Bom, depois de 3 anos sem jogar, acredito eu mesmo estando sem noção de numeros, criei um personagem novo para reaprender a jogar. Eis que me deparo com essa quest que eu achei fantástica em rookgaard, então resolvi narrar as aventuras de meu novo personagem, o Azra Lock, que eu estou nesse exato momento treinando skill, de uma perspectiva mais role-play, uma história narrada mesmo. Espero que gostem
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Prólogo
Reencarnado numa pequena ilhazinha próxima à ilha de Rookgaard, o agora Arza Lock estava em seu barco, ansioso para chegar em Rookgaard e iniciar o que seria o "prefácio" de suas futuras aventuras nessa nova vida. Ainda não compreendia bem o que havia ocorrido. Aparentemente, ao morrer, sua alma era reecarnada em uma nova pessoa, através do famoso Portal das Almas, e assim eram mandadas ao vilarejo de Rookgaard, para reaprenderem sobre o mundo e se fortalecerem antes de aprender uma vocação. A ilha era um local ideal para isso, pois pelo fato de ser isolada, demonios e outros males não atingiam o local.
Azra ainda não estava muito certo sobre o que ia fazer, por isso esperava encontrar as respostas durante seu aprendizado na ilha, que por falar nisso já se aproximava ao longe. Seus companheiros de navio pareciam ansiosos também, estavam todos agora à borda do navio, apontando e gesticulando animadamente em direção à ilha, falando sobre suas expectativas e objetivos ao chegar em seu destino.
Finalmente chegando lá, foram apresentados ao local por um tutor chamado Santiago e outros posteriormente, que fizeram questionamentos e testes para ver se os candidatos realmente eram capazes de encarar o desafio. Depois de exterminar uma invasão de baratas gigantes, carregar alguns quilos de lenha, caçar veados e coelhos, dentre outras tarefas, Azra finalmente se via diante do último tutor, experando o resultado de seu exame final.
Carlos, o tutor, examinava atentamente sua ficha, e enfim disse:
-É, parece que você foi o primeiro aprovado dessa leva, meus parabéns - disse ele sem muita convicção
-Dei o meu melhor, não sei como foi minha vida anterior nem quanto tempo demorei para retornar, mas quero fazer com que essa valha a pena
-Entendo... É uma pena... - Carlos fazia uma cara realmente estranha, como se estivesse lamentando algo que sequer acontecera ainda - Bom, a partir de agora você está liberado para prosseguir para o vilarejo, boa sorte em sua próxima vida.
-Obrigado, estou indo agora - respondeu Azra sem entender o verdadeiro sentido da ultima expressão dita por Carlos.
Depois do que lhe pareceu uns dez minutos caminhando, Azra chegou à uma ponte com uma barreira mágica, que impedia os reprovados de atravessarem. Passou por ela e ia pensando no que ia fazer agora, quando de repende se viu cercado por uma luz ofuscante. Sentiu o chão desaparecer sob seus pés e de repente sentiu um baque leve abaixo deles, uma sensação identica à de pular um degrau de escada sem querer.
Azra olhou em volta e se viu numa caverna muito quente. As paredes e o chão eram de um vermelho incandescente e brilhava levemente. Fazia muito calor lá dentro e o ar era muito seco. Atrás de si ele tinha uma parede e à frente um túnel que ia se estendendo. Tinha apenas duas opções: ficar ali parado à espera de sabe-se lá o quê ou seguir em frente para ver o que encontrava. Engoliu em seco e começou a avançar.
Depois de algum tempo caminhando, distraído com o lugar e meio que perdido em seus pensamentos, Azra foi surpreendido por uma aparição súbita de um ser verde, muito feio, com um mando roxo por cima da cabeça e um cajado com um cristal em sua ponta. Já havia ouvido falar dos orcs, mas essa era a primeira vez que via um realmente. Então ele murmurou as palavras "não há escapatória!" e desapareceu tão repentinamene como surgira.
-Mas que merda foi essa?! - Azra simplesmente não sabia o que pensar. Com muito receio seguiu em frente.
Mais aparições foram surgindo conforme ele avançava, gritando em seus ouvidos frases como "será o seu fim", "não tem saída", "HAHAHAHAHA!", e dando risadas histéricas cada vez mais constantes. Azra ia entrando em pânico e começou a correr, e conforme o tempo passava ele ia correndo cada vez mais rápido, até que ele se deparou com um salão mais amplo, e olhando para ele estava o ser mais horrível que ele já vira ou imaginara
O ser tinha a pele laranja, variando tons de amarelado ao vermelho. Aparendemente muito forte fisicamente, tinha dois chifres crescendo de sua testa e um olhar maligno. Azra tentou correr, mas a criatura lhe acertou em cheio no peito, arremesando-o de encontro a uma parede. A criatura realmente era estupidamente forte, Azra ficou sem nenhuma força para levantar. Então ela se aproximou preparando para desferir o golpe final. Azra se desesperou, não entendia o que diabos estava acontecendo, ouvia aquela risada histéria em seus ouvidos. Acabara de reviver e já ia morrer novamente.
Então, foi envolvido pela luz ofuscante novamente, fechou os olhos, pensando se aquilo era morrer. Sentiu novamente a sensação de ter saltado um degrau e bateu num chão frio de mármore.
-Ufa! Parece que eu consegui lhe tirar de lá a tempo! - era uma voz de mulher.
Azra olhava em volta agora. Aparentemente estava no teto de alguma igreja ou templo, enquanto aquela moça cuidava de suas feridas.
To be continue...
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