Fala galera!

Não, não abandonei vocês. Só tive que ter paciência pra escrever né, mas fiz direitinho do jeito que vocês gostam.


Resposta:

Citação Postado originalmente por wariorss Ver Post
Olá.
Gostei muito da sua história, acredita que eu comecei a ler ontem e já temrminei hoje?
vamo que vamo terminar essa história e ver o segundo andar como é.
Opa, novo leitor!

Que bom que gostou da minha história! Parece que realmente gostou pra ler em dois dias, pois o pessoal recente teve um esforço bem grande pra terminar

A história vai demorar pra acabar, espero que você acompanhe-a até o final, pois ela vai ficar foda, tô te falando hein!





Bom galera, essa é a continuação do capitulo 29. Espero que gostem.






No capitulo anterior:
O grupo chega ao primeiro andar, mas caem numa armadilha feita pelos fantasmas e espectros do local. Para sair de lá, precisaram destruir todos os espelhos, mas quando faltava dois, surge um chefe das hordas fantasmagóricas para impedi-los de sair de lá. Eles conseguem sair da armadilha, mas o morto-vivo não é eliminado e Watson fica vulnerável a uma artimanha.



Capitulo 29 – Em busca da arma branca pt. III




O chefe brightwalker a frente de Watson desaparece, e logo acima do mago, aparece o mesmo monstro, lançando um pó negro sobre Watson, que o faz ir de encontro ao chão, muito fraco. Para finalizar, o Brightwalker prepara uma bola de morte, mas Lokan a impede com várias bolas de luz santa e grita, correndo para a direção do monstro:

[Lokan] – Ação dos Deuses!

A magia avança como uma verdadeira bomba sobre o Brightwalker, o derrubando-o rapidamente. Watson cai no chão como um boneco, mas ainda estava vivo. Rayver corre para tentar salvar o semi-demônio – cujo ninguém novo do grupo sabia quem ele era e de onde vinha seus poderes sobrenaturais – e Skinner aproveita para irritar o monstro, lançando o mais forte possível sua espada a direção dele, apenas golpeando as costas dele e voltando para sua mão e indo atrás de Walter.

Sobra Lokan e Jack na batalha, apenas por enquanto. Assim, Lokan une suas mãos em forma de prece, e fechando seus olhos, concentra suas energias, mesmo sabendo que não iria dar tempo e que o morto-vivo o mataria apenas com o toque. Jack tenta ganhar mais tempo lançando dardos múltiplos, o que força o monstro a correr em disparada para alcançar Jack e retirar a arma que lhe incomoda de suas mãos. Jack chega perto da escada e acaba tropeçando e caindo, ficando vulnerável ao golpe de morte que a criatura acaba de preparar. Mas o mais esquisito ocorre quando o ombro esquerdo e o braço direito do Brightwalker através de golpes rápidos de dois vultos. Eram Skinner e Walter.

No fim, Lokan consegue concentrar toda a energia necessária para fazer uma magia intensa e poderosa. Ao abrir seus olhos, os mesmos emitem um brilho extremamente dourado, e através disso, ele grita com uma voz tenebrosa:

[Lokan] – Sannemoren!

Lokan começa a passar por uma transformação divina: Tornava-se maior, sua roupa é substituída por uma túnica branca com um cinto dourado em sua cintura e seu corpo assume uma forma estranha, tornando-se um pouco mais claro e maior, e uma mascara esquisita, porém com uma forma estranha confundindo com a de um Yalahari, com contornos brancos e dourados e olhos claros e azuis. Este era um novo sacerdote, ainda mais poderoso que o normal. Ainda segurava seu bastão, que continuara da mesma forma que antes.


O “novo Lokan” atrai a atenção do Brightwalker, que não hesita em tentar matá-lo mesmo sem seus braços. O sacerdote vira-se para o monstro que já corria para estraçalhá-lo movido pela maldição no ar, e perto demais de seu oponente, Lokan levanta seu braço esquerdo espalmando sua mão e grita:

[Lokan] – Mão de Lezario!

Novamente aquela magia extremamente poderosa se forma na mão do homem, e forte como nunca se solta desenvolvendo a outra mão sagrada, muito maior que a anterior, e corre pelo ar para pegar a abominação. Ao pegar o monstro, ela arrasta-o até um local onde ela pararia, extraindo toda a maldição presente nele. Walter e Skinner pegam Jack e o carregam até perto de Lokan, dando espaço para que a sua magia de força duplicada destruísse completamente o monstro. E foi o que aconteceu.

A mão sagrada atinge a parede perto da escada, fazendo uma grande explosão dourada, tremendo tudo. Ao passar toda a fumaça, o que aparece ali é apenas uma pilha de ossos com um chapéu encima do crânio exposto. O chefe foi vencido.


Watson ainda está no chão, quase sem reação, respirando muito fraco. Lokan se agacha frente ao mago e tenta colocá-lo para frente. Depois, coloca sua mão sobre o tórax do homem e desenvolve uma luz dourada, e suplica baixo:

[Lokan] – Cura dos Deuses, Watson.

A luz se espalha por todo o corpo de Watson, devolvendo sua energia. Assim continua por um bom tempo, enquanto todo o grupo fitava a magia do sacerdote.

Assim que a magia para, Lokan aos poucos volta ao normal e Watson acorda.

[Watson] – Mas o... O que aconteceu?

[Lokan] – Você quase morreu, mas já está bom de novo.


Os outros se aproximam, e fazem quase um circulo em volta de Watson e Lokan, curiosos para saber como Watson está.

[Jack] – Tudo bom contigo?

[Watson] – Sim... Estou bem. Acho que mais um golpe e eu morreria.

[Lokan] – É, foi um golpe de malária. O monstro espalhou uma doença poderosa em você que drenou todas as suas forças, mas agora você está normal. – Estende seu braço direito – Quer ajuda pra levantar?

[Watson] – Claro... – Pega a mão oferecida de Lokan e com a ajuda dele, vai levantando e usando mais força que devia para levantar. Ele o solta e se endireita no chão e logo levanta.

[Jack] – Agora pessoal, vamos ao segundo andar. Imagino que seja por aquela escada – Aponta para uma escadaria perto do corpo do chefe Brightwalker.

[Skinner] – Eu não vou discutir com nada, vou na frente.


Ninguém fala nada também, apenas seguem Skinner até a escadaria. Com medo, a sobe devagar e atentos a qualquer truque ou armadilha.

Saindo do alcance do primeiro andar, algumas aranhas pequenas chegam no primeiro andar, com desconfiança. Uma pequena explosão roxa as cerca, e da fumaça roxa levanta-se Nightstalkers poderosos e mais escuros que qualquer outro.

[Nightstalker2] – Uhh... Venceram...

[Nightstalker3] – O... O que...

Um nightstalker maior do que eles toma a frente dos demais, que estavam em cinco. Observa dali um amontoado de ossos coberto por roupas negras.

[Nightstalker1] – Os desgraçados já destruíram os espelhos e mataram o líder. Devem estar indo para o segundo andar. Temos que impedi-los logo, por Pumin.

Todos os Nightstalkers dizem “sim” com uma voz assombrada. E então, tornam-se aranhas novamente e seguem devagar até a escada. Levaria um bom tempo para alcança-la também.





Já no segundo andar, vêem que ele tinha um espaço pequeno e a frente quatro portas. Mais um desafio de inteligência.

[Lokan] – A porta que escolhermos vai nos levar ao corredor correto para o terceiro andar. Teremos que ser espertos.


As portas possuíam cores individuais: A primeira era vermelha, com a mesma aparência de porta de missão em várias partes do Tibia todo. A segunda porta era verde, a terceira era azul, e a quarta era amarela. A cor das portas fazia grande tensão nos presentes na sala. Mas era hora de escolher uma logo.


[Jack] – Vamos seguir pela amarela. Amarelo é uma cor calma.

[Walter] – Calma porque é a cor da tua armadura e da sua besta, não é? Prefiro a vermelha, já que estamos num lugar das trevas.

[Rayver] – Concordo.

[Skinner] – Concordo também.

[Lokan] – Vocês estão pensando sem nexo! Não é por que estamos num lugar das trevas que devemos seguir a porta vermelha! Temos que ter consciência aqui, rapazes!

[Walter] – Então siga com sua inteligência, que nós seguimos com nossa coragem. Com Rayver, não morreremos. Vocês com o Lokan também não. Então vão pela amarela que vamos pela vermelha. Quem tá dentro?

Rayver, Skinner e Walter levantam a mão. Watson, Jack e Lokan continuam quietos.

[Walter] – Se é assim, boa sorte. Vamos galera.


O druida e o cavaleiro de elite seguem Walter até a porta vermelha, abrem-na e logo a mesma se fecha. Os restantes trocam olhares, pensando no que fazer.

[Lokan] – Vão se suicidar... Vamos segui-los... Perder gente é desnecessário.

[Jack] – Deixa, como ele disse, vamos seguir pela inteligência. Pela porta amarela. – Caminha até a porta, para à frente dela e a abre. – Vamos?


Ninguém disse nada, apenas seguiram Jack e adentraram no que há atrás daquela porta.


O que acharam por trás daquela porta era um estreito corredor com paredes de um concreto dourado, com tochas iluminando o caminho. Andavam em fila, um pouco incomodados com o calor das tochas passando perto de suas faces. Seguiam nesse caminho por três minutos, até que Jack, que está na frente dos demais, para e se vira para o grupo. O resto do grupo, aguardando algo sair da boca do paladino, já ficava perplexo pelo que Jack queria falar. Pois ele parecia não saber o que falar. Até que ele se manifesta.

[Jack] – Certeza que estamos seguindo o caminho correto? – Diz indeciso, enquanto Watson e Lokan já mostram caras decepcionadas.

[Lokan] – Pff. Sabia que cedo ou tarde você ficaria assim. Estamos num corredor pequeno há tempos, vai saber se estamos sendo enganados.

[Watson] – Se estivéssemos sendo enganados, eu sentiria.


O silencio toma conta do local por alguns segundos. Até que Jack decide continuar seguindo o caminho, sem falar nada.





Enquanto isso, o resto do grupo segue pelo caminho estreito por trás da porta vermelha. Assim como a porta, as paredes eram vermelhas, e o local não parecia cheirar muito bem. Havia poucas tochas, e suas chamas estavam fracas. Rayver ajuda a iluminação com seu Utevo Gran lux, mas ficando atrás de Skinner e Walter.

Até que no meio do caminho, surgem dois caminhos. Um é iluminado, e o outro escuro. O grupo começa a discutir sobre qual seguir.

[Rayver] – Acho que devíamos seguir o iluminado... É melhor, estamos quase sem ver nada do que há a nosso redor.

[Walter] – Rayver – Vira-se para trás – Se seguíssemos sempre caminhos assim, estaríamos com o resto do grupo, não aqui. Vamos pelo escuro.

[Skinner] – Walter, já fizemos burrada ao abandonar os mais fortes do grupo. Seguir por aquele caminho é burrada dupla. Falo sério.

[Walter] – Cara, entenda. Eu estou no comando. Vamos pelo escuro.


Os outros preferem ficar calados e tomam o caminho escuro. Com a iluminação de Rayver, fica melhor seguir aquele caminho. Mas o druida é atormentado por um pressentimento ruim.

Logo à frente, Walter pisa num osso frágil e o quebra, fazendo um pequeno barulho. Mas até mesmo esse barulho pode resultar em algo ruim. E é o que acontece.
Eles vêem sangue no chão, e para ver melhor, Rayver toma a frente de Skinner. Revela-se muito sangue, e sangue pingando do teto ou acima deles. Até que acham, ao lado deles, mas um pouco acima, um corpo pregado na parede por chifres, semi-devorado. Walter e Skinner levantam suas espadas para um provável combate, mas Rayver fica paralisado ao ver aquilo.


Alguns sons demoníacos ecoam pelo lugar, e o chão treme um pouco. E na frente deles, surge um demônio verde, de quatro braços grandes, levantando seu corpo para cima e soltando um rugido poderoso. O monstro possui quatro chifres na cabeça, uma cabeça que lembra a de um crocodilo. Pés firmes e fortes, tanto como largos, capazes de esmagar qualquer um que estiver abaixo dele. Um Juggernaut.

O demônio corre para estraçalhar aquilo que seria sua refeição, enquanto dois demônios surgem atrás do grupo, e mais um Juggernaut aparece atrás do primeiro. Aquela seria realmente uma batalha sangrenta.







Próximo: Capitulo 29 - Em busca da arma branca pt. IV










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Abraços e até mais