Capitulo 5
Augur
A Pequena elfo
Augur estava em Ab’dendriel, a cidade era impressionante. Sobre as arvores as mais variadas casas se erguiam numa arquitetura muito evoluída para a época, o clima estava perfeito, o céu estava claro e o sol iluminava tudo muito bem.
Próximo ao deposito da cidade, um homem saia de um buraco com uma sacola cheia dos mais variados metais. Augur meio disperso andou na direção do homem e o cumprimentou:
-Bom dia senhor.
-Bom dia garoto. –Disse o homem, que estava apressado, pois rapidamente havia saído de perto.
Sem sucesso com o homem, Aug perguntou aos mais variados cidadãos sobre a casa de Zink, conseguiu com uma eflo a informação de que a casa se localizava próxima a loja de instrumentos musicais. Chegando na loja, Augur perguntou novamente ao dono da loja e com sua informação andou até a casa e bateu na porta.
-Quem é você? -Perguntou o dono da casa, uma criança elfo da altura de Aug, a menina usava um capuz que lhe tampava toda a cara, mas Aug não quis comentar.
-Meu nome é Augur, esta por acaso é a casa de Zink?
-Sim, o que deseja?
-Posso falar com ele?
-Idiota, ele é meu pai, e a menos que saiba uma forma de trazer alguém de volta a vida não pode falar com ele. – Disse irritada.
-Desculpe. –Augur parecia perplexo. – Eu não sabia, fui enviado aqui, pois me disseram que eu deveria falar com ele. – Aug suspirou. – De algum modo, ele iria me falar sobre minha mãe, sobre minhas habilidades, sobre ... – Augur colocou a mão no bolso de sua calça e tirou a carta que seu tio havia lhe dado. -... Bem, sobre isso.
A menina tirou a carta das mãos de Augur, e a abriu.
Para Zink
Explique tudo ao Dreamreader.
Abrassos, Lyra.
-Aqui não diz nada demais garoto.
-O que? –Augur pegou a carta e a leu, incrédulo ele olhou o verso para ver se tinha mais algo escrito, sem sucesso ele sentiu um aperto no peito e vontade de chorar.
-Bem garoto, a carta não diz nada com nada, e já que meu pai esta morto, não poderá explicar o que ela significa.
-Senhorita, não tenho para onde ir, meu tio me disse que eu deveria morar com Zink, que deveria treinar meu poder, disse-me tantas coisas.
-Menino, eu não sei quem você é, e não tenho nada a ver com o motivo de você ter vindo pra cá, pode ir embora?
-Qual o seu nome menina?
-Meu nome é Sarah, mas o que isso tem a ver com tudo?
-Você tem algum poder especial?
-Como você sabe sobre isso?
-Você é de uma família especial certo?
-Sim, mas...
-Como é mesmo o nome?
-Walksleepers.
-Você, sua família, fez a profecia do eterno inverno.
-Sim, mas o preço foi que tivemos que dividir o poder da família em dois, os Dreamwalkers, eles são uma parte da família Walksleepers, e ambas as famílias estão condenadas, meu pai me contou que sou a ultima com o dom do Dreamwalking entre todos, pois meus filhos não terão o poder, e os Dreamwalkers já tiveram a ultima.
-Essa é minha mãe, mas seu pai não sabia de tudo, pois minha mãe teve um filho que permaneceu com o poder, eu tenho o Dreamwalking.
-Seu tolo, os Dreamwalkers também são elfos. E você é um humano.
Agora tudo fazia sentido para ele, sua mãe era uma eflo, e como ela teve um filho com um humano, o poder permaneceu no filho, ele só precisava explicar isso pra ela. Mas ele não conseguia falar olhando para o capuz que cobria o rosto da elfo.
-Garota, você não acredita que eu tenho esse poder?
-Não, a linhagem acabou com Lyra, ela não teve filhos.
-Vamos fazer o seguinte, hoje a noite vou ao seu sonho falar com você e então agente decide o que vamos fazer, ok? –Ele gostou da idéia, se conseguisse controlar seus sonhos tão bem novamente seria fácil impressioná-la. –E mais uma coisa, tire esse seu capuz, deixe-me ver a menina que vai me ensinar o Dreamwalking.
Sarah tirou o capuz, no mesmo instante ele a reconheceu, Sarah não era nada mais nada menos do que a menina em que ele havia sonhado na ultima noite, e que ele havia reconhecido.
-Você, eu já vi você em algum lugar. –Disse Sarah.
-Ontem no meu sonho, você estava lá. – Contou ele. -Nos estávamos envolta de uma fogueira.
-Eu não posso lembrar-me de você por causa de um sonho seu, é outra coisa. –Ela suspirou decidida. –Entre, vamos descobrir tudo isso, qual é o seu nome mesmo?
-Sou Augur, o Dreamreader humano, o profeta.
Esse fico muito pequeno,
foi mal a demora, mas como ninguem comentava eu estava decidido a parar, postei esse capitulo pra ver se consigo levantar um pouco a moral da historia.
Esse capitulo era essencial pra historia, vou prosseguir a saga com um capitulo da Charlie e entao volto a escrever sobre o Pat. =X espero que continuem acompanhando, e nao deixem a historia morrer. Comentem, prometo que os proximos capitulos serao melhores.







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