Entendi, valeu, é que eu tinha me confundido aqui. No caso, não é necessário resolver a raiz de 5 mesmo. Valeu cara!!!
Versão Imprimível
Hum. Se vc soubesse o ano da questão ficava mais fácil pq no site deles você encontra todas as provas resolvidas. Mas eu fiz essa:
Pra começar, a energia potencial gravitacional da menina será convertida em energia cinética. No ponto mais alto da trajetória, ela tem apenas energia potencial, pois ali o movimento cessa. No ponto mais baixo, apenas energia cinética. Assim (considerando aquele um sistema conservativo):
Ep = Ec
mgh = mv²/2
v² = 2gh
v² = 10 (com as informações do enunciado e consigerando g=10)
Aqui vc tem que ter um pouco de imaginação. A tração nas cordas deve-se a dois "motivos" principais. Primeiro, as cordas devem anular o peso da garota. E depois, manter o movimento dela (força centrípeta). Pra algumas pessoas é intuitivo, mas vc deve perceber que as cordas teriam "tração máxima", como pede o enunciado, no ponto mais baixo da trajetória. (Se não for intuitivo pra vc, avise que eu explico melhor o pq. É que o texto ficaria muito longo.)
Assim, a tração nas cordas será a soma do peso da garota e da força centrípeta.
O peso dela é fácil: P=mg P=150N
Agora a força centrípeta:
Fc = mv²/r (por isso que calculamos o v² antes)
Fc = 15.10/3 = 50
Então:
T = 150 + 50 = 200
Lembrando que são duas cordas. Como o enunciado pede a tração em cada uma delas, basta dividir por dois. Desse modo, a resposta é mesmo 100N.
Espero ter sido claro... se tiver alguma dúvida, pode perguntar.
Vlw
O que entendi é que ao se movimentar até a altura dada ela possui Energia Cinética, e ao chegar lá se torna Energia Potencial, ou seja
Ec = Ep
'0'
Tornou tudo mais claro em certas questões que já vi
Em relação a tração, a tração máxima seria dada no ponto mais baixo, porque é quando o peso dela está parado, e não sendo "anulado" pela força da gravidade no momento que ela estivesse se balançando para frente?
Na medida em que ela vai do ponto mais baixo para o mais alto, ela vai perdendo energia cinética (a velocidade dela vai diminuindo) enquanto ganha energia potencial (a altura vai aumentando). Nos extremos, ela tem apenas um tipo de energia (ou potencial ou cinética). No meio do caminho, ela tem um pouco das duas.
Se considerarmos que o sistema é conservativo, ou seja, que a energia mecânica é constante, podemos usar essa relação, pois Em = Ep + Ec. Isso significa que, se vc somar as energias cinética e potencial em cada ponto da trajetória, o resultado será sempre o mesmo.
Não sei se entendi o que vc falou...
Vamos analisar cada caso.
No ponto mais baixo:
A tração e a força peso têm mesma direção e sentidos opostos. O que mantém o balanço naquela trajetória são as cordas e a força que elas exercem, de modo que o peso deverá ser anulado por essa força das cordas. Além disso, manter a trajetória significa também fazer uma força centrípeta pois o movimento é "circular". Em um movimento circular, existe uma força centrípeta que altera (não a intensidade, mas) a direção do movimento.
No ponto mais alto:
O movimento para, de modo que a força centrípeta deixa de existir. Além disso, a força peso está desalinhada com a tração, de modo que ela (a tração) deve anular apenas uma parte do peso...
Com desenhos ficaria mais fácil, mas eu não tive muito sucesso aqui. Pergunte se ainda não tiver entendido.
Até essa parte entendi, mas não entendi a explicação sobre a força centrípedaCitação:
No ponto mais baixo:
A tração e a força peso têm mesma direção e sentidos opostos. O que mantém o balanço naquela trajetória são as cordas e a força que elas exercem, de modo que o peso deverá ser anulado por essa força das cordas.
Todo corpo realizando um movimento circular está mudando o sentido de sua velocidade a cada instante, caso contrário estaria andando em linha reta. Para alterar o sentido da velociade, é preciso uma aceleração, no caso chamada de aceleração centrípeta, pois está sempre orientada para o centro da trajetória.
E se existe uma aceleração centrípeta, é preciso uma força para causá-la. O somatório de todas as forças na direção radial é chamado de Resultante Centrípeta, e tem uma fórmula: Rcp = mv²/r, sendo m a massa do corpo, v sua velocidade tangencial e r o raio da trajetória.
Como o Thanatos Garuda já falou, o motivo da tração ser máxima no ponto mais baixo da trajetória, é que a componente radial da força peso é ela mesma, ou seja, a tração está se opondo a força peso inteira.
Em relação à tração, e velocidade, aceleração eu entendi, só que não entendi à respeito do movimento circular, se for referido ao balanço, não existe movimento circular, ela estaria indo para frente e trás, ou seja um movimento em linha reta
@sobre alterar o movimento eu entendi, já que ela está em movimento, mas o que não entendi mesmo foi o que falei sobre movimento circular
@seria o movimento circular da figura "b"?
Claro que é circular, ela não está só indo pra frente e pra trás, ela também está subindo e descendo. Repara direito no desenho antes de vim pergunta.
O que faz ela manter o movimento circular é a corda, que exerce tração em direção ao centro. A força centrípeta (vamos chamar de Fc) é a soma de todas as forças que puxam o corpo para o centro (nesse caso a tração) menos a soma de todas as forças que puxam para longe do centro (nesse caso, quando ela está no ponto mais baixo, o peso). Sua fórmula é Fc=mv²/r, e portanto a Fc é máxima no ponto de maior velocidade, ou seja, onde a energia cinética é maior.
Nesse caso, Fc = T - P, e portantto, T = Fc + P. Note que você só considera a componente do peso que está apontado para fora do centro.
No ponto mais baixo, todo o peso puxa para fora do centro. Mas, em pontos mais altos, apenas parte do peso puxa pra fora do centro, já que o peso é sempre pra baixo, enquanto o centro deixa de ser para cima. Então a componente centrípeta do peso também é máxima em baixo.
Se Fc e P são máximos, T também é máxima embaixo.
Ela vai pra frente e pra trás, mas tb pra cima e pra baixo, como descreve a trajetória pontilhada da figura b. Não fosse assim, não faria sentido falarmos em "ponto mais alto" ou mais baixo da trajetória.
É exatamente a figura b que te ajuda a entender. A menina não desenvolve círculos completos, obviamente. Mas para alguns efeitos, podemos considerar o movimento como circular e utilizar as fórmulas características dele.
Acho que vc precisa ler um pouco mais de teoria antes de prosseguir nos exercícios.
@Ninja Dragon
Você não le os edits não?
Cheguei a perguntar sobre o movimento circular na figura b oO
E são dúvidas, não estou querendo posts, isso não vai me dar nada demais na vida,
@Thanatos
Pelo o que entendi, fundido sua explicação com a do Ninja, seria que relacionando a gravidade, todo o peso seria puxado para o centro por a gravidade estar puxando para baixo, no caso a tração seria maior quando ela estivesse no centro do círculo, pelo fato de ela estar no ponto mais baixo e com maior energia cinética, dai dado a Força Centrípeta por estar em um movimento circular,
@Se eu estive viajando quando tive essa aula? Não, meu professor de física entre 7ª-1° ano do E.M foram horríveis e nunca tive muita opurtunidade para tirar dúvidas e quando tentava tirar o professor para minha grande ajuda não sabia me explicar claramente
9º ano - Relações Métricas
Sei que:
http://www.profezequias.net/triangle.gif
a.h = b.c
h² = m.n
c² = a.m
b² = a.n
Mas tem alguma maneira mais fácil de gravar essas equações? Tipo, uma musiquinha, ou algum macete... Tô precisando, é meio chato ficar gravando isso... :P
Obrigado
.
Valeu cara, agora entendi certinho. Isso é uma das coisas que me motivam mais em exatas, tudo faz sentido. Hehehe. Obrigado.
Eu não diria uma coisa dessas rairairair.
Tem muita coisa nas exatas que parece não fazer o menor sentido, outras são contra-intuitivas e algumas simplesmente não fazem sentido mesmo.
Ainda falta explicar muita coisa, mas essa é a parte mais divertida de todas, buscar as respostas.
Por essas e outras que pretendo seguir carreira acadêmica e me tornar Engenheiro de P&D.
-=Angel of Darkness=-
É que eu fiquei fascinado como tudo ali se encaixou nas fórmulas que eu havia mencionado antes, e tem como saber tudo isso por outros métodos geométricos que eu já havia estudado tb. Isso é um barato, hehe. Sei que tem coisa que não faz sentido, e é estranho, mas quanto mais você pesquisa e estuda, mais você sabe... Eu gosto muito disso. :P
Nada na área de exatas não faz sentido. Se para você não faz sentido é porque não está estudando direito ou então seu professor é ruim.
@topic
pra o galerê que cursa engenharia na usp:
(vestibular)
tem que ser bom em tudo? Eu tou bem em tudo menos literatura e portugues, pq é foda de estudar aquelas porra daqueles autor e fase de modernismo e romantismo e lixo e merda e bosta, kkkkkk
ps: redação tou bem
.
cara modestia a parte, mas eu sou muito bom em fisica, matematica, quimica (meu pai é fisico, e eu sempre me interessei em como a natureza funciona e talz, e sou bom em calculo), biologia (curto pois sou noiadão em academia, e sei bem como funciona o corpo internamente e talz, ai acabo gostando das outras coisas de biologia), historia.
sou medio em geografia, redação (melhorando em redacao)
sou ruim em portugues
sou pessimo em literatura (to lendo todos os paradidaticos, sei mais ou menos as paradas pq eu presto atencao na aula e leio oq é anotado em casa, mas msm assim nao lembro de nada)
tou estudando umas 4 hrs por dia em media, as vezes mais as vezes menos, sou um dos melhores alunos da sala.
O problema é que eu estou em recife, e não sei como é o nível ai em são paulo sabe, para entrar aqui na federal eu entraria de boa em qualquer curso acho (menos medicina).
ps: nao sei oq eh filosofia e sociologia (só dormi nas aulas).
Estou falando sério, existem coisas nas exatas que realmente não fazem sentido, e é bem provável que você se depare com umas dessas coisas quando fizer faculdade.
Se quiser, posso exemplificar.
Sem querer ser chato ou te diminuir, você até pode ser muito bom em física e matemática, não posso julgar, mas geralmente quando se entra para uma faculdade de exatas a coisa muda, o nível é muito superior ao EM.
Mas como seu pai é físico, é possível que você já tenha aprendido coisas mais avançadas e pelo que me parece, um pouco de cálculo.
-=Angel of Darkness=-
Uma das coisas que sempre ficou na minha cabeça por não fazer sentido é Ax,0 = 1
É por pura convenção?
estou tendo dificuldade para resolver alguns exercícios de polinômios, o livro está com uma explicação meio confusa:confused:, lá vai!
1)Calcule o valor de m e n para que o polinômio p(X)=8x^4+mx^3+2x^2-nx+1 por d(x)=4x^2+3x-1 seja exata
resposta: m=50/3 e n=17/3
está no livro esse dado não sei se é padronizado, então vou passar:
p(x):dividendo
d(x):divisor
q(x):quociente
r(x):resto
p(x)=d(x).q(x)+r(x)
2)determine os valores de p e q para o polinômio x^3+px+q seja divisível por x^2+2x+5
resposta:
p=1 e q=-10
tenho certeza que maior parte da sala não entendeu nada sobre o método de Descartes. :o:o:o
edit consegui resolver a primeira, mais não estou conseguindo no segundo exercício, deu metade de uma folha O.o, quero ver como vou fazer isso numa prova
alguem sabe algum site com uma pesquisa
sobre o numero de pessoas q possuem Internet no ensino médio publico e privado?
.
Posso ensinar Matemática, oitava série pra baixo.
geometria.
uma barra de doce de leite (paralelepipedo retangulo)foi envolvida com papel laminado tendo as seguintes medidas 5 cm , 6 cm , 7 cm . se a barrar for cortada em cubos de 1 cm de aresta quantos cubos ficaram sem nenhuma cobertura de papel laminado?
tipo, contas vc sabe fazer. To com preguiça de fazê-las. Mas o que deve ser feito é calcular todas as áreas da superfície do doce.
um lado do paralelepípedo, somado a área de outro lado, assim sucessivamente até somar otdas as áreas dos seis lados.
dessa forma, vc tem a área total de papel laminado
assim, calcule o volume de doce, pra poder decidir quantos cubinhos de 1cm de lado podem ser cortados. Fazendo isso, vc terá o numero de cubinhos. cada cubinho tem 6cm² de área (possui seis lados, cada lado com 1cm² de área)
divida a área do papel laminado pela área da superfície do cubo e vc verá quantos cubos podem ser embrulhados com o papel.
como vc sabe quantos cubinhos vc tem e quantos podem ser embrulhados, se vire pra achar quantos não poderão ser.
@ Atirotoco Nomuro:
Na verdade, creio que a pergunta seja diferente, primeiro você embrulha a barra maior, depois corta, e aí sim conta os cubos que não possuem laminado em nenhuma de suas faces.
O problema é bem simples, se você imaginar a barra de doce no espaço, perceberá que ela tem seis lados que foram cobertos por papel laminado, ou seja, todos os cubos de 1cm³ "externos" estão cobertos pelo laminado. Consequentemente, se você quiser cortar cubos inteiramente sem o papel, é necessário remover uma casca de 1cm³ de espessura da barra!
Ou seja, a cada face, uma "camada" de doce deve ser retirada, o que acarreta em uma redução de 2cm em todas as dimensões da barra de doce.
Agora o problema se reduz a saber quantos cubos de 1cm³ cabem numa barra de doce com todas as medidas reduzidas de 2cm em relação à barra anterior, algo trivial de ser feito.
-=Angel of Darkness=-
Não sei se já foi postado isso, ou se todo mundo já conhece, mas meu amigo me contou sobre isso e achei mto legal, então aqui vai. Tá certo que não eh uma duvida, mas eh pra galera pensar soh:
Paradoxo de Zenão - Legolas e o orc
Suponha que o Legolas atire uma flecha, e de acordo com a tragetória da flecha, ela vai acertar o orc. O orc está em repouso e a flecha está indo diretamente até ele.
A flecha se move a 100 m/s, e o orc está a 100 metros do Legolas. Ou seja, a flecha acertaria o orc em 1 segundo, certo? De acordo com Zenão, não, errado.
A flecha nunca atinge o orc, na verdade. A razão pela qual eh a seguinte: 1/2 segundo após o Legolas atirar a flecha, ela estará a 50 metros do orc. 1/4 de segundo depois, ela estará a 25 metros do orc. 1/8 de segundo depois, ela estará a 12,5 metros do orc, e assim por diante.
Eventualmente a flecha se encontrará a apenas, digamos, 10^-20 metros do orc, mas mesmo assim, ainda vai faltar 10^-20 metros pra flecha chegar lá, e pode faltar menos ainda, a flecha ainda nao vai ter chegado.
Conclusão: a flecha nunca acerta o orc!
Outra versão: Aquiles e a tartaruga
Aquiles aposta uma corrida com uma tartaruga. Sendo um corredor muito rápido, Aquiles deixa a tartaruga começar a corrida 100 metros a frente. Aquiles corre a 10 m/s e a tartaruga a 1 m/s, e mesmo assim, Aquiles nunca vence a corrida.
Explicação: Aquiles vê onde a tartaruga se encontra, por exemplo, logo que a corrida começa. Aquiles então corre os 100 metros entre ele e a tartaruga em 10 segundos. Porém, após 10 segundos, a tartaruga ja "correu" 10 metros. Ou seja, Aquiles atinge o ponto onde a tartaruga começou, porém esta ainda está a frente. Aquiles então corre mais 10 m até alcançar a tartaruga, mas quando ele a alcança, ela já se moveu um pouco mais. Logo, Aquiles nunca alcança a tartaruga!
Mindf*ck??
qual a diferença entre discurso direto e indireto
vi no google mas nao entendi direito
oooopa, é isso mesmo. Fiquei triste agora. Vou treinar minha leitura... hauahau
@marmelade:
agora, este paradoxo é que nem aquela história de que 1/3 + 1/3 + 1/3 = 0.999...
a verdade é que chega no orc sim, pq se passar de 1s, a flecha passa pelo orc, e ele ficará dead.
É melhor usar essa ideia com base na históriado chocolate.
Vamos supor que vc tenha uma barra de chocolate. E que queira agradar seus amigos.
Seu primeiro amigo chega e vc dá metade da barra de chocolate pra ele.
o segundo amigo vem e vc dá metade da barra que possui agora pra ele.
o primeiro recebeu 1/2 da barra inicial. o segundo recebeu 1/4.
Se vier mais um amigo, ele ganhará 1/8 da barra inicial, já que vc deu metade da metade da metade.
Suponha, agora, que vc tenha infinitos amigos. Não se preocupe, pois NENHUM deles vai ficar sem um pedaço de chocolate.
Pode fazer as contas e verá.
Tem outro lance com as cartas, mas n tem nada haver com essa ideia do Zenão aí.
http://i35.tinypic.com/o56his.jpg
=/
alguem resolve ai, R1 R2 e Rf.
"2)determine os valores de p e q para o polinômio x^3+px+q seja divisível por x^2+2x+5"
hmm... tive que dar uma relembrada nessa divisao de polinômios ae pra tentar fazer isso.
a definição de um numero ser divisivel por outro é que o resto dessa divisão seja zero.
então basta fazer a conta e ver o que vai dar.
x³ + px + q / x² + 2x + 5 (daqui, divide o maior expoente do dividendo pelo maior expoente do divisor)
x³ / x² = x o primeiro elemento do quociente agora é x. Agora, multiplica esse x pelo divisor todo e subtraia isso do dividendo.
x(x² + 2x + 5) = x³ + 2x² + 5x => (x³ + px + q ) - (x³ + 2x² + 5x)
e isso eh igual a -2x² + (p-5)x + q
Agora vamos dividir isso, pra continuar o processo.
-2x² + (p-5)x + q / x² + 2x + 5 (maior expoente de um dividido pelo outro)
-2x² / x² = -2 mesmo processo de antes. multiplique isso pelo divisor e subtraia isso do dividendo.
-2( x² +2x + 5) = -2x² - 4x - 10
agora é (-2x² + (p-5)x + q) - (-2x² - 4x - 10) = (p-1)x + (q + 10)
daqui, o maior expoente do divisor é superior ao maior expoente do dividendo. Assim sendo, a divisão acabou. Desse ponto, pecisamos retomar o que fora dito no início, de que o resto deve ser zero
logo, aquilo que sobrou ali na divisão tem q ser igual a zero
=> (p-1)x + (q + 10) = 0
para tanto, p deve ser igual a 1 e q deve ser igual a -10
fim.
Sob a açao de um força resultante constatente Fr,um corpo de massa 4 kg adquire a partir do repouso,uma velocidade escalar de 10m/s
a)Qual o trabalho realizado por Fr
b)Qual a intensidade de Fr,sabendo-se que o corpo deslocou-se 25m?