Bom, depois de ver alguns rps por aqui, percebi que o 1° capítulo poderia ter ficado muito³²³¹²³¹ melhor.
Então, tentarei consertar o erro no cap. 2 ^^
Dei mais atenção a Arahul desta vez, a dei mais detalhes dos lugares e das pessoas com que ele está, sem se apegar muito a eles.
E sobre voltar ao presente depois do cap. 3... bom, acho que terei que adiar um pouco isso ;p
Mas aqui vai:
- Capítulo 2 – Roseli
Tudo termina bem quando acaba bem... achava eu...
Depois de uma noite de festas, e como teve festas, a familia Armstrong eram grandes caçadores de vampiros, mas também sabiam fazer festas em glórias das quais nunca imaginei, havíamos bebido muito e nos divertido, não imaginei que humanos pudessem ser tão divertidos, para ser real. Law Armstrong, um dos quais mais nos ajudou na Guerra, queria que eu fosse junto com ele buscar mais bebidas na cidade de Garrius, e eu, desnorteado como estava, fui.
Mesmo com o fim da Guerra, podia se ver os restos dos mortos e destruição, mas mesmo assim, alguns poucos edifícios continuavam a resistir, e assim, Law me guiou até uma casa, as luzes dentro dela estavam acesas, e podia se ouvir barulho lá dentro, parece que não foi apenas no Clã Armstrong que havia festa...
Quando entramos, o barulho, a alegria, a festa, tudo, cessou, e eu me vi em frente a muitos bárbaros e guerreiros, olhando a mim, um semi-vampiro, com olhares estranhos, fúria misturado com confusão, afinal, eu, ao lado de um dos maiores caçadores de vampiros, é mais que compreensível eles não saberem se devem brindar, ou lutar.
Foi quando Law disse:
-Não se preocupem, ele está ao nosso lado. Nos ajudou contra a batalha final contra Vlad e também nos serviu sem questionar, nos emprestando seus poderes a favor de nosso ideal.
E depois dessas palavras, como mágica, toda alegria, barulho, musica, festa, voltou a explodir dentro daquela casa, aquela simples casa.
Ali devia ser um local bem comum para os humanos. As paredes eram feitas de terra batida, sendo o teto segurado por pequenas hastes de madeira, porém bem resistentes, As mesas eram feitas de madeira, tudo parecia meio estranho para mim, o qual sempre vivi em palácios enormes, feitos dos mais puros materiais, e das mais bonitas pratas, que agora, estavam destruídas.
Nos dirigimos até o balcão, onde Law disse:
-Roseli, venha aqui e nos sirva algumas bebidas minha garota.
E então, ela apareceu. Linda, uma linda criatura do que eles diziam ser Deus. Sua pele branca como o leite, seus olhos claros como o mar, sua boca perfeita, e um corpo magnífico, lembra até a beleza de nossos antigos quadros...
- Arahul, está é Roseli Soulwinter, a linda garçonete deste bar. Roseli, este é Arahul Bloodmouth, ex-vampiro que nos ajudou nas batalhas contra Vlad. – Disse Law.
- Prazer!
- Encantada. Nunca havia conhecido um vampiro antes... Law me dizia que caso visse um, deveria fugir para o mais longe possível... acho que você deve ter se enganado, não? – ela disse, sorrindo a Law.
E que lindo sorriso. Naquele exato momento, o mundo não parecia estar mais o desastre passado, não parecia ter pessoas mortas pelo mundo, não parecia que nada disse tivesse realmente acontecido, o mundo parecia ser o melhor local para se viver...
- Bom... – disse Law, interrompendo meus pensamentos – Roseli, minha querida, poderia nos providenciar alguns litros de vinho e cerveja para levarmos ao Clã? Acho que já devem estar sentindo nossa falta...
- Rindo, ela disse – Claro, claro, dê me alguns minutos, sim? Com a sua licença...
- Toda. – confirmou Law, e após a retirada dela, disse – Ainda não sei como ela continua a trabalhar aqui...
- Por que diz isso?
- Os Soulwinters é uma grande família que vem nos ajudando a muitos anos, sabe? Quando Roseli nasceu, a mãe dela acabou morta no parto, foi muito difícil para ela, o bebe estava prematuro, mas tudo correu bem com Roseli, mas Laura, mãe dela, não conseguiu resistir a tudo aquilo, e acabou morrendo, mas no ultimo suspiro de vida, pediu para que nós cuidássemos da filha dela. Bem, ainda restava o pai e irmão de Roseli, mas eles acabaram sendo recrutados para a Guerra, e morreram em batalha, foi difícil para ela resistir a tudo isso, perder a mãe, e depois o resto de sua família... Nós falamos para ela vir para os domínios do clã protege-la lá, mas ela não quis, disse que este lugar trás boas lembranças a ela, e continuou aqui... Opa! Lá vem ela.
- Aqui está. – interrompeu Roseli, empurrando 4 grandes barris de vinho e cerveja em uma espécie de carro para transporte, especialmente feito para barris como aqueles.
- Eu a ajudo. – logo me propus, e fui até lá, a ajudar ela a trazer os barris.
E toquei as mãos delas. Mãos quentes e macias, como o melhor dos travesseiros reais. Neste momento, me virei para olhar a ela, e vejo aqueles olhos, aqueles lindos olhos, refletindo os meus olhos neles. Nunca havia me sentido assim, um sentimento novo havia crescido em mim, deve ser isso que os humanos devem chamar de “amor”...
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Responder com Citação

,gostei do seu capitulo mais esqueceu de uma coisa ele virou meio-vampiro então não a necessidade de falar de sentimentos pois tinha a maioria como semi mortal,o termo estória não se usa muito aqui,boa sorte com seu roleplay ate agora está muito bom. 