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Cada ponto do mapa indica a área aproximada de um ataque. Em azul, estão apontados os crimes contra agentes do Estado. Em vermelho, os mortos ou feridos considerados civis - com ou sem ficha criminal. As marcas amarelas indicam mortes de suspeitos em supostos confrontos com a polícia.
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SÃO PAULO - Ao menos 139 pessoas foram mortas a tiros na Grande São Paulo, de acordo com levantamento feito pelo estadão.com.br entre o dia 24 de outubro e este sábado, 10. A região vive uma sequência ininterrupta de noites violentas, com alto índice de homicídios. O mapa acima é uma amostra das mortes que aterrorizaram a cidade nas últimas semanas.
O período entre a noite dos dias 8 e 9 foi inclusive, um dos mais violentos: ao menos 15 pessoas foram mortas em 17 horas.
Entre o total de mortes desde o dia 24, estão seis policiais militares e dois agentes prisionais. A maioria estava de folga e quase metade dos casos têm características de execução, segundo o comandante-geral da PM, coronel Roberval França. Na noite do último dia 3, uma soldado morreu após ser baleada na porta de casa, na frente da filha. Em 2012, já são 90 agentes da corporação assassinados.
Outras 25 mortes aconteceram em supostos confrontos de bandidos com a PM. A madrugada entre os dias 6 e 7 foi a que mais registrou esse tipo de caso, 5 no total.
Os 108 óbitos restantes são, em quase todos os casos, de pessoas apanhadas de surpresa em frente a estabelecimentos comerciais como bares. Parte expressiva desses ataques nas noites e madrugadas têm um aspecto comum: os assassinos estavam em motos e conseguiram fugir sem ser identificados
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