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Tópico: Anões, Elfos e a Inconstitucionalidade.

  1. #11
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    Let's do This ...

    Pessoal mudança de planos. O próximo capítulo não será a Torre. Mudei de idéia por bloqueios. Logo posterei o próximo capítulo. Vim avisar isso pois depois de criar um capítulo poético e malado, eu resolvi mudar um pouco os rumos.

    Peço a compreenção de vocês. ;D

    Abraços.

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  2. #12
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    Primeiramente, desculpe pelo post duplo.
    ____________

    Capítulo I – Sopro (Por Satiren, em Loucura Modesta).

    “[...] Chamava-se Tullar. Chama-se Tullar. Mate-se Tullar [...]”.

    A espada se erguia, a chama fluía. O berro ecoava, a luz se acendia. A câmara se abria mais pessoas morriam. Se perecessem, para onde iam? Para o Inferno, ou para o Éden. Se corressem, onde permaneceriam? Ela se erguia, minha mãe plantava o choro, a dor, o terror. Se o sabor doce da incandescência acaba-se, como viveriam os homens, sedentos por vingança. E se fosse belo? Se fosse triste? E se fosse imortal?

    Tullar, quem foi está anão. Um louco? Um sonhador? Ou talvez apenas mais um? Não se pode definir Tullar apenas como algo concreto, mas também como algo espiritual. Pois além de construir a mais perfeita cidade, também foi o primeiro general do exército de tal cidade. Mas o que mais frustrou a vida deste homem? Talvez uma mulher? Um amigo? Uma vida feia, macabra e monótona, talvez. Conta-se, desde que sou pequeno, uma história. História de um anão triste, melancólico, que sofreu desde seu primeiro passo. Ei-lá:

    Meados de 1450, tardar de Domingo. Primavera, no solo podia-se notar centenas de flores. Muitas delas, de cambiantes que iam do laranja ao vinho. Entre elas insetos, animais, outros seres brincavam, ou pareciam fazer isso, era época de alegria. A temperatura estava agradável. O vento batia de sudoeste, colidia-se com as montanhas. Cujas desenhavam o formato do céu. As águas estavam cobertas de pétalas de rosas, temperatura morna, perfeita. O sol “sorria”, uma cor laranja com amarelo o aperfeiçoava.


    Via-se pequenas casas, num vilarejo a alguns metros do local anterior. Eram casas pequenas, de pouco mais que três metros. Reparava-se que lá não tinham árvores, que lá não tinham flores. Não tinha cores. Animais, teria sorte se visse um esquilo. Os lares eram muito bem organizados, numa simetria perfeita. Todos bem iguaizinhos, com um metro e meio separando as casas. Não tinham chaminé, não tinha janelas. Canteiros, não se viam.

    Seres baixos, mal-humorados, feios e ainda tarados moravam ali Esses adjetivos seriam até pouco para descrevê-los, talvez nem existissem tais. Em meios a eles, havia um banco. De iluminação menor, uma nuvem sobrevoava lá. Nele estava sentado um anão, diferente, canhoto, estranho, “gouche”. Chorava, mamava, sorria. Chorava de novo, olhava. Observava sua diferença, perguntava por que ele teria aquela sorte. Queixava-se com Deus. Um Deus, monoteísta, o Deus que os anões acreditavam. Era um deus bom, mais era pobre, feio, baixo e fedia. Seria? Seria? Podia ser.

    - Pobre de mim, tive a sorte de ser diferente e nem aproveitar sei.

    - Talvez saiba – respondia uma voz estranha, fraca e rouca.

    - Será que um dia irei saber, ou serás tu que iras me dizer.

    - Na hora certa vais saber – de quem era aquela voz? De onde vinha? Era uma voz que vinha de seu interior.

    Aquele anão era Tullar, sonhador e sempre com boas idéias.

    ...

    O tempo ia passando, Tullar ia crescendo e dentro dele coisas aconteciam. Prévia o que aconteceria. Previu que o grande exército de Dakamor cairia e ele caiu. Previu que o rei elfo de Ab’dendriel teria um câncer no cérebro. Também podia prever o seu futuro. Ele seria grandioso. Teria uma vida cheia de dinheiro e mulheres. Seria o engenheiro para o sonho dos anões, o que hoje é Kazordoon. Mas essa vida seria curta, por que quando completasse setenta anos seria traído por um amigo.

    Tullar observava cada amigo que surgia, tentando achar qualquer tipo de asilada. Por isso, depois da construção da sua incrível cidade, ele passou a ser rei da mesma. Assumiu como primeiro rei impondo: monarquia absolutista. Excêntrico como era, criou uma serie de leis que aplicavam penas sobre os que se opunham a seu governo.

    Penas como: execução, trabalho escravo, entre outras. Por tais motivos, Tullar tinha poucos amigos. Já havia executado dezenas deles, alguns como Gerard, o seu discípulo na época de guerra. Hjang seu conselheiro. Tullar tinha apenas dois amigos, cujos ele confiava sua vida. Um era Dac, sacerdote do templo. O outro era Kiroj guerreiro da guarda imperial.

    O grande monarca acreditava que havia resolvido seu problema com a morte precoce.
    - Agora, minha vida além de prospera não morrei cedo – gabava-se, olhando para o espelho.

    - Ai que se esganas, cara irmão – novamente a voz rouca falava com ele.

    - Como ousas se só tenho dois amigos, tu achas que seriam cabazes de matar-me.

    - Talvez eles fossem – Tullar começou a andar em passos longos pelo quarto. Eufórico e inconformado. – Mais acho improvável.

    - Blasfêmia! – Gritava ele agora realmente nervoso. – Se falas absurdos por que ainda estais aqui, tu achas que vai sair impune?

    - Impune, nada podes fazer contra mim – a voz agora não estava mais calma, estava acelerada. – Lembras que sou seu melhor amigo?

    Tullar apanhou o punhal que estava na cabeceira. Voltou-se novamente para o espelho, agora não conversava mais com a voz, falava sozinho, talvez em delírio.

    - Então é esse meu destino. Não posso mudá-lo, parece que estava certo. – Posicionou o punhal, olhou pela ultima vez para seu rosto. Chorou, gritou. Não tinha mais ninguém a confiar. Não tinha mais um amigo, sofria. No fundo não teve uma vida feliz, apenas uma melancólica. Apesar de ter tudo, não tinha nada.

    O punhal veio, o fim. Sofreu? Morreu? Chorou? Gritou? Quem sabe, ninguém. Novamente a espada é apunhalada, o grito refletiu. A morte surgiu.

    ...
    Última edição por Drasty; 09-03-2006 às 18:58.

  3. #13
    Avatar de Curiox Morozesk
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    :787: Here I go! :dry:

    Nada mal! Continuo gostando :')

    Continue o seu ótimo trabalho!

    Curiox

  4. #14
    Avatar de Euronimous
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    Humm...
    Acho que vc gostou do retrato de Dorian gray ;P
    E eu gostei muito do seu capítulo - embora ache que a forma que vc escreveu no prólogo seja mais agradável.
    Mas se vc vai continuar assim, ou não, eu continuarei lendo.
    Pois tua hitória ta boa amigo.
    E espero que continue assim.
    Flw!

  5. #15
    Avatar de Virgo Shaka
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    OMFG!

    Capítulo Phoda.

    O jietocom o qual você se deslocanos tempos passado futuro e presente, ficou perfeita.Não confude o leitor e passa asensação desejada.

    Porém nemsempre as rosasperfeitascheiram bem, e aíque morao pergio.Buscaste a perfeição em todos os detalhes da escrita, e se esqueceste dos detalhes que importam.

    Sinto que algumas vezes vocêcorrecom a narrativa, efalta aquele tom descritivo.Mesmo assim, nada disso ofusca o brilhantismo da obra em geral.

    Parabéns!

    Do seu amigo,
    Shaka




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    Simplesmente Futuro: O Futuro Como Você Nunca Imaginou Antes

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  6. #16
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    Hmm... amigo Drasty, to desaparecido daki, e li isso só agora:
    EXELENTE!!!
    Modo muito inovador de escrita, parece um poko com Babel
    Esperem ...

  7. #17
    Banido Avatar de Guardian of Muritanya
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    Citação Postado originalmente por aluan
    Hmm... amigo Drasty, to desaparecido daki, e li isso só agora:
    EXELENTE!!!
    Modo muito inovador de escrita, parece um poko com Babel
    Porra, num chinga o rp do cara não

  8. #18
    Avatar de Drasty
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    Tudo bom,Virgo?

    Concordo que corri em vários pontos, pretendo prencher meus erros no futuro. Deixar de lado aquele velha escrita travada e ipocrita, vou mandar ver no capítulo dois, e prometo você só virá aqui para dizer: Drasty, nessa você superou-se, parabéns!

    Obrigados pelos elogios, críticas, pois afinal eu vivo deles.

  9. #19
    Avatar de Drasty
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    Horey ...

    Não estranhem a falta de letra maíuscula e a falta do uso de "-", isso é apenas uma novo tipo de discurso que aprendi (Discurso indireto livre).
    _______________

    Capítulo II – O presente de um desconhecido além: o elfo que chorou (por Fex).

    A lealdade entre nós havia crescido. Minhas condutas modificaram-se completamente, até mesmo meu ponto de vista se modificara. Tudo e todos conversavam em um banquete, todas as noites, cujas eram quentes e agradáveis. Havia dias em que todos saiam de suas casas e caminhavam a saída. Ficávamos horas, nas montanhas á observar estrelas. Mostrei a eles a escada da estrelas. Estrela por estrela, fazendo suposições sobre seu nascimento, sobre sua história, calculando sua distância. Satiren sentava-se sempre ao meu lado, comentava minhas observações com engenho e astúcia, sempre depois pegava seu diário anotava toda a confabulação. Deflagrava qualquer erro meu, zombava e corrigia-me. Ignorância era a minha perto do encéfalo daquele gênio, que vibrava quando explicava suas teorias revolucionárias, todos aplaudiam como focas ao receber seu sustento.

    Arion já havia sido nomeado, bobo da corte, por fazer todos divertirem-se com suas trapalhadas. Havia pedido a nosso imperador para mandar sua família, morariam aqui junto aos anões. Ele tinha perdido todo o medo e angustia; não se senti em meio a dragões prestes a comê-lo vivo.

    Três anos já haviam se passado, e era o dia que o imperador iria chegar à cidade para acertar os acordos de aliança. O alvoroço na cidade era tamanho, adultos tentavam criar calunias para nos desmascarar, diziam que tal aliança era inconstitucional. Não havia escrúpulos, nem motivos para sua criação.

    A notícia de que a família de Arion estava chegando, animava o enquanto terminava os preparativos do documento. Os anões, por sua parte, enclausuravam-se em suas casas com coelho em sua toca. O baile de comemoração seria a noite, no palácio. Eu estava no meu quarto com Satiren, conversando os últimos detalhes:

    - Olha Fex, foi muito bom terem criado essa aliança – pegou uma maçã e passou a mão na barba, e voltou a comentar – eu conheci você e agora poderei fazer pesquisas em Ab’dendriel, disse olhando para o chão, calmo. Pensando melhor, vocês não acreditam em nós, não estou correto?

    “Errado” disse a ele, deitando-me na cama – não a céus que te faça acreditar que confio em você, resmunguei colocando olhar de desapontamento sobre ele. Parecia que aquele anão só confiava em si mesmo, ou em seu povo. Ele não confiava em mim, tinha certeza, dúvidas não me maltratavam. – você confia em mim? fez silêncio – você confia em mim?

    - Confio! disse mostrando o punho – confio a vós minha vida. Sentou-se na cadeira de balança, quase a quebrando. Pegou a almofada colocou sobre o colo e espetou dois alfinetes – olha, apontou para os alfinetes – esse alfinete da direita, sou eu, e o outro é você, pousou sua mão sobre o braço da cadeira e olhou firme para mim. – Se um cair, o outro cai junto! Satiren era assim, sempre buscava explicações básicas e sem sentido, mostrava com empenho, algo realmente estranho. Ficou ali a mostrar aqueles alfinetes há horas. “Você está entendendo?” pergunta, sempre mexendo a almofada, só parou quando finalmente furou-se. Dali só escutei passadas rápidas e sem ritmo, várias delas. Depois ouvi batidas na porta, “Já vou” e caminhei dentre os moveis.

    Eram guardas da corte, armados e severos - o rei pediu o comparecimento dos dois na corte, imediatamente! – brandia um deles em tom robusto. Sai calmamente, peguei a chave, e tranquei a casa. Satiren arrumou o quarto, e colocou no lugar a almofada, lançou os alfinetes no seu bolso. Correu para me alcançar e andamos até a zona. Cerca de vinte minutos até o local, a corte, o palácio.

    - Seja lá o que for, vamos logo, pois estou ansioso – entramos por uma saleta de pouco mais de seis metros quadrados, de altura de dois e metros e meio, dando de cara a um portão grande e detalhado, onde dois guardas nos esperavam. Abriram à porta, e dei de cara com um enorme salão, com cortinas de seda, muitas cadeiras e mesas, tapetes belíssimos e o trono. O salão, por parte, tinha mais de trinta metros quadrados e devia ter uns dez metros de altura. Esbanjava em finura e elegância. Arion estava sentando numa poltrona velha e era amarado a cordas de aço, gemia de tristeza – mais o que está acontecendo aqui... – Não tive tempo de terminar a frase e os guardas me amararam a uma poltrona a esquerda do bobo, imóvel e realmente assustado, eu novamente tentei falar. – O que está acontecendo, ninguém me respondeu – o que está acontecendo?! gritei com todas as minhas forças.

    - Silêncio, balbuciou Satiren aborrecido – Vossa excelência poderia nos explicar o que aconteceu, o rei com toda postura, levantou-se e apontou seu cajado para mim, de forma agressiva e impetuosa.

    - Mandei matar os parentes daquele – continuava a me apontar.

    - Os meus parentes, não fale asneiras, não os tenho. “Mas que astúcia daquele reizinho” pensava comigo.

    - Queria dizer os parentes deste – apontou para Arion e deu uma cutucada com o cajado – Esse melancólico agora está sob custodia. Novamente ele fez com agressividade, que rei podia ser aquele. Não o era, o general Pino XI, era a figura, imponente e prepotente.

    - Mais por que fizeste isso? indagou Satiren sem paciência, colocou sua mão sobre meu braço, e deu-me um beliscada, como se quisesse que eu parasse com os insultos, pois quase não me agüentei a mandar aquele general a um lugar.

    - Não devo satisfações, a decisão foi geral, todos concordaram. Lembra-te que eles não são confiáveis, lembra-te de teus pais... Lembra-te Satiren, foram esses, não te lembra, olhou risonho, num tom de deboche para nosso paladino. Feriou-o com palavras sem sonoridade e sem classe, era de se esperar de um ignorante.

    - Não me lembro, e nem o quero! exclamou rude, colocou sua mão sobre sua adaga, e fez reverencia, caindo de joelhos – se tiver que lutar, este irei – sacou a, e cortou nossas cordas – Fex, Arion o que esperam, a morte?

    - Parem-nos agora! A clássica. Os dois guardas começaram a correr atrás de nos, mais nada fizemos continuamos a correr.

    [...]

    A falta de decência teve inicio, os indefesos escondiam-se em suas casas, com feixes de medo. Satiren só observava a mim com temor, novamente olhou para mim com olhos cegos, com olhar calmo, porém severo. Sabia que teria que lutar, olhou para trás indicando com a cabeça cerca de dez anões aproximando-se, voltou-se para mim e disse:

    - Fex, vou pecar!

    - O que?! Não faça isso, a culpa não...

    - Cale-se! Não tem discussão – pegou seu martelo, mais uma vez, e soltou sua capa, agora! – moveu seu dedo para os lados e cerca de trinta elfos, providos de arcos, atiraram rumo aos anões, que eram derrubados facilmente – veja Fex, você não está só, e nem nunca estará.

    - Você sabe que não sei lutar, nem nunca vou saber, meu fardo é de paz! deu-me uma espada e aconselhou que seguisse rumo ao norte, matando se fosse necessário, e matei, uma pena. Dê meus olhos caia água, sim! elfos choram.

    __________

    Drasty
    Última edição por Drasty; 05-04-2006 às 13:26.

  10. #20
    Avatar de Thulio Santos Almeida
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    Curtir parabens ta incrivel

    :eek: :eek: :eek: :eek: incrivel... sem palavras, simplesmente incrivel, não é bajulação não eu gostei mermo ta massa d+ ta de parabens :eek: :eek: :eek: :eek:

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