Capitulo 26 – Batalha sangrenta pt. II
Os assassinos avançam contra George, passando por Watson e Jack. O primeiro tenta um golpe na perna do guerreiro, ele defende com seu escudo e corta a perna do assassino. Três avançam contra Jack, Watson dá um soco explosivo no rosto de um, e um chute explosivo que acerta os dois. Os restantes se afastam, e George tenta uma nova técnica; esconde seu escudo com magia, e faz um movimento meia-lua com seu braço que segura a espada suprema. O poder solto pela espada com o movimento rápido atinge os assassinos a sua direita, e George joga sua espada e pega com o braço esquerdo. Novamente faz o mesmo movimento meia-lua, e elimina todos os assassinos a sua esquerda com o poder dos espirais que correm pela espada. Todos os homens se tornam apenas fumaça negra, que some com o vento.
Uarcul agora está sozinho. George, em menos de um segundo pega o assassino mestre por trás e ameaça cortar seu pescoço.
[Uarcul] – Planeja me matar? Então vá em frente, tibiano.
[George] – Não. Quero uma batalha justa. – Se afasta e chuta o bumbum do assassino. O homem, revoltado, faz sua espada passar pelo seu braço e ir até a sua mão. Técnica digna de um assassino mestre.
A velocidade de Uarcul é estonteante. Ele atinge o ombro de George com sua espada, e prende sua espada nele até atravessar o ombro inteiro. O guerreiro grita de dor, e recua. Novamente o assassino vai para frente de George com uma adaga na mão esquerda e suplica:
[Uarcul] – Kyurdahuro!
A adaga do assassino começa a escorrer um liquido amarelo pegajoso, e com isso, ele quase consegue acertar a perna de George, mas o guerreiro consegue ir para trás. Uarcul alcança o herói e acerta um chute no rosto dele, mas ele consegue se equilibrar e revida com outro chute, também no rosto do assassino. George retira a adaga do assassino de seu ombro e usa sua espada para fazer um corte no braço esquerdo de Uarcul, fazendo-o largar sua arma. E depois, George acerta um chute nas partes “sensíveis” do assassino. O pobre coitado coloca suas mãos lá, e se ajoelha e logo se espalha no chão, gritando de dor.
[Uarcul] – Seu verme! Isso é... Injusto! Eu não estava... Aiii!
[George] – Estava caçoando de mim... Apenas revidei. – Disse fazendo um sorriso irônico, enquanto Jack e Watson não paravam de rir. George retira a espada do assassino cravada em seu ombro, e coloca seu pé no peito do assassino. E o pior acontece para Uarcul: George crava a adaga nas partes sensíveis, e Uarcul berra de dor.
[Uarcul] – FILHA DA... – Uarcul começa a berrar ainda mais, e fumaça começa a sair dele. A fumaça se torna negra, se espalhando pelo assassino, enquanto ele permanecia berrando. Quando a fumaça negra se espalhou pelo ar, só havia as roupas do assassino ali. Ele virou pó.
[Jack] – Haha... Que tenso...
[George] – Parece que o destino de todo assassino é isto.
[???] – Nem todos, tibiano! – Gritava uma voz de cima da casa enorme à frente deles.
George, Jack e Watson se viram para procurar a voz e vêem um homem no telhado da maior casa do acampamento. A noite que se aproximava dificultava vê-lo, mas mesmo assim, o trio manteve o olhar naquele local. Era um assassino, mas parecia ainda mais poderoso que Uarcul.
[Assassino] – Prazer. Chamo-me de Ezzium. Os tibianos procuram à origem dos assassinos deste mundo, certo? Vieram para o local certo. – Dizia com um sotaque ridiculamente fresco. – Enfim, concluo aqui que vieram na hora errada.
[George] – Por quê? – Disse levantando sua espada e levando seu braço um pouco para trás.
[Ezzium] – Acho que parece óbvio! A noite aqui é o período de fazer coisas importantes. Uma delas é matar você! Syervidures! – Vários assassinos aparecem das sombras depois da fala estranha de Ezzium. De primeiro ataque, George faz um Exori Hur contra Ezzium, mas o homem desaparece virando sombras depois que a espada parece atingi-lo. Assim, a lua já é percebida, e a noite começa a ser o fundo da batalha. Aproximadamente quarenta assassinos aparecem para atacar o trio, que recua um pouco.
[Watson] – Utevo vis lux!
A luz poderosa de Watson ilumina quase tudo, e dá apoio para a batalha. E ela se inicia.
George recebe sua espada de volta, gira para trás e chuta o ar. Um dos assassinos é atingido. Quatro cercam George, e não fazem rodeios para atacar.
[George] – Exori!
Os inimigos morrem virando sombras, e novamente aparecem mais quatro assassinos. O guerreiro tenta um novo chute contra o da direita. Ele consegue atingir a cintura de seu inimigo, e corta o ar, fazendo com que a cabeça do assassino a sua frente caia e ele vire sombras.
Jack pega sua besta de ouro e arma com três dardos. Segurando a arma com uma mão, ele consegue atirar e acertar três assassinos que cercavam George. Mas ainda não acabou: vinte assassinos cercam o trio, que se mantêm unidos no que der e vier.
[Jack] – O que vamos fazer agora cara?
[George] – Como na prisão em Banuta... Atacar até acabar com todos! – Corre contra os homens, enquanto os mesmos lançam suas adagas contra George, fazendo-o cair no chão para evitar ser atingido. Dando uma rasteira em um dos inimigos, suplica um Exori e mata cinco deles.
Todos os servos das trevas pulam pra cima de George lançando estrelas assassinas e possivelmente acertando suas adagas no herói. Uma explosão azul no alvo dos assassinos os lança para o alto, e George mostra seu estagio inicial de força, brilhando em cor azul.
O herói prepara outra técnica para enfrentar o resto dos assassinos que vem o confrontar. Jack e Watson se mantêm perto do guerreiro, com um pouco de medo, mas preparados para enfrentar os assassinos. Enquanto Watson levanta suas chamas para causar uma enorme explosão de área, George lança sua espada suprema contra um dos assassinos, e suplica:
[George] – Exori Mas Hur!
A espada se multiplica e faz meia volta pelos homens e acerta cada um deles pelas costas. Todos os assassinos ali viram sombras, e a espada de George retorna a sua mão.
Novamente os últimos assassinos lançam varias estrelas assassinas, George expande suas forças até se tornarem chamas, e cria um escudo mágico azul defendendo todas as estrelas. Ao cancelar seu poder, Watson faz suas chamas descerem ao chão, criando a explosão de área que atinge todos os servos das trevas restantes.
Olhando para os lados, seguindo a visão iluminada pela magia de Watson, o trio procura mais assassinos, mas percebem que todos foram eliminados. Ezzium aparece bem na frente de George em um passe de mágica, com sua adaga de lamina com partes convertidas em rubi levantada para o rosto do herói.
[Ezzium] – É realmente muito interessante sua força e também de seu irmão e de seu amigo. Mas... – Levanta sua mão esquerda, irradiando um brilho amarelo que toma a forma de uma adaga – Duvido que me vençam.
Ezzium lança sua adaga da mão direita para o alto e tenta um golpe direto de sua adaga brilhante contra George, do qual ele defende com dificuldade com seu escudo. O brilho da adaga com o impacto a superfície dura do escudo deu cobertura a Ezzium, podendo chegar por trás de George em menos de um segundo. Watson lança uma bola de fogo neste tempo, atingindo o homem em cheio.
Dando tempo para George se virar, o guerreiro suplica um Exori, atingindo o assassino. O mesmo dá um salto para cima e faz sua adaga desaparecer, lançando muitas estrelas assassinas. O estranho é que todas eram amarelas com uma cobertura negra em volta, surpreendendo o trio. Quando uma das estrelas toca o chão gramíneo, um brilho intenso toma conta de toda a forma da estrela, e em seguida vem uma explosão amarelada. O mesmo acontece com as outras estrelas, enfraquecendo George, deixando-o quase sem saída.
Jack ataca o assassino no ar, junto de Watson, enquanto o mesmo lança varias bolas de fogo. Os ataques conseguem atingir em cheio o assassino, que cheio de raiva, avança contra a dupla ajudante de George. O guerreiro também avançou contra o assassino, suplicando:
[George] – Utito Tempo! Exori Hur!
O ataque com força dupla obriga o assassino a descer mais rápido, dessa vez longe de Jack e Watson. O ataque atinge o tornozelo do inimigo, e obriga-o a fugir. George, junto de seus amigos, sai em disparada para alcançar Ezzium.
[George] – Utani Tempo Hur! – Seus pés se tornam tão ágeis como se fossem alados.
[Jack] – Utamo Tempo San! – A força divina de Banor o apóia em sua corrida.
[Watson] – Utani Gran Hur! – A superioridade dos magos em suas descobertas de magias ajuda Watson a alcançar seu objetivo.
Com muita agilidade, eles são obrigados a chegar perto de um rio, onde Ezzium sumia ainda mais na escuridão. O assassino dá um salto que o leva à direita e faz, com seu braço direito, um movimento como se estivesse a lançar algo. Brilhos na escuridão chamam a atenção do trio, e logo depois estrelas assassinas amarelas alcançam o trio e pega de raspão o braço esquerdo de Jack. Logo atrás deles a explosão das estrelas ocorre, quase atingindo os três. O homem agora corria para a maior casa do acampamento, e ao entrar no pequeno campo a frente da construção, as sombras escuras da noite impedem do trio de vê-lo.
George, Jack e Watson param de correr um pouco e olham pra frente. Percebem que na cobertura por trás da casa, havia uma pequena torre com uma cruz negra, e um circulo em volta dela. Acima dela havia um P enorme, ao estilo medieval, e acima da letra construída acima da cruz havia um pardal. Um pardal negro, assustando a quem o visse ali.
[George] – Temos que alcançar o assassino! Ele deve estar tramando alguma coisa!
[Jack] – Cara, ficou louco? Tinha milhares de assassinos a fim de matar a gente, imagina quantos devem ter lá dentro!
[George] – Dane-se, eu enfrento quantos eu puder! – Indagou com raiva. Dando alguns passos a frente, ele percebe que pisou acima de um galho, e olhando para baixo, percebe que há uma carta embaixo dele. Pegando-a, percebe que havia alguns riscos azuis, pareciam representar uma rubrica. Uma carta de Banor.
[George] – Watson, aproxime-se. Preciso de luz.
O mago deu alguns passos a frente e refez sua enorme magia de iluminação. George abre a carta, e chama Jack. Começa a ler em voz alta:
“Olá George.
Percebo que conseguiu chegar a um ponto que eu jamais imaginei. Aprendeu o segredo do céu, e agora vejo que está mais forte do que nunca. Mas não sei ainda se é páreo para Pumin. Mas agora não pode voltar atrás.
Vê a grande casa a tua frente? É um templo do sacrifício, construído em homenagem a Pumin. O ritual para que o senhor do desespero venha a terra começou. Leve Jack e Watson para lá. Tem que parar o ritual, senão será tarde demais. Se não conseguir parar, e Pumin vier a terra, terá que fazer o seguinte: Na região sul da entrada do acampamento, há uma enorme torre negra. Tem que tentar distrair Pumin, enquanto Jack e Watson vão para lá. Eles precisam entrar na torre, e subir todos os andares. Há muitos obstáculos, será difícil. O que há lá? Uma arma para acabar com o senhor do desespero. Espero que consigam.
Do primeiro humano, Banor.”
O trio fica perplexo. Pumin estava para retornar, e o plano arriscado de Banor poderia até custar a vida de Jack e Watson.
[George] – Templo do sacrifício... – Disse enquanto fitava a construção a sua frente. – Ritual... – Volta seu olhar para Jack. – Jack. Nunca imaginei que isto iria acontecer conosco. Mas não importa o que aconteça, fique do meu lado.
[Jack] – George, não tem problema. Sei me cuidar.
[George] – Mas o momento agora é difícil demais! Tem que ficar do meu lado!
[Watson] – George, você vai ter que cuidar da maior parte do recado. Eu vou ficar com Jack, aconteça o que acontecer. – Fita a construção a sua frente. – Vamos lá?
George se vira e lança um olhar desesperado para a casa. Voltando seu olhar a seus amigos, balança a cabeça em sinal afirmativo, guarda a carta de Banor em um dos bolsos de sua calça de demônio, e segue caminho ao templo, junto de Jack e Watson.
Chegando a frente da casa, eles pisam no campo de grama verde escura e depois chegam ao chão de tipo escuro. A frente deles, uma porta negra, e alguns sons esquisitos. George chega à frente da porta e a abre. Sente um pouco de medo, mas continua em frente. Dentro dali, havia tochas para todos os lados. Duas entradas para corredores, um de cada lado, e encostado à parede a frente do trio, um altar, e a frente do mesmo, uma escadaria indo para baixo.
Os heróis dão alguns passos para frente e engolem em seco. O som parecia ao estilo do ritualismo, com vários sons estranhos. Batidas de mini-tambores e sons de rituais compunham o templo.
[???] – Herhm, metumbahy, hermanjei, ecubak leobach. Herhm, yurb hura, seoyubach. Pumiin, g tu eth, detro zal, at u seryidore, cum ut het, namenaw! – Dizia varias vozes abaixo do trio.
Olhando uns para os outros, buscavam coragem para descer as escadas. Jack deu um abraço rápido em George, e disse:
[Jack] – Irmão, saiba que aconteça o que acontecer, vamos estar juntos até o fim do mundo!
[George] – Digo o mesmo!
Jack faz um cumprimento a Watson, tentando dar coragem ao mago. Com um tanto de coragem que possuíam, desceram as escadas, com determinação em seus corações.
Proximo: Capítulo 27 - O ritual.
Espero que tenham gostado! :y:
Abraços e até mais!
Capitulo 28 - O Poder do Desespero
Fala galera!
Vocês são crueis. Me obrigaram a fazer double post :rageguy:
Decepcionado com vocês. :n:
Mas vamos ao capitulo, que é o que importa. :smile:
No capítulo anterior:
Philip conhece um garoto chamado Yunan, apressadamente, pois o garoto parecia não querer papo no momento. Porém, Yunan deixa cair uma carta, revelando que Spectulus era Ferumbras, e Ferumbras era uma cópia fraca com a personalidade que o verdadeiro Ferumbras odiava. Enquanto isso, no Sensaton, George, Jack e Watson tentam impedir o ritual que invocaria Pumin, mas não conseguem, e o senhor do desespero agora está renascido e poderoso com as piores intenções.
Capitulo 28 – O Poder do Desespero.
Tibia, 18 de maio de 500, 23:48.
Edron.
Edron entrava um movimento intenso, uma operação arriscada começaria em pouco tempo. Frente à casa de Yunan, em Edron, Philip aguardava aquele garoto do qual conheceu de manhã, e o mesmo revelou tantas coisas confusas para ele, que estava com a cabeça nas nuvens de tantos pensamentos altos.
[Tyler] – Tudo bem contigo, Philip? – Perguntava para o guerreiro, que acordara de seu devaneio.
[Philip] – Ah, estou sim. Só estava pensando.
[Tyler] – Não acha que o que aquele garoto disse era tudo mentira? É muito estranho Spectulus ser Ferumbras, e Ferumbras não ser... Nada.
[Philip] – Bobagem. Sempre achei aquele Spectulus um louco. E agora acho mais ainda.
Tyler não falou nada, apenas virou seu rosto para frente, e permaneceu aguardando Yunan, junto de Philip. A demora do jovem já forçava Philip a entrar na casa, quando o druida sai de dentro da construção, agora bem armado.
[Philip] – Hum... – Fita o druida. – Olha só o que deram de presente pro garotinho. Parece que você tem uma vovó que não quer se revelar. – Disse, rindo.
[Yunan] – Sem essa. Acabei de encontrar em minha casa... É alguém tentando me ajudar. E não sou garotinho, tenho dezoito anos.
[Philip] – E ele te deu até uma casa? – Disse irônico, continuando a rir.
[Yunan] – Chega de papo, temos mais o que fazer.
Neste momento, uma sombra ágil corre perto da casa do trio. Eles sentiram a brisa fria do medo passando por suas peles, dando mal pressentimento a eles. Ignorando o ocorrido, se prepararam para seguir para fora de Edron, para se encontrarem com Jone, o caçador, nas montanhas de Wyverns.
~*~
Spectulus estava perplexo, havia terminado de montar um arco teleportador. Estava organizando os materiais para juntá-los num prato largo, do qual viraria uma massa cinzenta, para passar no lado de dentro do arco para passar sua energia para o material de criação. Quando, de repente, uma explosão do andar de baixo interrompe seu processo. Pensava ser de seu aprendiz, mas era muito maior e tinha um processo negativo. Então, ele pega uma varinha infernal e segue caminho para a escadaria, descendo devagar, apontando sua varinha para frente.
Quando termina de descer, vê seu aprendiz morto, os miolos de sua cabeça expostos ao chão, e muito sangue, tanto na parede quando nas mesas e no chão. Do lado dele, ele vê uma figura da qual ele se assusta muito, aquela que ele nunca mais queria encontrar em sua vida: Ferumbras.
Estava do jeito de como sempre foi, com uma capa marrom estendida pelas suas costas com uma marca de F, a varinha cuja ponta possuía o mesmo F de sua capa, e o chapéu marrom mais conhecido e cobiçado de Tibia cobrindo parte de seus cabelos velhos em sua cabeça. Sua barba longa podia ser vista até se ele estivesse de costas.
O velho se virou e fitou Spectulus. Seus olhos vermelhos de aparência nervosa compunham seu semblante. O mago de roupas vermelhas deu um leve sorriso, fitando sua “copia”.
[Spectulus] – Como vai, mago inútil?
[Ferumbras] – Bem melhor de te encontrar, idiota. Eu sabia que eu podia resgatar minha filha aqui e principalmente resgatar meu verdadeiro eu.
[Spectulus] – Pff. Eu sabia que devia ter deixado minha parte idiota em você. Fortinbrae não é mais de meu interesse.
[Ferumbras] – Pois você é o idiota. Se Fortinbrae crescesse e aprendesse nossa arte, ela seria muito mais poderosa que nós dois juntos, e dominaríamos este mundo podre.
[Spectulus] – Tibia ainda não é meu interesse total. Há um novo mundo esperando por mim. A guerra em Zao foi apenas um disfarce, para eu poder achar um material necessário para a recriação do meu portal. Carvalho branco.
[Ferumbras] – Utilizamos o mesmo material... Gozado, não?
[Spectulus] – Não, não é. Sou diferente de você, que é uma mera cópia. Eu sou a parte inteligente e você é a parte idiota. Como você faria o portal pro Sensaton?
[Ferumbras] – Uma pequena carta na manga, meu caro. – Usa sua mão esquerda para pegar algo dentro de seu robe. Dele, pega um pedaço de carvalho branco. – Possuo o material necessário para o aumento de matéria. Assim, eu poderia recriar o portal diretamente dos novos materiais, que hoje são mini-grãos. – Disse enquanto guardava o pedaço de carvalho e pegava um saquinho transparente, cheio de grãos pequenos, de diversas cores. – Diga-me, sou idiota agora?
Spectulus ficou um tempo fitando o saquinho. Deu um sorriso e voltou o olhar para Ferumbras.
[Spectulus] – Estou impressionado. Quem sabe você poderia me ajudar nisso?
[Ferumbras] – Com prazer. Assim que eu for você. – Indagou levantando sua vara que solta um brilho poderoso em sua ponta, até começar a puxar Spectulus para dentro dela, que virava algo que se espalha com o vento, e depois, se tornando pó, até entrar na vara e passar para Ferumbras.
O mago do mal tem suas roupas transformadas: Seu robe e sua capa desaparecem e no lugar aparece um manto vermelho, cobrindo seu corpo por completo. Um cachecol mágico marrom cobre parte de seu pescoço e a parte não enrolada vai até sua barriga. Seu mesmo chapéu se torna vermelho, e sua vara ainda permanece em suas mãos.
[Ferumbras] – Sou alguém inteiro agora, finalmente... E vou terminar o portal. George aguarde-me... MUAHAHAH!
~~*~~
Sensaton World, acampamento de Sangue. 00:00.
Pumin levanta seus braços e espalma suas mãos. Um brilho amarelado toma conta delas, preparando um raio.
[George] – Corram!
George, Jack e Watson correm para a escadaria e sobem-na freneticamente. Contornam-na, quase batendo nas pontas das espadas cravadas nas rochas perto da escadaria e começam a correr desesperados. Pumin sobe as escadarias e quando se vê no andar de cima, dá um salto, passando pelo local das escadarias e anda rápido, com braços e cabeça abaixados. Um fogo negro flameja pelo seu semblante, apresentando seus poderes para a batalha.
[Pumin] – PORQUE FUGIR DE MIM? QUAL O PROBLEMA? IHAHAHAHAI!
O trio usa magias para correrem mais rapidamente, até conseguirem alcançar a próxima escadaria. Conseguem alcança-la, enquanto Pumin ainda está longe. Sobem-na freneticamente e agora estão na superfície. George nem pensa em abrir a porta; dá um chute nela para derrubá-la, mas não consegue. Tenta outra vez, e agora dá certo. Uma nova explosão ocorre no andar de baixo, mostrando pelas escadarias fumaça amarela. Pumin está perto.
A noite escura dificulta o deslocamento do trio, mas George consegue ver um pouco do que há a sua frente. Pega o braço de Jack, e depois chama Watson. Os dois ficam na frente do guerreiro, querendo saber o que ele queria.
[George] – Não podemos fugir de Pumin, e muito menos levá-lo a outros locais daqui! Vão para a torre, eu cuido dele!
[Jack] – Mas ele é muito forte pra você! Porque só o Watson vai e eu fico pra te ajudar?
[George] – Watson não é tão forte para me ajudar e nem ele e nenhum de nós sabemos o que tem na torre! Vão logo, aquele merda está chegando!
Jack e Watson não tiveram outra opção. Tinham que ir.
[Jack] – Boa sorte irmão. – Disse dando um tapa forte no braço direito de seu irmão, com um pequeno sorriso no rosto.
[George] – Pra vocês também. Vão!
[Jack, Watson] – Utani Hur!
Os dois saíram dali em alta velocidade, desaparecendo na escuridão. George mantém sua espada suprema levantada, fitando a entrada do templo. Em pouco tempo, aparece uma figura amarela e flamejante, braços e a cabeça abaixados. Pumin.
[George] – Aí, sujeitinho amarelo! - Pumin levanta sua cabeça, apresentando seus olhos de intenso brilho amarelado. – Coragem de cair pro pau, ou tá ruim aí?
[Pumin] – Claro que não. Acabei de chegar... Suas gracinhas não vão te ajudar em nada, George Alarstake.
[George] – Dane-se. Melhor rir do que chorar, miserável! UTITO TEMPO! – Indagou para o demônio, correndo a sua direção com alta velocidade.
O poder de Banor se manifesta, causando uma pequena explosão de brilho, dando impulso para George se jogar no demônio e desferir um golpe poderoso. Pumin soca o ar, e de repente um impulso poderoso joga George para longe, fazendo seus poderes sumirem.
[Pumin] – Não sou tão fraco como pensa, filho de Banor. Sou mais forte do que seu pai, e você irá provar isso na pele! – Disse correndo em uma velocidade incrível, alcançando George em poucos segundos. Ele pega o guerreiro caído no chão pelo pescoço, e o levanta até a altura de seu rosto. – Tá na hora de dormir, Alarstake... Logo vou voltar para Tibia, e você não vai poder fazer nada. – George segura firmemente sua espada e desfere um golpe na região do inicio da perna direita de Pumin, fazendo-o sentir muita dor e soltar o guerreiro.
[George] – E eu também não sou tão fraco como você pensa! Exori Hur! – Suplica lançando sua espada de encontro a Pumin. Ela faz um corte grande no braço esquerdo do demônio e retorna para a mão de George.
O guerreiro carrega suas forças, mostrando a energia de Banor. Corre para a direção de Pumin e ele faz o mesmo. Um preparando sua espada com as duas mãos, e outro queimando o chão com sua energia flamejante e a mão preparando um golpe destruidor. Em segundos, suas forças se chocam, formando uma imensa explosão da combinação do amarelo com o azul.
Proximo: Capitulo 29 - A Busca pela arma branca, Parte I - Reencontro.
Só por ninguém comentar vou demorar pra postar o proximo. Vocês que pediram :decided:
Vlwflw. :biggrin:
@Edit:
Esqueci de avisar. Ontem tomei uma pequena decisão sobre o futuro titulo da história, e vou colocar uma votação aqui. Quero saber qual titulo preferem:
As Aventuras de George
ou...
A Espada Corrompida
A espada corrompida significa que a espada que George leva na maioria de suas aventuras, ou no começo da história, a Thaian Sword, não é dele; ela passou por gerações, desde o tátaravô de George, no ano de 98, quando ele lutava contra abominações que cercaram Thais e ele as matou(época 7.6) e passou de pai para filho, até chegar as mãos de George.
Ela possui uma maldição guardada nela, de que ou o portador poderia morrer cedo ou tarde com ela, ou ele ganharia uma benção de um Deus, que incluiria desde uma arma do nivel de um Deus até os poderes de um Deus. No caso, Lezario o abençoou com uma magia secreta(Não, não é o Leão do céu do capitulo 25) e uma espada suprema. E continuará a ajudá-lo, não só ele mesmo, mas seu irmão e seu amigo.
E aí, o que acham? Votem, a votação ficará aberta até o dia 20 de novembro. Muito tempo para votar, não é? :P
É só isso. :smile:
Capitulo 29 - A busca pela arma branca.
Citação:
Postado originalmente por
Secret Facts
Evitei o DoublePost.
CADÊ MEU BISCOITO? :awesome:
:smile:
Opa, obrigado amigo!
Não achei trakinas, então prove esses deliciosos biscoitos caseiros:
http://img18.imageshack.us/img18/9069/biscoitoa.jpg
:coolface:
Bom galera, aqui está o capitulo 29. Comentem, pelo amor de Deus. Só tem um comentário por capitulo agora... Que isso meu! :kiddingme:
Ah, pulou a parte do plano de Yunan aqui. Para saber o resultado, vão ler o novo capitulo de A vida de Yunan. :D
Boa leitura. :smile:
No capitulo anterior:
Começa o plano de Yunan para impedir de Spectulus, o verdadeiro Ferumbras, de terminar o portal e matá-lo. A cópia de Ferumbras consegue puxar toda a energia original de sua parte verdadeira e se torna um novo Ferumbras mais poderoso. Enquanto isso em Sensaton World, Pumin chega ao mundo paralelo e inicia uma batalha contra George, enquanto Jack e Watson vão atrás da arma branca, que pode destrui-lo.
Capitulo 29 – Em busca da arma branca pt. I, Reencontro.
Sensaton.
Darksand.
Um agito imenso compunha diversas partes do Sensaton World. O que era mais visto pelos sacerdotes daquela região, Darksand, era que a maldição espalhou-se no ar como nunca naquele mundo, quando dois demônios emergiam do céu. Sensaton tinha seus locais de recompensa e punição das vidas terminadas inversos: O inferno ficava além do céu e do vácuo acima do mundo, e o paraíso ficava abaixo, atravessando as barreiras do vácuo, protegido da maldição. Por isso, os sacerdotes explicavam que demônios surgiam do céu, não de baixo da terra.
Atravessando a primeira montanha que envolvia o deserto de Darksand, quatro sacerdotes estavam reunidos num templo conectado à parede da montanha. O templo possuía duas estatuas com a imagem de Lezario ao lado da entrada. Possuía paralelepípedos brancos do arenito, vindos da areia laranja e seca das tardes até a entrada do edifício. Não possuía nada mais além daquele caminho ao templo. Para evitar contato direto com a areia, a construção ficava acima do chão, com suportes brancos e grossos abaixo da casa, que eram conectados a construção, evitando dela cair. Por isso, havia uma escadaria na entrada.
Dentro da construção não havia nada; era recente, não havia nada velho ou que fosse danificado pela areia, apenas possuía um carpete feito de pele de tigre, cobrindo todo o chão da casa. Havia quatro estatuas iguais as da entrada do templo nos quatro cantos da sala, representando grande adoração ao criador daquele mundo. Eles estavam reunidos em volta de uma pequena gaiola, onde possuía um passarinho da cor do ouro, tão brilhante e bonito quanto o pôr-do-sol. Por onde voava, deixava um rastro brilhante. Neste momento, ele estava adormecido. A gaiola era de ouro, e brilhava muito.
Os sacerdotes vestiam um manto branco, cobrindo seus corpos. De olhos fechados, oravam pela piedade de Lezario sobre a terra, evitando que o ar diabólico consumisse os bons cidadãos e que outra guerra viesse. A nobre criatura no centro de seu reduto representava Lezario, por ser o primeiro pássaro, e por possuir poderes enormes que o passarinho desconhece. Podiam ter contato direto com o Deus, mas tinham que aguardar uma resposta.
Passaram-se muitos minutos. Mas continuavam aguardando, com a grande paciência que possuíam. Mas achavam que ele não podia ouvi-los agora. Iam deixar as mãos um do outro, quando ouvem um som. Recebem um chamado. Quatro bolas de luz abrem-se no céu em locais aleatórios de Sensaton World. E delas, saem uma pessoa cada. Uma delas cai em Darksand, perto do templo dos sacerdotes. Ouvindo isso, correram para fora, buscando encontrar o ser estrangeiro.
[Sacerdote] – Nebulosa! – Diz um dos sacerdotes, emitindo um grande campo de luz temporário de seu corpo, utilizando energia do céu. Eles acham uma pessoa caída no chão, e caminham devagar para perto dela. Encontram alguém caído que logo desperta assustado, fazendo os sacerdotes se afastarem um pouco. Ele olha para cima, perplexo, fitando os sacerdotes.
[Homem] – Onde eu estou? Quem são vocês? Meu Deus, o que aconteceu?
[Sacerdote] – Acalme-se! – Disse se agachando. Era uma sacerdotisa, um pouco jovem, seus cabelos castanhos cobertos pelo capuz de seu manto, mas alguns fios soltos perto de seu rosto. – Primeiro, diga-nos quem és.
[Homem] – Hã... Sou Philip. Meu nome é Philip. Onde estou?
[Sacerdotisa] – Não tão longe da casa do símbolo de Lezario, dentro de Darksand. Lezario avisou-vos de um sinal. Você – Coloca um de seus dedos no tórax do guerreiro – Deve ser o que procuramos no céu infinito.
[Philip] – Espere... Aqui é Sensaton World?
[Sacerdotisa] – Exatamente... Bem vindo, guerreiro de Tibia. Aguardávamos este dia! – Neste momento, os sacerdotes levaram suas mãos para o alto, gritando em alegria. Philip não entendia, mas algo tinha a ver com ele. Não entendo nada, apenas se levantou, dando um sorriso sem graça. Pensava onde estão seus amigos, mas bastava agora encontrar George, Jack e Watson e uma maneira de voltar pra casa.
~*~
Acampamento de Sangue.
George estava afastado do demônio que enfrentava, estava um pouco cansado, com os braços doendo. A energia que descontava na batalha era grande para seu corpo suportar. Mas não desistiria agora.
[Pumin] – Hum... Parece que o garotinho do papai está cansado. Não é pra menos... Desconta tanta energia na batalha que não enxerga o quanto que é necessário para me derrotar.
[George] – Estou descontando o necessário, demônio!
[Pumin] – Nah... Tanto faz. A energia liberada no ar foi o bastante para liberar mais alguém para ajudar... – Neste momento, uma sombra enorme aparece por trás de George, que logo percebe. Quando esta ia tentar um golpe, George se joga pra frente e rola, até poder ficar de pé novamente e fitar o que havia por trás dele.
Era um arqui-demonio, porém muito diferente; seus chifres eram tão grandes que dobravam, possuíam cor cinza. Ao invés de uma armadura, o monstro possui um casaco pelo seu corpo, era negro, quase conectado ao corpo. Tinha vários contornos rosa-choque e desenhos de sexo humano. Era possível ver partes das pernas, eram claras e cinzas, não possuía pelos e ia até seus pés que eram iguais aos dos arqui-demônios: Cascos. Mas eram roxos, com um contorno branco. Mãos gigantes, olhos roxos brilhantes e o rosto demoníaco de um verdadeiro demônio mestre: Taffariel.
[Taffariel] – Assustou-se, George? Háháháhá! Mas você mais do que ninguém deveria saber que não é de minha natureza atacar por trás... Pois tenho força o suficiente para enfrentar humanos fracos como você.
[George] – Taffariel? – Fita Pumin, perplexo. – Isso é… Possível?
[Pumin] – Óbvio. Mas não se preocupe. Os outros não estão a fim de sair do inferno. Além do mais, somos dois, os mais poderosos demônios de todos. Nunca irá nos deter.
[George] – É o que você pensa! Exori Hur! – Lança sua espada na direção de Pumin, que acaba tornando-se energizada, pronta para matar. Mas não era o suficiente.
~*~
Fora do acampamento...
Frente à torre negra, perto do acampamento de sangue, estavam Jack e Watson. A torre não era lá muito alta, mas a parte de trás era larga, acreditavam que seria a região da arma que estavam procurando.
[Watson] – E aí? Vamos entrar?
[Jack] – Vamos, e temos que ser rápidos e cautelosos... Banor disse que lá tem muitos obstáculos. Fico imaginando quais são... – Lança um rápido olhar para a região do acampamento, onde é possível ver algumas luzes. – Agüenta aí George...
A dupla caminha rapidamente para a torre, onde há uma entrada. Não possuía porta, o que já dava algumas péssimas impressões do que tem lá dentro.
Quando chegam perto da entrada, vêem algumas luzes. Pareciam ser de tochas. Chegando lá dentro, vêem quatro pessoas, e uma delas parece ser alguém familiar que conheceram em Sensalia.
[Watson] – Utevo Vis Lux!
A magia de Watson ilumina quase tudo lá dentro, chamando a atenção dos presentes lá dentro. Também revela algo nas paredes: Criaturas muito magras, roxas, conectadas as paredes com suas cabeças viradas para todos lá dentro. Nightstalkers.
[Jack] – Ei vocês! Cuidado!
As criaturas se soltam das paredes e fazem suas cabeças voltarem a forma de seus corpos. Viram-se, e se preparam para fazer um massacre.
Evitando que isso aconteça, Watson carrega suas energias e prepara um ataque de explosão de área, porém, as criaturas se sentem atraídas por ele, e começam a correr para atacá-lo. Sabendo que não poderia concentrar bastante energia a tempo, corre para dentro da construção e suas chamas vão para baixo, ocorrendo a explosão. Todas as criaturas viram pó, e agora podem conversar com os guerreiros dentro da construção.
[Watson] – Quem são vocês?
Um dos guerreiros se manifesta, tomando a frente dos outros.
[Guerreiro] – Meu nome é Skinner. Esses são meus amigos, Rayver, Lokan e Walter.
[Jack] – Espere... Sei quem você é! Era aquele cara que estava na sala real do castelo do rei de Sensalia! Ele te mandou patrulhar a ponte que leva a Veneraten!
[Skinner] – É... Acho que você é um daqueles três que vieram do mundo acima de nós! O outro é seu amigo!
[Jack] – Sim... Mas, porque está aqui?
[Skinner] – Bom, eu e o Vergel estávamos naquela ponte, quando vimos três nightstalkers iguais a esses que você acabou de matar aparecendo do nada, pareciam ter se teletransportado de algum lugar. Não conseguimos alcança-los e soubemos que eles mataram duas pessoas. Fomos demitidos de nossos cargos e exilados de Sensalia. Eu e Vergel nos separamos e reuni alguns amigos para vir para esta torre para usar a arma secreta daqui para atacar Sensalia!
[Jack] – Você é idiota? George matou hoje seu amigo Vergel, ele virou um assassino de pessoas! Estava com uma marca que nesse mundo é... Uma caveira vermelha que pisca.
[Skinner] – Eu estava sabendo disso. E porque sou idiota?
[Jack] – Pois um Ruthless Seven saiu do inferno e está aqui, nesse mundo, no acampamento de sangue! Queremos usar a arma que está guardada aqui para matá-lo!
[Walter] – Bom – Disse um dos guerreiros, seu nome era Walter – De qualquer maneira, achei uma loucura a ideia do Skinner, mas decidi segui-lo do mesmo jeito. Nem que seja para matar aquele gordo imundo.
[Jack] – Mas por que acha que ele é isso?
[Walter] – Pois ele é cruel e impiedoso! Usa o poder que possui para fazer o pior para quem está envolvido nas missões que ele se torna responsável!
Os outros dois que estavam no local também concordaram com a cabeça. Jack ficou pensativo, mas achou a ideia de atacar uma cidade que era maior do que Thais uma loucura.
[Jack] – Vamos cuidar disso depois. Agora temos que achar a arma branca! Quem está comigo?
Watson permaneceu do lado de Jack. O grupo de guerreiros ficou pensativo, ficaram um bom tempo sem resposta. Mas logo o que se chama Rayver se junta a Jack e Watson.
[Rayver] – Serei útil. Sou um druida. – Disse dando um sorriso, fitando os heróis.
Lokan também se uniu a eles. Ele era diferente; seu cabelo era ruivo e possuía um casaco grande junto de uma capa longa por trás, e uma calça azul com um cinto de poções. Tinha um cetro que dava quase seu tamanho, ele era amarelo com uma cruz em sua ponta.
[Lokan] – Também serei útil! Sou um sacerdote, uma vocação especial...
Watson ficou feliz por isso. Agora só faltava Skinner e Walter.
[Jack] – Estão com nós?
Walter se uniu ao grupo dando alguns passos lentos. Skinner sorriu vendo todos juntos, ele não tinha opções. Ir sozinho para cumprir uma vingança seria suicídio.
[Skinner] – Ok, me convenceram. Vou com vocês! – Disse andando em direção ao grupo.
[Jack] – Beleza gente, juntos seremos mais poderosos! Vamos lá! – Disse andando para a escadaria logo a frente deles, enquanto o resto o acompanhava. Confiantes, mas com medo em seus corações. O desconhecido abrigava aquela torre, mas o enfrentariam de qualquer jeito. Pois juntos, seriam mais fortes!
Proximo: Capitulo 29 - A busca pela arma branca pt. II, primeiro andar.
Espero que tenham gostado! E pelo amor de Deus, comentem! :yuno:
@Edit
Terminei de reescrever o capitulo 1 de As Aventuras de George! Em breve vou editar o post do capitulo 1 e organizar o indice! :D
Conto: Polerion - A origem.
Citação:
Postado originalmente por
Secret Facts
Capítulo pequeno, não tem muita coisa para falar.
Boa sacada os caras caírem em diferentes locais. Os sacerdotes entenderam isso como uma resposta de seu deus :fckthat:
São 5 caras, seu doido! Yunan, Philip, Tyler, Jonas e Jone. :pokerface:
Como eu disse, o capítulo foi pequeno... Poucas coisas aconteceram mas mesmo assim deixou suspense. Bom capítulo.
Achei o modo que Watson matou os nightstalkers muito apelão kkkkk :fckthat:
Descreva mais o ambiente e as pessoas!!
E aí amigo. e_e
Poisé, o capitulo foi pequeno. Foi apenas um aperitivo, mas se soubesse como o Izan faz seus "capitulos aperitivos" daria menos comentários a ele. :smile:
Na verdade eu já tinha planejado a "sacada", mas que bom que gostou.
Citação:
São 5 caras, seu doido! Yunan, Philip, Tyler, Jonas e Jone.
Eu sei, o Jonas e o Jone cairam juntos em um único portal, que nem irei dizer. Só por PM, pra não estragar o suspense. :D
E você não prestou atenção direito nos meus capitulos: Watson tem essência demoniaca dentro dele. Quanto Pumin e Taffariel vieram a Sensaton World, espalharam muita maldição no ar, e isso tornou os poderes de Watson muito maiores. Os Nightstalkers não morreram, aguarde o proximo capitulo. :D
Citação:
Postado originalmente por Secret Facts
Descreva mais o ambiente e as pessoas!!
Cara, você quer mesmo me irritar, não é? É um aperitivo, além disso, tive que fazer tudo muito bem na cena de Darksand, e ainda me pede pra descrever mais? :angry:
Nunca brinque com a paciência de um lendário!:rageface:
Bom galera, hoje vou trazer um pequeno conto de Polerion. Acho que vocês não conhecem ainda...
Polerion é uma ilha localizada no nordeste de Sensaton World. Como eu já disse, Sensaton World é um mundo paralelo de Tibia, portanto, Polerion possui quase a mesma história de Edron, e sua cidade também tem quase o mesmo formato da cidade de Edron.
Foto:
http://img198.imageshack.us/img198/3634/foto0305u.jpg
Essa foto é a Polerion de 1030, após 20 anos atrás ela ser descoberta.
As ilhas abaixo só serão mencionadas na história quase lá pro final... :P
Abaixo, um pequeno conto de Polerion, a origem. Não é necessário descrições. :smile:
Polerion - A origem.
Atualmente, Sensaton World encontra-se no ano de 1310. A 300 anos atrás, estimando-se em 1010, as lutas contra monstros ou guerras de Fusia contra Sensalia já acabaram, então suas cidades planejaram se expandir, começando suas expansões navais. Começaram com a construção de navios maiores e mais resistentes, possuindo locais onde o navio seria movido mais rapidamente: Ele possuía um cata-vento em suas proas que passavam o vento que batia neles por pequenos tubos de madeira bem construídos, até chegarem aos cata-ventos maiores, lá embaixo do barco. Esse era o aceleramento dos barcos além de suas velas.
Sensalia partiu para o norte e, guiada pelos ventos nórdicos, seus navios encontraram terra nova ao norte, um local gramíneo, não tão gelado...
Aquele local soprava ventos frios, tinha grama clara, arvores claras e saudáveis, um local perfeito para ser a colônia de Sensalia. Começaram construindo um pequeno porto, e logo a frente, montaram tendas e construíram casas e armazéns para coleta de recursos da região, além de montarem um edifício central, exatamente no centro do acampamento da colônia, que mais tarde se tornaria um castelo.
A expansão e evolução de Polerion duraram 20 anos, desde a chegada do novo príncipe e do treinamento de novos soldados que, após esses anos, constituíam a elite do exercito da colônia que mais tarde se tornou uma cidade, possuindo uma muralha a frente das casas, do castelo e do porto, e fora das muralhas, tendas e pequenos armazéns para coleta de recursos. Mas, assim como acontece com todas as cidades daquele mundo, vêm o periodo das trevas...
Ele se inicia quando o príncipe começa a ter alucinações, pesadelos de uma jovem pedindo ajuda para ele. Uma noite, ela o guia para fora da cidade, indo para uma região que não foi explorada pelos batedores, o extremo norte de Polerion. Num circulo constituído por várias rochas enormes e retas, espíritos atormentadores cercam o príncipe, roubando tudo o que ele conhecia; dizia sobre a cidade ao sul, sobre o domínio humano na casa dos espíritos. Assim vários espíritos, almas e outros começaram um ataque a Polerion que se tornou direto e continuo, de raiva e vingança, pois não queriam os humanos ali. O caos tomou conta da colônia, que foi transformada num local de massacre, pois muitos homens e soldados foram possuídos por espíritos demoníacos, que mais tarde ganharam forma usando os esqueletos dos humanos e se transformando em esqueletos demoníacos.
Havia mais de 3500 pessoas na colônia, e mais tarde centenas delas saíram da cidade, logo de dia, onde os espíritos não atacavam. O príncipe morreu misteriosamente no circulo que mais tarde foi conhecido por circulo do terror, e recebido por Lezario, por causa de sua inocência. Frente a esse perigo, todos os soldados e a elite começaram um treino de dia e se abrigaram nos navios, afastados da terra à noite, e tornaram-se os Polerian Knights, dominadores da magia, da força e do exorcismo.
Eles destruíram os espíritos e os afastaram da cidade, e mais tarde, o mago mais poderoso de Sensaton veio a Polerion para apoiar a luta dos cavaleiros. Ele foi até o centro da ilha, onde havia duas montanhas de um lado e de outro, e usou sua força para criar um selo utilizando-as, e juntando as montanhas, pôde criar um selo impenetrável, desenvolvendo montanhas muito altas com forças santas enormes de uma escala incrivel. Além disso, para quem queria se aventurar naquela região, ele aplicou um enigma para ativar uma porta, do qual esta a levaria para o local demoniaco.
Polerion voltou a ser populada em 1042. Nas fugas, encontraram uma nova ilha, dessa vez era gelada e cercada de neve, mais cercada de vida em abundância, como peixes, salmões, veados, bois almiscarados e outros. Possuía madeira em excesso, pois as árvores eram diferentes: A coloração dos troncos era cinza e suas folhas muito mais claras.
Os sobreviventes encontraram uma região para começar uma pequena colônia: O alto das montanhas que pertenciam aos gigantes de gelo, mas que foram afastados de lá, numa guerra perigosa. Não chegaram ao alto das montanhas, que eram muito altas, mas se estabeleceram por lá. Assim Polerion cresceu, e desenvolveu-se de uma forma muito grande. Hoje em dia ela possui uma enorme cidade envolvida em muralhas duplas, e do lado de fora delas, muitas casas, tendas, armazéns e o Hall dos Cavaleiros Santos, pertencente aos atuais Polerian Knights.
A luta não tinha acabado, pois todos os Polerian Knights se uniram a Sensalia 80 anos depois de 1042 para selar abaixo da terra, todos os demônios e espíritos que cercavam o extremo sul do continente, assim podendo desenvolver vida por lá. Retornaram a Polerion, mas estes mesmos cavaleiros optaram por seguir rumos diferentes. O número de Polerian Knights que eram 150 cavaleiros se tornou 80, pois os que preferiram abandonar se tornaram sacerdotes que ficaram na região amaldiçoada do continente ao extremo sul, fundando o templo do Paradoxo de Yrorrim, onde possuía um portal de orbe da natureza que levava ao centro do tempo, ou ao centro do planeta Sensaton. Nunca foi descoberto totalmente o Sensaton World, mas Polerion é a atual cidade que se tornou um império independente que começa sua expansão naval para descobrir o que há além de um continente e ilhas enormes, mas em pouco número.
É isso, espero que tenham gostado do conto e_e
Capitulo? Só na terça. :D
Capitulo 29 - Em busca da arma branca pt. II
E aí galera feiabonita!
Demorei para publicar o próximo capitulo, não? Mas aqui está ele, bem do jeito que a galera gosta ;)
Aprendi a citar múltiplos comentários... :coolface:
Respostas:
Citação:
Postado originalmente por
Gabriellk~
Não sei se tá tem tempo ainda, mas "A espada corrompida" é meio clichê, porém superior a "Aventuras de George", que é um título genérico que não chama a atenção.
Como você postou três capítulos desde meu último comentário, eu não analisarei cada um deles ou o post ficaria muito grande. Se tá no pique, hein, guri? É ainda mais impressionante pois quase ninguém está comentando essa história (abençoado seja o Secret Facts). Muitos teriam perdido a vontade de escrever.
Sobre sua escrita... Bem, você realmente está melhorando muito, e parece que tem vontade de melhorar. Continue assim, pois não existe coisa mais medíocre que um escritor acomodado, que dá pouco ou nenhuma atenção à críticas. Quando o cara recebe muitos elogios e poucas críticas, passa a pensar que é realmente bom (e pensar que você escreve bem tendo como base apenas essa seção é muito ruim, pois o nível de exigência do pessoal aqui realmente não é alto).
Sobre o último capítulo... mediano. Já vi melhores vindos de você (especialmente na outra história). Tem erros de concordância em vários locais e você voltou à velha mania de alternar tempos de narrativa. Isso precisa ser corrigido, cara. Não é um erro besta.
Exemplo:
"Fulano sai de casa e vê que o dia está nublado, e pensa que poderá chover em breve. Ele voltou para dentro e, precavido, muniu-se de seu guarda-chuva."
Não é difícil perceber onde está o erro neste trecho, e é algo simples de se corrigir. Não deixe essa inconstância do tempo da narrativa virar um vício. Ou você usa o passado, ou o presente.
Tenho que te elogiar em relação ao empenho e vida que dá ao mundo que você criou, e também à sua imaginação. Invista mais no universo paralelo, dê mais vida e cor a ele, pense em suas culturas, locais, história, pessoas e etc, pois isso enriquecerá a história.
No mais, nada mais. Aguardo os próximos capítulos. (:
E aí Gabriel. Té que enfim em nego.
Seu voto já está sendo adicionado no placar no final deste post :D
Também acho que "A espada corrompida" é superior ao titulo atual... Eu não tinha criatividade pra criar um bom titulo, então saiu As Aventuras de George mesmo...
Sei da minha pressa nos capitulos... Era assim, houve dois dias que postei três capitulos. Por isso há tantos atualmente. E abençoado seja o Secret mesmo! Ele ajudou muito...
Sei sobre esse problema do tempo da escrita, geralmente eu nunca percebo... É um problema, sei como corrigi-lo, mas acho que sempre vai sair uns capitulos com este problema neles, nem que seja poucos ou muitos. Mas vou melhorar e tentar o possivel para que esses problemas não venham aos montes. E adicionando mais: o ultimo capitulo É.UM.APERITIVO.!!!!!!.
E agradeço por achar minha imaginação bem fútil. Penso muito sobre meu mundo, fazendo muita coisa legal... Mas esse lance das culturas e coisas adicionais, não se preocupe, virá em breve. (:
Obrigado por acompanhar e pelas criticas e elogios. :smile:
Citação:
Postado originalmente por
Sombra de Izan
Nossa que grande capítulo, está de parabéns e continue que estou acompanhando (quando posso), mas adiantou muita coisa nesse tempo, mas origens são sempre interessante, gostei muito das descrições.
Obrigado pelos elogios, grande Izan! Sei que está acompanhando(pelas sombras) e ainda virá muito mais.
Valeu por acompanhar...:D
Bom galera, antes de mais nada, gostaria de agradecer a todos que acompanham. Que venham mais e que eu consiga fazer mais livros! :D
Este capitulo mostra os desafios que o grupo teve no primeiro andar. É meio grandinho... :D
Boa leitura. :smile:
No capitulo anterior:
Enquanto George segura Pumin e descobre que Taffariel está acompanhando-o, dificultando a batalha, Jack consegue reunir um time para passar pelos desafios da torre negra e pegar a arma branca para eliminar Pumin e Taffariel.
Capitulo 29 – Em busca da arma branca pt. II, primeiro andar.
A maldição pairava no ar como nunca. Energia santa combinada da maldição formou um exercito de almas a aguardar comandos de seus superiores para atacar Sensalia. Enquanto isso, na torre negra, o pó dos Nightstalkers mortos começava a ganhar forma, tornando-se roxo e mais tarde se levantando, criando pernas magras como o fêmur de um esqueleto, e logo ganhando sua forma original, muito alto e quase sem massa em seu corpo. O mesmo acontece com os outros Nightstalkers, que agora eram mais poderosos e o roxo de sua pele se tornava mais escuro. Transformaram-se em aranhas pequenas e procuravam os passos do seu destruidor.
Jack e seu grupo alcançam o primeiro andar, apenas subindo uma longa escadaria. Lá havia apenas uma sala vazia, possuindo um chão de paralelepípedos roxos, e no final um altar e ao lado dele uma escadaria, dando ao segundo andar. A sala era longa e possuía poucas tochas, mas a janela que havia na sala trazia a iluminação da lua, tornando o local ainda mais sombrio. Os guerreiros ficaram cercados de medo, pois o mais assustador naquela sala é que não havia nada, dando mais duvidas, duvidas que gerava medo.
[Skinner] – Não gosto desse lugar...
[Lokan] – Algum de nós terá que ir primeiro!
[Walter] – Jack, você é o líder e parece ser muito poderoso. Vai na frente...
[Jack] – Hein? Porque eu tenho que na frente? Tá besta?
[Walter] – Pois você é mais forte!
[Jack] – Pff. Nada a ver! Só porque... – Neste momento, um vulto passa rapidamente a frente deles. A velocidade era estonteante, mas sua presença era sentida por todos que estavam ali. O susto tocou o coração de cada um que estava lá.
[Watson] – Chega. Eu vou primeiro.
Watson começou a andar normalmente, olhando para os lados atento a qualquer movimento. Os outros o seguem, também atentos. Mas novamente os vultos passam a frente deles e Watson ativa suas energias assim que os vê.
[Watson] – Utevo Gran Lux!
A luz se espalha em longa escala desde seu corpo, e revela algo na escuridão: Um fantasma roxo. Este se multiplica em cinco iguais e parte para atacar o mago. Agora, vários fantasmas e espectros aparecem na sala, e espalham um efeito de ilusão sobre os presentes ali: As paredes agora são marrons, as janelas somem e espelhos trocam boa parte das tochas, janelas e outros locais da sala. Demônios denominados Pesadelos saem dos espelhos e lançam ataques de morte sobre Watson. O mesmo dá um salto e desce atrás dos fantasmas e espectros. Ele faz uma explosão poderosa, que mata apenas alguns fantasmas, que eram nada mais que os servos invocados dos mesmos. Tenta novamente, sem sucesso sobre tantas criaturas.
[Watson] – Preciso de ajuda! – Disse lançando muitas bolas de fogo para afastar as entidades do mal.
[Skinner] – Mas que... Merda é aquele cara com... Aqueles poderes?
[Jack] – Não dá pra explicar agora, vamos logo! – Disse pegando sua besta de ouro de sua mochila e vários dardos.
Lokan fica ao lado de Jack e de seu bastão cuja ponta possui uma cruz, é lançada várias bolas brilhantes na direção dos monstros, que saem diretamente da cruz. Elas causam altos danos sobre os monstros, junto dos dardos de Jack.
Skinner avança contra os pesadelos, mas percebe que muitos vêem de todos os espelhos da sala. Acompanhado de Walter, golpeia junto de seu amigo um deles o matando na hora, e logo fazem o mesmo com o próximo. Mas são muitos, que rapidamente os cercam, junto de espíritos e espectros. O grupo se une e Watson concentra suas energias para fazer uma explosão de área.
[Lokan] – Merda, estamos cercados!
[Watson] – Espere.
Watson levanta rapidamente suas chamas e as divide, espalhando e formando coisas com elas. Ele forma com as duas, laminas gigantes, cujas são flamejantes e muito brilhantes, do qual todos os presentes na sala as observam. Controlando-as com suas mãos, Watson as leva para baixo, cortando vários pesadelos, espíritos e espectros no meio e acompanhada das laminas, explosões enormes de área fazem os monstros desaparecerem. Dois espelhos explodem junto, e metade dos pesadelos e espectros desaparece.
Rayver era analisador, e percebeu que quando os espelhos foram destruídos, boa parte das criaturas fora mortas; ele agora tem uma ideia.
[Rayver] – Pessoal! Precisamos destruir os espelhos para sairmos daqui!
O resto do grupo não quis discutir; iniciaram um ataque as outras assombrações que os cercava. Watson usou suas duas laminas para atingir três espelhos a sua direita e, através delas, veio explosões roxas múltiplas, que não foram o bastante para destruir os espelhos; quatro pesadelos usaram suas vidas para proteger um dos espelhos, sendo que o resto dos objetos invocadores foi destruído.
Metade das assombrações na sala desapareceram, e o resto delas foram derrotadas por uma magia de Lokan. Ninguém prestou atenção nela, pois estavam afastando as criaturas.
[Rayver] – Watson, continue tentando destruir os espelhos! Vamos destruir as assombrações que tentaram te atacar e tentar destruir alguns!
[Watson] – Beleza!
Nesse momento, Jack virou-se para Rayver e disse:
[Jack] – Tem certeza que é isso mesmo? São mais de... – Lança um rápido olhar pela sala, vendo vários espelhos – Vinte espelhos.
[Rayver] – Tenho certeza. Quando destruímos os primeiros espelhos, várias assombrações sumiram. Acredito que é o único jeito de destruir esta ilusão das assombrações.
[Jack] – Então tá! Todo mundo tentando destruir os espelhos!
Jack pega um dardo de cores do arco-íris, não sabia sua utilidade, mas usa para destruir algum espelho. Ao lançar o primeiro, percebe que o dardo não sumiu; trata-se de um dardo de vários tiros. Então, começa a usá-lo contra um dos espelhos, enquanto estes continuam a invocar mais e mais pesadelos, espíritos e espectros, que usam suas formas para bloquear os tiros e evitar que os seus artefatos sejam quebrados.
O esforço de Watson treme constantemente a sala: Suas espadas flamejantes gigantes fazem um estrago enorme, quebrando vários objetos invocadores e enfraquecendo as abominações, cujo numero ainda continuava alto. O mago desativa suas espadas, pois estava utilizando muito poder e ficando cansado.
Novamente o grupo se via cercado, sendo atingido por bolas de morte em várias regiões do corpo, sendo rendidos. No meio disso, Lokan levanta Rayver, que estava caído por causa dos ataques. Cochicharam em segundos e quando viram, o chão tremia como nunca, o teto brilhava e os dois magos gritavam em coro.
[Rayver] – Exevo gran mas tera!
[Lokan] – Exevo gran mas san!
O ataque de Lokan transforma o teto em um grande espetáculo de brilho, envolvido pela aurora mais bela que os olhos humanos podem contemplar. Cruzes douradas de imenso brilho caem dessa aurora, explodindo no chão. A quantidade era grande, as cruzes eram enormes e as criaturas se afastavam. Quando pensavam que era só isso, o chão se abre e dá espaço a vinhas gigantes, cipós e folhas-navalha, levantando tudo o que havia em seu caminho, menos seus aliados. A magia se espalhava muito rápido, junto da magia santa, destruindo muitos espelhos da sala e destruindo muitas criaturas.
A energia de Watson era aumentada a cada ataque desferido sobre os monstros. Ele não entendia o que acontecia, resultando a invocar algo que sua mente não comandava: Suas chamas aumentaram muito, e se separaram, e o fogo separado do corpo do semi-demônio se transformou num arqui-demônio enorme, quando o mesmo berrava e partia pra cima das criaturas da sala e principalmente para os espelhos.
Enquanto a criatura abria terreno, o grupo aproveitava sua utilidade e corria para o norte da sala, levando ataques a todos os artefatos. Os guerreiros levavam suas espadas de encontro aos espelhos, Jack atirava com precisão tiros de dardos dourados, Watson lança muitas bolas de fogo acompanhadas de mini-explosões, e Lokan e Rayver combinavam ataques de terra e energia santa. Os monstros da sala desapareciam aos poucos, mas aparecia mais do que sumia. Faltavam poucos espelhos, as criaturas enfraqueciam rapidamente, aquela batalha estava prestes a acabar. Mas o arqui-demonio mágico de Watson morre antes de faltar dois espelhos.
Enquanto as paredes da sala mantinham-se transparentes, uma criatura esquisita surge no meio do local, cuja era vestida de uma roupa de espantalho, não possuía pele ou sequer carne, um esqueleto vestido com um chapéu aterrorizante junto de uma fumaça negra que pairava do monstro espalhando um ar de maldição pela sala: Um chefe das hordas de mortos vivos.
O monstro começa a andar a direção dos seus alvos, o grupo. Ele cambaleia muito, mas é ágil, deixando o grupo em estado de alerta. Faltavam dois espelhos, mas pareciam ser os mais difíceis, simplesmente por causa da cria do mal.
Jack entra em ação atirando seu dardo que nunca some, deixando a criatura mais lenta e convertendo partes dela em espinhos de tantos dardos lançados. Watson lança mais bolas de fogo contra a criatura, Lokan lança seus ataques divinos de sua cruz, mas percebe que o ataque a distancia do grupo não está sendo eficiente.
Lokan tenta pegar a frente do grupo e do lado de Watson, levanta sua mão e suplica:
[Lokan] – Ação dos Deuses!
Sua mão começa a brilhar intensamente, e logo uma bola dourada e muito brilhante ganha forma e se lança de encontro à criatura. A magia é eficiente e derruba o monstro.
Mas ele consegue se levantar, comandando as ultimas assombrações da sala contra as pessoas ali.
Lokan novamente toma a frente de Watson, espalma sua mão livre e grita:
[Lokan] – Mão de Lezario!
Sua mão esquerda emite um brilho imenso, fazendo a frente dela uma mão, que crescia, tornando-se uma arma mortal à maldição. Logo ela se soltava da mão de Lokan e se estendia para matar o chefe, e quando a magia estava completa, Lokan levou sua mão esquerda para trás e soca a magia, que com muita força vai direto as criaturas atrás do comandante delas. Ao atingi-lo, explode, arrastando a cria junto das criaturas enquanto a magia continuava a crescer e assim atingindo a parede logo atrás deles, fazendo grande quantidade de fumaça e uma tremedeira muito grande. Finalmente, os dois últimos espelhos foram destruídos.
A ilusão se distorcia, as paredes marrons sumiam e as janelas e tochas voltavam aos seus locais. Mas algo perturbava Watson. Ele sentia que a criatura não foi morta. E foi o que ocorreu. Esta aparece atrás de Walter, agarrando seu pescoço e jogando o guerreiro para o outro lado da sala. Agora ela parte para Lokan, mas o semi-demônio toma sua frente e faz uma poderosa explosão de área.
[Lokan] – Cuidado Watson! É um chefe Brightwalker! Amaldiçoa o que ele tocar!
Ao alerta de Lokan, Watson já sabia como lutar, e ainda com sua ideia, forja uma lamina flamejante de suas energias e, ao invés de usá-la para combate, lança-a de encontro à criatura morto-viva. Ela arranca fora o braço esquerdo de seu alvo e some ao atingir o teto da sala.
O monstro cai com força no chão, mas ainda não está morto. Para finalizar o combate, o mago usa suas duas mãos em posição de uma espada entre elas, e cria outra lamina flamejante para matar o chefe Brightwalker. Mas o monstro o surpreende, fazendo-o cair numa armadilha.
[Jack] – Watson, CUIDADO!
Proximo: Capitulo 29 - Em busca da arma branca pt. II, atingindo o segundo andar.
Espero que tenham gostado e que o tempo demorado tenha valido a pena... :D
Já passou os dias da votação, e a votação ficou empatada.
As Aventuras de George 1 X 1 A Espada Corrompida
Vou prolongar até o dia em que o Corinthians irá disputar o mundial! Quem já votou não pode votar de novo hein! :D
Abraços.
Capitulo 29 - Em busca da arma branca pt. III
Fala galera!
Não, não abandonei vocês. Só tive que ter paciência pra escrever né, mas fiz direitinho do jeito que vocês gostam.
Resposta:
Citação:
Postado originalmente por
wariorss
Olá.
Gostei muito da sua história, acredita que eu comecei a ler ontem e já temrminei hoje? :smile:
vamo que vamo terminar essa história e ver o segundo andar como é.
Opa, novo leitor! :sorriso:
Que bom que gostou da minha história! Parece que realmente gostou pra ler em dois dias, pois o pessoal recente teve um esforço bem grande pra terminar :smile:
A história vai demorar pra acabar, espero que você acompanhe-a até o final, pois ela vai ficar foda, tô te falando hein! >:]
Bom galera, essa é a continuação do capitulo 29. Espero que gostem.
No capitulo anterior:
O grupo chega ao primeiro andar, mas caem numa armadilha feita pelos fantasmas e espectros do local. Para sair de lá, precisaram destruir todos os espelhos, mas quando faltava dois, surge um chefe das hordas fantasmagóricas para impedi-los de sair de lá. Eles conseguem sair da armadilha, mas o morto-vivo não é eliminado e Watson fica vulnerável a uma artimanha.
Capitulo 29 – Em busca da arma branca pt. III
O chefe brightwalker a frente de Watson desaparece, e logo acima do mago, aparece o mesmo monstro, lançando um pó negro sobre Watson, que o faz ir de encontro ao chão, muito fraco. Para finalizar, o Brightwalker prepara uma bola de morte, mas Lokan a impede com várias bolas de luz santa e grita, correndo para a direção do monstro:
[Lokan] – Ação dos Deuses!
A magia avança como uma verdadeira bomba sobre o Brightwalker, o derrubando-o rapidamente. Watson cai no chão como um boneco, mas ainda estava vivo. Rayver corre para tentar salvar o semi-demônio – cujo ninguém novo do grupo sabia quem ele era e de onde vinha seus poderes sobrenaturais – e Skinner aproveita para irritar o monstro, lançando o mais forte possível sua espada a direção dele, apenas golpeando as costas dele e voltando para sua mão e indo atrás de Walter.
Sobra Lokan e Jack na batalha, apenas por enquanto. Assim, Lokan une suas mãos em forma de prece, e fechando seus olhos, concentra suas energias, mesmo sabendo que não iria dar tempo e que o morto-vivo o mataria apenas com o toque. Jack tenta ganhar mais tempo lançando dardos múltiplos, o que força o monstro a correr em disparada para alcançar Jack e retirar a arma que lhe incomoda de suas mãos. Jack chega perto da escada e acaba tropeçando e caindo, ficando vulnerável ao golpe de morte que a criatura acaba de preparar. Mas o mais esquisito ocorre quando o ombro esquerdo e o braço direito do Brightwalker através de golpes rápidos de dois vultos. Eram Skinner e Walter.
No fim, Lokan consegue concentrar toda a energia necessária para fazer uma magia intensa e poderosa. Ao abrir seus olhos, os mesmos emitem um brilho extremamente dourado, e através disso, ele grita com uma voz tenebrosa:
[Lokan] – Sannemoren!
Lokan começa a passar por uma transformação divina: Tornava-se maior, sua roupa é substituída por uma túnica branca com um cinto dourado em sua cintura e seu corpo assume uma forma estranha, tornando-se um pouco mais claro e maior, e uma mascara esquisita, porém com uma forma estranha confundindo com a de um Yalahari, com contornos brancos e dourados e olhos claros e azuis. Este era um novo sacerdote, ainda mais poderoso que o normal. Ainda segurava seu bastão, que continuara da mesma forma que antes.
O “novo Lokan” atrai a atenção do Brightwalker, que não hesita em tentar matá-lo mesmo sem seus braços. O sacerdote vira-se para o monstro que já corria para estraçalhá-lo movido pela maldição no ar, e perto demais de seu oponente, Lokan levanta seu braço esquerdo espalmando sua mão e grita:
[Lokan] – Mão de Lezario!
Novamente aquela magia extremamente poderosa se forma na mão do homem, e forte como nunca se solta desenvolvendo a outra mão sagrada, muito maior que a anterior, e corre pelo ar para pegar a abominação. Ao pegar o monstro, ela arrasta-o até um local onde ela pararia, extraindo toda a maldição presente nele. Walter e Skinner pegam Jack e o carregam até perto de Lokan, dando espaço para que a sua magia de força duplicada destruísse completamente o monstro. E foi o que aconteceu.
A mão sagrada atinge a parede perto da escada, fazendo uma grande explosão dourada, tremendo tudo. Ao passar toda a fumaça, o que aparece ali é apenas uma pilha de ossos com um chapéu encima do crânio exposto. O chefe foi vencido.
Watson ainda está no chão, quase sem reação, respirando muito fraco. Lokan se agacha frente ao mago e tenta colocá-lo para frente. Depois, coloca sua mão sobre o tórax do homem e desenvolve uma luz dourada, e suplica baixo:
[Lokan] – Cura dos Deuses, Watson.
A luz se espalha por todo o corpo de Watson, devolvendo sua energia. Assim continua por um bom tempo, enquanto todo o grupo fitava a magia do sacerdote.
Assim que a magia para, Lokan aos poucos volta ao normal e Watson acorda.
[Watson] – Mas o... O que aconteceu?
[Lokan] – Você quase morreu, mas já está bom de novo.
Os outros se aproximam, e fazem quase um circulo em volta de Watson e Lokan, curiosos para saber como Watson está.
[Jack] – Tudo bom contigo?
[Watson] – Sim... Estou bem. Acho que mais um golpe e eu morreria.
[Lokan] – É, foi um golpe de malária. O monstro espalhou uma doença poderosa em você que drenou todas as suas forças, mas agora você está normal. – Estende seu braço direito – Quer ajuda pra levantar?
[Watson] – Claro... – Pega a mão oferecida de Lokan e com a ajuda dele, vai levantando e usando mais força que devia para levantar. Ele o solta e se endireita no chão e logo levanta.
[Jack] – Agora pessoal, vamos ao segundo andar. Imagino que seja por aquela escada – Aponta para uma escadaria perto do corpo do chefe Brightwalker.
[Skinner] – Eu não vou discutir com nada, vou na frente.
Ninguém fala nada também, apenas seguem Skinner até a escadaria. Com medo, a sobe devagar e atentos a qualquer truque ou armadilha.
Saindo do alcance do primeiro andar, algumas aranhas pequenas chegam no primeiro andar, com desconfiança. Uma pequena explosão roxa as cerca, e da fumaça roxa levanta-se Nightstalkers poderosos e mais escuros que qualquer outro.
[Nightstalker2] – Uhh... Venceram...
[Nightstalker3] – O... O que...
Um nightstalker maior do que eles toma a frente dos demais, que estavam em cinco. Observa dali um amontoado de ossos coberto por roupas negras.
[Nightstalker1] – Os desgraçados já destruíram os espelhos e mataram o líder. Devem estar indo para o segundo andar. Temos que impedi-los logo, por Pumin.
Todos os Nightstalkers dizem “sim” com uma voz assombrada. E então, tornam-se aranhas novamente e seguem devagar até a escada. Levaria um bom tempo para alcança-la também.
Já no segundo andar, vêem que ele tinha um espaço pequeno e a frente quatro portas. Mais um desafio de inteligência.
[Lokan] – A porta que escolhermos vai nos levar ao corredor correto para o terceiro andar. Teremos que ser espertos.
As portas possuíam cores individuais: A primeira era vermelha, com a mesma aparência de porta de missão em várias partes do Tibia todo. A segunda porta era verde, a terceira era azul, e a quarta era amarela. A cor das portas fazia grande tensão nos presentes na sala. Mas era hora de escolher uma logo.
[Jack] – Vamos seguir pela amarela. Amarelo é uma cor calma.
[Walter] – Calma porque é a cor da tua armadura e da sua besta, não é? Prefiro a vermelha, já que estamos num lugar das trevas.
[Rayver] – Concordo.
[Skinner] – Concordo também.
[Lokan] – Vocês estão pensando sem nexo! Não é por que estamos num lugar das trevas que devemos seguir a porta vermelha! Temos que ter consciência aqui, rapazes!
[Walter] – Então siga com sua inteligência, que nós seguimos com nossa coragem. Com Rayver, não morreremos. Vocês com o Lokan também não. Então vão pela amarela que vamos pela vermelha. Quem tá dentro?
Rayver, Skinner e Walter levantam a mão. Watson, Jack e Lokan continuam quietos.
[Walter] – Se é assim, boa sorte. Vamos galera.
O druida e o cavaleiro de elite seguem Walter até a porta vermelha, abrem-na e logo a mesma se fecha. Os restantes trocam olhares, pensando no que fazer.
[Lokan] – Vão se suicidar... Vamos segui-los... Perder gente é desnecessário.
[Jack] – Deixa, como ele disse, vamos seguir pela inteligência. Pela porta amarela. – Caminha até a porta, para à frente dela e a abre. – Vamos?
Ninguém disse nada, apenas seguiram Jack e adentraram no que há atrás daquela porta.
O que acharam por trás daquela porta era um estreito corredor com paredes de um concreto dourado, com tochas iluminando o caminho. Andavam em fila, um pouco incomodados com o calor das tochas passando perto de suas faces. Seguiam nesse caminho por três minutos, até que Jack, que está na frente dos demais, para e se vira para o grupo. O resto do grupo, aguardando algo sair da boca do paladino, já ficava perplexo pelo que Jack queria falar. Pois ele parecia não saber o que falar. Até que ele se manifesta.
[Jack] – Certeza que estamos seguindo o caminho correto? – Diz indeciso, enquanto Watson e Lokan já mostram caras decepcionadas.
[Lokan] – Pff. Sabia que cedo ou tarde você ficaria assim. Estamos num corredor pequeno há tempos, vai saber se estamos sendo enganados.
[Watson] – Se estivéssemos sendo enganados, eu sentiria.
O silencio toma conta do local por alguns segundos. Até que Jack decide continuar seguindo o caminho, sem falar nada.
Enquanto isso, o resto do grupo segue pelo caminho estreito por trás da porta vermelha. Assim como a porta, as paredes eram vermelhas, e o local não parecia cheirar muito bem. Havia poucas tochas, e suas chamas estavam fracas. Rayver ajuda a iluminação com seu Utevo Gran lux, mas ficando atrás de Skinner e Walter.
Até que no meio do caminho, surgem dois caminhos. Um é iluminado, e o outro escuro. O grupo começa a discutir sobre qual seguir.
[Rayver] – Acho que devíamos seguir o iluminado... É melhor, estamos quase sem ver nada do que há a nosso redor.
[Walter] – Rayver – Vira-se para trás – Se seguíssemos sempre caminhos assim, estaríamos com o resto do grupo, não aqui. Vamos pelo escuro.
[Skinner] – Walter, já fizemos burrada ao abandonar os mais fortes do grupo. Seguir por aquele caminho é burrada dupla. Falo sério.
[Walter] – Cara, entenda. Eu estou no comando. Vamos pelo escuro.
Os outros preferem ficar calados e tomam o caminho escuro. Com a iluminação de Rayver, fica melhor seguir aquele caminho. Mas o druida é atormentado por um pressentimento ruim.
Logo à frente, Walter pisa num osso frágil e o quebra, fazendo um pequeno barulho. Mas até mesmo esse barulho pode resultar em algo ruim. E é o que acontece.
Eles vêem sangue no chão, e para ver melhor, Rayver toma a frente de Skinner. Revela-se muito sangue, e sangue pingando do teto ou acima deles. Até que acham, ao lado deles, mas um pouco acima, um corpo pregado na parede por chifres, semi-devorado. Walter e Skinner levantam suas espadas para um provável combate, mas Rayver fica paralisado ao ver aquilo.
Alguns sons demoníacos ecoam pelo lugar, e o chão treme um pouco. E na frente deles, surge um demônio verde, de quatro braços grandes, levantando seu corpo para cima e soltando um rugido poderoso. O monstro possui quatro chifres na cabeça, uma cabeça que lembra a de um crocodilo. Pés firmes e fortes, tanto como largos, capazes de esmagar qualquer um que estiver abaixo dele. Um Juggernaut.
O demônio corre para estraçalhar aquilo que seria sua refeição, enquanto dois demônios surgem atrás do grupo, e mais um Juggernaut aparece atrás do primeiro. Aquela seria realmente uma batalha sangrenta.
Próximo: Capitulo 29 - Em busca da arma branca pt. IV
Espero que tenham gostado! Comentem! E visitantes, ajudem a movimentar a seção criando suas contas e comentando suas histórias favoritas!
Abraços e até mais :)
Capitulo 29 - Em busca da arma branca pt. IV
Fala galera!
Não demorei muito para trazer um novo capítulo. Mas agora vou passar um pequeno aviso a vocês.
Faltam 3 dias para o dia mais aguardado(E também temido por alguns) da humanidade. Aquele que diz e prova muita coisa sobre o "fim do mundo".
Não, não acredito, mas vou dar uma pequena folga nos dedos até esse dia, e no dia 22 volto a escrever.(Se tiver luz e mundo, claro :fckthat:) Daí, termino o proximo capítulo nesse dia, depois me esforço mais para terminar mais um no dia 23, e paro de escrever até dia 27. Escrevo um dia 27, tento terminar dia 28... E dia 30 paro de escrever novamente, e volto a escrever dia 6 de Janeiro. Quando eu postar o primeiro capítulo do ano que vem, vou voltar a escrever só no dia 25 de Janeiro. É essa a pequena programação. :D
Agora, as respostas(Finalmente mais de duas).
Citação:
Postado originalmente por
tijolada
finalmente consegui recuperar minha conta para poder comentar :D
@historia:
bom, simplesmente sensacional, eu li 18 capítulos em 2 dias e nao tenho muito o que dizer, voce é dotado de uma super criatividade!!
só tem uns errinhos e umas coisas que voce deixou para trás, como por exemplo no barco quando watson descobre ser um demônio, quando ele volta seus amigos pergunta o que aconteceu e watson disse "depois eu conto" ou algo do tipo, mais essa parte da história na qual ele conta nunca foi escrita.
tem esses erros de "encaixe", nada de grave nao.
@capitulo: acho que o grupo nao deveria se separar, seria melhor lutar com os nighstalker e seguirem todos por um caminho, mais seja lá o que voce tenha em mente, aposto que vai ser ótimo, só espero que o grupo se reencontre ou que nao morra ninguém...
nos últimos 2 capítulos nao vi a participação da batalha entre pumim e George, fala um pouco sobre eles no próximo capitulo :]
@titulo: o título desse livro ficaria legal "a descoberta de um novo mundo" ou então "dois mundos contra o inferno" e o próximo livro sim, se chamaria "a nova era".
porque? porque esse livro nao é muito uma nova era, é mais uma descoberta de um novo mundo na qual o grupo descobriu..
e no próximo livro voce colocaria o nome "a nova era" porque ai os 2 mundos se conheceriam melhor, uma união na qual todos poderia ir de um mundo para o outro..
bom, são apenas opiniões, mais como já dito, continue assim, todo dia eu olho para ver se tem capitulo novo :)
AÊ, NOVO LEITOR AGAIN! :yupi::yupi:
Que bom que conseguiu recuperar sua conta, e muito obrigado pelos elogios, sério mesmo! Fico emocionado :enraptured:
Sobre o Watson "falar depois" e não ter mais falado nada sobre isso, eu tava planejando fazer isso neste capítulo, pois o grupo do Jack e companhia estava entediado. Eu sei dos erros, acho que você deve ter percebido que ao longo da história, estes foram sumindo e dando lugar a uma escrita melhor e sem muitos erros.
Sobre o capitulo e a separação do grupo, sim, vai ter ação aí. Parece que um dos corajosos guerreiros podem acabar morrendo, isso saberemos em breve. E sobre George X Pumin(Taffariel também, esqueceu? :smile:) vamos ver um pouco neste mesmo capítulo. Espero que goste. Ah, sobre os Nightstalker, o grupo pensa que eles estão mortos e não imaginam que estão vivinhos da silva e mais fortes e seguindo o grupo.
E quanto ao titulo, tem muito a vir por aí amiguinho, e prefiro esse titulo. Por que? Por causa de que irá atrair mais leitores, fora que não conta apenas sobre George e os planos maléficos de Urgith, mas conta também sobre o Sensaton World e mostra coisas novas que acho que estão em falta em Tibia.
Enfim, muito obrigado por ler e ter paciência de ler todos os capítulos(Eu te vi no tópico por um bom tempo anteontem e ontem :ilied:) e de acompanhar minha história que, mesmo sendo tão boa como diz, está pobre em leitores. Espero que goste da história e fique aqui até o final do livro! :y:
Citação:
Postado originalmente por
wariorss
Bacana esse capitulo!
será que algum dos 2 grupos entraram na porta certa?
vish, juggernaut, agora ficou sério.
Aguardando o proximo capitulo.
Que bom que gostou do capitulo! Bom, se entraram em alguma porta certa, só veremos nos próximos capítulos.
Espero que goste deste novo capítulo :D
Citação:
Postado originalmente por
Sombra de Izan
Nossa um capítulo com muito sangue, a esse vai me ansiar a esperar, sua história está ótima, os detalhes do seguimento deixa clara a leitura e não vi erros aparentes, está de parabéns, agora vou me recolher antes do sol nascer.
Grande Izan! Que bom que gostou do capítulo.
Não teve muito sangue nesse capítulo, talvez virá mais quando aparecer o outro grupo. Muito obrigado pelos elogios! Espero que continue acompanhando.
Sim, espero que tenha descansado bem, e evitado o sol a tempo, senão tu virava pó. :coolface:
Bom galera, aqui está o novo capítulo. Ele vai mostrar mais um pouco sobre Watson, e um pouco da batalha de George atrasando Taffariel e Pumin. E possivelmente, um novo mistério que os deixará bem ansiosos pro próximo. SÓ DIA 22, SE F**ERAM KKKKKKKKK
Boa leitura :smile:
No capítulo anterior:
O chefe Brightwalker é derrotado e quase Watson é derrotado. Durante a batalha, Lokan mostra um poder novo. Ao seguir para o segundo andar, encontram quatro portas diferentes, uma vermelha, outra azul, outra verde e outra amarela. O grupo se separa com Rayver, Skinner e Walter seguindo pela porta vermelha, e Jack, Watson e Lokan seguindo pela amarela. Enquanto Jack e companhia seguem sem perigos o caminho longo por trás da porta amarela, Walter e os outros atraem demônios, significando morte para eles.
Capitulo 29 – Em busca da arma branca pt. IV
Jack, Watson e Lokan seguiam aquele mesmo caminho por mais alguns minutos. Entediados, passaram a conversar um pouco. Mas sempre atentos para o que vier ali.
Lokan sentia que seus amigos estavam em perigo no caminho vermelho. Mas ele podia se descontrair e evitar estes pensamentos participando da conversa dos demais. Até que Jack pergunta algo a Watson:
[Jack] – Watson, há algo que me intriga que tem a ver com você. No Jachess, quando voltou pairando aquelas chamas roxas esquisitas pelo corpo, você disse que falaria depois sobre isso, mas não falou mais nada, tanto que nos acostumamos. Como você conseguiu aqueles poderes?
[Lokan] – Peraí... Nem você sabe sobre os poderes dele? – Disse diretamente a Jack.
[Jack] – Não. Então Watson?
[Watson] – Ah... – Suspira – É um caso bem... Ruim de falar.
[Jack] – Desabafar é bom, e você anda sempre muito quieto.
[Watson] – Sim... – Anda mais devagar – Bom, você se lembra daquele Raymond, não é?
[Jack] – Aquele que dizia ser seu irmão que na verdade é desse mundo?
[Watson] – É. Quando ele disse que queria me mostrar mais sobre os contos da nossa família, os Amerake, ele fez aquela bomba de vento que assustou todo mundo e quase lançou pra fora do navio você, George e o guia intermediário que tava nos acompanhando, o Pedrosky. – Suspira novamente – Ele me colocou na mente dele e me revelou que a origem dos Amerake vem de um aproveitador. Ele era um comerciante, como a história contava, e não se sabia donde ele tinha surgido, mas indícios contavam que ele era de Zao. Ele tinha encontrado a primeira safira do Tibia e vendido a um alto preço ao rei de Thais, e o rei o ofereceu um trabalho de ser seu vassalo. Passou muito tempo e os dois já eram próximos, pois o comerciante, Seron, sabia do que o rei gostava. E quando o rei morreu, ele deixou tudo para Seron, pois ele confiava que o cara ia fazer tudo direito.
[Jack] – Eu conheço essa parte da história, pule um pouco.
[Watson] – Bom, com o tempo Seron foi tendo muitas esposas, usando seu poder e também tendo muitos filhos. Ele era conhecido como o “rei das mulheres”, pois ele tinha pelo menos umas sete ou oito esposas e vários filhos. Com o tempo ele foi as deixando, e para se livrar dos seus filhos, ele os levava a Zao e os deixava lá. Depois, ele finalmente decidiu ficar com apenas uma esposa, e seu filho seria o novo rei depois que Seron morresse. Mas as coisas terríveis que Seron fez com seus filhos foram descobertas e ele perdeu o trono, e seu filho tomou-o tornando-se o próximo Tibianus.
Ele, mesmo tendo cometido tudo aquilo, ficou com muitas mulheres até ficar mais velho, e os dez filhos que tinha tido com aquelas mulheres por acidente tiveram o mesmo destino dos antigos. Ele enganou as mulheres, as matou, levou seus filhos até Zao e os deixou lá. Mas quando ele ia sair de Zao, os antigos, já crescidos, o achou, e o matou a flechadas quando ele tentava fugir.
[Jack] – É, essa parte eu não conhecia.
O caminho tão longo quanto a conversa revela algo interessante para eles: Um caminho para a direita. Sem se preocupar muito, seguiram por esse caminho, com várias tochas. Agora ele era um pouco maior.
[Watson] – Continuando o assunto, descobri também que meu pai tecnicamente não era um Amerake de sangue, ele tinha sido adotado. Meu avô o adotou, cuidou dele até ele completar dez anos, e começou a treinar ele. A partir daí que ele mostrou sinais abominativos aos treze anos, quando estraçalhava bonecos de treino e diversas vezes ele sangrava pelos olhos, e partes do sangue que saia em cortes era laranja com vermelho. Daí meu avô decidiu envia-lo a Rookgaard mesmo assim. Na verdade, com catorze anos. Quando ele saiu de lá e voltou a Carlin, a cidade do meu avô, meu pai mostrou sinais ainda mais perigosos, agora demoníacos. Só que quando ele se tornou um adulto esses sinais sumiram. – Suspira – Daí aos vinte e cinco anos, ele conheceu minha mãe e um ano depois me tiveram. Ele sumiu quando eu tinha dez anos. Disseram que os Amerake seguiam a uma missão de exploração em Edron por um portal. Daí ele arrumou uma vadia nesse mundo, que ele trocou pela minha mãe e teve o Raymond. Ele matou a mulher, cuidou do Raymond até ele crescer, e novamente o abandonou aos dez anos e sumiu no mundo mostrando vários indícios demoníacos. Pra concluir toda essa história – Respira fundo – Raymond me contou que meu pai era filho de Pumin.
Jack e Lokan pararam de andar. Muito impressionados ao ouvir a ultima frase, não hesitaram em pedir para que Watson falasse mais. Assim, o mago tentou continuar, perplexo.
[Watson] – Eu sou um semi-demônio, porém fraco, e Raymond era um semi-demônio mais forte do que eu.
[Jack] – E como você saiu da mente do cara sendo que você era mais fraco do que ele?
[Watson] – Parece que de algum jeito minha força aumenta quando é movida pela raiva e pela maldição. Eu fui movido pela raiva e o matei usando meu poder pra criar uma espada seladora, que tirou as energias dele e passou um pouco para mim, suponho. Agora, como Pumin está na superfície, meu poder está muito maior.
[Lokan] – Cara... – Diz um pouco boquiaberto e olhos bem abertos – Por que diabos você não disse que Pumin está EM SENSATON WORLD?!
[Jack] – Ops... Soltamos a bomba.
Agora, para desviar a atenção deles, surge uma porta amarela escura a frente deles. Pensativos, decidem adentrar o que há atrás dela. Jack abre-a, sendo que está na frente, entra, deixa-a aberta para Watson e Lokan entrarem e a fecha. Agora a iluminação ficava acima deles, de uma forma esquisita: Dois archotes conectados um ao outro possuem dentro deles uma chama muito clara, que faz grande iluminação pelo seu material diferente. Outros pequenos archotes iguais aos do teto, pregados as paredes ao lado do grupo, iluminam o chão. A claridade do local era impressionante, pois esses tipos diferentes de archotes tornavam o local mais claro de se seguir. Apesar de a frente possuir poucos desses e não ter mais nenhum acima deles.
Assim eles seguiam o caminho, que não demora muito até revelar outro indo para a esquerda. Este não possuía archotes fechados no teto. Sem hesitar, seguem o caminho, sem se preocupar com nada. Ou é o que pensavam. Perto da porta, surge um tipo de espírito iluminado, que logo some. Parecia seguir o grupo para fazer algo ruim.
~~*~~
Acampamento de Sangue, 19 de maio de 500, 00:48
Pumin e Taffariel realmente davam trabalho a George. Enquanto ele usava ataques normais misturados de ataques reforçados com a energia de Banor, Pumin usava ataques do medo e da tortura, e Taffariel usava ataques de confusão e alguns psíquicos.
No meio do acampamento, não muito longe do templo de Pumin, se desenrolava a maior batalha da vida de George, talvez não a maior, talvez venha outras como Banor já havia dito a ele. Enquanto o guerreiro golpeia Pumin, Taffariel o puxa por trás com força psíquica. Quando George chega à frente do demônio roxo, ele dá um soco muito poderoso o lançando a Pumin, e ao chegar a Pumin, ele apenas dá uma joelhada no ar, que ao mesmo tempo pega o queixo de George caindo no chão rapidamente, a frente do demônio.
[Pumin] – Idiota... Acha que pode nos vencer sozinho? Somos mais poderosos do que você, e esse poderzinho de Banor não vai te ajudar.
[Taffariel] – Hahahahaha! Não vai mesmo! Hehehehe!
George tenta se levantar, sendo que seu poder está em fase inicial, apenas fazendo seu corpo brilhar em cor azulada. O guerreiro aproveita para cravar sua espada sobre o pé do recipiente de Pumin, dando-lhe muita dor, o fazendo pular enquanto segura seu pé machucado, ou tenta. Ao ver isso, Taffariel usa mais força psíquica para puxar George a sua direção, e ao fazer isso, o filho de Banor ativa suas energias novamente, voltando a pairar uma força elétrica azul, e conseguindo ferir Taffariel forçando abruptamente sua espada sobre o robe negro da demônio, na região de seu ombro direito. Ele retira rapidamente sua espada enquanto a mulher-demônio leva sua mão esquerda à ferida, urrando.
Pumin invoca correntes de ataque contra George, e ele escapa, pegando no pé de Taffariel derrubando-a.
[George] – Utito Tempo! Exori Hur! – Grita aumentando sua força física e lançando com muita vontade e força sua espada suprema de encontro ao senhor do desespero.
O golpe de George atinge em cheio o abdômen do recipiente de Pumin, fazendo-o sangrar muito, em cor laranja.
[Pumin] – Desgraçado!... – Ajoelha-se – Esse maldito receptáculo... Um humano é um inútil!
[George] – Não fale assim de nós! EXORI HUR! – Lança sua espada novamente depois de ter recebido-a na mão a poucos segundos, em direção ao braço esquerdo de Pumin. Mas acaba pegando em seu ombro, fazendo-o se deitar. A espada agora retorna a mão de George, mas estranhamente ela vai para cima, e uma sombra de um arqui-demonio surge atrás do guerreiro. Ele se vira, e vê a espada vindo a mão de Taffariel, controlada por força psíquica.
O guerreiro dá um salto e, usando a energia de Banor, dá um soco extremamente poderoso no rosto demoníaco de Taffariel, interrompendo a força psíquica e fazendo-a dar alguns passos para trás. George volta para baixo, mas perto de atingir o chão, é puxado para trás por algo em sua perna esquerda. Uma corrente de Pumin.
Ao alcançar Pumin, o mesmo se transforma num arqui-demônio e soca George para baixo, que cai no chão com muita força, tremendo um pouco. O senhor do desespero, muito maior do que George pega o guerreiro e o leva de encontro a sua face. O guerreiro abre os olhos e sofre com uma magia do demônio, mostrando um rosto extremamente horrível e desfigurado, abrindo um sorriso demoníaco assustador. Este sofre um efeito muito grande sobre a mente de George, que traumatizado, escorrega da mão do arqui-demônio e cai no chão tremendo, olhos arregalados, boca um pouco aberta. Sua espada cai perto dele, mas ele não tenta pega-la por estar quase sem reação. Pumin começa a rir do trauma de George, fazendo seu rosto voltar ao normal.
Taffariel anda para perto do demônio enquanto o mesmo fita a amante da maldição andar até ele, e inesperadamente ela dá um beijo em Pumin. Os dois se abraçam e começam a criar um pequeno clima quente. Algum momento depois, eles param de se beijar, ainda agarrados um ao outro e olham George, no chão, como um inútil.
[Pumin] – Maldição não irá se importar de eu te usar... – Fita com um semblante sem-vergonha.
[Taffariel] – Calma. Falta dois ainda.
[Pumin] – Dois? George ainda não está morto.
[Taffariel] – É... Vamos acabar com isso.
Pumin apenas levanta seu pé para desferir um ultimo golpe no filho de Banor. Com seu casco gigante no seu pé, poderia matar George. E sabendo disso, abaixa-o para acabar de uma vez com o guerreiro. Mas, inesperadamente, um poderoso clarão surge sobre George e se estende por uma vasta área, despertando a atenção do exercito de espíritos no outro lado da ponte que vai a Sensalia. Parecendo ser um sinal, seguem caminho a Sensalia. Mas o clarão fica muito maior, pegando todo o exercito e o eliminando. Uma força divina misteriosa está do lado de George... Quem será?
Próximo: Capitulo 29 - Em busca da arma branca pt. V
Espero que tenham gostado! Tive um pouco de trabalho pra copiar, colar, colocar o outro tipo de forma e tamanho de letra pois meu mouse está com um problema. Qualquer erro inesperado, me alertem.
Abraços e até mais! Feliz natal! :D