Aleluia, sem or! :palmas: :palmas:
O trabalho ficou muito bacana! Eu tenho uma quedinha por lápis de cor, rs.
Enfim, fico no aguardo dos capítulos xD
Abraço,
Iridium.
Versão Imprimível
Aleluia, sem or! :palmas: :palmas:
O trabalho ficou muito bacana! Eu tenho uma quedinha por lápis de cor, rs.
Enfim, fico no aguardo dos capítulos xD
Abraço,
Iridium.
Cara, só tenho uma coisa a dizer que historia fod***
tudo muito irado, e a cada capitulo que passa melhora, não só na história mas também a forma de escrita e o avanço pessoal do escritor, parabéns Danboy, ta mandando muito bemmmm, e estou mega ansioso pra esse novo livro!!!!!!!!!!!!
Espero logo o primeiro capitulo!!!
grande abraços....
Olá, Galera!
Após uma longa espera, começa um novo livro!
Livro V - Em Busca da Cidade Perdida
Espero que vocês gostem!
Vou fazer uma pequena chamada aqui para os que não comentaram na capa:
@Lipe Tenebroso
@Ison
@Kaya Mithsay
@Arckyus
Spoiler: Respostas aos comentários
Capítulo I - O Retorno de Todd
— Senhores e Senhores! — gritou Karl para que todos na taverna olhassem para ele. — Tenho um grande anúncio a fazer! Esses dias eu recebi uma carta de Thais! — O taverneiro fez um suspense. — Ela foi enviada por ninguém menos que Todd!
Uma breve comemoração teve início, com alguns homens gritando “Em Todd nós confiamos!” e levantando suas canecas de cerveja.
Karl se apressou antes que não pudesse mais ser ouvido:
—Todd estará de volta ainda hoje! E com muita cerveja!
O local explodiu de alegria, com diversos gritos de comemoração.
O taverneiro nada mais falou e clima de felicidade continuou por mais algumas horas, misturado com um suspense e uma expectativa pela chegada do contrabandista.
Já era noite na cidade em cima, quando Todd enfim apareceu no bar e uma nova explosão de alegria surgiu.
Naquele momento, foram poucos os que atentaram para o fato de que o contrabandista não estava chegando sozinho. Três homens cobertos em mantos pretos estavam com ele. Cada um trazia uma caixa de cerveja. Eles deixaram a bebida em cima do balcão e sem dizer nada, procuraram uma mesa vazia para se sentar.
O taverneiro Karl, um dos poucos incomodados, estava esperando todos terminarem de festejar a chegada do Todd para também ir falar como ele, quando notou que William, que estava coberto com um manto vermelho, havia sussurrado algo no ouvido do contrabandista enquanto eles se cumprimentavam. Todd respondeu com um olhar sério e um sinal com a cabeça para a mesa onde estavam os homens de preto.
William foi se sentar lá imediatamente.
Quando todos terminaram de falar com o contrabandista, John o Bardo começou a tocar uma música, e Karl enfim se aproximou de Todd.
— Você demorou muito Todd! Por uns dias eu achei... — Karl hesitou. — Eu duvidei que você fosse voltar... — ele abaixou a cabeça. — Outros contrabandistas já levaram o meu dinheiro embora e nunca mais voltaram... Devem ter gastado tudo com bebidas...
— Eu confesso que fiquei tentando! — Todd riu. — Mas o novo governo de Thais me procurou! Nós temos interesses em comum com o Revolucionário!
— Nós? A Resistencia? — Karl perguntou desconfiado. — Que interesses nós podemos ter em comum com aquele tirano? Quando nós te enviamos, era para você obter o apoio do Rei Tibianus III! Mas você demorou tanto que o rei morreu! — Dessa vez, Karl não escondeu sua desconfiança.
— Bem... — o contrabandista deu de ombros. — Eu tenho uma anuncio a fazer. Quando o bardo terminar de tocar eu faço o meu anuncio e você vai entender tudo!
Com seu alaúde, o John tocava uma música muito mais animada do que aquela que havia composto para anunciar a morte do Rei.
“Todd é um cara bem legal!
Entre os contrabandistas, ele é o maioral!
Durantes meses, esperamos a sua volta!
Mas o bom filho, a casa sempre torna!
Com pouca cerveja, nós esperamos!
Agora com muita cerveja, nós celebramos!
Viva Todd
Viva
Viva Todd
Viva
Viva Todd
E a Cerveja nossa amiga!”
O Bardo recitou seus versos três vezes e parou antes que os presentes cansassem deles.
Todd não perdeu tempo e subiu em cima do Balcão. Karl ficou extremamente irritado, afinal todos sempre souberam que o taverneiro não gosta que subam no local onde ele distribui as cervejas.
— Senhores e Senhores! — anunciou o contrabandista. — O novo governo de Thais apoia a nossa causa! E eles vão nos enviar toda a cerveja que precisamos!
Uma terceira explosão de alegria aconteceu no Bar, mas essa foi um pouco menor do que as outras. Karl não se manifestou, assim como Tim e Chip em uma mesa, que acharam estranha toda aquela boa vontade. Antes que alguém falasse alguma coisa, Todd continuou.
— E tenho uma notícia ainda melhor! A tirania das mulheres em Carlin terminará hoje! O novo governo revolucionário de Thais mandou seus homens para tomarem o controle da cidade e devolvê-la aos homens!
Alguns comemoraram efusivamente, mas outros, como John, o Bardo, se juntaram aos três primeiros desconfiados, ficando em silêncio naquele momento. Karl interveio:
— Do que você está falando Todd? Nós não queremos tomar o controle da cidade! Queremos apenas cerveja!
— A Rainha Eloise nunca vai liberar a cerveja em Carlin! — retrucou Todd. — Vamos tomar o controle da cidade e liberar a cerveja para todos os homens! Faremos um grande banquete com cerveja liberada para todos amanhã mesmo!
Uma nova comemoração aconteceu, mais breve e com menos apoio.
— Você já nos trouxe cerveja Todd — dessa vez foi Chip quem falou. — É só você continuar trazendo! Não queremos cerveja de graça! Eu trabalho e posso pagar por ela!
— Nós somos uma resistência ou não? Chegou a hora de lutarmos novamente! Lutarmos pelos homens de Carlin e pela nossa cerveja! — William tirou o seu manto e revelou uma armadura vermelha, com um W em letras douradas escrito nela. — Já faz algum tempo que eu espero um bom combate! Vamos lutar por nossa cidade! — Ele sacou sua espada e completou: — Quem está comigo?
Alguns homens se levantaram e gritaram, alguns também mostrando as suas espadas.
— Eu não vou apoiar isso! — exclamou Karl.
— Eu também não! — completou Chip. — Se vocês quiserem tomar a cidade, fiquem à vontade. Eu fico com a cerveja!
— Os que apoiam o governo dos homens em Carlin olhem para mim! — gritou Todd. Ele esperou um pouco e completou: — Vocês agora são também revolucionários! Terão direito a uma armadura negra e um sobretudo preto! Vocês fazem parte da nova ordem Tibiana! E a primeira ordem que vocês tem a cumprir é... matem todos os que não concordam com o novo governo!
Os revolucionários que vieram com Todd rapidamente tiraram seus mantos e atacaram alguns dos que estavam sentados. Karl defendeu uma investida de Todd. Enquanto Willian avançava sobre Chip.
Tim, o velho que dizia palavras incompreensíveis para quem não estivesse bêbado, subiu em cima de uma mesa com uma espada no punho e, supreendentemente, estava vencendo uma luta com três dos novos membros da causa do revolucionário.
Os antigos revolucionários não estavam tendo problema em liquidar os que não aderiram à nova ordem. Eles degolaram um, perfuraram a barriga de outro e encheram de cortes um terceiro.
Karl conseguiu segurar as primeiras investidas de Todd e com garrafa quebrada conseguiu perfurar o pescoço do contrabandista que caiu sangrando no chão, sem conseguir falar e perdendo sangue rapidamente.
Willian atravessou Chip com sua espada e partiu para cima do Karl em seguida. Após se esquivar de dois ataques, outros revolucionários também foram atacar o taverneiro. Logo que o primeiro atingiu a costas dele, Karl gritou de dor, e outros logo o perfuraram rapidamente. O taverneiro caiu morto.
Tim conseguiu derrotar um, dois e três dos novos revolucionários, mas logo outros vieram para cima deles, incluindo os antigos, e cercado por seis ele também não conseguiu se defender de um golpe por trás.
Gritando palavras incompreensíveis ele foi ao chão e em seguida perfurado seguidas vezes.
Os novos revolucionários começaram a gritar coisas como “Vitória”, “Por Carlin” e “Para o Castelo!”. Com Todd morto, eles olharam para Willian, na busca por uma figura de liderança.
— Bem... — disse o cavaleiro pensativo. — Se já cumprimos a nossa missão aqui, podemos seguir adiante! Vamos todos ao cas... — ele parou de falar subitamente. — Onde está o Bardo?
Todos se olharam e procuraram o John, em baixo das mesas e atrás do balcão, mas não o encontraram.
— Tudo bem! Ele é só um bardo! Não vai fazer mal! Agora, ao Castelo de Carlin! — gritou Willian.
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Próximo: [Capítulo 2 - A Lista de Emma]
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Não sei se vocês se lembram, mas eu introduzi esses personagens da taverna no Capitulo 7 do livro III, com exceção do Todd que vimos ser desmascarado pelo revolucionário no fim do Capítulo 1 do livro IV. A maioria dos personagens secundários da minha história (incluindo todos esses na taverna) existe no Tibia, vocês podem procurá-los in game. Todd, por exemplo, foi de fato enviado para Thais com o dinheiro do Karl. Quem tiver curiosidade ele fica em cima da taverna do Frodo.
aee livro v finalmente :confete::confete::confete: :yeah::yeah::yeah:
gostei desse comeco em carlin quero ver os escolhidos lutando com as amazonas da eloise :knight-axe::paladin:
so nao esquece do dan e da turma dele e bem que o dan e a luna poderiam se acertar tem que ter um pouco de romance na fic :cool:
AEEEEEEEHOOOOOOOOOOOOOOO
livro novo!!! ai simmm..... empolgadissimo com a continuação, e mais irado ainda ver os personagens realmente fazerem parte do tibia, otima ideia!
Saudações!
É treta atrás de treta, e agora na terra natal do Dan hahahaha
Quero ver no que essa zorra vai dar. Ótimo começo de Livro xD
Aguardo o próximo capítulo.
Abraço,
Iridium.
Voltei pro forum na hora certa hahaha... começou bem!
Já tem previsão de quanto tempo vai demorar por capítulo??
Olá, Galera!
Foi quase um mês pra esse capítulo... Ele não era um dos meus preferidos e em meio a um mestrado ele acabou ficando de lado...
Espero que gostem mesmo assim... Vou tentar demorar no máximo 3 semanas para os próximos!
Abraços!
Spoiler: Respostas aos comentários
Capítulo 2 - A Lista de Emma
No Castelo Real de Carlin:
Sentada em seu grande trono, a Rainha Eloise estava exuberante, com seu vestido rosa em detalhes dourados. Em pé, no carpete vermelho, estava a general Bunny Bonecrusher, com sua armadura cinza de contornos dourados. Próxima ao carpete, ao lado de uma pilastra, estava ainda a guarda Fenbala, com sua armadura roxa e seu longo cabelo ruivo.
— Não há mais dúvidas minha Rainha... — lamentou a general, enquanto segurava um papel com uma lista de nomes. — Nossos espiões foram todos descobertos...
— Pelos deuses... — a Rainha balançou a cabeça negativamente. — Temos que mandar que todos retornem imediatamente!
— Minha Rainha, — a general abaixou a cabeça — creio que agora seja tarde para isso...
— Mas o que faremos então?
— É hora de recomeçar tudo de novo. Recrutar novas mulheres, treinar novos soldados — a Bonecrusher hesitou antes de concluir — e impedir que esse vazamento ocorra novamente...
— Você está certa, Bunny. Mas como eles descobriram a identidade de todos os nossos espiões? Cada espião sabe apenas o seu nome secreto! E eu mesma não sei a maioria deles!
— Para eles terem descoberto todos os nomes, eles devem ter tido acesso à lista. — Bunny estendeu o papel em sua mão em direção à rainha. — Emma preparou apenas duas listas com o nome de todos os espiões. A minha esteve o tempo todo trancada em meu escritório.
— Eu mantive a minha lista guardada em meus aposentos, dificilmente alguém conseguiria roubá-la de mim... — respondeu a rainha pensativa.
— Seria difícil, mas não impossível... — Bunny olhou para a guarda da rainha que estava ali. — Parece que o Rei Tibianus III foi traído por um de seus guardas pessoais. O mesmo poderia ter ocorrido aqui...
— Não seja tão ousada Bonecrusher — interveio Fenbala. — A guarda pessoal da Rainha Eloise jamais a trairia. E se você está procurando por alguém que tenha invadido os aposentos reais, eu lhe lembraria que as suas irmãs sempre tiveram livre trânsito no castelo.
— A família Bonecrusher serve ao exército dessa cidade por gerações. Nós já esmagamos ossos de todas as criaturas desse continente em nome da Rainha de Carlin. Mas diga-me Fenbala, onde está Bárbara nesse momento? Ela não deveria estar sempre aqui protegendo a sua rainha?
— Emma pediu um reforço da guarda real para proteger o portão norte durante o dia de hoje. — respondeu Eloise. — Ela estava preocupada com algo que poderia vir por lá... Estamos com poucas mulheres para defender a cidade...
— Emma... — Bunny ficou pensativa. — Quando começamos a receber os refugiados de Thais, ela me pareceu incomodada por estarmos ajudando os antigos membros do governo que foi o nosso inimigo durante anos...
— Mas Bunny, — a rainha fez uma cara feia — você não acha que a própria líder da Brigada das Mulheres de Carlin poderia ter entregado os próprios agentes, acha?
— Ela poderia ter feito uma terceira lista em segredo... — as palavras de Bunny pareciam causar uma dor nela.
Um barulho foi ouvindo vindo dos jardins, como se uma boa parte da cidade tivesse ido para lá.
— O que está acontecendo lá fora? — Perguntou Eloise. — Fenbala, vá ver!
Logo que conseguiu ver o que ocorria, a guarda sacou a sua espada.
— Homens estão invadindo o castelo. Alguns deles com armaduras pretas... Um deles está com uma armadura vermelha...
— Armaduras negras... — Bunny sacudiu a cabeça. — São os homens do Revolucionário! Foi por isso que Emma pediu ajuda da guarda real! Ela está do lado deles! E eles estão aqui para tomar o castelo!
No vilarejo de Northport:
O segundo sol estava se pondo e Dan estava sentado no porto. Olhando para o mar na esperança de ver o navio Striker, que havia zarpado há poucos dias, voltar. Aquele tempo sem nenhuma ação no vilarejo o deixou desanimado.
— Está chegando a hora. —Arckyus se aproximou. — Estamos indo para Carlin. — O mago sentou do lado de Dan. — Vocês já decidiram se vão seguir com a gente?
— Luna quer ir, mas Lignuns quer ficar um pouco mais de tempo com os pais. E as coisas não correram muito bem na última vez que eu me separei dele.
— Bem. Vocês tem essa noite para se decidirem. Eu trouxe algo para você. — Arckyus mostrou a Dan uma varinha negra que ele estava trazendo. — Ela é mais poderosa que a varinha que você está usando... E já está chegando a hora de você começar a manusear o poder das trevas...
— Obrigado Arckyus...
Dan aceitou o presente, apontou para o mar e disparou uma bola de energia negra com ele.
— Bem. Vou me deitar agora. — o mago se levantou. — Até amanhã de manhã!
Após a noite cair, o jovem feiticeiro ficou mais um tempo admirando a escuridão no mar, antes de se levantar e ir para a casa da Lignuns onde ele estava hospedado.
Ele ficou surpreso ao encontrar o seu amigo do lado de fora, lendo um livro com a ajuda da iluminação de seu cajado.
— O que está fazendo aqui? — perguntou Dan.
— Esperando você chegar. Vocês vão partir amanhã muito cedo. Eu não quero correr o risco de não conseguir me despedir de você.
— Então você não vai mesmo? Talvez eu também não vá.
— Você precisa ir, Dan. Ainda precisamos saber onde o seu irmão está. E você precisa descobrir por que o revolucionário está sempre atrás de mim... Cerdras deve saber, mas ele não me contou por alguma razão. Você precisa descobrir isso... Quando você tiver as informações, eu vou estar aqui esperando.
Dan não gostava daquilo, mas ele não sabia como contra argumentar e sabia que discordar do seu amigo normalmente não era a melhor opção. Assim, ele apenas anuiu e foi se deitar.
Luna o acordou no dia seguinte.
— O que foi, Luna? Já é hora de partirmos?
— Não, Dan. Um bardo acabou de chegar ao vilarejo. Carlin caiu.
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E aí o que acharam?
Easter Egg: Bunny Esmagaossos.
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Próximo:[Capítulo 3 - O Escudo Mágico]
Esse livro tá bom demais hahaha... Só acho que o Arckyus deveria chegar em Carlin e acabar com todo mundo hahaha
ai meu jesusssssssss, me diz que o próximo vai sair logo!!!!!!!!!!
Curiosidade a mil!
o que? :susto: como assim carlin caiu? :chocado: carlin nao pode cair:bravo:
cade as amazonas? chamem as amazonas dos acampamentos :ajuda: porrada nesses escolhidos :knight-axe:
Li toda sua história em 3 dias. E já estou te odiando.
Hj é sexta, meu trabalho já está todo atrasado 
Agora não tenho o que ler e vou ter que fazer tudo  
Parabéns pela história. Prometo que tentarei sempre comentar.
Sei que isso incentiva.
Já se passaram anos. Está mais do que na hora de o cipfried achar aquele jeito de voltar para o continente sem vocação. Megan e suas poções seriam uma imensa ajuda.
Eles não devem seguir com a irmandade. Eles tem muitas aventuras ainda para explorar no imenso continente.
Salve, salve, Dan!
Fui um dos primeiros leitores, há uns 4 anos atrás e estou de volta!
Estou relendo tudo e me atualizando dos capítulos que perdi. Na época, comecei a escrever uma história também, graças à sua inspiração. Quem sabe eu não consiga desenvolver a história e fazemos uma intersecção entre personagens?!
Acompanharei novamente, abraços!
tanto tempo longe do tópico, volto aqui e só li 1 capitulo novo? aí n né Dan, cade a continuação?
Volteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei =D
gostei do começo do livro, algo bem inesperado, você leva jeito pra coisa. Já deu uma lida em Ferumbras?
aguardando novos capítulos!
Abraços, Vitor Medeiros.
Saudações!
Eita caçamba, eu não tinha visto o cap novo O_O
Senhor, que treta! O livro está muito bacana, parabéns! Estou no aguardo do próximo pq rapaz... Não só esse livro promete, como está rendendo muito!
Abraço,
Iridium.
Olá, Galera!
Desculpe ter desapontado vocês no mês passado. Esse fim de ano foi complicado.
Mas agora eu estou volta e vou tocar esse livro V pra frente.
Espero que gostem!
Abraços!
Spoiler: Respostas aos comentários
Capítulo 3 - O Escudo Mágico
O dia estava surgindo quando todos se reuniram na praça do vilarejo de Northport para ouvir as novidades.
No centro de tudo, estava um bardo, com sua túnica verde um pouco suja, mas mantendo os seus adereços dourados. Ele colocou sua mochila e seu alaúde no chão e esperou até que todos estivessem em silêncio antes de pegar sua lira começar.
— Meu nome é John, o Bardo, e uma história eu vou contar... – ele foi dedilhando uma melodia suave, mas não muito lenta. – Já vivi muitas coisas, tenho que compartilhar...
“Eu estava em Venore...
Quando o povo elfo atacou...
Eu estava em Thais...
Quando o inimigo lá tomou...
Eu estava lá em Edron...
Quando Ferumbras aprontou...
Eu estava em Svar...
Quando o gelo lá chegou...
Eu estava em Darashia...
Quando o que estava morto retornou...
Eu estava na Baía...
Quando o mar muito avançou...
E eu estava em Carlin...
Quando o Bar se rebelou...”
Um burburinho estava começando enquanto o bardo trocava a sua lira por seu alaúde, mas acabou assim que John começou a tocar uma música mais agitada.
“Homens de preto tomaram a cidade!
Começou com Todd e três revolucionários!
Homens de preto tomaram a cidade!
Com armaduras negras eles eram os mais fortes!
Homens de preto tomaram a cidade!
Além disso, excederam em numerário!
Homens de preto tomaram a cidade!
Alguns homens da cidade mudaram pro seu lado!
Homens de preto tomaram a cidade!
E quem não concordar, vai ser executado!
Homens de preto tomaram a cidade!”
A música seguiu por muitos minutos, com John contando algo novo sobre a rebelião em Carlin sempre que repetia “Homens de preto tomaram a cidade”.
Após a música acabar, Júlia se aproximou do bardo e gritou para todos que estavam ali:
— Tradicionalistas! A cidade que pretendia nos acolher não existe mais! — Alguns se manifestaram nesse momento e cochicharam entre si, mas a herdeira do Rei Tibianus não deu muito tempo para isso. — Mas também não podemos voltar para a nossa cidade natal! Por isso eu digo, vamos nos preparar, e ainda hoje, vamos marchar para Carlin e livrar aquela cidade do maior mal que paira sobre o mundo de Tibia!
Muitos comemoram aquela decisão, mas alguns ficaram apreensivos.
O líder da guilda, Izan, se aproximou de Júlia e também gritou para os seus companheiros.
— Precisaremos de todos vocês agora. Mesmos os que não são oficialmente da guilda, mas que queiram ajudar — naquele momento, Dan teve a impressão de que Izan estava olhando para ele. — Por isso, eu peço que fiquem aqui até receberem a devida orientação.
Logo que Izan terminou de falar, os tradicionalistas começaram a conversar entre si. Alguns, após ouvirem algo, iam embora rapidamente.
Dan e Luna estavam um pouco mais distantes, sem saber se alguém também falaria com eles, até que uma mulher, de pele um pouco morena e relativamente jovem, se aproximou deles.
— Você é a irmã da Athenna, certo? — Ela perguntou para Luna.
— Sim. Eu sou. Mas se minha irmã pensa que eu vou ficar fora dessa batalha, ela está muito enganada. — respondeu a garota, já um pouco irritada.
— Não se preocupe com isso. — a jovem respondeu sorrindo. — Eu me chamo Valliris. Tenho uma missão para cumprir antes da batalha e me disseram que você pode me ajudar. Se você quiser...
— E que tipo de missão é essa? — Perguntou Luna desconfiada.
— Basicamente, nós temos que...
— Dan! — alguém chamou pelo garoto, impedindo que ele ouvisse o resto da conversa, era Arckyus.
— Olá! Você deve ter uma missão para mim, certo? — perguntou Dan.
— Na verdade, não! — o mago sorriu. — Você que é a minha missão! Eu tenho que te ensinar uma nova magia. Mas isso se você topar participar da reconquista de Carlin. Vamos?
Dan queria dizer logo sim, mas hesitou.
— Luna, nós vamos participar da reconquista né? — perguntou o jovem feiticeiro.
— Parece que sim. — respondeu a paladina— Eles estão precisando de mim agora... Te vejo lá então.
Luna virou-se para conversar com Valliris novamente e as duas foram andando calmamente.
— Parece que eu vou participar da reconquista — Dan riu sem jeito. — E que magia é essa que você vai me ensinar?
— É o Escudo Mágico! — respondeu Arckyus. — Vamos!
O mago levou o jovem feiticeiro até o porto onde eles haviam se encontrado no dia anterior.
— Relaxe, Dan — foi a primeira instrução que ele deu. —Tente sentir os elementos ao seu redor. Sinta a energia que paira por aqui. E por fim, tente atraí-la para as suas mãos. Como se você pretendesse atirar uma bola de energia. As palavras mágicas para isso são “Utamo Vita”.
— Utamo Vita — disse Dan com confiança enquanto seguia as orientações do mago. Mas nada aconteceu.
— Agora levante as suas mãos, tente concentrar a energia nela, e enquanto diz as palavras mágicas, abaixe as mãos, descrevendo um circulo ao redor de você. Assim — Arckyus fez o gesto que gostaria que Dan repetisse.
Na primeira tentativa do jovem feiticeiro, nada aconteceu. Na segunda, também não.
— Tente sincronizar o movimento dos braços com as palavras mágicas.
— Utamo Vita — disse Dan calmamente, enquanto fazia o movimento com os braços.
Uma energia começou a se formar ao redor dele, mas logo se dissipou.
— Muito bem. Você está pegando. Tente mais algumas vezes.
Dan teve que repetir aquele processo por mais outras cinco vezes, até conseguir fazer um escudo mágico se estabelecer ao redor dele.
— Espere a magia se dissolver e repita os gestos e as palavras — orientou Arckyus. — Precisamos ter certeza que você vai conseguir fazer essa magia quando necessário. Quando você conseguir criar o escudo por três vezes seguidas, então você poderá ir descansar um pouco para quando o primeiro sol se pôr, estar na praça do vilarejo. Mas saiba de uma coisa, esse escudo irá lhe proteger de danos físicos, mas cada ataque que ele evitar irá gastar a sua mana e se você ficar sem mana ele irá desaparecer. —Dan anuiu com a cabeça. — Muito bem. Até amanhã.
O jovem esperou para repetir as palavras e os gestos, enquanto Arckyus ia embora do porto sem dizer mais nada.
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Valliris não é nova na história, vocês lembram dela?
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Próximo: Capítulo 4 - A Guera de Reconquista (Parte 1/2)
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ah bom entao a lana foi buscar as amazonas no acampamento:hmm: melhor assim
entao eu quero ver porrada amazonas x escolhidos:knight-axe:
Será que foi buscar as amazonas mesmo??
O Dan já não está conseguindo ficar sem a Luna. Vai rolar beijos depois dá reconquista??
Dan, seria bom colocar o resumo dos capítulos novamente, se possível. Algo que aposto que não é só eu que senti falta. Ou que nem fez em uns capítulos anteriores, mandar a previa para quem fizer o resumo.
escrito por alguém, em algum canto por aí, de um dispositivo qualquer.
Saudações!
Vish, vou ter q reler algumas coisas pra entender melhor HAUEHUEHAUHE
Capítulo mais introdutório, dando um gosto das coisas que estão por vir. O clima tá bem tenso entre Dan e Luna e estou gostando de ver o desenvolvimento disso; aguardo o próximo!
Abraço,
Iridium.
Aquele capítulo mais curto que coice de porco que deixou todo mundo na vontade kkkkkkkkkkkkkkkkk
Curioso pra saber se vai rolar Amazonas x Escolhidos
Abraços!
Vitor Medeiros
Arckyus sendo o cara de novo... nada que eu não soubesse :)
Não faço a mínima ideia de quem é Valliris...
Olá, Galera!
Estou aqui tocando o livro V pra frente!
Apenas para relembrar vocês:
No capítulo anterior, John, o bardo que estava na taverna quando a rebelião em Carlin começou, tocou uma canção sobre a queda de Carlin para todos que estavam em Northport. Após isso, os tradicionalistas começaram a organizar os preparativos para a retomada. Luna foi realizar uma missão com Valliris, ex-namorada do paladino Victious, e Dan aprendeu a magia Escudo Mágico.
PS1: Para os que não se lembraram, John também estava na taverna no dia que Dan esteve lá e cantou uma canção sobre a queda de Thais. (Capítulo 7 - Livro III)
PS2: Valliris era a ex-namorada do paladino Victious, mas foi presa por estar ajudando os tradicionalistas e depois libertada em segredo pelo general Luke (melhor amigo de Victious). (Capítulo 2 - Livro IV)
Espero que gostem desse novo capítulo!!!
Abraços!
Spoiler: Respostas aos comentários
Capítulo 4 – A Guerra de Reconquista (Parte 1/2)
O pequeno exército caminhou por horas até enfim fazer uma pequena parada.
Eles já estavam próximos da entrada norte de Carlin, mas optaram por descansar um pouco ali, ao sul do Campo dos Heróis, onde receberiam uma benção de Humphrey, um ermitão que vivia por ali.
Dan sempre quis conhecer o Campo dos Heróis, o famoso local onde os humanos conseguiram repelir as hordas de orcs e garantir a sobrevivência de Carlin. Mas naquele dia, ele estava com um gosto amargo na boca.
No fim das contas, Carlin havia sido conquistada pelos inimigos, então não havia porque comemorar aquela vitória anterior. E além disso, sem Luna e sem Lignuns, Dan estava se sentindo sozinho, como não se sentia há anos.
Mais à frente do exército, a cúpula dos Tradicionalistas havia se reunido ao redor de uma fogueira, e aos poucos, outros tradicionalistas foram se aproximando. Ao ver que Arckyus e Canik também estavam lá, Dan se sentiu à vontade para também se aproximar.
— Temos que aguardar, Izan... — era Uncle que falava. — Nosso exército não é suficiente! Precisamos de algum reforço!
— Eu sei que não somos suficientes agora, — retrucou Izan — mas o nosso inimigo também deve estar se reforçando! E mais rápido que a gente! Ele pode estar recebendo apoio pelo mar! E a qualquer momento um exército thaiano pode aparecer por aqui!
— Mas nós precisamos de ao menos alguma ajuda... — insistiu Uncle. — Svar está muito próxima! Eles hão de nos responder! Quando algum aliado aparecer, existirá uma boa chance de estarmos em maior número e poderíamos atacar de imediato! O que você acha, Athenna?
— Estou preocupada, Uncle. — Julia respondeu agitando a cabeça. — Se demorarmos demais, podemos nunca mais conseguir retomar a cidade...
— Bem... Vocês é que decidem! Mas eu tenho muita certeza que Alvim concordaria comigo... — respondeu Uncle abaixando a cabeça ao final.
— Então está decido — respondeu Athenna sem titubear. — Assim que Humphrey acabar, nós partimos novamente. Vamos nos reagrupar em frente ao portão norte e no primeiro sol, avançamos para dentro da cidade..
— Não vamos nem dar tempo para Yberius conseguir fazer alguma coisa? — Uncle quase suplicou.
— Yberius está tendo tempo agora. — respondeu Julia, fria novamente. — E eu acredito que os druidas serão nossos aliados naturais.
Naquele momento, Dan se deu conta que Julia era realmente parecida com Luna. Distraído com isso, ele perdeu o final da conversa, e quando se deu conta, todos estavam gritando para o pequeno exército seguir a marcha.
Após algumas horas, o exército estava acampado de novo e os líderes da Guilda organizavam os combatentes.
De seu lugar, mais atrás do que gostaria, Dan conseguia ver a muralha de Carlin. Homens de preto faziam a patrulha da muralha e um grupo maior protegia a entrada norte.
O jovem fez as contas rapidamente e viu que somente aqueles inimigos já igualavam em número aquele pequeno exército. Restava saber quem eram os mais fortes ou poderosos.
Uma luz começou a surgir no horizonte. Ainda não era possível ver Fafnar, o primeiro sol, mas ela sem dúvidas estava chegando. Julia, então, tomou a frente do grupo e se virou para eles.
— Meus amigos. Nossa guilda surgiu com o objetivo de restaurar a monarquia verdadeira em Thais. Ajudar a libertar aquela cidade daquele tirano, assassino e usurpador. — Ela fez uma pequena pausa. — Mas nesse momento, Carlin precisa de nós. As garras daquele tirano alcançaram essa cidade tão querida. Nesse momento, a Irmandade Tradicionalista precisa ajudar a libertar Carlin das garras desse tirano. Devolver Thais para os herdeiros de Tibianus é nosso objetivo final, mas para isso, precisamos primeiro devolver Carlin para a Rainha Eloise! Vamos dar um basta nas conquistas desse tirano! Aqui, hoje, ele sofrerá a sua primeira derrota! E nós não vamos parar de derrota-lo até que ele não controle mais nenhuma cidade de Tibia! Nós vamos fazer ele se sentir acuado no castelo de Thais e então nós vamos tirá-lo de lá! Mas tudo isso, começa aqui, e agora! E eu sei que muitos de você nem são Tradicionalistas, mas sei que também querem dar um basta nessa revolução, essa é a hora! Vamos!
Athenna se virou, sacou seu arco e disparou contra um dos cavaleiros de preto que protegiam a entrada sul. Ele caiu instantaneamente.
Uncle levantou sua espada.
— Vamos! — Gritou ele.
Canik repetiu o gesto, seguido por outros cavaleiros, que correram em direção ao portão. Izan, Athenna e outros ficaram mais atrás, disparando contra os revolucionários que estavam em cima das muralhas.
— Dan! — Gritou Arckyus. — Fique perto de mim! Venha!
Dan obedeceu e junto com ele, começou a disparar bolas de fogo.
Alguns aliados foram atingidos ali e Dan ainda viu alguns Tradicionalistas morrerem na batalha na entrada do portão. Mas de todo modo, eles pareciam estar vencendo e logo a passagem estava livre.
— Vamos! — Gritou Uncle, novamente, com sua espada no alto.
— Esperem! — Gritou Izan do outro lado.
Alguns que haviam começado a correr pararam. Todos ficam confusos e alguns até foram atingidos pelos inimigos naquele momento.
— O que foi, Izan? — gritou Uncle confuso. — Perdeu o juízo?
— Ali. — Izan apontou para o lado esquerdo dele, em direção ao leste. — Tem algo vindo!
Demorou até Dan conseguir enxergar. Eram pequenas criaturas que ele conhecia muito bem.
— Goblins! — Athenna gritou. — Mas eles são inimigos ou aliados? — perguntou ela, trocando olhares com Uncle.
Uncle estava confuso e a resposta não veio, mas um filme passou na cabeça de Dan naquele momento. Ele se lembrou de Rookgaard, quando Kraknaknork, líder dos Orcs, disse ter recebido ajuda de humanos com capa preta para usar magia na ilha, e após ele ser derrotado, um Goblin com poderes mágicos também surgiu na ilha. Na época, Dan não havia entendido porque Lignuns estava interessado naquilo, e eles ainda não sabiam que homens de capa preta era os responsáveis pela morte do Rei Tibianus III, mas agora tudo fazia sentido.
— São inimigos! — Gritou Dan. — Os Goblins e Revolucionário são aliados!
— Reagrupar! — Gritou Uncle.
Os cavaleiros abandonaram o portão e correram para se posicionar entre a horda goblin que se aproximava e os magos do exército.
Apesar de serem menores e mais frágeis, os goblins eram mais que o dobro daquele pequeno exército humano. E do portão norte, outros revolucionários surgiam e avançavam em direção ao exército.
— Athenna... — chamou Izan. — Essa batalha está perdida... Não vamos sobreviver a isso! Vamos recuar e retornar quando tivermos algum reforço... Como Uncle havia dito...
Uncle ouviu aquilo, mas nada disso, seguiu firme esperando a primeira investida dos goblins.
Julia pensou, olhou para os seus aliados ao redor e estava abrindo a boca para falar, mas o zunido de uma flecha vindo da floresta atrás deles a distraiu.
Flechas foram surgindo e acertando os goblins, que caiam rapidamente. Não demorou até as amazonas serem vistas. Luna e Valliris surgiram próximas ao grupo.
— Vão! Tomem logo essa cidade! — Disse Luna à sua irmã. — As amazonas disseram que cuidam desses Goblins! Agora, vão!
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Próximo: [Capítulo 5 - A Guera de Reconquista (Parte 2/2)]
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E aí ansiosos para o próximo?
Uncle, Izan, Canik, Athenna, Yberius, etc todos foram apresentados no livro anterior, quando os jovens conheceram a Irmandade Tradicionalista, me avisem se não lembrarem mais deles, que eu falo um pouco mais deles antes do próximo capítulo :D
Deles eu lembro!! Hahaha
Ótimo cap, como sempre... aguardando o final dessa treta ae!
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Saudações!
Eita, que a pancada começou! Adorei o capítulo, mesmo com um caráter "introdutório" por conta dos estratagemas iniciais. Algumas coisas da revisão precisariam ser melhoradas: vi algumas palavras que deveriam estar no plural e que saíram no singular talvez por acidente. Fora isso, foi um bom capítulo.
Aguardo a continuação!
Abraço,
Iridium.
einn os goblins estão aliados aos escolhidos? ate eles? :(
alias kd o grynch? depois que ele ajudou o lignus no bote na fuga de venore ele sumiu :hmm:
po o grynch vai deixar o povo dele ajudar esses zes ruelas dos escolhidos? Não pode :bravo:
Olá, Galera!
Segue mais um capítulo!
Apenas para relembrar vocês: No capítulo anterior, Dan e os Tradicionalistas foram para Carlin, tentar retomar a cidade. Logo que conseguiram abrir caminho pelo portão norte, um reforço dos revolucionários apareceu: os goblins. Mas, em contrapartida, um reforço dos tradicionalistas também chegou: Luna e as amazonas. Com esse equilíbrio do lado de fora, aquele exército pôde enfim avançar para dentro da cidade.
Espero que gostem desse novo capítulo!!!
Abraços!
Spoiler: Respostas aos comentários
Capítulo 5 – A Guerra de Reconquista (Parte 2/2)
Dan entrou pelo portão norte ao lado de Arckyus.
Os cavaleiros foram em direção ao castelo real, seguidos por alguns magos e paladinos, mas Arckyus foi em direção a uma escada para a muralha e Dan o seguiu.
— Guarde a minha retaguarda — Arckyus pediu ao jovem.
O mago foi andando pela muralha da cidade, disparando magias contra qualquer inimigo que aparecesse na sua frente. Dan o seguia de perto, sempre olhando para trás para ver se não havia ninguém vindo por ali.
Não demorou até Dan ver um escolhido vestido de preto vindo em sua direção. Por alguns instantes, o jovem feiticeiro achou que fosse um cavaleiro, como os que ele já havia enfrentado em Venore, mas quando o inimigo parou e pareceu sacar alguma coisa, Dan se deu conta de que ele era um arqueiro.
— Utamo Vita — disse Dan enquanto fazia os gestos com as mãos.
A proteção de energia surgiu logo antes de ser atingida pela flecha do inimigo e Dan respirou aliviado. O inimigo seguiu atirando flechas que eram rebatidas pelo escudo mágico do feiticeiro.
A cada flecha atirada, o inimigo se aproximava mais um pouco e Dan se sentia mais fraco. O feiticeiro ficou em um dilema, sem saber o que fazer, pois qualquer magia que ele usasse para atacar iria enfraquecer a sua proteção.
Mais à frente, Arckyus derrotou outro escolhido e sorriu ao notar que havia alcançado o fim da muralha, mas ao olhar para trás, viu o seu jovem amigo em perigo.
Dan seguia resistindo, até que subitamente seu escudo mágico sumiu.
O mago correu para tomar a frente de Dan, esticou uma mão na direção do inimigo e fazendo um movimento ondulado com o braço disse:
— Exevo flam hur.
Uma onda de chamas surgiu da mão de Arckyus e consumiu o paladino inimigo.
— Obrigado... — agradeceu Dan encabulado.
— Terminamos por aqui. Beba isso — disse o mago entregando uma poção de mana para Dan — e vamos descer.
O jovem feiticeiro obedeceu sem dizer mais nada e seguiu em direção às escadas.
Na cidade, eles encontraram os revolucionários encurralados em frente ao castelo real.
Os tradicionalistas atacavam pelo norte, enquanto um grupo de druidas, liderado por Yberius, vinha pelo sul.
Arckyus chegou atirando magias de energia rapidamente e Dan usou suas bolas de fogo.
Aos poucos, o exército ao norte foi exercendo mais pressão e os revolucionários foram sendo pressionados para o sul.
Uncle gritou algo para Canik, que logo se destacou com um pequeno grupo de cinco e entrou nos jardins do castelo real, enquanto o grupo principal seguia pressionando o núcleo dos revolucionários.
— Dan, vá com eles para o castelo real — sugeriu Arckyus. — Eu vou ajudar por aqui!
O jovem correu por entre as estátuas de paladinas e encontrou uma batalha assim que entrou no jardim do castelo.
— Utamo Vita — disse Dan acionando o seu escudo — Exori Flam — completou ele, disparando o primeiro ataque.
Três revolucionários estavam ali protegendo a entrada do castelo. Canik lutava sozinho contra um deles, enquanto os outros se ocupavam dos outros dois.
O grupo conseguiu passar por eles, mas não sem sofrer duas baixas.
Canik, Dan e os outros três entraram na sala do trono. Um homem de armadura vermelha estava sentado no trono e uma mulher de cabelos loiros e armadura roxa estava em pé ao seu lado.
Dan reconheceu aquela armadura e se sentiu tomado pelo medo. Era a mesma armadura que o homem que falava com Dan nos sonhos usava, a única diferença estava na letra dourada, o cavaleiro no trono estampava um “W”, enquanto o dos sonhos do Dan usava um “A”.
O cavaleiro tradicionalista tomou à frente do grupo:
— Você deve ser William — disse Canik ao cavaleiro de armadura vermelha. — Renda-se já! A revolução já está encurralada lá fora! Os tradicionalistas vão recolocar a Rainha no governo!
— Não há mais rainhas em Carlin — interrompeu a mulher de armadura roxa. — Há apenas um General da Revolução — ela apontou para William — A revolução é irreversível!
— Deixe-os vir, Emma — enfim disse o cavaleiro. — Eles não serão páreos para mim. — William se levantou e sacou sua espada. — Quem vai ser o primeiro a morrer?
— Você não ouviu o que eu disse? — Insistiu Canik. — Nós estamos tomando o controle da cidade, você já perdeu, não tem porque lutar!
O cavaleiro de vermelho ignorou aquelas palavras, ele havia notado o olhar de Dan para ele e acabou também fixando no jovem.
— Você de novo! Eu lembro de você na taverna! Você me lembra, um velho companheiro... — Ele agitou a cabeça. — Pelos deuses, você é a cara de Aratan!
— Meu pai se chamava Aratan... — Dan respondeu, ainda mais assustado. Ele estava se dando conta de que assim como William usava a sua inicial “W” na sua armadura vermelha, eram grandes as chances de seu pai ter usado a letra “A”, e assim, era provável que ele fosse o viajante dos sonhos, ou pelo menos, fosse alguém usando a armadura dele.
— Você? — perguntou William desconfiado. — Como isso é possível? Eu não sabia que Aratan teve um segundo filho... E pela sua pouca idade, seu pai já deveria estar morto quando você nasceu... Ele sempre foi como um mestre para mim... Sempre me lamentei por ter ido beber com Tim na véspera da missão da Nova Legião Vermelha... — Ele olhou de relance para a sua armadura. — Nós bebemos demais e perdemos a hora... Eu quebrei um dente dele por isso...
— Chega de conversa fiada, William, renda-se agora ou não terei escolha — disse Canik dando um passo à frente.
— Tudo bem, se você quer morrer, então venha — disse William. — Só prometo uma morte rápida para o filho de Aratan — completou ele apontando para Dan.
Canik e um cavaleiro avançaram em direção a William, enquanto os outros dois avançaram contra Emma.
Dan ficou imóvel por alguns segundos. Ele achava que deveria atacar William, que parecia estar ganhando a luta, mas ele sentia que ainda tinha mais perguntas a fazer e por isso não conseguia atacá-lo.
Por outro lado, Emma não parecia estar tão bem. Ela seguia atirando flechas nos cavaleiros que iam na direção dela, mas eles se defendiam e continuavam avançando. Dan pensou em atacá-la, mas ficou se sentindo um covarde, fugindo do que realmente deveria fazer.
Então, William transpassou um dos cavaleiros, deixando Canik sozinho na luta contra ele.
Dan então reagiu:
— Exori flam — gritou ele mirando em William.
O ataque acertou o braço do cavaleiro, mas sem causar grandes danos. William pareceu sentir a dor, mas continuou atacando, e com mais dois golpes, ele fez Canik se desequilibrar, cair no chão e ver sua espada escapar. Sem sua espada, o tradicionalista tentou se proteger com as mãos, enquanto William preparava-se para lhe golpear novamente.
Em ato de desespero, Dan tentou usar uma magia nova.
— Exevo flam hur — gritou Dan, fazendo um movimento ondulado com o braço.
Na ponta da varinha do mago, nada aconteceu. Mas, no mesmo momento, ele ouviu alguém dizer alguma coisa atrás dele.
Uma bola de gelo passou pelo seu lado esquerdo rapidamente, sendo seguida por uma flecha. A bola de gelo congelou parte da armadura no peito de William e a flecha que vinha em seguida quebrou aquela proteção. Assustado, o cavaleiro parou o seu golpe, mas duas outras flechas passaram zunindo ao ouvido esquerdo de Dan e cravaram no peito desprotegido do cavaleiro, que caiu para trás, já sem vida.
O jovem feiticeiro se virou para trás. Athenna e Izan haviam entrado na sala do trono, Arckyus estava um pouco atrás e outros tradicionalistas adentravam atrás deles.
— O que você pretendia fazer? — Arckyus perguntou para Dan. — Você não sabe usar a magia e se soubesse mataria o seu amigo junto...
Aproveitando que as coisas estavam se desenvolvendo rápido por ali, Dan ficou apenas encabulado e não respondeu.
Emma havia se rendido, mas se recusava a falar qualquer coisa.
Logo os presentes começaram a se perguntar onde estaria a rainha e quando Canik disse que William havia sugerido que ela estava morta, uma tristeza se abateu no grupo.
A sala do trono foi ficando cada vez mais cheia e uma aflição foi tomando conta do ambiente. A cúpula tradicionalista estava discutindo, tentando descobrir quem seria o herdeiro da Rainha Eloise, o que não era fácil e poderia indicar um rei ou rainha de outra cidade.
Aos poucos, alguns dos presentes começaram a sugerir que Athenna deveria ser a nova rainha de Carlin. No conselho maior dos tradicionalistas, Stutch concordava com a ideia, mas Uncle e Izan eram definitivamente contra. Athenna não dizia nada sobre aquilo, apenas procurava encontrar o herdeiro legítimo.
Durante a discussão, Luna entrou no salão do trono, acompanhada de algumas amazonas. Ela rapidamente identificou Dan e foi até ele.
— O que está acontecendo? — ela perguntou ao feiticeiro.
— Querem que sua irmã seja a nova rainha de Carlin... — respondeu Dan.
— Julia? Mas que loucura. Ela pretende ser a rainha de Thais. Isso pode gerar uma nova revolta em Carlin. — disse Luna.
— Mas se ela não aceitar, isso não abriria caminho para você se tornar a rainha de Carlin? — perguntou Dan com um misto de curiosidade e felicidade.
— Se isso acontecer, talvez eu devesse abrir mão também... Não quero problemas...
Dan ficou com um olhar perplexo para Luna, “Como assim ela não quer?”, mas antes que pudesse dizer alguma coisa, Athenna quebrou o silêncio.
— Meus amigos, tradicionalistas ou não. Eu não tenho interesse nenhum em ser a rainha de Carlin. Meu dever é com Thais. Mas meu dever também é com a tradição, vamos averiguar quem é o legitimo herdeiro do trono de Carlin, e caso eu seja, eu abrirei mão desse direito e continuaremos a linha sucessória até encontrar um novo herdeiro. No momento, peço apenas que aguardem, enquanto tentamos descobrir quem é o legítimo herdeiro...
— Talvez isso não seja mais necessário — disse Yberius que estava entrando na sala do trono, acompanhado de outros druidas.
Todos eles estavam com os calçados sujos. E após algum tempo, a própria Rainha Eloise surgiu na sala do trono, também com os calcados sujos, e foi recebida com muita festa por todos que estavam ali.
— Durante anos, os homens se esconderam de mim nos esgotos... Quem diria que durante alguns dias eu que teria que me esconder lá... — disse a Rainha enquanto se dirigia ao trono.
Entre os druidas que estavam entrando, estava Cerdras, que logo caminhou em direção a Dan.
— Que bom que você está bem... — disse o druida para o jovem. — Ao menos uma vitória para o nosso lado — completou enquanto via a Rainha Eloise se sentar no trono novamente.
— E onde está Alexsander? — perguntou Dan. — Não estou o vendo por aqui — concluiu ele olhando ao redor.
Cerdras abaixou a cabeça:
— Acho melhor irmos para o Beco do Magos... Precisamos conversar melhor sobre isso...
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AGORA SIM começou a história! Não sei se vocês tavam ligados no título desse Livro V! :D
Aí sim! Ótimo capitulo, como sempre. E vai Arck... ops, vai Dan!
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no fim os escolhidos que tinham dominado carlin se mostraram um pouco fracos ate foi ate facil para o pessoal amigo do dan retomar a cidade :hmm:
talvez porque a maioria das forcas dos escolhidos esteja mesmo em thais e em venore acho que eh por aquelas cidades que o bicho vai pegar na hora h tanto que o dan e o pessoal mais perto dele tiveram mesmo que fugir de venore :hmm:
nao sei se os escolhidos espalharam tentaculos em edron e em outros continentes :hmm:
hummm pensando aqui :hmm::hmm::hmm:
Volteeeeeeeei, perdão pela demora, espero que a história não tenha empacado, ansioso por novos capítulos!
abraços, Vitor Medeiros!
tamo aguardano novo capitulo :(
pq parou? parou pq?
sdds ):
poxa parou mesmo essa historia tao legal que pena:(
Niggadan
Tava tomando um banho e do nada lembrei dessa historia, vim aqui, após vários anos, ver como que estava, infelizmente esta igual, kkkk. Daqui mais alguns anos eu volto.
Reli toda a historia novamente, agora olhando bem realmente o fato do Dan ter virado um feiticeiro meio que deu uma matada na historia, em rook tinha mais ação só pelo fato do Dan sair na porrada, depois ele de feiticeiro deu uma esfriada, não tinha mais aquela animação de antes, mas mesmo assim valeu a releitura.
Mas eai, alguém sabe o paradeiro do autor? Ele ta vivo? Joga tibia ainda? O cara sumiu do nada mesmo, kkkk!
Saudações!
O autor (Daniel) tá vivo e tá bem, ele casou e a RL meio q cobra mais tempo né? Ele já não jogava Tibia mais tem um tempo, e tá sumido de fato, mas, até onde sei, ele tá vivo. Eu troco ideia com ele de vez em quando. Ele some, mas, às vezes, ele volta.
Se ele vai continuar a escrever a história, bem... Isso aí eu acho q ele parou de vez mesmo.
Abraço,
Iridium.